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14
nov
2014

Trip tips especial: você adivinha para onde vamos?

parceria, Viagem

Vocês acompanham nossos textos por aqui diariamente, mas podem não saber como o futi surgiu. Nós estudamos juntas no 3o. ano do colégio, mas não tivemos a oportunidade de nos tornarmos amigas na época. Nossos grupos eram completamente diferentes e nunca conseguimos ficar na mesma turma. No meio da faculdade, nos cruzamos em algumas matérias e foi assim que nós duas ficamos amigas. Desde então, uma sempre se meteu no trabalho da outra e assim, quando fechávamos o projeto final da Jô que surgiu a ideia de fazermos um blog (mais precisamente no dia 17 de dezembro de 2009!).

Depois de alguns dias de referências e pesquisas, dei a ideia do nome em um dia e no outro já estávamos criando nossos usuários nas redes, criando logotipo e pensando nos detalhes do layout. Tudo isso para que o blog nascesse na data escolhida: 01/01/2010!

Nunca poderíamos imaginar que aquelas adolescentes que salvavam uma à outra nos trabalhos de faculdade, quase 5 anos depois teriam uma empresa com tantas demandas e responsabilidades, e o melhor de tudo, mais amigas do que nunca. Cuidamos uma da outra, damos pitaco até nas nossas férias e o que vocês não podem imaginar vem agora: nós duas nunca viajamos juntas na vida.

Para não sermos injustas, só fomos juntas para Búzios. Sempre foi uma delícia, mas não conta como um destino para desbravarmos, né?

914576_246561805503626_461562253_nE por que estamos falando isso tudo? Porque nós duas fomos convidadas para fazer uma viagem para um destino NADA óbvio, para um país que ambas amam e a aventura vai ser algo que nunca fizemos antes, não nas circunstâncias em questão.

Vamos encarar um pacote de viagem super legal, que mistura programas clássicos e cosmopolitas, e para melhorar, o preço é super amigo!

Vocês consegue chutar qual é o país que vamos visitar?

Lá vão as dicas:

- Nós duas já fomos ao país - e ele já apareceu em trip tips anteriores!
- A comida e o vinho são simplesmente espetaculares.
- É um dos berços da humanidade.

Vocês já imaginam nosso destino? Só podemos adiantar que é uma viagem cultural com uma pegada urbana, e nós vamos poder dar pitaco em vários programas. Já estamos pesquisando, pegando caderninho de viagens e visitando o passado dos nossos instas para não deixarmos nenhuma dica de fora!

a706ccdd65fe5fc50fc5c5526cd04721Segunda feira a gente posta aqui sobre o pacote no qual vamos embarcar, mas por enquanto, fica a pergunta:

E aí? Para onde vocês chutam que nós vamos?
13
nov
2014

O jogo da Kim Kardashian e os boys detonadores de auto estima

Lifestyle, Reflexões

Por mais incrível que pareça, essa reflexão surgiu enquanto eu jogava o jogo da Kim Kardashian. Para quem não sabe, nesse jogo, além de buscar a fama você também pode sair com carinhas e, quem sabe, até se casar com um deles. E logo no meu primeiro encontro, a primeira frase que eu recebo é algo do tipo: “Nossa, você poderia se arrumar melhor para um encontro“. Terminei na hora meu “namoro”.

kardashian-1Arrumei outro cara, e de novo, a cada encontro que eu tinha, uma crítica nova aparecia. Tanto que resolvi dar esses prints que estão ilustrando o post! rs Dessa vez, resolvi não terminar de primeira. Quis ver se a medida que ele ia gostando mais de mim, ele ia ficando mais tolerante, porém isso não aconteceu. Eu podia estar com o vestido mais caro que meu dinheirinho kardashiano poderia comprar, e ainda assim corria o risco de ser recebida com uma frase que não era bem um elogio.

kardashian-2Na vida real, eu sempre tive muita sorte nesse quesito. Tirando a minha mãe, que sempre me deu toques mais diretos (e valiosos, ela pode), nunca me relacionei com alguém que tentasse mudar o meu jeito de vestir. Nem o famoso (e horroroso) “essa saia não está muito curta, não? ” E se tivesse me relacionado, acredito que eu terminaria com a mesma rapidez que terminei no jogo.

Não vejo problemas em dar dicas, em avisar que talvez a roupa escolhida não seja a mais apropriada para o lugar, ou que o sapato não está combinando muito bem com o resto do look. O problema é quando a pessoa quer mudar o(a) parceiro(a), e faz isso praticamente enterrando a auto estima dele(a). Nunca vivi essa situação, mas conheço pessoas que viveram experiências parecidas e sei que ela é muito mais comum do que a gente imagina. Só de ter passado por ela em um joguinho de celular, eu fiquei tão angustiada que precisei compartilhar isso aqui.

kardashian-3Em relação ao ato de se vestir, eu acho um erro você se arrumar para um homem ou, como sempre dizem, para outras mulheres. A roupa não serve só para nos cobrir ou nos enfeitar. Considero que ela tem um papel fundamental na auto confiança e acredito que ela também ajuda a falar sobre quem somos e o que queremos comunicar, em muitos casos a roupa é uma ferramenta que ajuda a externar a identidade de cada um. Pelo menos nas minhas experiências, todas as vezes que eu me vesti pensando em agradar os outros, não me senti bem comigo mesma, porque acabei “traindo” minha identidade.

A nossa personalidade é um dos bens mais preciosos que possuímos e qualquer relacionamento que roube isso da gente não tem como ser saudável. Nem sempre é fácil sair dessa, mas achei válido mostrar essa história para concluir que o amor próprio TEM QUE VIR SEMPRE em primeiro lugar.

kardashian-4Alguém aqui já viveu uma situação dessas? E como saiu dela?

Em tempo, a nova atualização do jogo já avisou que os “paqueradores” não serão mais babacas o tempo todo. Sim, com essas palavras mesmo! Eu achei ótimo, pois já estava chocada com tais comentários. hahahah

Beijos!

Carla

12
nov
2014

Book do dia: Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo

Book do dia, Lifestyle

Tem livros que eu sinto prazer em comprar e tem livros que eu nunca compraria mas adoraria ganhar (e/ou dar para outras pessoas). Esse é o caso de “Como ser uma pariesense”, de Anne Berest, Audrey Diwan, Caroline de Maigret (que eu comentei essa semana!) e Sophie Mas. A segunda opção foi o meu caso e a Jô trouxe para mim quando esteve no evento de lançamento desse livro. A minha versão é em inglês, mas já existe em português.

resenha-como-ser-parisiense

Sim, a blusa e o chapéu foram pensados para combinar com o livro. E sim, são super clichês! rs

Não vou colocar sinopse porque não vem ao caso, mas explico rapidinho que esse livro é uma coletânea de textos, dicas, listas e situações bem humoradas que tentam resumir em mais ou menos 250 páginas, a essência de ser parisiense.

parisiense-1Você não precisa ler página por página para curtir o livro, e dá para ter leituras paralelas sem se preocupar em trocar as bolas (acontece muito comigo). Eu diria que é uma leitura descompromissada e deliciosa.

O que eu mais gostei em “Como ser uma parisiense” é que ele desmistifica a parisiense. Apesar de existir a visão daquela mulher naturalmente elegante e intocável, você repara que as atitudes são essenciais para dar vida ao estilo que tanta gente admira. E, acredite se quiser, essas atitudes e pensamentos não são muito diferentes do que já passou pela sua cabeça um dia. { ps: é claro que uma parisiense legítima (ou alguém que convive com ela) pode achar tudo um monte de baboseiras. Quem só tem a imagem da personagem, como no meu caso, tudo parece fazer muito sentido.}

parisiense2Sei que essa é uma leitura atípica dos Books do Dia, mas levando em conta que Natal tá chegando, achei que valia a pena comentar que esse é um ótimo presente para várias idades e personalidades. Se for o seu caso, também vale dar a dica para quem você quer que dê esse título de presente para você! Repararam que apesar de eu ter achado a leitura super legal, ainda continuo com a ideia que esse não é um livro comprar para si mesma, né?

parisiense3

Qual livro nesse estilo vocês acham um ótimo presente?

Beijos!

Carla

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