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1
mai
2015

Séries: os personagens que mais amei odiar

Lifestyle, séries

Estamos em mais um dos 83823920102 feriados desse ano, e como todo feriado, fazer maratona de séries em pelo menos um dos dia é algo necessário.

Como já faz um tempinho que eu não falo do assunto, resolvi juntar aos meus posts sobre séries que eu larguei de mão, séries que ainda amo, e casais mais shippaveis, mais uma lista: personagens que são chatos/malvados/sacanas/oportunistas/junte todos os adjetivos ruins aqui, mas têm um carisma que faz a gente amar odiá-los.

1 - Don Draper, de Mad Men

Nossa, como eu odeio o Don Draper! Apesar de todo o charme embutido, acho ele ganancioso, ególatra, mulherengo, irresponsável e, muitas vezes, auto destruidor. Em alguns momentos, a gente acha que ele vai tomar jeito e se encaixar nos trilhos, mas aí ele vai lá e faz alguma coisa para se auto boicotar. E é por isso que eu amo odiá-lo, ele parece uma pessoa próxima que você sabe que é talentosa e tem um potencial incrível, mas não sabe como trabalhar isso e vive perdida.

2 - Walter White, de Breaking Bad

Apesar de Walter White ter sido um dos personagens mais geniais e bem construídos da atualidade, ele foi criado exatamente para gerar esse tipo de sentimento na gente e eu caí que nem um patinho.

Ao longo de Breaking Bad ele foi se transformando numa pessoa horrorosa e vazia, era impossível não odiá-lo e, ao mesmo tempo, não ficar curiosa para ver o desenrolar da história. E assim nos levaram até o último capítulo da série, que durou 5 anos. Acho que de todos, Walter White ganha o prêmio de odiado mais carismático, afinal, não é fácil ficar tanto tempo curiosa com o destino de alguém tão filho da p.

3 - Cersei Lannister, de Game of Thrones

Só para começar, ela foi a mãe do pior personagem que já passou em GoT: o rei Joffrey. Aliás, era ele que ia fazer parte dessa lista, mas depois achei que Cersei tinha mais a ver, porque ela se acha muito forte e poderosa, mas no fim, só é uma pessoa arrogante, ambiciosa além dos limites e muitas vezes, meio perdida.

Mesmo achando ela detestável, não consigo imaginar a série sem Cersei (mas sei que não posso pensar dessa forma, afinal, George R.R. Martin mata todo mundo no final rs).

4 - Dr. Gregory House, de House

Eu acho que vi apenas 3 capítulos de House, enquanto estava correndo na esteira, mas já na primeira vez eu entendi porque todo mundo fala que o personagem interpretado por Hugh Laurie é encantadoramente insuportável.

Ele é um gênio egoísta e atormentado, que acaba deixando todo mundo maluco, mas tem um carisma que faz com que esqueçam dos shows de arrogância e prepotência que ele dá ao longo dos capítulos. Do pouco que eu vi, eu achei um personagem super bem montado, mas não sei como ele foi se encaminhando ao longo das temporadas.

5 - Norma Bates, de Bates Motel

Eu tenho certa aflição por personagens que vivem encobrindo e justificando as atrocidades de alguém que ama, e Norma Bates faz exatamente isso. A superproteção dela chega à níveis estratosféricos, a ponto dela não conseguir ouvir nem enxergar todo os alertas que lhe são dados.

Ao mesmo tempo, eu amo essa cegueira dela porque é isso que dá o tom da série. Ela nada mais é que uma mãe desesperada por fazer tudo dar certo, mas acaba metendo os pés pelas mãos.

6 - Victoria Grayson, de Revenge

Eu acho Victoria incrível, uma vilã com classe que não desce do salto nem quando vê que o mundo está desmoronando ao seu redor. Na verdade, nem chamaria de vilã, afinal Revenge não tem isso de pessoas boas e más, tem pessoas com justificativas para cometerem atrocidades.

Mas assim como Norma Bates, Victoria é desesperada para proteger quem ela ama, mas sua (falta de) inteligência emocional quase sempre faz com que ela se ferre. Esse é o motivo de eu odiá-la, mas é só um pouquinho.

7 - Simon Cowell, de American Idol

Acho que hoje em dia o estereótipo do juiz malvado caiu por terra, mas Simon no American Idol, foi o primeiro dessa categoria que eu amei odiar! Sem contar que ele e suas críticas ácidas e sem papas na língua protagonizaram alguns dos melhores momentos do programa.

8 - C.C. Babcock, de The Nanny

C.C. se acha superior a todos e adora desestabilizar todos os outros personagens da série. Mas se ela não existisse, The Nanny não seria tão maravilhosa.

9 - Jerry Seinfeld, de Seinfeld

Acho que Jerry foi o primeiro personagem que eu amei odiar na vida. Porque ele é chato e cri cri, mas sempre soube ser o coração da série (óbvio, levava o nome dele, né? rsrs) e sempre conseguiu criar situações para George, Elaine e Kramer brilharem.

10 - Carminha, de Avenida Brasil

Tudo bem que não é uma série, mas é novela, e está tudo ali na mesma página. E Carminha foi simplesmente genial, um fenômeno. Mesmo falando as maiores atrocidades e realmente sendo uma vilã de mão cheia, não vi uma pessoa que não parasse tudo o que estava fazendo para ver o que ela ia aprontar.

Bônus: Shonda Rhimes (atenção, spoiler!)

Preciso incluir aqui uma pessoa que não é personagem, mas todo mundo está amando odiar, especialmente depois do que aconteceu no último episódio de Grey’s Anatomy!

Shonda Rhimes é criadora de Grey’s, How to get away with murder e Scandal, mas sua fama maior é de matar e sumir com personagens cujos atores resolveram discordar dela em algum momento.

Depois que ela matou o personagem de Patrick Dempsey essa semana, eu só li comentários que falavam: estou com ódio da Shonda, ela é louca, psicopata, mas não consigo deixar de assistir suas criações! Acho que no fim das contas ela merecia esse bônus, né?

E só para constar, eu ainda estou decepcionada com o final que deram para o eterno McDreamy.

E vocês? Amam detestar quem?

Beijos!

Ca

23
abr
2015

Netflix: 10 motivos para amar Mad Men!

Lifestyle, séries

No início do ano eu devorei 6 temporadas de Mad Men de uma tacada só. Assisti um episódio atrás do outro de forma super compulsiva e pensei que precisava falar sobre isso com vocês, mas a inspiração nunca chegou, nunca mesmo. Agora comecei a sétima e última temporada e achei melhor não deixar para depois.

A sensação é que eu não tinha as palavras certas para escrever sobre uma série que despertou as maiores sensações em mim. Sendo assim, resolvi ir à luta com as palavras mais clichês: “se não tem tu, vai tu mesmo”.

Então, hoje vamos falar de Mad Men, com ou sem inspiração a altura e para ajudar, achei melhor listar os 10 motivos que me fazem amar a trama:

1. Por se passar em uma época que eu adoro, a década de 60, e ilustrando com uma série de acontecimentos históricos marcantes nos Estados Unidos. Sem contar os detalhes de figurinos e cenário como carros, telefone e decoração.

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2. Por tratar do mercado publicitário. Sempre adorei histórias de grandes empresas, campanhas e contas, sem falar que várias marcas que existem até hoje dão pinta no seriado. Adoro trabalhar com publicidade, ainda que do outro lado da moeda. Acho incrível notar o que conseguiam fazer naquela época!

3. Adoro as relações pessoais, familiares e os relacionamentos em geral. Esse é o “tema” que dá muito samba para essa trilha. É o que faz a diferença, traz interessância e ainda por cima te deixa em uma montanha russa de emoções. O personagem que você amava em uma temporada, pode estar na sua lista de odiados da próxima.

4. O papel das mulheres na época e personagens como a Peggy Olson me fazem pensar na importância do feminismo, tanto na época quanto hoje em dia. É muito interessante como a situação evolui ao longo das temporadas, o quanto tudo é diferente de hoje e ao mesmo tempo não tão diferente. Ah! Também adoro a Joan, mas odeio a Betty! rs

Como ser a Peggy Olsonn nos dias de hoje?

5. Em algumas temporadas Don Draper foi um personagem de muito sexy appeal, em outras ele foi repulsivo, e foi com essa mistura que ele se tornou um dos personagens que eu mais me envolvi emocionalmente em todo o universo de séries. Sua história, arrogância, talento, genialidade, cafajestice, ego inflado e charme se misturam a todo o tempo na trama e, para mim, tudo isso transformou Don em um personagem épico.

6. Por mais que me doa - e quem me conhece sabe que dói - acho relevante ver o racismo posto de forma tão clara, nada velada. A década de 60 foi simbólica para o movimento negro nos EUA e seria um absurdo não abordar o assunto na série, mas eu achei bom por outro motivo. Acho necessário lembrar que esse tipo de segregação existia DE VERDADE há muito pouco tempo atrás, continua existindo em vários âmbitos e nós PRECISAMOS continuar lutando contra ela.

7. Outro bom motivo? O figurino. Meu Deus, sou só eu ou a moda dessa época é uma coisa de linda? Os acessórios, as saias, os cabelos e maiôs fazem com que a viagem no tempo seja muito mais verossímil e interessante.

8. O polêmico adultério, a meu ver, é outra coisa que parece que mudou muito, mas na prática não mudou tanto assim. Acho que o seriado retrata uma a verdade nua e crua de um tempo onde era bonito trair (não sei se ainda não é, prefiro acreditar que não). Acho que o assunto aparece de diferentes formas na trama, vale pensar sobre isso.

9. Além dos elementos da sociedade na época, o universo de negócios me atraiu muito. Adoro como os negócios da agência e dos clientes me faz pensar no nosso negócio. Me ajuda a pensar nos diferenciais da empresa, do que fazemos e para onde queremos ir. Fico morrendo de vontade de estudar um pouco mais, de novo e de novo, e olha que eu já estudei. rs

10. Por mais que a cidade de Nova York e arredores apareça pouco, é o suficiente para eu amar. Quando a California apareceu, também senti que retratam de uma forma bem interessante. Tem como não amar?

Quem gosta do universo da publicidade, dos anos 60 ou mesmo de intensos dramas interpessoais pode gostar de Mad Men.

Não é uma série das mais fáceis, mas eu recomendo muito! Foi, sem dúvida, uma das melhores séries que já vi na minha vida. Super produção, com altos e baixos, mas merece a atenção dos viciados em seriados.

Mais alguém aqui ama? Odeia? Dividam comigo os motivos para um extremo ou outro?

Beijos

8
abr
2015

Os casais mais “shippaveis” das séries

Lifestyle, séries, TV

Posso continuar falando de séries? Amo esse assunto, sou devoradora de seriados desde sempre, e não sei porque demorei tanto para trazer esse assunto para o blog com mais frequência…Na verdade, lá em 2010, quando o blog ainda era bebê, eu até tinha um post em que comparava o estilo das personagens com as atrizes que interpretavam, será que volto com isso??

Enquanto penso no assunto, resolvi trazer mais uma lista que passou pela minha cabeça enquanto assistia um episódio de Charmed: os casais que eu mais me identifiquei nas séries a ponto de chegar a torcer (ou então desejar que eles fizessem o Murilo Benício e levassem o amor da ficção para a vida real rs) Não gosto da palavra “shippar”, me sinto uma senhora querendo falar as gírias dos mais novos, mas foi o melhor resumo para o título que arranjei! hahaha

Então deixa eu começar minha listinha:

1 - Joey & Pacey, de Dawson’s Creek

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Dawson’s Creek foi uma das primeiras séries que eu realmente me apeguei e desde a primeira temporada, eu tinha certeza que eu queria que Joey e Dawson terminassem juntos. Até botarem ela com o Pacey. Dawson era o cara que eu achava bonitinho, Pacey tinha aquela beleza diferente e pouco óbvia que eu só passei a curtir depois de muitos anos, e o personagem era um bobão, acho que por isso eu não prestei muita atenção nele ao longo da série. Aliás, acho que os roteiristas encontraram o momento perfeito para juntar os dois. Antes daquele momento, não sei se eles seriam um casal que eu torceria.

2 - C.C Babcock & Niles, de The Nanny

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Ainda nos seriados antigos, acho que esse foi o primeiro casal que eu shippei sem nem saber o que isso significava. Adorava o festival de insultos em todo episódio e achei que seria o tipo de casal que ficaria no chove e não molha mas não teria nada no final. Por isso, mal acreditei quando eles finalmente ficaram juntos, parecia que meus sonhos tinham se transformado em realidade (nossa… sonhava baixo, né? hahaha).

3 - Monica & Chandler, de Friends

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Apesar do casal oficial e inesquecível de Friends ser Rachel & Ross, o meu preferido mesmo era Monica e Chandler. Achava mais real, mais fofo, e sabe casal que um traz o melhor do outro? Senti muito isso com eles e, por causa disso, o prêmio de melhor casal de Friends vai para eles.

4 - Piper & Leo, de Charmed

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Ainda nas antigas, foram eles que inspiraram o post! Voltei a ver Charmed há algumas semanas e ainda estou na 2a. temporada, quando Piper está na dúvida se fica com Leo ou com o vizinho, Dan. Mesmo sabendo o que vai acontecer em breve, eu fico secretamente pedindo para que ela escolha logo o Leo. Aliás, palmas para Piper, uma das personagens mais sortudas de todas as séries. Ela não só escolhe homens bonitos, mas também cavalheiros, atenciosos e apaixonados. Para deixar qualquer uma com inveja! rs

5 - Miranda & Steve, Sex and the City

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Tudo bem que os amores mais cheios de drama (ou seja, com potencial da gente amar) foram todos da Carrie, mas nunca fui team Aidan ou team Big. Em compensação, sempre admirei Miranda e Steve, mesmo achando ele banana demais para o meu gosto em alguns momentos. Eles formaram um casal fictício tão real que, mesmo vendo os melhores e piores momentos dos dois, dá vontade de querer se jogar em um relacionamento parecido!

6 - Amelia & Owen, de Grey’s Anatomy

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Grey’s Anatomy é uma série que sempre tem um casal que você torce mais, mesmo o romance principal sendo o de Meredith e Derek (acho ela um porre, confesso). Depois de 11 temporadas, achei que já tinha extrapolado minha cota de torcidas para casais que surgem - até porque já surgiram MUITOS. Mas Shonda nunca decepciona e eis que ela inventa mais um relacionamento com grandes chances de eu amar: Amelia e Owen! Na verdade, eu tenho um apego pelo Owen. Acho ele tão fofo, gente boa e que merece ser feliz, que provavelmente aprovaria um romance dele com qualquer outro personagem da série! hehe

7 - Mitch & Cam, de Modern Family

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Eu já disse que queria muito fazer parte de Modern Family, né? Eu adoro todos os personagens, mas se tem casal que eu torço mesmo, com todas as minhas forças, é o Mitch e o Cam. É uma relação de amor e implicância que eu adoro, no mesmo nível da CC e do Niles, que eu falei acima. Sem contar que um complementa o outro em todos os aspectos. Um sonho: um spin off só dos dois, e da Lily, é claro. rs

8 - Emily & Ben, de Revenge

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Por muito tempo eu torcia de verdade para que Emily deixasse de lenga lenga e ficasse logo com o Jack, seu amor de infância e o personagem mais gente boa e descomplicado de toda a série. Mas aí eu percebi que Revenge com uma Emily Thorne no ritmo do Jack provavelmente seria um pouco monótona. Eis que surge Ben, que além de lindo, parece ser companheiro e bem compreensivo com toda a história maluca de Emily/Amanda Clarke. Não sou muito fã de personagens que surgem no meio de séries que eu já estou super envolvida só para ser par romântico, mas eu fui com a cara de Ben e achei que rolou uma química que eu estou curtindo bastante. Infelizmente, acho que esse é um casal que não vai ter tanto futuro.

9 - Lily & Marshall, de How I Met Your Mother

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Se me perguntassem qual casal de série de TV eu gostaria de ser na vida real, eu responderia sem nem pensar duas vezes: Lily e Marshall! Eles têm um lado fofo, um lado sério, um lado criança, um lado da zoeira, um lado companheiro, um lado amigo…Enfim, são multifacetados com todas as características que todos os casais deveriam ter. Continuo torcendo, mesmo a série tendo acabado.

10 - Aria e Ezra, de Pretty Little Liars

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PLL foi uma das séries que eu desisti no meio, mas não poderia deixar de falar sobre o único casal que eu realmente curti, torci, sofri, fiquei com vontade de matar os roteiristas e voltei a ser adolescente. Meu envolvimento com Ezria foi tão intenso, que ficava secretamente desejando que Lucy Hale e Ian Harding começassem a namorar na vida real só para eu ficar vendo mais fotos deles juntos. Sim, eu fiquei desse jeito! hahaha

Quais são os casais preferidos de vocês? Algum que eu tenha esquecido? Algum que eu precise conhecer logo? rs

Beijos!

Carla

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