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26
jul
2013

Trip tips: Santorini (o meu diário de viagem)

Europa, Trip tips, tt, Viagem

Tive semanas complicadas e fiquei devendo as dicas de Santorini. Antes tarde do que nunca, né?

Diferente do que aconteceu em Mykonos, nós tivemos bastante tempo para ver tudo que queríamos na cidade. Ficamos 3 dias e meio e só deixamos de conhecer um pouco melhor Fira, o centro da cidade. Fizemos essa parte na correria, mas não foi algo que chegou a incomodar. Mesmo assim, acho 3 dias e 3 noites completos um bom tempo para ficar na ilha, muita gente recomenda 4.

Dessa vez não tivemos a mesma sorte com o hotel, o Mill Houses. Por mais que as críticas no Booking e no Trip Advisor fossem ótimas e as fotos do site mais lindas ainda, nós não curtimos tanto “ao vivo”.

O que não dava para reclamar era da vista do nosso quarto, exatamente o que a gente sonhou, casinhas brancas, a caldera e um céu sensacional. O Mill Houses fica em Firostefani, perto do centro e no meio da ilha, uma localização central que nos animou a conhecer mais Santorini. Mesmo assim, ainda acho mais jogo ficar em Oia (se fala Ia). Lá é fora de mão para as praias, mas além de ter o por do sol mais famoso da Grécia (realmente imperdível), tem casinhas brancas, lojinhas e restaurantes incríveis.

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Por do sol da frente do nosso quarto!

Parte da vista do café da manhã, perto da piscina.

Usamos a tarde que chegamos para descansar e arrumar as coisas, por isso, resolvemos ver o por do sol no quarto e sair pra jantar depois. O restaurante do hotel fica em uma rua próxima, a aproximadamente 130 degraus de distância. Fomos mais por conveniência (leia-se preguiça) e descobrimos que é uma pedida super conhecida dos gregos em Santorini. O nome do restaurante é Mylos Cafe, comemos o menu degustação, dos deuses!

No dia seguinte alugamos um carro pequeno, automático e com seguro completo (nessas condições custou 50 euros o dia). Essa foi a maneira mais prática que encontramos para conhecer as praias!

Primeiro fomos para Perissa, que nos foi indicada por todos no local como a melhor praia pra nadar. A Ca inclusive ficou por lá quando foi, no hotel Veggera. Mesmo assim, não gostei de nadar. A praia é vulcânica, o mar não tem areia, apenas pedras super escorregadias. Para entrar - ainda mais sem os tais sapatinhos que vendem por pequenas fortunas - é um sufoco, pra sair, é pior ainda! Mesmo assim o visual é lindo e diferente de tudo que eu já vi!

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Perissa (uma das praias mais famosas da ilha)

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Depois seguimos na orla e chegamos à Perívolos, nessa praia vimos um beach club chamado Jojo Beach Bar e estacionamos por lá. Ficamos na praia com um atendimento mais confortável, com direito à um chuveirinho mais ou menos mas com um esquema de piscina, bar e restaurante do outro lado da rua. Quando terminamos de fritar naquele sol - o mais quente que já vi na vida - optamos por uma piscininha para relaxar e se refrescar!

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Depois da praia nas camas na areia do Jojo Beach Bar fomos para a piscina do clube.

Por fim, resolvemos almoçar mais pro fim da tarde e escolhemos um lugar muito bem indicado no Trip Advisor. O To Psaraki é bem simples e rústico, porém com os peixes mais frescos que poderíamos encontrar. Comemos salada grega e provamos um prato com 5 peixes diferentes.

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To Psaraki no alto do porto de Vlychada.

À noite tentamos chegar a tempo em Oia para ver o pôr do sol (que era o programa oficial do dia seguinte), mas não conseguimos. Já que estávamos lá, resolvemos passear, ver lojinhas e por fim, jantamos num lugar chamado 1800. Ficamos no terraço mesmo estando friozinho à noite. Adoramos o jantar, do atendimento à comida. De cara eu me apaixonei pela região de Oia, o bairro mais bonito que vi nas duas ilhas.

No segundo dia na ilha resolvemos conhecer as vinícolas! Das 3 que nos indicaram, só não fomos na de Oia (Vou tentar descobrir o nome).

Começamos em uma vinícola de família, pequena, tradicional e com mais de 3 séculos chamada Cavalas. Lá vimos parte do processo de fabricação de vinho, conversamos bastante com a mulher que fez nosso tour, experimentamos alguns tipos e resolvemos levar o vinho de sobremesa deles, o Vinsanto (parece um mel, muito doce!) e o Santorini, o vinho que leva o nome da ilha é uma categoria de vinho da região, o Gu saberia explicar melhor. Se alguém quiser saber mais, pergunta que peço pra ele responder nos comentários. Ah! Eles vendiam uma embalagem perfeita para botar as garrafas na mala e não acontecer nenhuma tragédia, fiquei pasma! Comprei apenas 3, o que foi uma burrada já que são descartáveis e custavam menos de 2 euros.

Depois fomos para outra vinícola, totalmente turística, a Santo Wines. O ponto alto dela não são bem os vinhos e sim o visual do mar e caldera. Dito e feito, o namorado provou vários, mas o que roubou a cena foi o cenário. Vocês não têm ideia de quantas fotos tiramos!

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Fotos na vinícola Santo Wines

Após o passeio das vinícolas fomos para uma taverna de frutos do mar e deliciosa chamada Mama Fyra. O lugar é super simples, mas a comida é muito boa, vale a pena para quem for ficar em Firostefani.

Nesse dia terminamos a jornada cedo. A gente ainda precisava tomar banho e se arrumar para ver o famoso por do sol de Oia. Na segunda noite optamos por ir de ônibus, que ia direto para a entrada do bairro de Oia, que fica fechada para carros a partir de um certo ponto. O ônibus tem ar condicionado, é barato e muito confortável, diferente de Mykonos, menos confuso! Foi muito melhor do que ir de carro, pois o caminho para Oia é como uma serrinha e para voltar dirigindo tarde foi preciso prestar bastante atenção.

Chegamos cedo, andamos até o final, guardamos o nosso lugar na mureta e ficamos esperando o espetáculo do por do sol, um dos mais belos do mundo, se não o mais. Para nós valeu cada segundo. Fizemos tantas fotos, o céu estava tão perfeito, que só me resta agradecer à Deus por aquele momento. Por volta de 20:40, o sol foi embora de vez.

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Depois, escolhemos o restaurante Ambrosia (Dica da Chata de Galocha) para jantar. É preciso reservar. Sentamos na varanda, à luz de velas e comemos maravilhosamente bem. Claro que não foi uma refeição barata, mas foi uma experiência sensacional. Desde a entrada, com queijo feta, até o prato, uma massa com lagosta super fresca. Como não fomos de carro, tomamos mais um dos maravilhosos vinhos gregos (sério, to sentindo falta!). Depois, pedimos para o restaurante nos chamar um taxi, que ficou nos esperando no lado de fora de uma das entradas de Oia.

No último dia passamos a manhã na piscina do hotel, quase morrendo com aquele sol e calor e, no começo da tarde fomos para um passeio de barco, escolhemos o semi privado pois lemos que o para muita gente não era muito legal.

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No passeio na White Beach

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Passando pela Red Beach, o barco ao fundo era igual ao nosso.

O passeio tem o seguinte roteiro: Red Beach (onde ele não chega a parar), White beach (onde ele para para nadarmos uns 20 minutos), hot springs (mais uma vez 20 minutos) e num outro ponto onde eles ficam uma hora parados para o jantar. Depois, eles começam a voltar até o ponto onde vemos o por do sol, mesmo o céu não estando 100% perfeito nesse dia, nós adoramos o programa. Foi uma delícia para nadar, para pegar sol, conversar com outros casais de diferentes culturas e curtir o visual. Achei que o passeio fez toda a diferença em Santorini, foi o dia que curtimos o sol e o mar de verdade!

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santorini

Resumindo? Quem procura praias maravilhosas para nadar e agito no fim de semana, pode não amar Santorini. Já aqueles que buscam um visual lindo, com boa comida e bebida e um clima bem romântico, vai se encantar com a ilha!

Outros restaurantes que nos recomendaram muito, mas não conseguimos ir porque o cansaço falou mais alto: Red Bicycle em Oia, o restaurante de cadeiras laranjas na baia Amoudi (coladinha em Oia) e a Ca indicou o Assyrtico, em Fira.

Vale lembrar que em junho sentimos calor de verdade de dia (chegava a ser desagradável ficar no sol) e um friozinho com vento à noite, com direito a casaco e tudo mais!

Espero que tenham gostado de mais esse diário de viagem!!!

Beijos

5
jul
2013

Trip tips: Mykonos

Europa, Trip tips, Viagem

Semana passada foi impossível parar para fazer o tão pedido trip tips da Grécia. Infelizmente, uma semana não é tempo suficiente para curtir os dois destinos, então vou apenas falar da minha experiência e não necessariamente do que vocês PRECISAM ver ou curtir tanto em Mykonos quanto em Santorini.

Escolhi duas das ilhas Cyclades para as minhas férias porque sou totalmente (e declaradamente) influenciada pela Carla, marido e família. Contei um pouco mais nesse post como eles me “convenceram”.

mykonos junho 2013- foto da web

Chegamos em Mykonos via aeroporto, ou melhor, sem sombras de dúvida, o aeroporto mais deserto que já vi na vida. A viagem total - Rio/Londres/Atenas/Mykonos - não foi nem um pouco rápida, mas a sugestão ideal é passar uns dias em Atenas ou na primeira cidade em que parar e depois seguir viagem.

Já contei sobre o hotel, o Santa Marina, nesse post e aproveito para dizer de novo como eu amei! Ele fica na baía de Ornos, conta com uma praia particular e a qualidade do serviço é tudo aquilo que eu já contei. Sua localização não é a opção mais central, em contrapartida o hotel e as praias das redondezas valem a pena.

Na verdade, se tem um problema que acontece em todas as ilhas Cyclades mais famosas, é o transporte. Em Mykonos não tem mais de 33 taxis, o ônibus circular nos pareceu confuso e alugar um carro pode implicar em não beber vinho ou drinks. Então, no caso dessa ilha, optamos por uma viagem sem obrigações turísticas, a regra era aproveitar como quiséssemos.

No primeiro dia ficamos no hotel, curtimos a praia até o fim da tarde e nos empolgamos com os vinhos gregos, sendo honesta nos empolgamos até demais e quando acordamos já era noite. Isso significa que cochilamos muito, porque só escurecia lá pelas 20h e pouco!

Achávamos que não teríamos como pegar a última van do hotel para o centro, então seguimos uma das poucas e boas dicas da Carla, o Kuzina. De dia ele bomba, tem música e é super animado, mas nós queríamos era comer boa comida, tomar vinho (mais!) e relaxar. Dito e feito, foi uma das melhores comidas que comemos na nossa estadia no país. É um restaurante TEM QUE IR.

mykonos junho 2013-1010587Minha foto do Kuzina durante a manhã, a noite ele fica lindo!

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fotos do site Kuzina

No dia seguinte tomamos o café da manhã do hotel, descemos para tirar fotos (tínhamos que ter provas de que éramos turistas na cidade) e seguimos para a calma (muito calma mesmo) praia de Ornos. Alugamos toalhas, uma cama de casal e tomamos um drink cada. Aproveitei para nadar e relaxar. Para nós, que fugimos intencionalmente do fim de semana na ilha, foi perfeito.

mykonos junho 2013-1010557 mykonos junho 2013-1010559Euzinha esperando o sol esquentar em Ornos

O Beach Bar do Ammos Hotel (mesmo dono do Kuzina)

Algumas horas depois tentamos pegar um ônibus para outra praia, mas não obtivemos sucesso. Assim voltamos para o hotel (10-15 mim andando) e tentamos um taxi para a famosa praia Psarou, queríamos ir no Nammos. Depois de ficarmos melhores amigos do concierge - e vermos o coitado tentar por mais de meia hora conseguir um taxi para a gente (não obteve sucesso) - contamos pra ele que não queríamos alugar um carro naquele dia e ele nos sugeriu ir no barco do hotel (o que custaria um pouco mais do dobro do que o taxi). Como naquele dia estávamos na chuva para nos molharmos, fomos nesse esquema para o Nammos (optamos por ficar na areia e não no restaurante).

No barco do Hotel a caminho de Psarou.

mykonos junho 2013-1010620Camas do Beach Bar do Nammos em Psarou.

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Água sensacional de Psarou.

mykonos junho 2013-1010627Eu pagando mico de biquini no blog! hahaha

Psarou foi mais uma das belas praias que nós visitamos no país, talvez até a mais bonita. A água e a areia não eram muito diferentes do nosso hotel, mas não dava para negar que o lugar tem seu charme, que obviamente custa bem caro. Duas camas, 4 toalhas e guarda sol nos fizeram desembolsar 30 euros. Não era um problema, mas ficou evidente que em Mykonos se você quiser ir à várias praias no mesmo dia, o custo pode ser mais alto que o esperado.

Ao lado do restaurante Nammos tem uma loja chamada Luisa. Essa é o paraíso das mulheres que amam as marcas de luxo. A loja tinha a seleção mais praiana que já vi de marcas como: Missoni, Pucci, Etro e MUITO MUITO MUITO mais. Perdi uma meia hora olhando tudo, mas como já tinha feito minha extravagância no aeroporto de Londres não levei nada.

Mesmo tendo gostado de Psarou e do Nammos, o serviço não foi tão especial como o do hotel. Eles não conseguiram um taxi para nós (parece que era hora de pico) e por volta de 19h (ainda debaixo de muito sol) eles ligaram para nosso hotel e pediram para o barco nos buscar.

Ainda no segundo dia de viagem, à noite fomos conhecer Mykonos Town. Chegando lá, fomos dar uma volta no centro da cidade e logo buscamos o restaurante de frutos do mar que o concierge nos indicou! A cidade é fofa, mas não fomos à “pequena Veneza”, o lugar mais agitado, com bares e afins.

mykonos junho 2013--2foto da web

O restaurante Koursaros foi uma ótima pedida. Sensivelmente mais caro que o Kuzina, mas ainda assim valeu a pena. Após uma salada grega de entrada e junto de um sensacional vinho branco grego, o Gu foi na cozinha escolher o peixe (Red Snapper). Acabou que também nos convenceram a colocar uma pequena lagosta no prato e optamos por come-los com legumes. Ah! Vale perguntar o preço final do que escolheu, o preço é equivalente ao peso.

kousaros

Essa foto foi retirada do site do restaurante.

Para completar pedimos uma sobremesa típica e ainda ganhamos outra, ou seja, não adiantou nada pedir tudo com legumes! Hahahaaha Foi mais uma das maravilhosas comidas que comemos na Grécia, os frutos do mar de lá são divinos.

Para ir embora de lá, contei todo meu drama com os taxis para o gerente, ressaltei duas vezes que meu hotel indicou muito o restaurante e em 5 minutos eles conseguiram um taxi para nos esperar. Para completar ainda nos arrumaram um funcionário para nos levar até o taxi (não iríamos acertar o caminho à tempo do taxi nos esperar, ainda mais com as filas enormes para pega-los mesmo sendo quase uma da manhã).

No dia seguinte tomamos nosso amado café da manhã e enfrentamos nosso maior dilema. O Gu queria alugar um carro para conhecer novas praias e eu queria ficar na praia do hotel, bebendo meu vinho. Como o custo benefício do hotel é incomparável com qualquer outra praia, ficamos.

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Depois de 4 garrafas de vinho (Calma! Tudo isso com um casal brasileiro que conhecemos lá!) e muitos mergulhos no mar, estávamos mortos e optamos por voltar no Kuzina. Se não estivéssemos com eles talvez teríamos jantado no hotel, disseram que a comida era ótima e o restaurante perto do mar era lindo.

No último dia fomos embora à tarde então só tivemos tempo de tomar nosso café com calma, curtir uma manhã de sol e tirar muitas fotos.

Para fechar, o hotel agendou o transfer (incluído) para nos levar ao lugar de retirada dos bilhetes que comprei na Sea Jets pela web e nos deixar no porto. Meu irmão já tinha me contato que é confuso, então vale confirmar algumas vezes se você está entrando no barco certo. Infelizmente, tanto no aeroporto quanto o no porto achamos a falta de sinalização e funcionários muito grave. Se você precisar de algo, é provável que apenas o 3G do celular te salve.

Porto de Mykonos (e o dia chuvoso só pq íamos embora) #sortudos
Essa veio do meu instagram, perdoem o Iphone!

Passamos 3 dias e meio em Mykonos e amamos. Na próxima quero ficar entre 4 e 5 dias, fazendo tudo que fizemos e acrescentando uns dois dias de carro alugado para conhecer as outras praias. Outra coisa, não acredito em beber e dirigir, para mim, uma coisa exclui a outra. Muita gente aluga carro e bebe em todas nas praias, mas nós não fazemos isso e esse foi o principal motivo de não termos conhecido muita coisa.

Informações úteis: Mykonos é uma das ilhas mais famosas, por conta disso alguns fatores são mais extremos por lá. Transporte? Os taxis não são suficientes para a quantidade de visitantes, mas rola um ônibus de praias no centro. As festas? Quem ama festa tem que optar por ir entre julho e agosto ou passar o fim de semana na ilha durante a temporada. Os preços? Curtir as praias têm preços altos por conta de sua infra-estrutura. Em Santorini tudo era muito mais simples e por sua vez, mais barato.

E quando é a época boa para quem não quer calor demais, lugares muito cheios e dias mais tranquilos? Junho, quando eu fui, e setembro, quando a Ca foi. Na próxima queremos voltar em setembro para variar.

E o clima? Em junho tivemos dias muito quentes e noites mais frias, com direito à vento (isso tem sempre!) e casaquinho, ainda assim, dormimos de ar ligado.

Mykonos e suas praias deliciosas para quem gosta de nadar foi uma das melhores surpresas que tive em novos países nos últimos anos. Eu não tenho a menor dúvida de que quero voltar.

Espero que esse post ajude os viajantes com destino a esse paraíso.

Beijos

Update:
Recomendamos a leitura dos seguintes posts de dicas de Mykonos:
Anna Fasano

19
jun
2013

Hotel Santa Marina em Mykonos

Europa, tt, Viagem

Sei que mil e cem coisas estão acontecendo no Brasil, cheguei agora e já estou começando a me atualizar. Como o blog é um espaço mais leve, resolvemos continuar normalmente com nossas pautas, mas já falamos um pouco do que achamos sobre isso aqui.

Como o bom filho à casa sempre torna, comigo não poderia ser diferente! Minhas férias “de primavera/verão” acabaram, mas admito que dessa vez não teve aquela felicidade maravilhosa de voltar para o meu quarto e minha família. Queria um pouco mais! Hehehe

Infelizmente (ou felizmente), durante minha estadia em Mykonos só consegui fazer dois posts, um de look para jantar e outro com os looks que usei durante os dias na ilha. Finalmente consegui parar para fazer o post do hotel, que quem nos segue no insta, sabe que roubou nossos corações em todos os sentidos.

Para começar, não tenho como não contar a historia que nos levou ao Santa Marina. Um dos motivos de termos programado essa viagem à Grécia, há mais de 6 meses, foram as histórias que a Carla e sua família nos contaram sobre o lugar.

Eu, que nunca fui muito de praia na gringa, fiquei com vontade de conhecer e me apaixonei. Ao ouvir tudo que o hotel deles em Mykonos oferecia, achei que o preço seria tão alto que resolvi nem orçar, fiz minha pesquisa, minha reserva e paguei outro hotel pelo Decolar.

Até que depois de ouvir a Cá buzinando no meu ouvido todo santo dia, resolvi dar uma olhada no site do hotel. Para minha surpresa, a diária era praticamente a mesma que eu iria pagar!

Na mesma semana cancelei a compra do hotel anterior, eles extornaram o valor em poucos dias e eu reservei, então, o Santa Marina, que fica ao lado da praia de Ornos. Depois do cancelamento e atendimento do Decolar (que foi ótimo, preciso falar), resolvi fazer minha nova reserva com eles e deu tudo certo!

Obvio que eu sabia que a Leila e a Cá estavam me indicando algo ótimo, elas são do tipo que só dão dica certeira e as fotos do site do hotel não são nada modestas! O que eu não sabia é que ele era ainda melhor do que nas fotos. Eu nem imaginava que ia ter os melhores 3 dias e meio de descanso de toda a vida.

Já notei que estou escrevendo demais, acho que o lance é pularmos para as fotos. Para começar, a vista do nosso quarto!

IMG_4823-1Apesar das muitas escadas (coisas da Grécia), o hotel tem vários elevadores e passagens quase secretas que facilitam toda a sua locomoção no resort, não poderia ser mais simples. Nas fotos, achei que seria mais puxado o sobe desce (o que foi totalmente compensado em Santorini, mas isso é papo para outro post)!

Vamos começar a ver as fotos?

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Eu me apaixonei pelas cores do mar, acho que dá para ver nessa foto!

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Uma coisa importante foi o café da manhã, tão farto e gostoso que deixamos de almoçar todos os dias! Vale muito a pena incluir ele na compra do pacote.

As piscinas do Santa Marina também são maravilhosas, mas confesso que só fomos uma vez! A praia era tão gostosa que não queríamos outra vida. A paixonite foi tanta que não fomos à várias praias famosas, preferimos ficar curtindo tudo ali, mas isso acho que conto no próximo post, com as minhas dicas da cidade.

Então, falando na tal praia…

P1010661-16 P1010637-14A praia particular do hotel e sua estrutura!

Vista de quando saímos de barco do hotel, fomos para a praia de Psarou ao lado!

P1010428-11 P1010404-5[pra mim, por mais bonitas que sejam as fotos, elas não fazem jus
ao tempo maravilhoso que passamos por lá]

Pra mim, a praia do hotel foi uma das MELHORES, se não a melhor, em que eu nadei nesses 8 dias de Grécia. Claro que a estrutura ajuda: cama, toalha, guarda sol e um serviço único! No fim já estávamos amigos de vários gregos sensacionais que estão trabalhando por lá nesta temporada.

Falando em serviço, nós podemos comprovar que um atendimento de primeira faz um hotel se tornar único! A British Airways planejou (corretamente) que nós só pegássemos nossas malas na ilha, mas sua parceira, a Aegean, com quem fizemos Atenas - Mykonos, resolveu que não mandaria nossas bagagens direto, eles as prenderam em Atenas.

Logo o rapaz do hotel que nos buscou no aeroporto (serviço incluso) nos ajudou a formalizar o pedido das malas, esperou pacientemente e nos deu toda a assistência. Chegando no hotel o pessoal ficou em cima da Aegean, que conseguiu mandar as malas no fim daquele dia.

Quando as malas chegaram no aeroporto, o hotel foi busca-las e deixaram no nosso quarto, ou seja, não tivemos tempo nem de esquentar a cabeça! Nós havíamos chegado no Santa Marina com apenas uma muda de roupa de praia e outra de jantar (mala de mão de gente prevenida às vezes salva). No fim, não perdemos nem um dia de sol nos aborrecendo com isso, até protetor solar as meninas de lá emprestaram, fiquei muito impressionada com o atendimento.

Ah! Uma coisa muito legal que vale falar é a seguinte: todo mundo disse pra gente que Junho (mês que eu fui) e Setembro (mês que a Carla foi) são os melhores meses para aproveitar tudo que a cidade oferece com calma! Você tem o calor de dia, o fresquinho à noite e todos os lugares menos lotados. Se você não está indo só para o agito, esses são os melhores meses para visitar essa ilha, que por sua vez oferecem tarifas de hotel com um custo beneficio incrível.

Não tenho palavras para agradecer à Cá e sua família por essa dica que nos rendeu uma experiência tão maravilhosa, com amigos gregos e mineiros (beijo pra Pat e para o Luigi, que casaram na Toscana e permitiram que a gente fizesse parte de um pedacinho da lua de mel deles).

Beijos

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