Quem tem Instagram já viu, mas antes de mostrar minhas comprinhas da viagem, queria fazer um depoimento.
Pausa dramática.
Há um ano e meio atrás, me mudei, saí da casa dos meus pais e vim pra SP. Como se me despedir deles já não fosse muito, tive que me despedir também do armário encantado de dona Leila, minha digníssima mãe e colecionadora de bolsas e sapatos que me deixam babando. E aí, como já aconteceu com muita gente, tenho certeza, me vi sem as tantas opções que eu tinha antes.
Então, desse tempo pra cá, em toda viagem que faço dou uma leve ignorada nas fast fashion e gasto minhas economias (e a do marido também) com peças que não são nada baratas, mas que no fim das contas, o custo x benefício vai compensar cada centavo.
E como o dinheiro não nasce magicamente no meu jardim (quem dera), to fugindo de produto caro que tá “na moda” e apostando em peças mais atemporais. Dito isso, eis meus investimentos (porque comprinha, ainda por cima no diminutivo, tá longe, né?):
A bolsa eu já tava namorando há tempos pra substituir a que eu tava usando da minha mãe (essa que apareceu em quase todos os looks).
O sapato é outra paixão que datava de milênios e que não se concretizava porque eu não economizava o suficiente.
Comprar um óculos escuros já era uma prioridade, porque o antigo (e bota antigo, era do meu pai) já estava todo torto e arranhado. Mas eu nunca namoro óculos pela internet, porque eu preciso ver como funciona com o meu rosto. Demorei, experimentei 950 mil tipos diferentes e encontrei esse quase no final da viagem.
Já a pulseira foi no último dia da viagem e confesso que foi por impulso (e por ter dinheiro sobrando, óbvio). Mas um impulso que eu não tiro do braço, então valeu a pena. hehehe
Já que eu falei de comprinhas, tiveram coisas que eu não consegui resistir e senti que me arrependeria muito se não levasse pra casa. Aí foi botar no cartão de crédito e deixar a dor de cabeça pra depois!
A espadrille foi amor à primeira vista, mas acreditem se quiser, fiquei na dúvida entre levar ela ou a nude. É, porque essas coisas cheias de “tendência” sempre me fazem analisar mentalmente meu armário todo pra saber se vale a pena levar ou não. Valeu, to usando horrores.
A rasteira é da marca Emanouel e eu comprei no centro de Mykonos. E olha que coisa, tem online e entrega no Brasil!
O colar foi numa loja em Oía, em Santorini. Nem sei como consegui achar já que tenho a tendência de ficar desnorteada quando vejo muita coisa parecida em um mesmo lugar. Pelo preço que foi, com certeza não é turquesa, mas engana direitinho.
Como deu pra perceber, nada de roupas. Não foi de propósito, mas acho que, inconscientemente, to numa fase em que prefiro investir em acessórios!
Pra quem leu até aqui, beijo e brigada pela paciência! ;)
Carla