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30
mai
2013

Trip tips: Boston

Estados Unidos, Trip tips, tt, Viagem

O trip tips desta semana é estrelado pela Cami, amiga da Jô! Como já sabíamos que ela havia estudado em Boston e visitado a cidade novamente há alguns meses resolvemos convida-la para falar um pouco sobre o local. Sem dúvidas esse texto vale a leitura! :)

Não só de Gisele Bundchen e recentes acontecimentos tristes vive Boston.

Queria aperfeiçoar meu inglês e, como uma das 5 melhores escolas de inglês do mundo fica lá, a NESE (New England School of English), esse foi o fator decisivo para minha escolha.

Sai do Brasil num voo Rio de Janeiro/Miami/Boston. Boston é cortada pelo Charles River e na sua margem esquerda fica Cambridge, onde morei e estudei.

A NESE fica bem no coração de Harvard Square, ao lado da Harvard University, a mais antiga instituição de ensino superior dos USA, fundada em 1636. Uma experiência única entrar pelos portões que presidentes e grandes políticos americanos frequentaram, as instalações são, para os nossos padrões, algo surreal. Os visitantes devem deixar pelo menos metade do dia pra conhecer o campus e, se possível, agendar uma visita guiada pra entender bem a grandiosidade desse lugar.

Harvard Square tem muitos restaurantes, lojinhas de sanduiches com mini mercados, night clubs, barzinhos e tirando, é claro, as tradicionais lojinhas de lembranças de Harvard, que fica impossível não entrar depois de conhecer a universidade. Um lugar jovem e de pessoas bonitas e bem nascidas, afinal, é caro estudar em Harvard.

Mas come-se bem e não é caro. Para almoços rápidos, o Bertucci’s e Fire and Ice, oferecem comida muito boa e um preço honesto.

Morei no Green Hall, que é na estação Central do metrô, mas como depois do final do curso fui conhecer a região, resolvi me hospedar próximo ao MIT, outro ponto que deve ser visitado, pois é a melhor universidade na área tecnológica do mundo e o campus também é lindo.

O hotel que eu indico e que particularmente me apaixonei é o Kendall Hotel, que fica na 350 Main St, Cambridge, MA 02142, estação do metro MIT. O hotel é uma antiga casa de bombeiros e o único hotel em Cambridge listado no Historic Hotels of America, por manter a arquitetura e ambientes fieis ao original. A localização é excelente como partida pra explorar a cidade. O metro funciona perfeitamente unindo as margens do rio, tudo fica muito perto e sem perigo. Cambridge e Boston são literalmente unidas pelo metro.

Boston tem pontos turísticos que são facilmente conhecidos desde que esteja disposto a andar e se enamorar pela cidade. São cerca de 4 km seguindo a linha vermelha no chão e com sinalização dos pontos turísticos, pode ser feito sozinho ou com visita guiada. Eu fiz sozinha e não me arrependo, é o The Freedom Trail of Boston, a caminhada é longa mas vale a pena, podendo se fazer umas paradas pra comer um dos mais deliciosos cupcakes na Sweet, ou o tradicional capuccino no Starbucks. Sair cedo é interessante, pois o ponto de partida é no Boston Common, que é um imenso parque publico bem no centro e de lá, seguindo a linha vermelha, na hora do almoço estará chegando ao Quincy Market.

Orgia gastronômica, tem de tudo pra comer lá, principalmente peixes e frutos do mar. Ao redor, os prédios do sul e do norte são como centros comerciais, com lojas conhecidas de todo mundo que viaja para os USA. Continuando a linha vermelha, pra gastar as calorias do almoço, tem ainda o Holocaust Memorial que é de arrepiar , são 6 torres de vidro e cada uma representa um campo de extermínio. O final da linha vermelha passa por North Square, lotado de restaurantes italianos excelentes, é bem alegre e peculiar. Chegando à ponte e ao obelisco, termina a linha vermelha.

O lado cultural é muito presente na cidade e tem um museu melhor que o outro. Amei o Museum Fine of Arts Boston (estudantes têm entrada grátis às quartas), que fica na 465 Huntington Ave, Boston, MA 02115.

O John F. Kennedy Presidential Library & Museum é sensacional, parece que você esta nas eleições americanas, fica na 220 William T Morrissey Blvd, Boston, MA 02125. O Museum of Science tem uma área sobre robótica incrível e o Bytes, um cão que atende ao seu comando de voz, fica na 1 Science ParkBoston, MA 02114 e o Isabela Stwart Gardner Museum é todo de um acervo particular que fica na própria casa da Isabela, diferente e super interessante, fica na Boston, MA 02115 no Fenway Park.

Acho que é importante saber que Boston dispõe do City Pass, você paga 51 dólares e economiza 46% nas entradas de todas as atrações, tendo 9 dias pra usar à seu critério, pode ser comprado pela internet. Há também o Boston Opera House que frequentemente tem musicais que irão para Broadway, e o teatro é lindíssimo (eu vi Dirty Dancing e sai emocionada), fica na 539 Washington St, Boston, MA 02111.

Em relação às compras, no centro de Boston, tem o Prudential Center com 75 lojas das marcas clássicas americanas e com um terraço panorâmico com uma vista deslumbrante. É o Sky View, com 360º de visão da cidade e fica no 50º andar. Sem esquecer o imperdível The Cheesecake Factory e o L’Espalier, eleito o restaurante mais romântico de Boston por anos seguidos. Fica na 800 Boylston St.

Os shoppings de Boston não devem nada aos de NY, com a vantagem de ter uma taxa menor (6%) e assim, no fim da viagem e computando tudo, as compras saem mais em conta.

Já na 2 Copley Place,tem um shopping luxuoso o Copley Place, você encontra Jimmy Choo, Tiffany and Co, Barney New York que, pela taxa, acaba tendo preços um pouquinho menos salgados.

Mas o meu queridinho é o Cambridge Side Galleria, tem 120 lojas, todas as marcas que nós brasileiros amamos e é lindo com a luz do sol. À noite, por ser um shopping à beira mar, vale relaxar com um passeio pelo deck depois das compras. Fica na 100 CambridgeSide Lugar Cambridge, MA 02141.

Não posso deixar de indicar o Wrentham Village Premium Outlet, na minha opinião melhor que o de NY, que fica na 1048 South Street. É o mesmo estilo com muito mais opções de lojas. Realmente delirante. Separe o dia inteiro.

Quem vai à Boston não deve deixar de conhecer as cidades de New England. Suas paisagens são lindas por serem do estado das Green Mountains e vale uma viagem de carro, com calma. Comece por Rodhe Island, New Hampshire, Vermont (estação de ski super badalada) e finalize por Salem, isso mesmo, aquela das bruxas, na época de Halloween, então, é muito divertido. Algumas outras cidades entre essas têm uma particularidade, as vilas museus, que são réplicas de vilarejos coloniais que reconstroem a rotina dos primeiros imigrantes, para mostrar como era a vida.

É claro que meu carinho por Boston é imenso, pela primeira vez fui ao USA e me senti numa cidade americana de verdade. Existem muitas outras indicações, mas tentei ser prática e resumir ao máximo meu entusiasmo por essa cidade que me encanta. Poderia falar horas sobre um lugar alegre, jovem, cultural, lindo, hospitaleiro e que vivi dias inesquecíveis. Se voltaria? Já voltei e passei 10 dias matando a saudade.

Beijos,

Cami Glowecka

24
mai
2013

Trip Tips: Mendoza

Trip tips, tt, Viagem

A Pat, que já deu dica sobre a Toscana nesse post aqui, resolveu dividir com a gente um pouco da sua viagem para Mendoza. Um lugar aqui pertinho, barato e delicioso!

Mendoza é daqueles lugares que os amantes do vinho têm que conhecer.

Mas aí você pensa; “eu não amo vinho, então o que vou fazer em Mendoza?” E eu te respondo: “Vá, mesmo que seja apenas para postar fotos incríveis no seu Instagram” Brincadeiras à parte, a viagem vale a pena, e muito.


Fui no feriado de 1o. de maio e 3 dias na região são mais do que suficiente, o fígado não aguenta mais do que isso.

Como não existe vôo direto saindo de São Paulo, pegamos um vôo para Buenos Aires com conexão. Como iríamos ficar 5 horas na cidade, aproveitamos para almoçar em Buenos Aires e voltar à tempo de pegar o vôo. Nosso grupo tinha 12 pessoas e contratamos um motorista com van desde antes da viagem.

Ficamos hospedados no Park Hyatt na cidade de Mendoza, hotel maravilhoso que recomendo.

A cidade me decepcionou, achei que fosse charmosa, mas não. É uma cidade bem sem graça, mas com restaurantes maravilhosos como o 1884 do chef Francis Mallman e o 7 Cocinas.

A visita às bodegas (vinicolas) começa logo cedo, isso significa que antes do meio dia você já estará bebendo uns “bons vinhos”. Geralmente a gente visitava uma bodega pela manhã, ia para outra almoçar e depois do almoço visitava mais uma.

As bodegas mais afastadas da cidade são as que têm a paisagem mais bonita, elas ficam mais próximas da Cordilheira dos Andes e o visual é de tirar o fôlego.

Fomos almoçar um dia no Tupungato Divino, um “wine hotel” super exclusivo e distante uns 80km da cidade, a comida era maravilhosa e o lugar também.

Outro almoço incrível foi na Bodega Ruca Malen, menu fixo, comida excelente e igualmente lindo o lugar. Dentro do restaurante tinha essa janela onde a vista, de tão linda, parecia aqueles quadros cafonas de consultório médico antigo.

Uma coisa que precisa ficar atento é em relação aos guias, eles devem ganhar algum tipo de comissão das bodegas, então podem inventar alguma desculpa para te levar numa bodega de sua preferência.

De todas que visitamos, uma em especial eu adorei, a Achaval Ferrer, pequena, e super exclusiva, mas com o melhor vinho que tomamos. Se você gosta de vinho, essa é daquelas paradas obrigatórias. Um vinho Achaval Ferrer pode chegar a R$800 no Brasil.

As Bodegas que visitamos:
Casa Del Visitante Familia Zuccardi
Bodega La Rural
Domaine Jean Bousquet
Aldeluna
Ruca Malen
Achaval Ferrer

O vôo da volta foi por Santiago, muito mais perto que Buenos Aires. Fizemos a mesma coisa, como tínhamos uma conexão de 4 horas, tomamos um táxi até o Mercado Central para comer as famosas centollas.

A viagem além de linda é barata, com a desvalorização do peso, a Argentina ficou uma ótima opção de viagem. Para se ter idéia, o jantar mais caro que pagamos custou U$75 o casal, incluindo muito vinho e espumante. Acho que vale a pena pensar numa ida a Mendoza no próximo feriado.

17
mai
2013

Trip Tips: 23 dias na Ásia

Ásia, tt, Viagem

A Nathalia, nossa vizinha de blogroll com o Coisas Que Amamos, fez uma viagem recente à Ásia que nos deixou com invejinha, confessamos. Cada foto era um suspiro (e uma curtida no insta! hehe).

É claro que não pensamos duas vezes em pedir para que ela fizesse um resumo de sua viagem, mas os relatos detalhados estão todos linkados aqui no post!

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Missão quase impossível essa que essas meninas me deram, hein! Escrever resumidamente tudo que eu vi, ouvi e vivi em 23 dias de viagem pelo sudeste asiático. Uau! Vamos começar pelo roteiro. Saindo dos padrões comuns, comecei a viagem por Hong Kong, que não chega a fazer parte do sudeste asiático, mas mesmo assim fez parte da minha viagem. De lá, segui para o Vietnã onde conheci Hanói, Halong Bay e Ho Chi Minh. Depois fui para o Camboja e visitei Siem Reap. Para finalizar, escolhi a Tailândia. Passei por Phi Phi, Samui e Bangkok.

E vocês vão me perguntar: em 23 dias dá pra fazer isso tudo? Sim, dá! Com calma? Não, sem calma. Tiveram lugares como Hanói que eu fiquei muito pouco tempo, mas realmente acho que dá pra conhecer esses lugares em 23 dias (contando os dias de ida e volta).

Fiz os vôos Rio – Ásia – Rio de Emirates e, internamente, peguei companhias aéreas locais. Sem medo, sem susto. Comprei tudo pela internet e não tive problemas. Voar internamente me poupou tempo e isso era precioso para mim. Mas agora vou falar um pouco (bem resumidamente) de cada um dos lugares que visitei pra vocês conhecerem melhor.

HONG KONG

A cidade é grande, super moderna e dividida em ilhas. Cismei em conhecer HK quando descobri que o maior buda sentado ao ar livre do mundo ficava lá. (E isso me levou a pensar que existem budas tão grandes ou maiores sentados que não estão ao ar livre, e outros que não estão sentados e por aí vai. Mas isso não vem ao caso agora).

Acho que quem, como eu, tem pouco tempo por lá, não pode perder os pontos turísticos principais como: Avenue os Stars, Victoria Peak (que tem uma vista linda da cidade), Buda Sentado e show de luzes. Vendo isso, você já pode dar aquele check em HK. Claro que a cidade tem muito mais coisas a oferecer. Ah! Não deixem de provar um prato típico chamado Dim Sum. É uma delicia.

Aproveitei que tinha tempo e dei um pulinho em Macau para conhecer um pouquinho da parte antiga da cidade. Achei bacana e tal, mas se você estiver sem tempo, eu não recomendo. Você vai perder pelo menos dois terços do seu dia indo, voltando e curtindo por lá.

Pra quem quer fazer compras, HK é o lugar certo. Além de ter todas as marcas de luxo, tem também um super outlet (na estação de metrô que fica pertinho do Buda) e várias lojas locais muito boas de conhecer.

Post completos aqui:
http://coisasqueamamos.com/2013/03/19/diario-de-viagem-macau/
http://coisasqueamamos.com/2013/03/11/diario-de-viagem-hong-kong/

VIETNÃ

Minha primeira parada no Vietnã foi em Hanói. Foi uma parada rápida, mas deu pra conhecer alguma coisa e entender o motivo da fama de capital caótica. O trânsito de lá é uma loucura. Não tem mão e contramão. Não tem faixa de pedestre, nem sinal de trânsito. Cada um vai pra onde quer, no ritmo que quer e rezando para não bater ou ser atropelado.

Comigo não foi diferente. Atravessei a rua rezando para conseguir chegar do outro lado. Isso porque eu estava andando na região do lago Hoàn Kiem, que é super turística. Aliás, esse é um ponto bem bacana para visitar. Além da pagoda, que fica no meio do lago, lá é possível ver também a ponte The Huc (fofa!) que leva ao templo do lago e o show de fantoches na água (que infelizmente eu não assisti).

Hanói tem muito mais coisa para conhecer, em especial, a parte história do Vietnã. Mas como a cidade era apenas uma escala pra mim, não deu pra ver muita coisa.

No dia seguinte fui para Halong Bay, o verdadeiro motivo pelo qual passei por Hanói. Comprei um cruzeiro de 2 dias e uma noite por lá e amei muito esse lugar. Ele é um dos patrimônios naturais do mundo, sabiam? Uma baía lotada de ilhas de pedra inabitadas com muitas lendas e histórias por trás. Um lugar lindo e, na minha opinião, imperdível.

No cruzeiro, as refeições são incluídas e alguns passeios também. Andamos de caiaque, visitamos uma gruta conhecida como “Amazing Cave”, fomos à um mirante de onde era possível ver toda a baía ainda aprendemos a cozinhar os rolinhos vietnamitas. Um passeio super bacana mesmo. Ah! Comprei aqui do Brasil mesmo, para garantir que não ia ficar sem.

Voltando de Halong Bay, fomos conhecer Ho Chi Minh, a antiga Saigon. Lá, eu sabia que iria conhecer e entender muito a respeito da guerra do Vietnã e foi exatamente isso que eu fui fazer lá.

Para o primeiro dia na cidade, fui conhecer o delta do Mekong. Passeio turistão, mas que rendeu fotos lindas desse lugar. No dia seguinte, fui conhecer os tuneis de Cu Chi, construídos pelos vietnamitas na época da guerra para conseguir escapar dos americanos. Lá, além dos tuneis, é possível ver os tanques, armadilhas e as armas usadas na guerra (e sim, você pode atirar com elas se quiser pagar por isso!).

Na volta conheci um pouquinho da cidade, como a Notredame, a prefeitura, um museu de guerra e uma Pizza Hut. Impossível resistir! Hehehehe
Posts completos:
http://coisasqueamamos.com/2013/04/08/diario-de-viagem-ho-chi-minh-city/
http://coisasqueamamos.com/2013/04/01/de-cruzeiro-em-halong-bay/
http://coisasqueamamos.com/2013/03/25/diario-de-viagem-hanoi/
http://coisasqueamamos.com/2013/03/28/rolinho-vietnamita-o-original/

CAMBODJA

Falar pouco sobre o Cambodja vai ser difícil. Foi o lugar que eu mais gostei da viagem. Muito diferente de tudo que eu já vi e conheci. Visitei Siem Reap, a cidade que fica mais próxima dos templos. Exatamente por isso, ela foi construída para atender aos turistas. No centrinho você encontra todos os tipos de restaurantes, mercados (noturno e diurno), bares, nights e muitas lojinhas.

Nos templos, a regra é clara: cada um tem seu tempo. Eu fiquei 3 dias inteiros e acho que foi tempo suficiente. Conheci os templos durante 2 dias e no terceiro dia, conheci a cidade e uma vila flutuante. Comprei tudo no hotel: carro, motorista e guia para os templos e carro com motorista para me levar à vila. Foi a forma mais confortável que encontrei. Mas ir de tuk tuk também é uma opção e você pode negociar isso lá com os milhares de tuk tuks que terão ao seu redor.

Meu roteiro ficou assim:
Dia 1 - Big Circuit + Bantay Sarey
Dia 2 - Small Circuit
Dia 3 - Elephant Ride + Old Market + Floating Village

Post completo: http://coisasqueamamos.com/2013/04/16/diario-de-viagem-siem-riep-camboja/

TAILÂNDIA

Meu objetivo na Tailândia era relaxar, por isso mesmo ela ficou como o último destino da viagem. Comecei minha viagem por Phi Phi, que eu continuo achando que é o paraíso na Terra. Lugar que combina tudo que eu mais amo num lugar de praia: água limpa e quentinha + fervo noturno.

Phi Phi ficou famosa depois de Maya Bay, aparece no filme “A Praia” com Leonardo Di Caprio. É sem dúvidas o lugar mais famoso da ilha, mas muito longe de ser meu preferido. Alugamos um long tail boat e conhecemos várias ilhas e praias da região. Todas lindíssimas, mesmo! Passeio “tem que fazer” de lá. Fiquei 2 dias e meio e podia ter ficado mais. O lugar é incrível.

De Phi Phi seguimos para Samui, uma ilha bem maior e com mais infraestrutura. É de lá que saem os barcos para Ko Tao, uma ilha deliciosa que tem ali perto. E é a vizinha Ko Phangan que realiza, uma vez por mês a Full Moon Party, uma festa maneiríssima, que atrai milhares – sem exagero – de turistas, que acontece na beira d´água de uma das praias da ilha.

Por ser uma ilha grande, Samui oferece várias opções de entretenimento como ótimos restaurantes e lutas de muay thai. Claro que eu não perdi a oportunidade e fui curtir uma luta tradicional de lá. Uma das coisas que eu mais gostei em Samui foi visitar os templos. Foi lá que eu vi os templos mais lindos que podia imaginar que veria. Fiquei realmente maravilhada. Lá, também vi um monge mumificado que é uma espécie de santo para os locais e foi lá também que fui massageada por um elefante. Pois é, tem entretenimento para todos os gostos.

Como íamos voltar para o Brasil por Bangkok, deixamos a cidade por último. Eu já sabia que não ia amar, e realmente não amei. Achei a cidade muito suja e feia, mas nem por isso não tem seus encantos. Palácios, budas, templos… pra quem gosta de conhecer um pouco mais sobre a religião budista aqui é o lugar certo. Fiquei dois dias e meio lá e acho que pra conhecer bem, 3 dias são suficientes. Passei um dia e meio conhecendo todos os pontos turísticos e o outro dia fazendo compras, afinal, de todos os lugares que visitei (exceto HK) esse era o único com lojas conhecidas. Estava com aquela vontade de comprar incubada há 20 dias, foi mais forte que eu.

Uma coisa que eu recomendo muito é que você vá ao Sirocco Bar, o bar do “Se Beber não Case 2”. Se a grana estiver curta e não der pra você jantar por lá (que é caaaaro!), vá apenas para tomar uns drinks, eles tem um bar só pra isso. Mas não deixe de fazer reserva pra garantir. O lugar é muito bacana e tem uma vista incrível da cidade.

Posts completos:
http://coisasqueamamos.com/2013/05/08/full-moon-party/
http://coisasqueamamos.com/2013/05/02/diario-de-viagem-samui-tailandia/
http://coisasqueamamos.com/2013/04/24/diario-de-viagem-phi-phi-tailandia/

Ufa! Espero que vocês tenham gostado desse super resumo que preparei para as meninas e que se animem para fazer essa viagem também. Eu amei tudo que vi, tudo que conheci, todas as experiências que vivi e realmente acho que valeu muito a pena.

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Bem, se a gente já tinha vontade antes, imaginem como a gente não ficou depois de ler e reler tudo isso?

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