Todas nós sabemos que as tendências funcionam em um ciclo que vai e volta. O que poucos sabem, muitos estudam e alguns determinam é quando uma tendência há muito enterrada vai voltar para os looks de rua do mundo.
Algumas delas são mais simples, conseguem entrar e sair da “moda”, com maior facilidade: peças menos marcantes, modelagens menos ousadas e diferenças sutis de corte ou altura das peças. Outras apostas são mais complicadas, que carregam um estigma de gerações anteriores difícil de desvincular.
Hoje vamos falar de uma sandália que se enquadra no segundo caso, as maxi gladiadoras. Elas já tiveram seu momento num passado recente, entre 2004 e 2008.
Existem vários indícios que nos levam a crer que essa sandália tão “imponente”, que pode ir do meio da panturrilha até o joelho, vai voltar como uma aposta para o verão 2014. Por mais datada que ela possa parecer - ou exagerada - nós acreditamos nela como algo quase atemporal, um sapato que pode construir looks tão interessantes que mesmo não estando em voga, merece estar no seu guarda-roupas.
Quando conversávamos sobre essa pauta, a Ca contou que tem um par no armário, do desfile de 2007 da maria bonita extra. Ela guarda as sandálias até hoje e só vai pensar em se desfazer no dia que ela se desintegrar. Perguntei o motivo (já que ela não faz o tipo de guardar algo que não usa por anos com medo de se arrepender depois) e pedi pra ela contar aqui.
Explicação da Ca: Realmente eu não faço o tipo que guarda algo por anos. Se eu vejo que tenho uma peça encostada no armário há mais de 1 ano, eu doô sem hesitar. Mas não tive coragem até hoje de me desfazer dessa sandália porque eu acho que ela é o tipo de acessório que faz um look básico não ser entendiante. É o tipo que eu chamo de “incrementador de look”. Eu boto um short jeans, uma camisa branca e ela e acho que fica o máximo! No verão, ela é uma aliada e tanto dos mini comprimentos!
Levando isso em conta, acreditamos que as maxi gladiadoras não serão o novo sneaker de salto ou a nova calça listrada preta e branca (pelo menos esperamos que não!).
É uma tendência ousada mas, se bem usada, pode fazer toda a diferença. Vocês acreditam nessa aposta? Investiriam em um modelo como esse?





