Você está navegando na categoria: "Lifestyle"

1
ago
2016

Experiência na Trilha dos Lobos: uma certa epifania sobre esses 3 anos

autoconhecimento, Lifestyle

Tem algum tempo que eu comecei a estudar na escola Trilha dos Lobos. Na verdade, esse semestre irá completar 3 anos que sou aluna da escola. Comecei despretensiosamente interessada em fisica quântica, campos mórficos e chakras e quando vi já estava completamente apaixonada pelo curso de mitologia primitiva, onde através do xamanismo é possível fazer um mergulho com destino ao autoconhecimento, desbravando aprendizados e trazendo para o consciente uma série de fatores da nossa vida.

No primeiro semestre de 2014, eu fiz o curso que mais me marcou, ao completar o “básico 3″ (como chamamos a experiência mais profunda que vivemos na escola) eu descobri que minha busca por me conhecer teria que ser bem menos óbvia do que eu imaginava. Descobri que precisava mais do que Freud ou uma crença religiosa para alimentar minha sede de compreender a minha vida na Terra, minha experiência com o divino e minha espiritualidade. Quando me vi buscando Deus me encontrei por completo e entendi que sou parte do todo e, desde então, minha entrega para o universo fica mais profunda e real a cada dia.

São quase 3 anos de cursos, viagens, experiências de meditação, aulas, bate papos, livros, conversas e muitas outras coisas que me permitem enxergar a vida de uma forma muito mais sensacional agora. Eu passei 10 anos procurando em diferentes religiões o que na verdade estava dentro de mim esse tempo todo.

Nessa hora vi a escola com dois braços: um onde trabalho com muita calma meu processo de aprendizado e espiritualidade. Outro onde eu aprendo sobre a mente humana, sobre psicologia, sobre nossos aspectos reprimidos na infância que fazem com que volta e meia ajamos de forma tão sombria sem nem nos dar conta. Aliás, taí uma palavra que mudou minha vida: sombra. Jung abriu espaço, milhares de estudiosos desdobraram isso e quando vi estava aprendendo tudo que fica relacionado a esse conteúdo sombrio que existe dentro de nós. Com ele aprendi que quando mais conhecemos nossa luz e sombra mais podemos mudar nossos padrões.

 

Depois de anos de terapia freudiana, eu acho que sou uma pessoa mais entusiasta de caminhos jungianos, combinou muito mais comigo.

Hoje é muito claro para mim que para sermos bons de verdade temos que entender e acolher todos os nossos lados. O curso de Jung e o entendimento dos arquétipos me fizeram ver que existe tão mais do que imaginamos nas entrelinhas.

 

sombra-no-trabalho

E porque eu resolvi falar disso tudo por aqui? Porque eu sou muito grata por essa sede de buscar, aprender e compartilhar. É um privilégio poder viver isso tudo e depois aproveitar meus insigths aqui no blog. É mágico ver a minha vida mudando e acompanhar o poder dos meus textos na vida dos outros.

Essa semana contei que acabei meu curso de 8 aulas sobre Jung e algumas pessoas me pediram pra falar da escola. Quero fazer isso há muito tempo, mas não sabia como começar. Aos poucos posso falar o que vivi, senti e aprendi com cada curso caso o tema seja de interesse por aqui, é claro.

Se não, não tem problema, continuarei sempre com meus textos de comportamento, relacionamento, crônicas e afins voltados para autoestima e autoconhecimento, que pra mim são duas coisas que andam juntas. Quando você se conhece, se acolhe e se respeita, você começa a se valorizar e compreender seu valor, daí tudo fica a um passo para conquistar uma autoestima turbinada. :)

E não tem nada mais poderoso do que sentir-se bem consigo mesma, não é mesmo?

Beijos

Update!!!
Segue o site da escola: http://trilhadoslobos.com.br/
O insta da escola:@trilhadoslobosescola

banner-snap

28
jul
2016

#babynofuti: se virando com bebê em Nova York

#babynofuti

Quando estava prestes a me mudar para cá, comecei a ficar muito ansiosa com um detalhe: como eu ia me virar em Nova York com o Arthur, um bebê que estaria com quase 6 meses?

Desde que ele nasceu, tirando o primeiro mês que o pediatra me pediu para evitar sair de casa, eu e Bernardo botamos na nossa cabeça que não deixaríamos de fazer nada por causa do Arthur. Claro que durante a semana a babá, que estava com a gente desde que ele tinha 1 semana, quebrava o nosso galho, mas durante a noite e nos fins de semana, decidimos que o Arthur iria para onde a gente fosse.

Desde que ele foi liberado para sair de casa nós passamos a levá-lo para shopping e restaurante, basicamente os dois programas que se tem para fazer em São Paulo. rs Se queríamos sair para jantar e não tinha como a babá ficar, a gente escolhia um restaurante que fosse tranquilo de encaixar um carrinho e levávamos o Arthur dormindo. E foi assim que ele passou a frequentar almoços, jantares, churrascos e afins.

Mesmo assim, quando me peguei pensando que a partir do momento que eu pisasse em Nova York seríamos apenas nós 3 - e o Jack, claro - me bateu um certo desespero. Será que eu ia conseguir me virar sem babá? Será que eu ia dar conta de sair com ele sozinha? Será que eu ia conseguir pegar metrô com carrinho de bebê? Será que conseguiria levá-lo para vários restaurantes que eu estava louca para ir? Muitos serás para pouca Carla.

Lembro que pesquisei muito sobre isso, mas não achei muitos posts que pudessem me deixar aliviada ou preparada para tamanha experiência. Então, já que não tem muita coisa sobre isso na internet, achei que poderia fazer.

Transporte:

East River Ferry, uma das maneiras mais fáceis de chegar em Manhattan por Williamsburg com carrinho de bebê - e a viagem ainda por cima é linda!

Para começar, uma frase de esperança: é muito fácil andar por NY com um carrinho de bebê, muito mais fácil do que eu esperava pelo menos. Praticamente todas as calçadas são bem largas, sem muitos buracos e têm um espaço que nivela com o asfalto para facilitar a acessibilidade na hora de atravessar. Se antes de ter filho andar pela cidade já era meu passatempo preferido, hoje em dia eu valorizo mais ainda meus passeios já que nunca reparei nesses detalhes antes.

Em compensação, metrô e ônibus são mais complicados. Eu jurava que essa parte seria bem mais fácil, mas infelizmente levei um susto. Ônibus eu nem me arrisco porque você precisa fechar o carrinho para andar nele, e sozinha com um bebê de colo isso é humanamente impossível. Já no metrô, me choquei em constatar que em toda Manhattan só tem 30 estações com elevador, sendo que nas poucas vezes que usei já aconteceu de pegar elevador enguiçado ou em manutenção. Outra coisa que me deixou receosa é a hora do rush, que obviamente eu tento evitar mas já aconteceu de eu pegar o metrô lotado em um sábado à tarde e termos que fechar o carrinho para entrar. Até hoje eu não tive coragem de me aventurar sozinha com o Arthur no metrô por causa disso.

A minha sorte é que bem perto da minha casa fica a East River Ferry, a barca que anda pelo East River que tem pontos em Manhattan tanto na 34th ou no Pier 11, perto da Wall Street. Por ela também dá para chegar no D.U.M.B.O. Como ela é espaçosa, é muito tranquilo viajar com bebê e carrinho. Aliás, usei ela no meu primeiro bate perna sozinha em Manhattan e foi tudo muito fácil.

Lojas e restaurantes:

No Sociale, um restaurante em Brooklyn Heights. Tivemos que deixar o carrinho estacionado do lado de fora, mas levamos a cadeira (eles ofereceram cadeirão, mas quando levamos a nossa a gente prefere usá-la) e ele ficou com a gente na mesa. :)

Quase todos os estabelecimentos têm entrada para deficientes. As vezes é por uma rampa na lateral do local, as vezes uma das portas tem um botão do lado que fax com que elas abram automaticamente e também tive que aprender a me virar a abrir e fechar portas com um carrinho. Alguns lugares também têm um doorman para ajudar nesse tipo de tarefa que parece simples mas exige toda uma noção de timing e destreza na hora de manusear o carrinho, mas todas as vezes que eu tive alguma dificuldade apareceu alguém para me ajudar. Acho que de todos os bairros que eu já fui, o menos acessível até agora foi o Soho. Muitas lojas com escada na frente e calçada apertada.

Alguns restaurantes são menores e as mesas são mais juntas, o que dificulta na hora de levar o carrinho junto, nesses casos eles pedem para você deixá-lo estacionado em algum canto e oferecem um cadeirão. Até hoje só aconteceu isso em uns 3 lugares, geralmente é tudo bem espaçoso e ninguém implica muito com isso.

O maior problema que eu encontrei é banheiro de restaurante. A maioria é bem pequena, não cabe um carrinho e nem tem trocador. Se você estiver sozinha, tem que segurar o xixi e se precisar trocar o bebê, vai ter que aprender a fazer isso no carrinho. rs  Em compensação todas as lojas de departamento e locais públicos têm banheiros para deficientes. A maioria também tem trocador.

Alguns lugares que eu já fui e achei tranquilíssimos de ir com bebê: Saks, Bergdorf Goodman, Apple Store, Macy’s, Uniqlo da 5th Avenue, High Line, Central Park Zoo.

Ah, e claro que nossos horários mudaram completamente. Hoje em dia nós saímos com o Arthur para almoçar ou, no máximo, um jantar mais cedo lá pelas 18/18:30 (quem diria, Carla, quem diria).

Pediatra:

Eu já sabia que aqui as coisas eram um pouco diferentes. Até existem pediatras particulares (que costumam ser bem caros e sem plano de saúde), mas a grande maioria das pessoas levam seus filhos na clínica pediátrica mais perto de casa. A que eu fui tem 5 médicos para fazer as consultas e algumas enfermeiras que ficam 24 horas de plantão.

Uma coisa que eu curti muito, mas não sei se é de praxe foi a praticidade. Me inscrevi no site deles e imediatamente me pediram para mandar todo o histórico médico do Arthur traduzido, a caderneta de vacinas e uma foto da minha carteirinha do plano. As informações ficam no sistema de forma que qualquer profissional que me atenda saiba tudo que foi feito com o bebê. Eu curti bastante esse método!

Muita gente me alertou que os médicos são meio frios e não dão muito espaço para paranoias. Bem, eu não sei se dei sorte ou se é porque eu já estava acostumada com um pediatra que desde o começo não me deixou ter muitas caraminholas na cabeça, mas a médica que nos atendeu foi uma fofa, respondeu todas as perguntas que eu fiz (incluindo as idiotas hehe) e quando deu a vacina que ele precisava tomar, explicou direitinho todos os possíveis sintomas que ele poderia ter. Claro que não tenho o celular dela para ligar a qualquer hora, mas saber que tenho um lugar legal e que eu posso chegar em 5 minutos caso algo aconteça me deixa tão tranquila quanto ter um telefone.

A vida de mãe full time:

 

Achei que seria bem mais difícil, principalmente por causa do fato de eu ter tido uma babá que me ajudava durante a semana e me deixava mais livre para fazer as minhas coisas.

É muito trabalhoso, não vou negar. Principalmente agora que o Arthur aprendeu a engatinhar, tenta pegar o Jack de 15 em 15 minutos (o Jack sai correndo, claro) e está começando a querer se apoiar em coisas para tentar ficar em pé. Mas não está sendo a dificuldade que eu pensei que seria.

Sim, as vezes eu acho a rotina bem maçante e confesso que ainda acho estranho ver que eu não tenho mais a liberdade que eu tinha quando estava no Brasil. Como tudo é um processo de adaptação, se antes eu saía para bater perna sozinha, agora eu saio com o Arthur e isso tem sido um dos meus passatempos preferidos. Eu saio da rotina de casa, vejo gente, vejo coisas, passo o dia fora e quando chegamos, ele já está pronto para tomar banho, mamar e dormir. Quando percebo, acabou o dia e nem senti! Tudo bem que estar em Nova York, uma cidade cheia de coisas para se ver e se fazer, ajuda e muito. E ter chegado no verão também, apesar de ter uma brinquedoteca no meu prédio para quando estiver frio.

Acho que eu me preparei tanto psicologicamente para essa mudança que eu acabei aceitando ela de forma mais natural do que eu imaginava, mas o fato do Bernardo chegar beeem mais cedo em casa é um item fundamental para a minha sanidade mental. Desse jeito consigo ir na minha academia e ter um tempinho para mim à noite. Imagino que eu não estaria lidando tão bem se ao invés de chegar 17:30/18, ele chegasse nos horários do Brasil, isso é, praticamente qualquer hora a partir das 22h. Outra coisa que eu senti é que eu e Bernardo estamos mais unidos que nunca com essa experiência, o que me surpreendeu muito positivamente.

A única coisa que eu ainda não me acostumei realmente é em relação à trabalho. Dou graças a Deus que o blog existe pois ele me ajuda a deixar a cabeça cheia de ideias, me dá muito prazer e me faz sentir útil e produtiva, mas ainda não consegui estabelecer uma rotina.

Acho que é isso, né? Em breve vou postando mais à medida que eu for pegando dicas, mas quem quiser me dar algumas, estou aceitando! :)

Beijos

banner-SNAP-ca

 

26
jul
2016

Relacionamento: durou tempo o bastante para ser inesquecível…

Lifestyle, Reflexões, Relacionamento

Essa semana me peguei lendo um daqueles clichês que atribuem à Fernando Pessoa. Nunca sei o que é dele ou não, mas tenho certeza que essa frase está certa.

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

Percepção de valor é algo muito particular. Eu posso ter visto valor em algo e a outra pessoa não, mas quando um grande encontro acontece, ainda que nada seja dito, dá para sentir que algo importante ocorreu. Esse tal “valor das coisas” pode ser percebido quando elas de fato mexem com a gente e para isso não é preciso explicação, só é preciso sentir.

O tempo que elas duram não dita as marcas que ficam em nossas vidas. Algumas pessoas ficam meses ou até mesmo anos no nosso caminho e não criam um legado, não nos ajudam a crescer.

Por sua vez outras pessoas precisam apenas de horas para provocar mudanças eternas, as vezes uma palavra, um arrepio, uma conversa ou um beijo roubado nos tiram tanto da zona de conforto que nos obriga a alterar a forma de ver a vida. Pode parecer loucura para os céticos, mas acredito piamente que tem gente que precisa de menos de um dia pra virar nossa vida do avesso. Claro que nem por isso acho que essa pessoa precisa estar ali no longo prazo, muito pelo contrario. Quanto maior o agente transformador, mais insustentável é cultivar uma relação duradoura.

Confesso que já precisei fazer as pazes com meu coração para entender que existem pessoas que precisam passar, provocar a mudança e sair. Que elas nos transformam, mas não cabem nas nossas vidas. Que o papel delas era “apenas” esse, concluído então com sucesso. É o vento que traz as alegrias do tempo de mudança, como quando os dias frios de inverno terminam e dão espaço às primeiras flores da primavera.

Não há explicação racional que justifique isso. Só os que vieram com termômetro aguçado para a sensibilidade perceberão a tempo a nuance de algo tão efêmero, mas que deixa marcas. Com o tempo acho que me peguei “mais esperta” e conseguindo entender o quando histórias curtas começam, permitindo assim que eu desfrute plenamente do tempo presente que ali passou.

Eu encontro nisso minha minha percepção pessoal de “carpe diem“. Um desafio difícil, porém mágico quando obtemos êxito. Quando sei que aquilo tem horas contadas no relógio, escolho aproveitar cada segundo como se fosse o último. As vezes é um momento de uma viagem, outras vezes é um cara que cruzou seu caminho e tem hora que é um simples momento de conexão pessoal. Adoro viver aquilo plenamente. Entendendo que nada mais será igual.

As vezes acredito que só existe o hoje e por isso o tempo que as coisas vão durar começa a ter um “que” de irrelevante. O que interessa é o quanto cada história mexe conosco.

Isso pode acontecer com um cara, uma melhor amiga ou qualquer pessoa que ajudou ou ajuda a transformar a sua vida. Não precisa ser uma relação duradoura, não precisa ser vigente, ela só tem que provocar uma mudança, se tornar inesquecível ou mesmo incomparável.

Frase

No meu caso, nas poucas vezes em que isso aconteceu ocasionou-se um processo profundo, dolorido e prazeroso ao mesmo tempo. Algumas horas já foram capazes de me mudar pra sempre. No entanto quando se trata de um relacionamento amoroso existe um perigo eminente nisso, o de superestimar todo o acontecimento e idealizar coisas que não são reais. Seja a pessoa, a relação ou a situação. Certas coisas são válidas apenas por um curto prazo de tempo.

Muitas vezes com medo de sentir falta da pessoa romantizamos tudo para florear as memórias e nos manter conectados com aquela situação, criando um elo de ligação para nunca mais esquecer. Dai fica o pulo do gato: entender e aceitar a importância que esses rompantes têm na nossa vida e seguir em frente. Não se prender mais do que deve nesse elo criado por você. É um risco vigente pra paixões “platônicas”. Estamos em 2016 e ninguém aqui quer viver grandes romances no mundo das ideias certo?

Na minha vida quem passou como um furacão não trouxe uma sensação de paz necessária para se viver feliz a longo prazo. Por isso acredito que certas pessoas vem com um prazo de validade curto, ainda que sejam muito importantes. Eu não sustentaria certos sentimentos e sensações a longo prazo. Têm certas coisas que foram feitas para serem lembradas e não revividas.

Furacões passam, desconstroem tudo e se vão. Eles provocam mudanças, mas não ficam para ver o cenário se reconstruir melhor.

Eu já vivi histórias que não deixaram pedra sobre pedra no meu caminho, daquelas que te fazem parar de dormir, comer ou te desconcentram nas horas mais inoportunas. É uma delicia viver isso, mas também dói. É paradoxal. É intenso, delicioso, porém desconfortável depois de um tempo. Pode ser curto, porém importante e inesquecível.

Desconstruída por uma causa efêmera, ou melhor, por um caso efêmero, já resolvi mudar o itinerário do meu caminho. Foram 8 dias de história e mais de um ano de mudanças. Me lembrei então do clichê, o valor que vejo não está no tempo que as coisas duraram na minha história, mas na intensidade com que elas aconteceram, no aprendizado que ficou, no que descobri sobre mim mesma nesse processo.

Aprendi que para o novo vir o antigo precisa ir. Por isso não adianta idealizar, criar um príncipe encantado imaginário e nem insistir no que não consegue acontecer. Certas coisas são curtas porque elas têm que ser, elas deixam um legado, mas não tem um desfecho de comédia romântica. Acredito muito que só o que tiver muita força para ficar vai permanecer na minha vida.

Aceitar o que foi importante é o primeiro passo para deixar o passado ir embora sem dor. Pra mim foi difícil abrir mão do sonho de “dar certo” com algumas (poucas) pessoas, mas foi igualmente libertador entender que cada uma delas teve sua real relevância na minha história e não é o tempo que passamos juntos que define isso.

Beijo

banner-snap

Página 5 de 338« Primeira...34567...102030...Última »