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30
ago
2013

Trip Tips: Lyon em lua de mel!

Europa, Viagem

Esse texto era mais do que esperado por aqui. A Pryscilla, dupla do antigo trabalho da Jô, casou-se com um francês e resolveu fazer tudo em Paris, do casamento à lua de mel! Uma das cidades que eles aproveitaram depois do casório foi Lyon! Ela amou e contou tudo pra gente! Solta o verbo, Pry!

Me surpreendi muito com a cidade de Lyon. Estou acostumada com a agitação e os preços altos de Paris e, normalmente, quando viajo para outras cidades da França encontro cidades bem menores, com ares interioranos. Lyon não é nada disso. Mesmo sendo bem menor que Paris (é possível fazer quase tudo caminhando), podemos encontrar tudo que encontramos na capital. Todas as principais marcas, espaços públicos muito bonitos e uma infinidade de restaurantes maravilhosos.

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Passeios:

Como disse antes, é muito fácil fazer tudo à pé por Lyon. Logo no primeiro dia, fizemos o passeio pela Vieux Lyon, a cidade velha, a parte mais antiga da cidade. É maravilhoso ficar passeando por aquelas ruelas, se deixar perder mesmo. O bom é fazer isso sem pressa. Depois pegamos um funiculaire para conhecer a parte mais alta do bairro, ele demora mais ou menos dez minutos pra chegar até lá em cima. A vista é magnífica e lá no alto fica a Basílica de Notre Dame de Fourvière, que eu achei linda. Aliás, entrei em quase todas as igrejas de Lyon, além de muito bonitas elas têm uma energia incrível.

No dia seguinte, fomos à um dos parques mais lindos que eu já vi na Europa, o Parc de La Tête D’Or. O parque é grande, com um lago imenso, uma infinidade de patos e pássaros, o clima é incrível, nem parece que estamos no meio de uma grande cidade. Existe até um coreto com um piano para quem quiser se aventurar. Fomos ao parque e tentamos ir ao Museu de Arte Contemporânea, mas infelizmente não conseguimos. Fica uma grande dica pra quem vai à Lyon e gosta de museus: segundas e terças eles não abrem! Como chegamos na segunda e fomos embora na quarta na hora do almoço, não conseguimos visitar museu nenhum! O mês de agosto também não é dos melhores, pois muitas lojas fecham por causa das férias.

LYON

Compras:

Lyon possui todas as grandes lojas, as de departamento, as grifes mais desejadas e as mais moderninhas, todas estão lá. É possível encontrar até uma Printemps na Rue de La Republique, uma rua fechada só para pedestres onde estão localizadas várias das principais lojas. É bom reservar um tempo para andar ao redor dessa rua, pois muitas marcas interessantes ficam situadas nas ruas paralelas, mais ou menos em direção à Place Bellecour. O que mais me encantou no comércio de Lyon foram as pequenas lojas especializadas em coisas como cestas de piquenique e miniaturas e modelismo. Eu me divertia só de passear pelas vitrines.

Restaurantes:

Bom, Lyon tem o merecido título de capital gastronômica da França. Além de ser o berço do chef Paul Bocuse e abrigar vários restaurantes assinados por ele, é possível encontrar inúmeros restaurantes por preços muito melhores do que em Paris e cardápios muito saborosos. A especialidade da região de Lyon é a charcuterie, o que significa pratos à base de carne de porco. Então, se prepare para encontrar muito presunto, linguiça, bacon… Não podemos dizer que a comida lá é muito leve, mas os vinhos são um pouco mais fortes para harmonizar. O legal é se jogar mesmo nos pratos tradicionais da região e ver no que dá!!!
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Começamos comendo em um típico bouchon lyonnais, que é como eles chamam os restaurantes tradicionais de Lyon, chamado Café des Fédération. Não existe cardápio, você senta e as garçonetes te dão duas opções de vinho e começam a te servir uma infinidade de pratos frios. Salada com bacon, fatias de presunto, pães com uma infinidade de pastinhas… Depois, ainda sem te perguntar nada, ela serve a entrada. Nesse dia a entrada eram ovos poché com caldo de vinho. Delicioso. Quando terminamos, ela nos deu quatro opções de prato quente e depois quatro opções de sobremesa. Vale dizer que a comida em Lyon é bem farta, mesmo as entradas já são do tamanho de um prato, ou seja, depois dessa comilança toda, estávamos exaustos de tanto comer!

No dia seguinte, resolvermos ir em um dos restaurantes do Bocuse, afinal, não dá pra ir à Lyon e não visitar um restaurante dele. O que escolhemos foi no Le Nord, uma brasserie que apesar de ter um ambiente mais elegante e mais formal, tinha um preço bem razoável, muito abaixo dos restaurantes do mesmo padrão que estamos acostumados a ir em Paris. Os pratos são muito bem feitos, muito saborosos, o vinho muito bom e o atendimento impecável.

Por último, e talvez a nossa melhor descoberta em Lyon, foi o restaurante chamado Magali e Martin. A Magali é uma francesa e seu marido Martin austríaco. O restaurante é relativamente pequeno, com apenas uma pessoa pra atender todas as mesas, meio escondidinho e com um clima muito aconchegante. Eles não têm cardápio fixo, todos os dias escolhem quais são os melhores ingredientes e escrevem à mão em um papel quais são as opções de entradas pratos e sobremesas. Não poderia perder a oportunidade e acabamos pedindo duas entradas dois pratos e dividimos uma sobremesa, o que me arrependi amargamente, porque era maravilhosa. A comida era uma das mais saborosas que eu já comi, mesmo a salada descrita como “salada simples com molho e parmesão” não tinha nada de simples. Cada folha tinha um gosto bem marcante e o molho era maravilhoso. Numa rua muito perto ao Magali e Martin fica um bar chamado L’antiquaire, é uma boa opção pra quem quer tomar alguma coisa e esticar a noite.

Bom, espero que gostem das dicas, a cidade vale MESMO a visita! Ano que vem já quero voltar novamente!

bjs!

Pry

26
jul
2013

Trip tips: Santorini (o meu diário de viagem)

Europa, Trip tips, tt, Viagem

Tive semanas complicadas e fiquei devendo as dicas de Santorini. Antes tarde do que nunca, né?

Diferente do que aconteceu em Mykonos, nós tivemos bastante tempo para ver tudo que queríamos na cidade. Ficamos 3 dias e meio e só deixamos de conhecer um pouco melhor Fira, o centro da cidade. Fizemos essa parte na correria, mas não foi algo que chegou a incomodar. Mesmo assim, acho 3 dias e 3 noites completos um bom tempo para ficar na ilha, muita gente recomenda 4.

Dessa vez não tivemos a mesma sorte com o hotel, o Mill Houses. Por mais que as críticas no Booking e no Trip Advisor fossem ótimas e as fotos do site mais lindas ainda, nós não curtimos tanto “ao vivo”.

O que não dava para reclamar era da vista do nosso quarto, exatamente o que a gente sonhou, casinhas brancas, a caldera e um céu sensacional. O Mill Houses fica em Firostefani, perto do centro e no meio da ilha, uma localização central que nos animou a conhecer mais Santorini. Mesmo assim, ainda acho mais jogo ficar em Oia (se fala Ia). Lá é fora de mão para as praias, mas além de ter o por do sol mais famoso da Grécia (realmente imperdível), tem casinhas brancas, lojinhas e restaurantes incríveis.

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Por do sol da frente do nosso quarto!

Parte da vista do café da manhã, perto da piscina.

Usamos a tarde que chegamos para descansar e arrumar as coisas, por isso, resolvemos ver o por do sol no quarto e sair pra jantar depois. O restaurante do hotel fica em uma rua próxima, a aproximadamente 130 degraus de distância. Fomos mais por conveniência (leia-se preguiça) e descobrimos que é uma pedida super conhecida dos gregos em Santorini. O nome do restaurante é Mylos Cafe, comemos o menu degustação, dos deuses!

No dia seguinte alugamos um carro pequeno, automático e com seguro completo (nessas condições custou 50 euros o dia). Essa foi a maneira mais prática que encontramos para conhecer as praias!

Primeiro fomos para Perissa, que nos foi indicada por todos no local como a melhor praia pra nadar. A Ca inclusive ficou por lá quando foi, no hotel Veggera. Mesmo assim, não gostei de nadar. A praia é vulcânica, o mar não tem areia, apenas pedras super escorregadias. Para entrar - ainda mais sem os tais sapatinhos que vendem por pequenas fortunas - é um sufoco, pra sair, é pior ainda! Mesmo assim o visual é lindo e diferente de tudo que eu já vi!

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Perissa (uma das praias mais famosas da ilha)

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Depois seguimos na orla e chegamos à Perívolos, nessa praia vimos um beach club chamado Jojo Beach Bar e estacionamos por lá. Ficamos na praia com um atendimento mais confortável, com direito à um chuveirinho mais ou menos mas com um esquema de piscina, bar e restaurante do outro lado da rua. Quando terminamos de fritar naquele sol - o mais quente que já vi na vida - optamos por uma piscininha para relaxar e se refrescar!

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Depois da praia nas camas na areia do Jojo Beach Bar fomos para a piscina do clube.

Por fim, resolvemos almoçar mais pro fim da tarde e escolhemos um lugar muito bem indicado no Trip Advisor. O To Psaraki é bem simples e rústico, porém com os peixes mais frescos que poderíamos encontrar. Comemos salada grega e provamos um prato com 5 peixes diferentes.

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To Psaraki no alto do porto de Vlychada.

À noite tentamos chegar a tempo em Oia para ver o pôr do sol (que era o programa oficial do dia seguinte), mas não conseguimos. Já que estávamos lá, resolvemos passear, ver lojinhas e por fim, jantamos num lugar chamado 1800. Ficamos no terraço mesmo estando friozinho à noite. Adoramos o jantar, do atendimento à comida. De cara eu me apaixonei pela região de Oia, o bairro mais bonito que vi nas duas ilhas.

No segundo dia na ilha resolvemos conhecer as vinícolas! Das 3 que nos indicaram, só não fomos na de Oia (Vou tentar descobrir o nome).

Começamos em uma vinícola de família, pequena, tradicional e com mais de 3 séculos chamada Cavalas. Lá vimos parte do processo de fabricação de vinho, conversamos bastante com a mulher que fez nosso tour, experimentamos alguns tipos e resolvemos levar o vinho de sobremesa deles, o Vinsanto (parece um mel, muito doce!) e o Santorini, o vinho que leva o nome da ilha é uma categoria de vinho da região, o Gu saberia explicar melhor. Se alguém quiser saber mais, pergunta que peço pra ele responder nos comentários. Ah! Eles vendiam uma embalagem perfeita para botar as garrafas na mala e não acontecer nenhuma tragédia, fiquei pasma! Comprei apenas 3, o que foi uma burrada já que são descartáveis e custavam menos de 2 euros.

Depois fomos para outra vinícola, totalmente turística, a Santo Wines. O ponto alto dela não são bem os vinhos e sim o visual do mar e caldera. Dito e feito, o namorado provou vários, mas o que roubou a cena foi o cenário. Vocês não têm ideia de quantas fotos tiramos!

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Fotos na vinícola Santo Wines

Após o passeio das vinícolas fomos para uma taverna de frutos do mar e deliciosa chamada Mama Fyra. O lugar é super simples, mas a comida é muito boa, vale a pena para quem for ficar em Firostefani.

Nesse dia terminamos a jornada cedo. A gente ainda precisava tomar banho e se arrumar para ver o famoso por do sol de Oia. Na segunda noite optamos por ir de ônibus, que ia direto para a entrada do bairro de Oia, que fica fechada para carros a partir de um certo ponto. O ônibus tem ar condicionado, é barato e muito confortável, diferente de Mykonos, menos confuso! Foi muito melhor do que ir de carro, pois o caminho para Oia é como uma serrinha e para voltar dirigindo tarde foi preciso prestar bastante atenção.

Chegamos cedo, andamos até o final, guardamos o nosso lugar na mureta e ficamos esperando o espetáculo do por do sol, um dos mais belos do mundo, se não o mais. Para nós valeu cada segundo. Fizemos tantas fotos, o céu estava tão perfeito, que só me resta agradecer à Deus por aquele momento. Por volta de 20:40, o sol foi embora de vez.

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Depois, escolhemos o restaurante Ambrosia (Dica da Chata de Galocha) para jantar. É preciso reservar. Sentamos na varanda, à luz de velas e comemos maravilhosamente bem. Claro que não foi uma refeição barata, mas foi uma experiência sensacional. Desde a entrada, com queijo feta, até o prato, uma massa com lagosta super fresca. Como não fomos de carro, tomamos mais um dos maravilhosos vinhos gregos (sério, to sentindo falta!). Depois, pedimos para o restaurante nos chamar um taxi, que ficou nos esperando no lado de fora de uma das entradas de Oia.

No último dia passamos a manhã na piscina do hotel, quase morrendo com aquele sol e calor e, no começo da tarde fomos para um passeio de barco, escolhemos o semi privado pois lemos que o para muita gente não era muito legal.

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No passeio na White Beach

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Passando pela Red Beach, o barco ao fundo era igual ao nosso.

O passeio tem o seguinte roteiro: Red Beach (onde ele não chega a parar), White beach (onde ele para para nadarmos uns 20 minutos), hot springs (mais uma vez 20 minutos) e num outro ponto onde eles ficam uma hora parados para o jantar. Depois, eles começam a voltar até o ponto onde vemos o por do sol, mesmo o céu não estando 100% perfeito nesse dia, nós adoramos o programa. Foi uma delícia para nadar, para pegar sol, conversar com outros casais de diferentes culturas e curtir o visual. Achei que o passeio fez toda a diferença em Santorini, foi o dia que curtimos o sol e o mar de verdade!

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Resumindo? Quem procura praias maravilhosas para nadar e agito no fim de semana, pode não amar Santorini. Já aqueles que buscam um visual lindo, com boa comida e bebida e um clima bem romântico, vai se encantar com a ilha!

Outros restaurantes que nos recomendaram muito, mas não conseguimos ir porque o cansaço falou mais alto: Red Bicycle em Oia, o restaurante de cadeiras laranjas na baia Amoudi (coladinha em Oia) e a Ca indicou o Assyrtico, em Fira.

Vale lembrar que em junho sentimos calor de verdade de dia (chegava a ser desagradável ficar no sol) e um friozinho com vento à noite, com direito a casaco e tudo mais!

Espero que tenham gostado de mais esse diário de viagem!!!

Beijos

10
jun
2013

Looks de praia em Mykonos

Europa, Looks, Moda, Viagem

As férias estão ótimas, mas nada calmas. Apesar de estar tudo delicioso aqui na Grécia, tenho dormido tarde e acordado cedo, por isso, ainda não consegui parar com calma para fazer posts bem completos, cheios de dicas para vocês.

Nesses 3 dias e meio na ilha só não consegui fotografar o look do primeiro dia de praia. ele estava simples e fofo, mas eu estava destruída da longa viagem (e sem a minha mala ainda).

Aproveitei os cenários sensacionais do Hotel Santa Marina para clicar as produções que eu usei nas praias por aqui.

Vamos começar com o look do segundo dia de sol?

P1010465-2 P1010430-1 P1010614-4Vestido: Água de Coco (coleção de verão) | Cinto: Schtuz
Primeiro óculos: Prada | Segundo óculos: Miu Miu

Nesse dia aproveitamos o tempo para ir a praia de Ornos, bem calma e deliciosa. Depois fomos conhecer o famoso Nammos, na praia de Psarou.

Por lá conheci uma loja chamada Luiza, que fica ao lado do restaurante e tem um mix bem legal das melhores marcas como Missoni, Etro, Cavalli, Valentino e muito mais.

No terceiro dia acabamos fazendo a “loucura” de curtir novamente a praia do hotel. Amamos tanto o esquema e o mar daqui que preferimos investir em boa comida e bebida, além de curtir os amigos mineiros que fizemos!

P1010653-3-2-6 P1010634-2-2-5Camisa de algodão: Zara | Shorts: Le Lis Blanc (já apareceu aqui, num look bem parecido) | Chinelo: Havaianas | Bolsa: Zadig & Voltaire | Óculos: Chanel | Chapéu: Pralana (que foi assunto nesse post aqui)

Já na sexta-feira o look do dia não foi de praia. Infelizmente a boa vida de Mykonos acabou e nós tivemos que seguir em frente com o roteiro. Nesse caso, aproveitei para fotografar a produção que usei no café da manhã + viagem.

P1010698-1-7 P1010711-1Blusa e shorts: Le Lis Blanc| Bolsa: Louis Vuitton (emprestada da mamy)
Óculos: Prada | Docksider: Via Mia

Estou arrasada de deixar esse lugar tão sensacional, principalmente o hotel e esse mar perfeito para quem gosta de nadar em águas lindas.

Logo vou compartilhar as dicas que tenho da cidade, mas aviso logo que curti uma vibe muito tranquila, sem grandes agitos e com muito relaxamento.

Beijos

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