5
jun
2015

Moda: xadrez preto e branco

Moda

Apesar de eu usar xadrez em qualquer época do ano, é só chegar o frio para eu ficar com mais vontade ainda. Vocês também?

Acho que a facilidade em encontrar peças com essa estampa ajuda no desejo, mas a verdade é que um bom xadrez nunca vai te deixar na mão. É uma padronagem que vai sair ano, vai entrar ano e ela vai continuar ali, firme e forte, em diferentes cores, tipos e tamanhos. É só escolher a que mais combina contigo e abusar.

Nesse inverno, confesso que estou mais de olho em uma combinação específica: preta e branca. Não importa se é vichy, tartan ou qualquer outro tipo de xadrez.

Acho que depois de uma temporada de looks p&b, esse desejo acabou surgindo por osmose. Só sei que eu olho vários looks e só penso como eu ainda não tenho nada nesse estilo do armário? A impressão que me dá - principalmente com camisas - é que as possibilidades são infinitas! E não apenas no inverno…

Alguma dúvida que já estou com várias abas abertas procurando a camisa xadrez p&b perfeita?

Vocês também curtem? Usam?

Beijos!

4
jun
2015

Trip tips: Trekking e meditação na Chapada Diamantina, na Bahia

Brasil, Viagem

Antes de voltar para os looks, posts de beleza e seguir apostando nos textos de comportamento, eu gostaria de fechar com chave de ouro os posts da minha aventura na Bahia.

Rio -> Salvador -> Lençóis

Lençóis" width="620" height="477"/>

Salvador -> Lençóis | de turbo hélice para enfrentar todas as questões!

Eu poderia fazer um post focado plenamente no turismo na região da Chapada Diamantina, mas isso não iria refletir de forma honesta minha experiência nesse lugar de natureza tão pura. Por isso, vou dividir um pouco de tudo que vivi nessa minha primeira viagem de trekking e meditação.

Como contei no vlog, eu comprei o pacote de viagem na escola onde estudo o auto desenvolvimento da consciência e espiritualidade, a Trilha dos Lobos. Já tem mais ou menos 2 anos que faço cursos para me aprofundar na minha própria história e buscar paz para o meu coração. A vida contemporânea é muito complexa e esse caminho tem me feito muito bem.

Na escola, a minha professora Cláudia virou minha terapeuta, xamã e amiga, por isso confiei muito que poderia enfrentar situações de medo e claustrofobia com segurança. Com um grupo de buscadores, sabia que tudo seria menos doloroso, e foi.

Essa foi minha primeira experiência de trekking. As subidas e caminhadas em grupo me traziam um silêncio perfeito para pensar. Com o contato com a natureza, fichas foram caindo, padrões foram se modificando e eu fui mudando a forma como eu me sinto com relação a vida. Eu jamais vou conseguir colocar em palavras o poder de transformação que essa viagem teve sob mim.

Primeiro dia: fizemos uma caminhada pela cidade de Lençóis, pelas salas de areias coloridas (onde meditamos) e seguimos em direção à Cachoeira da Primavera. A caminhada foi intensa, o mergulho uma delícia e a vista final do alto da pedra muito bonita, eu diria que senti um vento mágico. Não foi o passeio mais bonito, mas foi o primeiro contato com a natureza e eu gostei bastante.

Cachoeira no caminho da Cachoeira da Primavera

vista da segunda meditação do primeiro dia

Ponto alto: mergulho na cachoeira (com sua água mágica) e a superação de ter conseguido passear por tantas horas sem cansar. Quando faço trilhas no Rio, costumo cansar por muito menos. Eu diria que foi a força do grupo e da Cláudia que me ajudaram a superar.

Segundo dia: Nesse dia o motorista nos buscou no hotel e nos levou até a Gruta da Lapa Doce. Ela tem umas 3 grutas e alguns caminhos. Fizemos uma caminhada de duas horas pela gruta 1 e entramos em um corredor que os turistas vão menos, que acredito que seja o corredor 2. Eu, como claustrofóbica que sou, cheguei com as pernas tremendo mas preparada para vencer meus medos e no fim acho que fiz isso com louvor. De mão dada com a terapeuta em muitos momentos? Sim, mas focada em deixar os pesos e medos para trás. Fizemos uma meditação poderosa nessa segunda galeria, e digo que foi o silêncio mais puro que eu já escutei e o breu mais escuro que eu já vi. Na hora de sair, eu contei com a ajuda dos amigos para conseguir completar a tarefa, mas missão dada foi missão cumprida e diferente do que eu imaginei, eu passei bem.

Depois do almoço fomos ver as pinturas rupestres. Fizemos uma trilha para uma caverna de energia mais carregada, mais tensa, mas que valeu a pena. Nunca tinha visto nada tão primitivo antes.

Pratinha | melhor mergulho da vida

Depois saímos de lá para ver a gruta azul. Como já estava mais tarde, não deu para ver bem o azul da água. De qualquer forma conseguimos fazer o passeio que era o que eu mais queria: mergulhar na Pratinha. Sem dúvida nenhuma foi o lugar mais bonito onde nadei na vida. As fotos são lindas, mas nada se compara à experiência. O universo, o guia e as Claudias (da Trilha e da Pisa Trekking) conspiraram a nosso favor e conseguimos nadar no fim do dia sem NINGUÉM mais, nenhum turista sequer, só o nosso grupo. Foi sensacional, indescritível.

Ponto alto: vencer um obstáculo na claustrofobia, meditar na caverna e nadar na Pratinha.

Terceiro dia: Como nesse dia só sairíamos mais tarde, aproveitei o café, fiz meus deveres do caderninho da viagem, colori minha mandala e fiz uma massagem deliciosa com pedras vulcânicas. Depois me arrumei e pegamos a van com direção ao Morro do Pai Inácio. A subida era chatinha, com pedras, mas fácil e não muito demorada. O caminho pelo qual fomos parece que é um dos melhores. Subimos durante a tarde para assistir o por do sor e a golden hour de lá.

Ali eu tive a certeza do quão mágica é a natureza. O clima do grupo estava ótimo, a vista incrível, o silêncio somado ao vento estava apaziguador e mais uma vez eu me emocionei. Verdade seja dita, eu me emocionei em todos os lugares onde meditamos. Não existem palavras para definir aquele fim de tarde, só sei falar da vontade de conhecer outros lugares no Brasil e no mundo que me levem a sentir isso.

Ponto alto: Morro do Pai Inácio e o ritual de encerramento do grupo, que compartilhou seus aprendizados, limites e evolução.

Sei que vai parecer papo de maluco, mas a viagem pode ter durado entre 4 a 5 dias, mas na verdade, para nós, pareceu mais 4 a 5 semanas. Vivemos uma experiência que me fez sentir o “tempo quântico” novamente (durante parte do meu mochilão há alguns anos atrás, isso já tinha acontecido comigo, mas não sabia o que era essa sensação). Em ambas as situações, as amizades ficaram intensas, os conselhos profundos, o aprendizado claro e a experiência foi máxima.

Com minhas amigas Renata e Anne.

Na hora de ir embora eu estava até meio zonza, não queria deixar aquele lugar, aquela sensação de plenitude, aquela alegria e os respectivos amigos. Parece que entrei em contato com a minha essência de criança e isso me fez pensar em muita coisa.

Voltei pronta para mudar minha vida, querendo vibrar minha essência e buscar aquela sensação de plenitude no meu dia-a-dia. Claro que voltar para casa foi complicado, enfrentar a rotina e as questões trabalhadas também, mas acredito que essa viagem me deu coragem e força para buscar novos caminhos, desafios e curas na minha vida.

Com a Claudia Quadros | Trilha dos Lobos

Para viagens de Trekking, eu recomendo a Pisa Trekking, no entanto para ter essa pegada de busca interior, meditação e espiritualidade, eu já recomendo os pacotes que envolvem a Trilha dos Lobos Escola com a Pisa.

Eu falei e mostrei um pouco de tudo isso que falei aqui no meu primeiro vlog - ainda muito amador. Quem gosta de vídeo pode vir!

Tanto a busca quanto o trekking me ganharam, agora já quero arrematar looks adequados e pensar nas próximas aventuras pelo mundo. :) #futilidadesmodeon

Espero ter conseguido transmitir um pouco da minha experiência com vocês.

E que venha a próxima aventura!

Beijos

Obs: Cláudia, obrigada pela oportunidade, pela confiança e por ter criado uma escola que ajuda tantas pessoas a transformarem suas vidas. :)

3
jun
2015

Look da Cá: camisa para dentro da blusa

Looks, Moda

Resolvi botar esse título por um simples motivo: nunca antes na história desse blog - na história da minha vida, ousaria dizer - eu usei tanto camisa para dentro da blusa quanto nessa viagem. Sabe, quando só fica as golinhas e o final das mangas para fora? Quem lê até acha que eu usei todos os dias, mas a verdade é que eu só fui me permitir tentar em Londres.

Sempre achei que ele cria um look comportadinho demais, caretinha demais, e eu não faço muito esse estilo, vocês sabem. Também sempre achei que engordava. Acho que foi o frio médio que não pedia um casaco mais pesado, mas era perfeito para uma sobreposição que me fez tentar de novo. E dessa vez eu gostei. As vezes até eu não me reconheço, confesso. rs

Minha primeira tentativa ficou assim, lá em cima da London Eye:

Blusa: Zara | Camisa: Guess | Calça: Tory Burch | Tênis: Michael Kors | bolsa Chanel

A inspiração para esse look “frio comportadinho” começou na calça. Ela é toda fofa, mas eu sempre estava usando de duas formas: com blusa azul ou blusa branca. Nesse dia acordei com a macaca e achei que a camisa jeans era uma boa ideia. Gostei, mas sabe quando você acha que tá faltando alguma coisa? Eu tava com essa sensação…

Sorte que a blusa azul marinho estava bem na parte de cima da mala, e acabei achando que não custava tentar. Olhei no espelho, gostei do resultado e fui passear!

Acho que deu certo, né? Olho para esse look agora e sinto que ele está bem redondinho! Fiquei satisfeita! rs

Beijos!

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