1 - @aminhaempregada
Faz tempo que a gente não entra no Twitter como antigamente. Até divulgamos os posts por lá, mas tirando BBB, pouco entramos para escrever frases aleatórias e conversar com povo que ainda não largou mão e tem esperanças que o site volte a ser o que era antes.
Por causa desse quadro, pensamos que não existiam mais perfis novos que poderiam ganhar certa notoriedade, mas a gente se enganou, pois semana passada descobrimos o @aminhaempregada, um perfil que não tem nem 1 mês de existência, já conta com quase 9.000 seguidores e está dando o que falar.
O perfil retweeta frases que contenham a palavra “empregada” e, com esses retweets, ele planeja fazer com que todos enxerguem o preconceito que existe com essa classe. Tem frases de deixar qualquer um de cabelo em pé, como essa:
Que venha rastejando! “@marcellalops: Minha empregada n chega, disse q tá sem ônibus, minha casa tá imunda vadia vem andando!!”
— A Minha Empregada (@aminhaempregada) 18 maio 2014
É ou não é para perder a fé na humanidade lendo esse tipo de frases? E adiantamos, essa foi uma das mais lights, quem tiver estômago, pode clicar aqui e continuar lendo….
Será que esse perfil no Twitter vai conseguir dar um tapa de realidade na cara dessas pessoas? Ou será que vai apenas inibir comentários desse tipo? É claro que a primeira opção é super idealista, mas pensando bem, qualquer uma das duas já é um avanço!
2 - Sapatos vs. cervejas
Será que as pessoas estão vendo problema em tudo? Essa foi a única justificativa que a gente conseguiu dar para o bafafá que deu com a Heineken e a Shoestock, que resolveram se juntar para uma promoção especial na hora da final da Champions League, no sábado.
O vídeo é esse:
Muitas pessoas acharam a ideia machista e comentaram que era um absurdo pensar que, em 2014, ainda tinha gente achando que mulher não gosta de cerveja e futebol. Não sabemos se o fato de realmente preferirmos sapatos a futebol tenha anuviado nosso senso crítico, mas não conseguimos ver razão nos argumentos.
Aliás, a gente se irritou mais com alguns comentários no estilo “depois do jogo o marido vai ver a fatura do cartão de crédito e vai levar um susto” do que o uso do estereótipo de que todo homem gosta de futebol e toda mulher gosta de sapatos. O que vocês acham? Exagero ou machismo de fato?
3 - Enfim kasados!
Como não falar do casamento que fez instagram, twitter e todas as outras mídias sociais bombarem? Kim Kardashian e Kanye West finalmente se casaram na Florença, semana passada.
Quem quiser saber de todos os detalhes, pode conferir o post super explicado do Fashionismo (haja pesquisa! hahah). E de todo o texto da The, uma frase nos chamou a atenção: “Aliás, ela (Kim) disse no Twitter que não terá nada sobre a cerimônia no programa, mas a gente torce pra Kris fazer ela mudar de ideia.” COMO ASSIM, BIAL?
A pessoa que conseguiu o patrimônio que tem só por dividir a vida, que ficou famosa por ser famosa - e ainda por cima levou a família inteira para o mesmo caminho! -, que no primeiro casamento (que está longe de ser legal como esse, convenhamos) teve cada mínimo detalhe filmado, diz que não vai contar os detalhes no programa? Poxa, a gente assiste Kardashians para quê mesmo?
A gente até entende o fato de Kanye não querer aparecer muito no programa, mas ficamos com a pulga atrás da orelha: será que ele vai tirar Kim desse mundo de oversharing que a tornou famosa?

Comentário 1- Fala sério meninas, ClaudINHA LeiTTe também deu o que falar… rs
Agora mais sério
Não tenho twitter, nunca tive e não tinha ouvido falar nesse perfil. Por coincidencia terminei de ler neste fim de semana “A resposta”, livro que fala sobre a relação entre as empregadas negras e as familias brancas no Mississipi por volta dos anos 40. É impressionante ver que hoje, no Brasil, tem gente tratando as domésticas da mesma forma (às vezes pior) do que naquele momento. Não sei, mas parece que o buraco não tem fundo… falta tudo…
Se alguém se interessar pela leitura recomendo MUITO (apesar do tema é escrito de forma leve e você nem nota o tempo passar). Sei que foi feito o filme (Histórias Cruzadas), mas ainda não assisti.
Beijos meninas!
Excelente dica! Já li o livro duas vezes, já vi o filme outras duas! A segunda vez que vi foi na companhia do meu namorado, que é americano…ele me explicou várias outras questões que estavam embutidas nos cenários, nas citações ou falas dos personagens, sobre o racismo americano…como por exemplo, o grupo KKK, que eu nunca tinha ouvido falar, ou do garoto negro que foi morto por ter dirigido a palavra a uma mulher branca…foi uma experiência ainda mais rica de compreensão dos significados da história. E ainda hoje vejo que o mundo não está livre do preconceito…Brasil não tá fora dessa….digo pela mais pura experiência própria…
Eu não tenho empregada. Não pretende ter empregada, mas convivo com muitas mulheres que tem e fico chocada com os comentários que escuto diariamente. Parece que a empregada deixou de lado sua humanidade a partir do momento que começou a prestar serviços para a família x. Na época da PEC das empregadas eu quase peço para tirar férias, tamanho os absurdos que ouvia. É triste comparar com a escravidão, mas é bem por aí mesmo. Pior é perceber que as pessoas fazem comentários desse tipo sem dar a mínima para as consequências porque, afinal, não há consequências. Lastimável!
Meninas
Eu tenho uma teoria do Kanye, ele não quer aparecer porque ele é bem pavão e teria que ter uma programa só para ele. Não dividiria espaço com as demais Kardashians. Outro fato é que acho que ele deve ser do tipo chatão e tem medo de perder seus fãs se caso a exposição seja excessiva. Agora pera lá, se ele tirar a Kim desse mundo, vai ser odiado do mesmo jeito kkkk
bjs e saudades..
Tbm achei exagero isso do comercial, vai negar que a MAIORIA das mulheres prefere comprar sapato do que assistir futebol??Além disso, não é nada ofensivo dizer que mulher gosta de comprar sapato. Até pq o contraponto é homem gostar de ver futebol. São duas coisas fúteis. Seria ofensivo se dissessem que mulher prefere comprar sapato do que ler ou algo assim.
Também não entendi as críticas ao comercial. Achei até engraçadinho.
Esse “politicamente correto” extremado está deixando tudo muito chato, não pode mais fazer graça com nada. Claro que tudo tem limite, mas do jeito que andam as coisas, o mundo vai acabar um lugar muito sem graça, sem filmes, músicas, e até propagandas.
Nossa, também achei muuuuito chato essa bafafá com o comercial. Eu achei bem legal, talvez mudaria algumas frases tipo “hoje não é seu marido que vai te dispensar” etc, mas a ideia no geral não achei nada machista, acho que pessoal tá vendo problema em tudo. Eles foram na maioria, nem precisa ter uma pesquisa pra comprovar que sim, a maioria das mulheres prefere uma liquidação de sapatos a ver um jogo de futebol. Aposto que a maioria das que tavam reclamando nem sabiam que existia o tal campeonato. Aliás, a propaganda é super parecida com uma internacional da Heineken que ficou famosa tempos atrás, que o casal tava fazendo um open house e a mulher mostrava o closet de sapatos, mulherada vibrava e tal, depois ouviam os homens gritando e era uma super geladeira cheia de Heineken. Mesma ideia e nem de longe deu esse barraco. Deve ser porque é “gringo” né? Af.
Sobre o empregada: vergonha. Sobre o kasamento, Kim que não faça a uó e mostre tudo! heheh
Olha, eu faço o tipo “feminista chata”, que participa de qualquer discussão sobre o tema e se mete onde não é chamada para questionar certos preconceitos. Entretanto, acho muito saudável brincarmos com os estereótipos, isso faz parte da vida e não é preconceito. Como uma leitora disse acima, a propaganda comparou dois passatempos ou futilidades, sendo que um é característico do sexo masculino e outro do sexo feminino. Realmente, nem toda mulher ama comprar sapatos, mas nem todo homem ama futebol. A abordagem seria questionável se colocasse um sexo em posição de superioridade em relação ao outro. As brincadeiras e provocações que colocam em pé de igualdade homens e mulheres, mesmo que brincando com estereótipos, são ótimas! E a gente precisa de leveza na vida e de não nos levarmos tão a sério… E todo mundo gasta tempo e dinheiro com bobagens, homens e mulheres ;-)
Exatamente o que pensei, Letícia! Não faço a feminista “chata” mas tampouco me abstenho da discussão, só que nesse caso, não havia o que se discutir, só se divertir com o comercial. Em momento algum me senti ofendida, e olhe que preferi assistir ao jogo, mas fiquei tentada com a promoção! hahahahaha Muito barulho por nada, na minha opinião! Beijos
Claro que comprar sapatos é bem mellhorrrrrrrrr do que assistir essa baboseira que é o futebol, ainda falam que mulher é fútil. E os homens? sabe nada inocente. rsrsrsrsr
Eu troquei uma tarde no Shopping pela final da Champions League - que foi incrível, aliás. #detestoclichês #amofutebol
E acho um desaforo a Kim Kardashian não querer mostrar o casamento. Tá quebrando o contrato com a audiência! Se for assim, que pare de ganhar de dinheiro apenas por ser famosa, já que não faz absolutamente nada de relevante, a não ser fornecer o guilty pleasure da galera!
Ai meninas, em relação ao comercial da Heineken, acho sim que foi bem machista.
Ele reforça estereótipos de gênero, tanto pq coloca homens como “pessoas que gostam de futebol” e mulheres como “pessoas que gostam de sapatos”, qto pq coloca as mulheres na posição de “pessoa chata que estraga o lazer do homem”, dando ao cara uma desculpa pra se livrar da patroa.
São esses estereótipos, reiteradamente repetidos, que geram comentários como o que incomodou vcs, de que é o homem quem pagará a conta do cartão de crédito da mulher que comprou o sapato.
Não quero ser chata, mas será que justamente reforçar esses esterótipos não é o que faz homens gostarem de futebol e mulheres de sapatos? Digo, se a sociedade diz que meninas são de um jeito e meninos são de outro, será que isso não limita a individualidade?
Acho complicado falar em “maioria dos homens” gosta disso ou “maioria das mulheres” gosta daquilo como se fosse um carimbo que vc recebe qdo nasce e não a educação e a vida social que te cercam.
Só pra encerrar, minhas amigas, de todos os ambientes que frequento, amam futebol, eu inclusive, enqto meu namorado não sabe nem o que faz o bandeirinha.
Não me levem a mal, adoro o blog, apenas achei que valia compartilhar a reflexão.
Oi, Kami, adorei seu comentário!! Engraçado que ultimamente eu tenho prestado muito a atenção nisso, mas nesse caso eu não vi dessa forma. Ou melhor, meu lado que adora um case de marketing apenas viu duas marcas que quiseram aproveitar para melhorar as vendas e se uniram para fazer algo diferente. Claro que eles caíram no estereótipo mais comum do mundo, mas não sei se daria algum resultado se não fosse dessa forma!
Nesse caso em específico, eu não senti uma limitação à individualiadde, não acho que o tom usado foi de imposição ou algo do tipo. Até porque somente quem se identifica com a situação absorveu a mensagem básica do comercial (isso é, na hora do jogo também vai ter uma promoção de sapatos). Ou então quem adora um desconto e não necessariamente tem um namorado! rs
Esse é o tipo de assunto que sempre terá espaço para as mais variadas interpretações, adorei que vc deu a sua!
Oi Carla!
Entendo seu ponto de vista, mas posso deixar mais um comentário? Sem querer ser chata, só queria explicar um pouco o que acho.
Até mesmo diante do modo como a propaganda foi “lançada” na página da Heineken no facebook, pra mim o machismo ficou evidente. Vou copiar pra vc o que eles escreveram no dia 21 de maio:
“Sua mulher vai ter um compromisso imperdível bem na hora da final da UEFA Champions League. Coincidência? Não. Providência. Heineken Shoe Sale, bem na hora da final da UEFA Champions League. Veja o filme e avise sua mulher.”
Diante da repercussão negativa na própria página, com muitos comentários, eles postaram outro texto mais tarde:
“Se sua mulher for fanática por futebol, ignore esse post. Caso contrário, veja este vídeo. Heineken Shoe Sale, bem na hora da final da UEFA Champions League. Veja o filme e avise sua mulher.”
Pra mim, o jeito que foi escrito o primeiro post, e depois tentaram arrumar no segundo, mostra que mulheres nem mesmo são público alvo da cerveja, a bebida se destina aos homens (o que tb vemos nos comerciais de cerveja com mulher pelada, que critico igualmente). E o msm diga-se quanto ao futebol, tendo as duas marcas se unido (“Coincidência? Não. Providência.”) para que os homens possam desfrutar do seu hobby.
Nessa linha, a resposta da Heineken às consumidoras que reclamaram no próprio facebook (vou colar uma das respostas como exemplo):
“Heineken Olá Laís, tudo bem? Nós fizemos a ação na melhor intenção de agradar vocês! Se você prefere ver o jogo, vem com a gente!”
Como um “convite” para que a mulheres, que não são consumidoras da Heineken (só da Shoestock) nem “telespectadoras” de futebol, se juntem aos homens, donos dessas praias, se quiserem, ta permitido.
Ainda, só queria apontar mais uma coisa como objeto de reflexão mesmo, no Brasil o futebol é visto como um hobby, algo que mesmo identifica o brasileiro, o país - e associado aos homens. Comprar, de outro lado, é uma futilidade no sentido negativo da palavra, e associado às mulheres.
Enfim, desculpa o comentário longo, não quero impor o que eu acho, mas só estimular que a gente possa compreender um pouco mais a opinião do outro sem cair na história do “feminazi” ou “ditadura feminista” ou “politicamente correto”.
Gosto do diálogo que vcs permitem no blog, leio sempre e gosto mto de vcs!
Beijo grande
Kami, não tinha visto esses comentários que você citou. De fato, achei que foi uma comunicação bem falha! No vídeo, eles brincam que a mulher que vai dispensar o homem dessa vez, e eu achei engraçado porque é uma situação que acontece com alguma frequência (meu marido não curte futebol, mas já vi muito essa história do namorado combinar um bar com os amigos para ver algum jogo e nem cogitar convidar a namorada com a justificativa que só vai ter homem). Mas de fato, a divulgação deixa a entender que a mulher só vai para atrapalhar mesmo, e não deveria ser essa a pegada! Ou melhor, não precisaria ter essa pegada, né??
Obrigada pela explicação! Não acho que vc está impondo algo, pelo contrário, você está complementando esse post! :)
Beijos
Obrigada pelo espaço, acho que juntas conseguimos todas analisar melhor, cada uma com sua opinião!
É isso que gosto do blog, parece uma conversa com amigas!
Beijos
Concordo com o que a Kami colocou, com todos os argumentos. Fico incomodada com publicidade que reforça estereótipos de gênero. Achei que a propaganda tratou sim as mulheres como seres consumistas, e não sei até que ponto dá para equiparar futebol e consumo como duas coisas “fúteis”, quer dizer, o comercial em si não tem esse viés. Não entendi como uma brincadeira com os clichês porque não houve subversão nenhuma, só um reforço do que é repetido o tempo todo – homens gostam de futebol e mulheres de compras. Eu gosto de futebol e conheço muitas mulheres que gostam, eu e meu namorado assistimos a jogos juntos, e se vê por aí uma participação cada vez maior das mulheres no jornalismo esportivo, inclusive. Talvez justamente por isso tenha havido tanta reação negativa à propaganda, porque essa ideia de “mulher mala que não gosta que o marido assista a jogo” não gera tanta identificação, né? Em suma, a Heineken é minha cerveja favorita (rs), mas achei essa abordagem equivocada.
No mais, gosto muito do blog, principalmente desses posts de segunda. Gostaria de parabenizá-las pela forma como trazem e tratam temas polêmicos, vocês sempre se posicionam, nem sempre concordo com vocês, mas vejo que colocam suas opiniões sempre de forma respeitosa e ponderada e abrem espaço para o contraditório. Isso é muito legal.
Beijos! :)
Se a gente não abre espaço para opiniões contrárias, a gente não cresce, né? Já aprendemos muito com pessoas que discordaram da gente e gosto do argumento de vocês duas! Acho que vocês têm um ponto e respeito, sou eu mesmo que não consigo enxergar muito motivo para preocupações em uma propaganda como essa, mas talvez eu tenha que começar a prestar atenção nisso, né?
Obrigada pelo seu comentário! :)
Pena que não vi o comercial a tempo… Assisti à final da Champions League com meu marido e adoraria comprar sapatos no intervalo!
Acho que devemos rir mais e simplificar a vida!
Beijos meninas!!!
Erica, tô sem comentar por pura falta de tempo, mas não poderia de deixar meu apoio a tua visão. É isso aí!
Ok, é estereótipo sim, mas vamos rir um pouco deles, gente?
Outro ponto: agora gostar de sapato em promoção é pecado? Sapatos e futebol são incompatíveis? Juíza de futebol não usa scarpin fora do trabalho? Aí caímos em outro estereótipo: de que mulher para ser inteligente tem que ser descuidada, não ter vaidade e não pode gostar de comprar sapatos. É isso! #fui
Pois eh, nao vi o tal comercial, talvez porque em Porto Alegre nao tenha Shoestok, mas lendo os comentários me deparei com , pelo menos, dois sentimentos.
O primeiro eh o imediato, que eh o objetivo do marketing, de achar engraçado, apesar de ofensivo, e pensar “va la, eh machista mas esta bem feito”.
O segundo eh exatamente sobre o quanto o machismo eh insidioso. Sem perceber acabamos concordando com seus estereótipos, seja por te-los introjetados, seja por medo de sermos consideradas ‘feministas chatas”.
Bom, em primeiro lugar, qualquer mulher que considere que tenha os mesmos direitos que qualquer outro ser humano no planeta EH FEMINISTA.
Segundo lugar, feminismo eh a luta pela igualdade de direitos, e nao o oposto do machismo, pois uma feminista nao esta tentando subjugar os homens e isso precisa ficar claro!!!
Generalizações sao burras porque reduzem as pessoas, entao homens que nao gostam de futebol continuam sendo homens, mulheres que amam futebol seguem sendo mulheres e todos usam sapatos!
Os dois primeiros assuntos são mais sérios e percebi que a maior parte dos comentários são sobre eles, mas… Quero falar sobre Kim! O primeiro casamento dela não foi o televisionado, aquela ostentação toda… Aquele foi o segundo casamento dela! O primeiro foi aos 19 anos! Esse casamento com o Kanye é o terceiro e torço para que seja o último, gosto bem mais dele do que do Khris, apesar de falarem que o Kanye é egocêntrico e dele gostar de manter a vida privada…
Nunca me interessei pelo twitter, mas achei esse perfil bem interessante, estimular a reflexão e preconceito é sempre muito valido! Sobre a Kim, não tenho o que dizer, porque sou uma pessoa que até agora não sabe exatamente quem ela é e o porquê de tantas notícias em torno desta família.
Sobre o comercial, fiquei incomodada! Sou apaixonada por futebol e sei bem como esse meio é preconceituoso e machista (vide as manifestações contra as auxiliares Nadine, Fernanda…). A brincadeira com o “mulher gosta de sapato” não me ofendeu tanto. O que eu não gostei desse comercial foi o tom, foi o “estamos falando diretamente com você homem, achamos um jeito de enganar a chata da sua mulher, bolamos uma promoção de sapatos e você, desta vez, nem vai precisar dispensá-la, é você, com nossa ajuda, que será dispensado, e a bobinha da sua muher vai cair direitinho o nosso plano, você poderá assistir o jogo sem a perturbação da dela e anda vai ficar parecendo que ela que quis ir comprar sapato, vamos manipular as circunstâncias para ela pensar que ela é dona da situação”