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24
out
2014

Trip Tips: São Francisco

Estados Unidos, Viagem

Semana passada eu contei para vocês minhas impressões sobre a louca São Francisco, a cidade é super diferente de todos os outros lugares que conheci nos Estados Unidos e com a maior concentração de gente louca/divertida/curiosa que eu já vi.

Se no post da semana passada eu foquei nas impressões, essa semana vou falar sobre as coisas que fiz. Passei quase 4 dias lá, menos do que eu gostaria e também menos do que a cidade oferece, com certeza!

Primeiro tenho que apresentar meu anfitrião, o Lucas! Ele é irmão de uma das minhas melhores amigas e obviamente é um amigo super querido pra mim. Ele me buscou no aeroporto, me recebeu no seu apartamento do lado da Union Square, o que me permitiu ir à pé para todas as lojas mais legais da cidade. Por ali você encontra tudo, de Macy’s a Louis Vuitton, de Uniqlo a Target. A região é a melhor para qualquer compra, os arredores da praça têm T-U-D-O.

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Deixando as compras de lado, vamos à parte prática. Eu cheguei a tempo de almoçar e por isso, já sai aproveitando…

Dia 1

No primeiro dia deixamos tudo em casa e fomos passear. Andamos um pouco para eu sacar o clima da cidade e fomos até a baía para almoçar. Comemos num bar bem legal, com direito a Miller Light e Fish & Chips, afinal, estávamos praticamente sentados na beira d’água. Passeamos mais um pouco e passamos pelo Ferry Building, onde tem um ótimo Market Place, e depois fomos para o Píer 39, um dos lugares mais agradáveis para um fim de tarde. Fechamos o passeio/caminhada no Fisherman’s Wharf.

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Como comemos várias gordices típicas pelo caminho, não consegui comer o famoso crab cake por lá. Além dele, vi muito daquela sopa que eles comem demais e se chama clam chowder, a sopa vem dentro do famoso pão da padaria Boudin que fica bem por alí.

Na próxima vez quero voltar a essa região, achei super diferente de tudo o que já vi, o que nesse caso é fácil, dado que só havia estado na Califórnia para uma conexão.

Dia 2

No segundo dia nós fizemos o passeio que eu mais gostei. Começamos na Ghirardelli, a famosa fábrica de chocolate, e caminhamos pelo San Francisco Maritime National Historical Park. Depois andamos em direção ao Yatch e passamos por lindas casinhas. Fomos até os arredores de Crissy Field Dog Run, onde vários americanos passeiam com seus cachorros na beira da enseada. Várias famílias com criança também brincam por ali. Achei lindo!

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Subimos uma trilha e finalmente chegamos na Golden Gate! Acho que nunca tirei tanta foto de ângulos diferentes de um só ponto turístico (acho que nem da Torre Eiffel!), não sei se foi a cor ou se foi a forma, mas algo me chamou muita atenção naquela ponte. Na entrada da Golden Gate ficamos horas vendo as informações sobre ela, mas ao invés de atravessarmos, pegamos um ônibus facilitar nossa ida à Baker Beach. Mesmo com essa “roubadinha”, caminhamos por umas ruas quase fantasmas, entramos numa floresta para cortar caminho e por fim, graças ao Google Maps, chegamos na praia! Eu fiquei vestida, assim como muitos, mas lá a roupa era opcional. O dia estava lindo e ali foi, oficialmente, meu lugar preferido da cidade.

O passeio durou mais de quatro horas e eu fiquei super cansada, ainda assim, a praia tinha uma atmosfera única, foi um dos pontos altos da viagem, com certeza!

Mesmo exausta, fechamos com um jantar no Cheesecake Factory do último andar da Macy’s.

Dia 3

Confesso que no terceiro dia eu já estava morta! Aproveitei que o Lucas tinha aula de manhã para descansar um pouco mais. Começamos o dia vendo as lindas casas que se chamam “Painted Ladies”, e meu pedido principal era ver a casa de Full House, na Alamo Square. De lá nós fomos para o mais famoso dos parques, o Golden Gate Park. O almoço foi cachorro quente no espaço para shows e entre alguns museus, como a Academia de Ciência. Um visual lindo!

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Ainda no parque, fomos Jardim Japonês e obriguei o Lucas a ir comigo em um passeio de bote no Stow Lake. Dois programas super agradáveis, se tiver tempo (e ele estiver bom!) não deixem de ir!

Nesse mesmo dia, meu anfitrião me levou para conhecer a esquina mais famosa da cidade, aThe Haight, onde cruza a Haight e a Ashbury. Essas ruas podem soar desconhecidas para a gente, mas foram nelas que nasceu o movimento hippie nos EUA, na década de 60. Em torno tem vários brechós com peças da época que valem a visita! A rua em si não tinha nada de muito diferente, mas eu adorei conhecer o berço de um movimento que eu tanto ouvi falar, sem contar que as lojas são legais e tem algo no ar que te faz entrar no clima!

haight

Para encerrar nosso dia o Lucas me levou para conhecer um sub-bairro, mais precisamente uma rua imperdível: a Castro, onde nasceu o movimento gay (LGBTS). Na rua principal existem bares, lojas, cartazes e muito mais, tudo remetendo ao universo gay. O cinema com o “cante com a gente” de Frozen foi o que mais chamou minha atenção. Nos arredores, fomos a uma sex shop muito legal, clean e zero caricata chamada “Does Your Mother Know. Fato é que minha mãe não conhece metade do que existe ali, muitas coisas engraçadas e úteis para homens e mulheres.

Castro

Parece que os bares da rua são muito turísticos. Eu entrei em um onde eu era a única mulher e o clima era intenso. Dali o Lucas me levou a dois bares que eu adorei.

O primeiro chamado The MIX, um bar de bairro todo colorido, divertido e com um quintal muito animado nos fundos (que foi onde ficamos). Esse bar também era LGBT, foi perfeito para nosso início de noite, com o clima ótimo.

O segundo bar se chama Hi Tops e é super esportivo, cheio de telões, boa comida, bingo e muita gente. Também adorei esse! Ele tem uma pegada bem diferente do outro, mas vale conhecer. Quem gosta de esportes vai adorar esse.

Quando saímos do segundo eu já estava mais para lá do que para cá, então fomos jantar e dormir. Se eu de ferro fosse (ou apenas fosse mais nova) , tinha enfrentado uma noitada, infelizmente não consegui.

Dia 4

O quarto dia foi uma viagem a Sausalito. Minha vontade mesmo era de ir a uma vinícola em Napa, mas o tempo não ajudou e resolvemos nos ater ao mais clássico e simples. Contei do meu look e do passeio nesse post aqui. Não fiz a famosa ida de bicicleta, mas confesso que não me arrependi.

Na volta, finalmente fomos comer sobremesa na fábrica de chocolate Ghirardelli, na Ghirardelli Square, e valeu super a pena. O milkshake de Caramel Sea Salt foi meu preferido, sem falar no quadradinho de chocolate recheado de caramelo que eu trouxe pra a família e teve até disputa! rs

Por fim, nós fomos ver a Lombard Street, aquela famosa rua com curvas e flores que também é um ponto turístico imperdível (principalmente na primavera/verão, que ela fica especialmente linda e colorida). Encerramos o turismo voltando para casa de Cable Car e com mais 5 kg de músculos nas pernas, afinal, foram muitas subidas e descidas.

Não teve nada que eu tenha considerado perda de tempo, gostei de cada lugar que conheci e indico todas essas coisas para quem for passar mais de 3 dias na cidade. Mesmo tendo feito tantas coisas, deixei de fazer alguns clássicos, como a visita à Alcatraz (é bom comprar os ingressos com alguma antecedência), mas isso é só um motivo para voltar de novo, né?

Na próxima vez vou passar uns 2 ou 3 dias em Napa/ Sonoma, já que lá tem muitas vinicolas e alguns lugares interessantes para os mais interessados em espiritualidade.

É isso, ufa! Desculpem pelo texto enorme, foi muita coisa em pouco tempo.

Beijos

*** sábado vou conseguir colocar mais fotos no post! Fiquem ligadas! :)

 

19
out
2014

Trip tips: minha peculiar São Francisco!

Estados Unidos, Viagem

Quem notou que eu não dividi minhas dicas de São Francisco, não estranhou errado. Hoje faz exatamente um mês que eu sai de lá e eu ainda não tinha conseguido parar para refletir como seria meu primeiro texto sobre a cidade.

Eu tenho que dividir com vocês minhas programações, os passeios, os visuais, os bares e, claro, as compras. Escolhi aproveitar a viagem da NYFW para esticar e conhecer essa cidade que uns amam e outros odeiam (quase simples assim) e fiquei 4 dias inteiros por lá.

Antes da gente seguir com o texto, eu acho que vale mencionar que eu adoro NYC e curto várias coisas nos EUA. Ainda assim, sou uma pessoa que se encontra por completo na Europa, seja nos destinos mais exóticos ou numa praia onde possa sair nadando, sem risco de tubarões, obviamente…

Joana-em-san-fan

No meu caso, eu me enquadrei no time que adorou São Francisco. Não é um sentimento como o que tenho por Paris, Londres ou Mykonos, é um amor com ajustes de expectativas… Dentro do que era possível, eu adorei a cidade, me apaixonei pela Golden Gate, adorei suas trilhas e parques. E já estou fazendo planos para voltar e conhecer Sonoma e Napa.

O primeiro motivo pelo qual São Francisco caiu nas minhas graças se deu pela loucura e irreverência da cidade. Quando você anda a pé, de cable car, de ônibus ou metrô, é possível notar uma mistura muito grande de pessoas “comuns”, vivendo suas rotinas comuns, com um grupo de pessoas que eu só consigo descrever como muito figuras. Dos perfeitos estereótipos dos amigos de Tupac, até moradores de rua falando sozinhos ou mesmo loucos de carteirinha, daqueles que você acha que estariam melhor em um hospício.

Não consigo esquecer que uma das primeiras coisas que vi ao andar pela cidade foi um homem de aparência normal pegar um tênis do chão e cheirar a meia. Depois disso eu pensei: “que lugar peculiar!” (afinal a cena se dava numa rua normal, de um bairro comum) e desde então, essa perspectiva não saiu da minha cabeça. Mais e mais coisas foram acontecendo para corroborar com essa impressão e eu fui me divertindo em perceber a cidade com esse olhar.

Na rua, uma senhora ficou me encarando e falando coisas para si mesma (não consegui entender o que era), na praça, um senhor oriental ficou me olhando de cima a baixo e começou a tentar se comunicar comigo…em chinês (!) e num café, um ex viciado (com aparência de ainda viciado) deu uma palestra sobre os traficantes do lugar. Ah, também teve no ônibus dois caras que mais pareciam personagens de 8 Mile e que ficaram nos encarando com seus dentes de ouro e roupas de tendência oversized. Uma coisa eu preciso DEIXAR CLARO: em momento algum parecia que alguém iria fazer alguma coisa conosco, tudo foi estranho, mas aparentementeseguro e engraçado. Só que diferente do habitual.

Esse foi o lado mais doido que eu pude notar em São Francisco, um acúmulo de “malucos beleza” em uma cidade que, pra mim, foi super segura e dividida. Afinal, quando você saía da área mais cheia e ia para um lugar residencial, mais chique, não era possível ver nada disso, tudo parecia invisível aos olhos dos moradores.

Tirando a peculiaridade que pude notar em alguns lugares da cidade, tudo me pareceu muito comum. Um ótimo lugar para quem quer viver uma experiência turística diferente do óbvio.

A língua local? O inglês, mas muita gente fala chinês e espanhol, por isso, nos transportes públicos todo anúncio é feito nas 3 línguas. Outra coisa legal é a China Town de lá. Como é uma das maiores comunidades chinesas dos EUA (se não a maior), o bairro dedicado às pessoas dessa descendência apenas tem placas em símbolos, é super legal ver um pedaço da Ásia em plena Califórnia.

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A verdade é que São Francisco é incrível por misturar gente de todo o lugar, em uma cidade onde é possível viver a natureza no meio de um centro urbano, com praia, baía, muitos parques, trilhas e visuais muito especiais. Sem falar nas subidas e descidas que malham qualquer perna (eu voltei com as pernas muito trabalhadas).

Eu amei muitas coisas na cidade, dos programas mais comuns como o Pier 39 + Fisherman’s Wharf, o passeio no Golden Gate Park, o fim de tarde na Castro, as comidas com pegada mexicana, a casinha de Full House, a fábrica de chocolate, entre outras coisas. Vou contar tudo que fiz no próximo Trip Tips.

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O que eu não imaginava é que meu programa favorito na cidade toda seria uma trilha/caminhada, que durou 4 horas e meia. Nela vimos a Golden Gate, ponte mais linda que eu já vi, de todos os ângulos possíveis imaginários, de longe, de perto, nela, do outro lado… Até caminharmos numa mata (de filme) e chegarmos numa praia, a Baker Beach. Lá sentamos no sol e admiramos o cenário, com gente vestida e gente pelada na maior paz.

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Nessa hora entendi a miscelânea que é São Francisco. Uma cidade para gays, para amantes das galerias de arte, para os interessados em tecnologia, para os viajantes que amam conhecer o mundo (além de fazer compras) e para aqueles que querem ser quem desejam sem nenhum tipo de máscara.

Eu tive um guia único e não posso negar que ele fez 100% de diferença na minha aventura em San Fran! Meu amigo Lucas Pinheiro mora na cidade e dividiu comigo muitas coisas especiais sobre o lugar. Com certeza no segundo post sobre a cidade, eu vou contar tudo que fizemos e dar dicas de bares, compras e passeios.

Só não queria chegar compartilhando meu roteiro antes de falar o que mais me impressionou nessa cidade tão única que se chama São Francisco.

Se você, como eu, ama notar detalhes do comportamento humano, sem dúvida precisa prestar atenção nos detalhes da cidade. Apesar da esquisitice, é uma experiência única, posso garantir!

Beijos

Obs: Preciso dar os créditos a alguém que quase nunca me ajuda. Obrigada a você São Pedro, com frequência o senhor sabota minhas viagens (sempre em Londres). Dessa vez não vi a esperada névoa em SF, só desfrutei de sol, calor, céu azul, noite fresca e vento gostoso.
8
out
2014

Investindo em malas!

parceria, Trip tips, Viagem

Como vocês sabem, eu sou uma APAIXONADA por todo o processo que inclui uma viagem. Desde comprar passagem, planejar o roteiro, fazer wishlist, escolher os looks e, por mais que muita gente odeie essa parte, curto muito fazer as malas. Comigo TUDO que envolve uma viagem é muito pensado, muito mesmo.

Há uns dois anos comecei a desenvolver um desejo por boas malas para viajar, antes disso “eu me virava com qualquer coisa”. Já tive umas malas legais e outras nem tanto, algumas pesadas, outras de tamanho não ideal, sem contar as que não duravam muito. Com o tempo eu fui amadurecendo, melhorando meu processo de organizar viagens, e assim, quando eu me vi, já estava pesquisando malas de qualidade, com alta durabilidade e - por que não admitir? - bonitas também.

Nesse meu interesse por malas, meu primeiro desejo era mala de mão. A ideia era comprar uma que durasse bastante, fosse leve, de qualidade e que tivesse o melhor custo benefício, já que eu sabia que estava procurando um produto mais caro. Foi aí que eu entrei no mundo das pesquisas de diferentes marcas pelo mundo.

Foi durante meu mês de estudos em Paris (lá em 2012) que meu radar para essa categoria começou a funcionar, e foi na Galeries Lafayette que eu conheci a Roncato. O rapaz da loja me contou que a marca é vendida para mais ou menos o mesmo público da Rimowa, com um produto top de linha incrível e com um preço competitivo (sem falar que as malas são um pouco mais leves).

malas-roncato-joanaNa época acabei exagerando nas compras da viagem e fui enrolando para dar meu upgrade nas malas. Os anos se passaram, a minha quantidade de viagens aumentou sensivelmente e de lá para cá não deu mais para enrolar, o que antes era apenas um capricho de uma viajante apaixonada pelo tema, virou necessidade! E foi meio nesse contexto que conheci mais sobre a Roncato.

A marca é de 1950, é italiana e super tradicional. A marca conta com modelos de diferentes faixas de preço, alguns feitos 100% na Itália e outros não, mas sempre com um ótimo padrão de qualidade. Tem vários pontos de venda pelo mundo e é bem fácil de encontrar.

Não posso deixar de comentar que a marca tem uma política de equalização dos preços com os valores no exterior, então, os preços são competitivos tanto aqui quanto na Europa. Dá para pesquisar e ver que é por ai mesmo.

foto-de-look-Essa é a minha mala média, uma edição limitada exclusiva, de um artista de rua italiano, chamado Alessio B.

Nos emails que eu troquei com o pessoal da marca, eu cheguei à conclusão que o melhor kit para mim, nesse momento, seria o UNO ZSL. Eu optei por uma mala bem grande (que uso nas viagens internacionais), uma mala média (para minhas viagens nacionais de trabalho e lazer) e afiel escudeira mala de mão. As malas do kit Uno têm 10 anos de garantia (o que eu já gostei), são feitas na Itália (com a maior tecnologia) e de quebra são super leves (critério fundamental para alguém que já pagou excesso de peso algumas vezes!).

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Eu usei o kit na minha última viagem aos EUA, além de já ter estreado na ponte aérea essa semana. Eu só quis falar sobre as malas depois dessas várias experiências (8 voos) de aeroportos.

A verdade é que todos os meus voos deram muito certo com elas. O cadeado embutido TSA foi uma mão na roda, já que não corre o risco da fiscalização americana arrombar sua mala caso não consiga abrir seu cadeado normal, sem falar no espaço interno e no peso (volto a dizer, achei que seriam super pesadas e não são). Outro fator importante pra mim foi a excelente rolagem de rodas, confesso que entre um trem e um metrô para o aeroporto isso fez muita diferença.

Confesso que tinha medo da mala grande não caber o tanto de coisa que minha mala anterior cabia, mas me enganei, coube tudo e mais um pouco. Sem transtorno algum trouxe a mala grande com seu limite de 32kg (sim, eu peguei pesado no peso dessa viagem).

Sem dúvida alguma essas são as melhores malas que eu já tive, e já estou pensando em outra grandona para complementar o meu kit (uma vermelha dessa vez). Confesso que eu acabo levando e/ou trazendo bastante coisa quando vou ao exterior, então, duas malas grandes são o ideal para minhas viagens internacionais. Juro que não sou exagerada, por isso, botarei a culpa nas minhas coisas grandes e que ocupam muito espaço (o que não deixa de ser uma verdade)! rs

Se você está procurando comprar uma boa mala ou um bom kit, vale dar uma olhada na Roncato. No Rio tem uma loja grande no Barrashopping, um espaço no Shopping Botafogo e o e-commerce (que ainda tem um outlet). A loja também tem loja em Brasília. :)

Beijos

Esse post se enquadra na categoria de “parceria”, para entender como isso funciona é só vir no FAQ.
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