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12
abr
2010

Trip Tips: Comendo bem em Paris

Europa, Paris, Trip tips, tt, Viagem

Vou começar hoje as minhas dicas de Paris. Primeiro, porque ainda tá tudo fresquinho, e segundo, que é pra matar as saudades que eu vou sentir já to sentindo daqui!

Pra dar início à tudo que eu vi e absorvi de Paris, vou falar dos restaurantes que eu fui e achei que valia a pena contar pra vocês. Aviso já que esses não são os mais baratos, mas quem quiser dica boa e barata, arrasem nas barraquinhas de crepes! É higiene 0, já que eles pegam o crepe com mão do dinheiro que a gente acabou de entregar, mas se bobear, é bom por causa disso! (ééééca kkk)

Les Deux Magots: Conhecido por obrigar os filósofos e escritores Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir, esse café é super famoso. Ele é ótimo para comer, beber uma besteirinha e, como diria minha vó, “ver as modas” (e a igreja de Saint Germain des Prés, já que ele fica em frente!) enquanto descansa do dia de andanças. Mesmo no frio(zinho, já que no friozão eles provavelmente não botam as cadeiras do lado de fora), é ótimo sentar lá fora, mas escolham um lugar que fique embaixo dos aquecedores! Endereço: 6 place Saint-Germain-des-Prés

Fauchon: Na verdade, eu fiquei apaixonada com a fachada do lugar, toda preta e rosa com cadeiras e mesas altas também rosas, mas no dia que eu fui pra comer uma besteirinha, tava fechado! :( De qualquer forma, meus pais já conheciam e me deram a certeza de que ele realmente é bom como parece. Tem sanduíches, sopas, saladas como também tortas e macarrons. Além de ser um ótimo lugar para comprar comidinhas e temperos diferentes e gostosos. Endereço: 24,26,30 Place de la Madeleine

Hôtel Costes: O restaurante desse hotel é algo que vale a pena gastar o dinheiro (mas não achei caro o prato que eu comi, por incrível que pareça!) e sentir o luxo. Ambiente maravilhoso, um antigo muito moderno, confortável, chic e muito, muitooo in. Ele é conhecido pelos CDs, com músicas lounge, que são vendidos no Brasil na Travessa e na Fnac, mas tem muito mais que isso. Minha mãe, no auge da sua sorte, já cruzou com o Yves Saint Laurent por lá (não esqueçam que é um hotel, né? esse sim é caro!)! Ai, gente, vale a pena e ponto. Pena que não fui eu que encontrei com ele, não sei o que eu faria. ahahah Endereço: 239, rue Saint-Honoré

L’Avenue: Fica na rua das grandes grifes, tá longe de ser dos mais baratos e a comida é boa, mas existem melhores. O que me impressionou foi o desprendimento das mulheres - que aliás são dignas de serem melhores amigas de Carrie Bradshaw - que deixam suas Birkin’s e Chanel’s jogadas pelo chão. Não precisam entrar pra comer, mas deêm uma passada na frente só pra olhar! Endereço: 41, Av. Montaigne

Café de La Paix: É um restaurante clássico e atemporal em Paris, já que fica no famoso Grand Hotel. Só tem um porém, é o mais caro. Pra compensar, tem a brasserie, com comidinhas mais baratas e igualmente gostosas. Endereço: 5 Place de L’Opéra

Pizza Pino: Conhecidíssima, no coração da também conhecidíssima Champs Elysées, ela é boa, barata e com porções bem generosas. A pizza é maravilhosa, mas as pastas também valem muito a pena! Endereço: 33, Avenue Champs Elyséés

Alguém tem mais alguma dica pra dar?? Estamos sempre abertas a novidades!

7
abr
2010

Trip Tips: Paris - Os castelos da França

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Quem me conhece sabe que eu sou apaixonada por castelos e acho secretamente (não mais tão secreto assim) que eu deva ter morado em um numa vida passada e, espero eu, como uma princesa! hahaha

Então as minhas expectativas eram grandes ao conhecer pela primeira vez os 3 castelos mais conhecidos do Vale do Loire. Sim, são 3 de muitos! Conheci Chambord, Cheverny e Chenonceau, cada um com sua particularidade e lindos. Vou contar tudo aquilo que eu achei mais incrível pra vcs, tá? Vai ficar grande, porque praticamente tudo é incrível! rs

Chambord é um castelo de apenas 3 andares, mas mesmo assim foram suficientes para guardar 77 escadas, 282 lareiras e 426 aposentos. Foi construído pelo rei Francis I, na época com 25 aninhos (gente, ele com 25 anos construía um castelo, e eu??? hahahha), com o objetivo de ser uma casa para a temporada de caça, mas ele acabou se inspirando nas construções de castelos medievais. O legal de Chambord é que transformaram alguns quartos em verdadeiros museus, com roupas usadas na época, as pinturas das pessoas que frequentavam o lugar, os tipos de animais que caçavam (feioooo, tudo bicho empalhado, horrível!!!), etc. Além disso, a vista do “terraço” é maravilhosamente absurda e eu comi um crepe de Nutella maravilhoso (hahahha, desculpa, mas meu momento gordice existe) no “vilarejo”, onde os visitantes podem almoçar e comprar especiarias. Ah sim, vale dizer que foi o único dos 3 que pagamos estacionamento, cerca de 3 euros. Custa 8,50 € em baixa estação e 9,50 € na alta.

Cheverny foi o que passamos menos tempo. A parte de visitação é bastante restrita porque a família do Marquês e da Marquesa de Vibraye moram no local(tirando o fato de ser longe de tudo, é surreal imaginar alguém atualmente morando em um castelo! hehe). Além disso, a maior parte dos aposentos são cercados e quando se segue o fluxo de gente, fica pouco tempo pra admirar, né? Tirando isso, a outra atração de Cheverny são os cães de caça que eles continuam criando até hoje e virou o “mascote” de lá. Custa 7,50 € o bilhete mais barato (a gente pegou esse)

Chenonceau é tudo que eu esperava de um castelo! Foi o que eu mais gostei. Pra começar pelo fato que o castelo é rodeado por um fosso gigante e ele ainda possui arcos para a passagem do Rio Cher. Esse clima todo “filme de época” mais o caminho de chegada no castelo, rodeado por árvores ainda em clima outonal, foram suficientes para ganhar meu coração. Os jardins são lindos, e olha que eles ainda não estão nem 1/3 de floridos… E não sei se foi impressão minha, mas achei que dentre os 3, esse foi o que tiveram mais cuidado para manter os detalhes bem fiéis. Foi o que mais me convenceu que realmente teve gente de séculos atrás vivendo ali, e não criaram ontem pra atrair turistas e extorquir dinheiro. kkkk Custa 10,50 € o bilhete sem o audioguide (e a gente nem achou que fez falta)

Agora, esses 3 que me desculpem, mas o que eu realmente sai em choque e completamente anestesiada foi Versailles.

Não se espanta que seja o mais caro de todos. Custa 15 para entrar e o estacionamento é por hora e pagamos 11,50 por mais ou menos 5 horas, sendo que não conseguimos ver tudo. A fila pra comprar era imensa e a fila pra entrar era tão grande quanto. Sem contar a dos banheiros, poucos para a imensidão do lugar e de visitantes.

Mas tudo isso virou mero detalhe prontamente esquecido pelo ouro, cobre e mármore, muito mármore, que revestiam o local! Se o objetivo era realmente ostentar (e era!), bati palmas de pé! Praticamente todos os aposentos têm nas pinturas algum significado e você vê a História (é, essa mesma que todo mundo pensa em dormir na época de escola) passando por você e dando tchauzinho.

E quando você acha que já viu de tudo, pinturas tromp l’oeil nas paredes, tetos com deuses mitólogicos representados e capelas maiores que muitas igrejas, a gente se depara com o famoso Salão dos Espelhos. Esquece a coisa mais linda que você já viu, porque vai ser difícil fazer jus. Um salão, onde antigamente eram feitos os bailes, com espelhos que ficam de frente para janelas gigantescas, de modo que eles refletem todo o jardim (comentários à parte!) para os convidados apreciarem, não importando o lado.

Fora isso, ainda mostra o quarto do rei, localizado estrategicamente para onde o sol nasce e o de Maria Antonieta, mostrando, inclusive, a porta por qual ela escapou temporariamente da guilhotina.

Depois de tudo isso, quando já pensamos que vimos tudo, nos deparamos com os incríveis jardins, se é que pode chamar aquilo de jardim, já que é enorme, quase a perder de vista. Pra se ter uma idéia, dá para alugar carrinhos elétricos, bicicletas e até comprar um ticket para andar em um trenzinho que leva à outras partes da propriedade, inclusive o Grand Trianon, o Petit Trianon e uma parte exclusiva de Maria Antonieta.

Eu nem entrarei em detalhes dessa última parte porque não conheci, infelizmente! De qualquer forma, deixou aquele gostinho de quero mais e vontade de voltar logo…

PS: Quem for na primavera, vai ter uma vista ainda mais privilegiada dos jardins de todos os castelos, já que eles são rodeados por jardins praticamente infinitos!

PS2: Em Versailles, vale alugar um audioguide. Aliás, alugar, não. É só pedir, informar sua língua, que eles te dão. Infelizmente, só tem português de Portugal, mas já dá pra entender bastante coisa!

PS da Jô: Eu fui em 2002 aos primeiros 3 e o de Chenonceau e Cheverny foram meus preferidos, quanto a Versailles eu achei lindo, mas como as duas vezes que fui doi no inverno os jardins não ficam tão lindos então eu achei o castelo realmente chocante, mas os do Vale do Loire me encantaram mais. (Mas sou como a Cah, amo Castelos)


3
abr
2010

Trip Tips: (f)utilidades em Paris!

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É, gente, é isso mesmo!! A partir de hoje, o blog trará novidades da Cidade Luz diretamente pra vocês! Eu, Carla, estarei procurando novidades bem legais pra contar pra vocês e, se tiver internet, estarei atualizando diretamente de lá! Sigam o Twitter, aqui e, provavelmente o Facebook para muitas fotos e atualizações! E depois, vamos fazer mais um post mega informativo, que nem fizemos com NY e Las Vegas! E, claro, não esqueceremos de vocês, queridas e fiéis leitoras, então preparem-se porque em breve teremos surpresinhas!

Fiquem ligadas nos próximos capítulos!

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