3
dez
2015

Gravidez e animais de estimação

Gravidez

Outro dia estava mostrando o Jack no meu snapchat (carlaparedesp) e recebi uma mensagem de uma seguidora dizendo que ficava muito feliz de ver que eu não tinha abandonado ou deixado ele de lado depois que descobri a gravidez.

Na hora, meu primeiro pensamento foi: “nunca que eu ia fazer isso, quem faz uma coisa dessas??”. Mas não precisei de 5 minutos para lembrar de pelos menos umas 3 histórias de pessoas conhecidas (ou seja, não foi “a amiga da amiga”) que deram seus animais de estimação quando o bebê chegou em casa.

A última que eu me lembro foi o cachorro da minha vizinha, que só foi parar no apartamento ao lado porque a filha dela resolveu dar o bichinho para a mãe depois que seu segundo filho chegou (sendo que o cachorro tinha sido presente para o primeiro filho, que já tem seus 7 anos). Eu ouvia ele diariamente quando pegava o elevador, até o dia que eu parei de ouvir e descobri que minha vizinha também resolveu dar o cãozinho. A justificativa dita por ela em todas as letras? Ele dava muito trabalho - por muito trabalho, leia-se, ele ia 4 vezes por dia na rua (e ele era menor que o Jack, ou seja, nem precisava disso tudo para gastar energia!).

Nós 3, no quarto do Arthur :)

 

Por aqui, meus planos são de deixar o Jack participar de todas as etapas. Tanto que levo ele no quarto constantemente, deixo cheirar tudo, botei uma caminha que ele ama perto da poltrona e até dentro do berço (que está com o colchão fechado no plástico ainda) ele já foi parar. Tanto eu quanto o Bernardo costumamos falar para ele que o Arthur tá chegando, botamos ele perto da barriga e etc. Sinceramente, nem sei se precisa, porque ultimamente o Jack está mais companheiro que nunca, estou até surpresa. A impressão é que ele está entendendo que alguma coisa tá acontecendo, mas não sabe muito bem o que é. rs

Depois que o Arthur nascer, eu e Bernardo também já planejamos como será feita a apresentação, que aliás, foi dica de um casal de amigos que também tem um shih tzu e foi liberada pela Dra Silvia, a veterinária que acompanha o caso do Jack. A ideia é a seguinte: Assim que tivermos uma mantinha, pano ou roupinha com o cheiro do Arthur, o Bernardo vai trazer para casa e deixar o Jack cheirar. No dia que chegarmos em casa, vamos botar o bebê conforto no chão e deixar que ele reconheça o Arthur. Confesso que já estou imaginando essa cena e achando muito fofa! Não sou das expectativas, mas dessa vez quebrei minhas regras e queria muito que fosse exatamente do jeito que estou sonhando!

Outra dica que eu peguei é de não mudar muito a rotina do cachorro. Continuar com as brincadeiras, os carinhos, os passeios na rua, banho, comida e tudo aquilo que ele já está acostumado a fazer no dia a dia. Isso eu achei fácil, até porque tirando os horários dos remédios - que até o Arthur nascer, provavelmente vai ser mais reduzido do que já está - o Jack é um cachorro muito fácil de cuidar. É independente mas companheiro, ama brincar sozinho e só gosta de chamar a atenção para avisar que fez suas necessidades no lugar certo. rs Infelizmente ele ainda está proibido de ir na rua, mas no momento atual isso é mais uma vantagem do que uma coisa ruim.

Agora falta praticamente um mês para o Arthur chegar (isso se ele não for um apressadinho, né? hehe) e em breve eu verei se todos esses meus planos, sonhos e supostas certezas vão se concretizar. Pode ser que eles se amem, pode ser que o Jack estranhe e até pode acontecer de um não ir com a cara do outro. A minha única certeza absoluta é que o Jack não vai sair de onde está.

Pode parecer absurdo, mas é mais comum do que se imagina, infelizmente. Inclusive, acredito que todo mundo aqui conheça pelo menos uma história dessas, certo? À medida que eu vou lembrando me vêm histórias que deixam meu cabelo em pé. Já vi amiga grávida ser apedrejada por ter ficado com seus gatos (toxoplasmose pode pegar através da alimentação, e ninguém aqui come cocô de gato, né?), já vi gente conhecida dando cachorro que tinha sido adotado há 6 meses porque a criança puxou o pelo e ele rosnou (rosnou, não mordeu!) e já vi casos como o da minha vizinha, cujo animal trocou de dono e de casa duas vezes em menos de 1 ano.

Obviamente não vou julgar casos extremos - exemplo, o bebê é extremamente alérgico a pelos de gato ou de cachorro, os pais tentaram de tudo e nada deu jeito - mas julgo com todas as minhas forças quem acha que animal de estimação pode ser tratado como um ursinho de pelúcia, que você doa ou joga fora com facilidade e sem pensar nas consequências e sem remorsos.

Durante a viagem que estávamos trazendo o bebê conforto que estava no Rio, ele resolveu se acomodar e ficar confortável.

Em breve eu contarei aqui como foi o nosso período de adaptação, mas enquanto isso, adoraria ouvir a opinião de vocês sobre o assunto e saber como foi esse processo para quem tem filhos e animais de estimação! :)

Beijos!

33 respostas a Gravidez e animais de estimação

  1. Fernanda disse:

    Oi Carla!

    Essa é a primeira vez que comento, apesar de sempre ler os posts do F-Utilidades. Eu ainda não tenho filhos, mas tive animais de estimação a vida inteira e sei o quanto nós nos apegamos a eles e eles se apegam a nós. Só escrevi para comentar que acho sua relação com o Jack muito bonita e que seu texto foi muito emocionante. Parabéns pelas iniciativas que você já vem tomando.

    Beijos

  2. Michelle disse:

    Carla, não consigo entender a atitude de abandonar um animal em qualquer circunstância. Muito legal você expor isso, pois acontece o tempo todo. Tem gente que pega bicho para criar só pq acha bonitinho e depois não quer arcar com o tempo e nem com as despesas que acarreta. O Jack tem muita sorte de ter pais como vocês e vai ser muito companheiro do seu bebê!
    Beijos

    • Carla disse:

      Tem gente que acha que animal de estimação não dá trabalho, que é só botar comida, água e oferecer um lugar para ele fazer as necessidades que tá tudo certo, mas esquece que eles precisam de carinho, atenção, cuidados…E aí, quando vê que a prática é muito mais complexa que a teoria, desiste! Um absurdo, né? Mas acontece e muito!!
      OBrigada!!Beijos

  3. sabrina disse:

    a última foto é a melhor de todas. <3
    adorei o texto e concordo com sua opinião.
    espero que eles sejam grandes amigos. Crescer junto a um animal de estimação traz grandes ensinamentos pra vida.

    • Carla disse:

      Também acho que só tem benefícios crescer com animais! :) Obrigada!!

  4. carolina disse:

    Adoreeeeeeeeeeeeei a atitude! Bichinhos de estimação não são de pelúcia MESMO! É chocante, mas muita muita gente dá o bichinho depois que o bebê nasce ou, pior, o deixa de lado, confinado num pequeno espaço da casa.
    Quando decidimos adotar um animal, temos que pensar se poderemos ficar com ele em todas as situações normais da vida, como casamento, gravidez, mudança etc. Caso haja dúvidas, melhor não adotar.
    Amei que o Jack tem uma família muito amorosa garantida! Com certeza vai ser super companheiro do seu filho =).

    • Carla disse:

      Muita gente, Carolina! Fico chocada! E eu ia falar exatamente isso que você disse no texto, mas não consegui ser tão clara quanto você. Se tiver duvidas quanto a ficar com o cachorro em qualquer circunstância que seja, não adota e não compra!
      Beijoos

  5. Stephanie disse:

    Carla, adorei esse post. Acho louca a pessoa que se desfaz do cachorro como se fosse um objeto, seja qual for a justificativa. Sobre a adaptação do Jack ao Arthur, só dou mais uma dica: não saia com o Jack de casa para colocar o Arthur e depois trazer o Jack. Deixe o Jack em casa, espere ele vir na porta e entre com o Arthur aos poucos. Cachorros tem uma noção territorial muito forte, e a forma com que o Arthur vai entrar no ambiente é muito importante. Se ele voltar da rua e o Arthur estiver em casa, ele pode achar que ele invadiu o espaço e é um concorrente. Já se for entrando aos poucos sob os olhares dele, ele vai achar que é um novo membro que entrou com o consentimento dele. :)

    • Carla disse:

      Eu também acho louca, pior que minha vizinha falou com tanta naturalidade que toda vez que eu vejo ela com os netos me dá vontade de ser sarcástica e perguntar se não quer dar eles também (não sou muito fã da minha vizinha antes mesmo desse episódio hahaha). E boa dica, Stephanie! Foi exatamente assim que ensinaram, e ainda falaram para o Bernardo entrar com o Arthur enquanto eu dou atenção ao Jack, já que eu sou a pessoa que ele mais respeita aqui dentro de casa!

  6. Cristine disse:

    Carla, achei muito lindo seu post.
    Tudo o que eu poderia dizer as meninas que comentaram mais cedo (Fernanda, Michelle e Sabrina) já disseram.
    Sorte, saúde e felicidade para você and family!

  7. Ana disse:

    Parabéns pela sua linha de raciocínio, as pessoas em nenhum momento se lembram que o animal se apega ao dono. Com tantas coisas para comprar que quando as pessoas enjoam podem se defazer, pq comprar uma vida animal? Não comprem!!!! Gastem dinheiro com outra coisa!!!! Sinceramente, não confio em epssoas que sem motivos concretos se livram dos bichinhos.

    • Carla disse:

      Mesmo se adotarem, tem que adotar pensando em todas as possibilidades né?

  8. Aline disse:

    Carla! Nossa fiquei emocionada com seu post! Quando te mandei o recado, nem sabia se vc iria ler, mas eu achei tao linda sua atitude que tinha que mandar mesmo assim! Obrigada por ter lido, e respondido!
    Como todo mundo falou eu tb nunca vou entender como conseguem abandonar um bichinho.
    Eu moro nos eua, e meu marido me deu nosso cachorro num momento q eu precisava muito, estava muito sozinha em casa, num pais novo, sem conhecer ninguem e estudando o dia inteiro. (ainda estou na verdade, mas enfim =) era muito ruim, pq ele viaja muito no comeco e eu ficava semanas sozinha. Decidimos juntos ter um cachorro, e ganhei de aniversario. Hoje nao imagino minha vida sem ele, como ele me ajuda todos os dias, como alegra meu dia, como tem tanto amor sendo tao pequenino! hahhaahaha
    Quando tiver filhos quero fazer a mesma coisa que voce. Ja peguei as dicas! =)
    Desejo a sua familia linda toda felicidade do mundo!!!
    Muita saude, paz e amor!!
    Beijocas!
    beijo no narigo do Jack! <3
    e no pequeno Arthur que tem muita sorte de ter vc como mae!!

    ps. o teclado daqui nao tem acento. -`

    • Carla disse:

      Oi, Aline! As vezes a gente se inspira com qualquer coisa mesmo, nesse caso, foi a sua mensagem lá no snap! Muito obrigada! :) Beijos!

  9. disse:

    Oie
    Quando minha sobrinha nasceu, fizemos essa técnica de trazer roupinha dela para nossa cadelinha Juju cheirar. Quando foram apresentadas, ela cheirou e fiou por perto. Sempre conviveram muito bem.
    A Juju sempre vigiou o berço quando ela estava dormindo, e quando acordava, vinha avisar a gente! Dava um tapinha da perna, e corria para o quarto.
    Agora nasceu a segunda sobrinha, foi a mesma coisa, a Juju continua vigiando e cuidando.
    Teve um episódio engraçado, de uma vizinha que veio ver a bebê, e a Juju não deixava ela chegar perto, rosnava e avançava quando ela ameaçava chegar perto.
    A melhor coisa que pode acontecer é os dois serem criados juntos, serão companheiros e amigos. Vejo pela minha sobrinha mais velha que fala da Juju como se fosse uma amiga, beija ela, e diz que a ama. É maravilhoso.

  10. Aline N. Fermiano disse:

    Parabéns pela atitude…..com certeza farei a mesma coisa…. jamais abandonaria um ser que me dá só amor…..

  11. Alice disse:

    Carla, que texto lindo! Não sei se você já comentou, mas gostaria de saber de onde é o papel de parede do quarto do Arthur! Lindo demais! Bj

  12. Adrian Carol disse:

    Eu e meus irmãos sempre fomos criados com cachorros, se perdia um logo minha mãe já trazia outro, ela sempre achou importante esse vinculo.. Crescemos assim e aprendemos que assim era bom.
    Meu irmão se casou com uma mulher louca por cachorro, mais ate do que nós hahahahah.. então imagina os dois apaixonados, casaram e ganharam a Lisa uma labradora, igualzinho o Marley em versão feminina hahahahaha.. Resumindo, após 2 anos veio o Felipe e o medo de toda mãe , sera que meu filho terá alguma restrição? Aliais é um cachorro grande,solta bastante pelo e é criada dentro de casa.
    Perguntou para pediatra que disse NÃO, não tem problema algum e o fato de vc criar seu filho junto com o animal, o próprio organismo cria resistências.. Hoje vive os quatro tudo junto e misturado e o Felipe simplesmente ama, qualquer cachorro que se aproxima ele já sai abracando hahahah..

    Bjos Carla

  13. Ju disse:

    Oi, Cá! Adorei o post! Eu também tenho um shih tzu e posso dizer que essa raça adora crianças… Tenho certeza de que eles serão grandes amigos! Já estou louca pra ver fotos dele interagindo com o Arthur… Por favor, não se esqueça de mostrar pra gente!
    Beijão

  14. Ilana disse:

    O Jack so não é mais fofo do que a minha Linda! Também tenho um shihtzu e juro como não entendo alguém se desfazer do animal de estimação… Como pode “abandonar” um ser que só nos dá amor? Conheço um caso que a mãe “emprestou” o cachorro a sogra durante o “período de adaptação” do bebê, outra que deu o cachorro de 11 anos!

  15. Marina disse:

    Olá Carla!
    Gostei muito do post e confesso que estou passando por uma situação delicada. Temos uma cachorrinha - Paty - que é um membro da família. Super carinhosa e amorosa… com os membros da nossa família. Ela é muito brava com pessoas de fora, e simplesmente odeia crianças. Sim… triste mas é verdade. Acho que o timbre de voz incomoda.. Já passamos por situações complicadas aqui em casa, com filhos de amigos e vizinhos. A solução é sempre prender a cachorrinha quando recebemos crianças em casa. Eu e meu marido adotamos a cadelinha quando ela tinha 5 anos e o adestrador disse que é muito difícil ensiná-la depois de certa idade. Algumas coisas ela aprendeu, mas outras.. não adianta! Estou grávida e estou um pouco desesperada. Não sabemos como ela irá receber a Bianca - nosso bebe - e confesso que estou com um pouco de medo. Conversamos com meus pais, e estamos pensando em “doar” a cachorrinha pra eles, depois que Bianca nascer. Não era o que queríamos, mas não podemos correr o risco da cadelinha estranhar a bebe. Mais tarde quando Bianca estiver crescidinha tentaremos uma socialização, mas por hora, Paty, nossa cadela, será adotada novamente. =(
    Parabéns pela gravidez e pelo blog!

    • Carla disse:

      Oi, Marina, tudo bem? Olha, o Jack morre de medo de crianças, foge delas que nem o diabo foge da cruz e não curte mesmo. Nunca chegou a ser violento, mas acredito que seja porque nunca deixamos chegar nesse ponto. Quando eu fiquei grávida, obviamente minha primeira preocupação foi essa, até que comecei a falar com mais pessoas sobre esse assunto e além de aprender como fazer para socializar cachorro e bebê, também fiquei sabendo de histórias tipo a sua. Aliás, uma das que mais me relaxou foi bem parecida com a sua: também era uma fêmea que tratava todo mundo da família bem, mas era super brava com quem era de fora, como se ela fosse a protetora da família que não deixava ninguém se aproximar muito. Quando eles tiveram bebê, ela não curtiu muito a novidade, em um episódio ela chegou a arranhar a criança com uma mordida (porque a criança foi tentar puxar o pelo e ela não gostou) mas ela protegia a bebêzinha como mais um membro da família, no entanto que vivia no quarto dela montando guarda apesar de não curtir maiores contatos. Hoje o relacionamento delas é o seguinte: não é a coisa mais amorosa do mundo, mas se respeitam. A filha deles (tem 1 ano e meio eu acho) sabe que não é para ficar brincando com a cachorrinha, e a cachorra fica na dela, cuidando mas sem gracinhas.

      Como a Stephanie disse aqui nos comentários, o melhor jeito de apresentar o cachorro ao novo membro é não tirar ele da casa e depois apresentar a criança. É melhor ela ser apresentada à Bianca no lugar que ela está acostumada e se sente protegida, exatamente para não associar as mudanças à criança. Tenta antes de dar para os seus pais, as chances são grandes que sua bebê não vá ser encarada como alguém de fora! :)

      Parabéns pela Bianca, depois me conta! :)

  16. Juliana disse:

    Infelizmente conheço histórias assim também.. tenho uma amiga que com pouco tempo de casada comprou um cachorro. Quando ela engravidou a médica falou pra no início ela não chegar perto do cocô do cachorro.. foi a desculpa perfeita pra ela não chegar mais perto do bichinho. Ele, que já vivia preso, passou a ficar preso e sozinho. Até que um dia ela deu o cachorro. Sinceramente não consigo entender.. cachorro pra mim é como da família, e não um móvel velho que você se desfaz quando cansa dele. Isso mesmo, Carla.. deixa o Arthur e o Jack serem amigos…

  17. Lyanna disse:

    Realmente todo mundo conhece uma história de abandono de animais quando a família ganha mais um membro. Eu simplesmente não consigo compreender como alguém faz isso em qualquer hipótese. Seja por causa de uma gravidez ou qualquer motivo. Acho até que na hipótese de alergia só se fosse algo muito severo. Não sei mesmo.
    Bem eu tenho SETE gatos! E também adoro cachorros. Por mim moraria numa casa enorme e teria ainda mais animais.
    Claro que você tem que ter um tempo para se dedicar aos animais. O que nem considero “dar trabalho”, é algo tão natural cuidar daqueles que você ama.
    Eu acho a sua relação com o Jack a coisa mais linda e você e seu marido estão de nota 10.
    Nem vou falar q vc tá linda pra não parecer puxas saquismo hahahah
    Bjo

  18. Tatiana disse:

    Carla, achei o máximo o seu depoimento! Eu penso exatamente igual, também estou grávida, tenho um maltês, que é meu filho, somos muito apegados e eu espero que ele aceite super bem a chegada do nosso filho, o povo da família já está soltando piadinhas de que o Floquinho vai perder o trono, mas eu não vejo por aí, quero que a rotina dele seja alterada o mínimo possível! Vai dar tudo certo, se Deus quiser! Com amor e paciência tudo é possível! Beijos!

  19. Joana disse:

    Acho que não se justifica dar o bichinho em NENHUM CASO! Quando vc opta por ter um animal, ele faz parte da sua família. A minha filha de quatro patas não tem um temperamento dos melhores, até porque a raça dela é agitadíssima. Quando meu filho nasceu, rolou um ciúme, principalmente com meu marido, e quando ele pegava o bebê, ela latia pra caramba. Depois de um mês tudo melhorou. Quando meu filho começou a aprontar, também rolaram uns estranhamentos, quando ele puxava o rabo dela ou beslicar, ela rosnava e dava umas mordidinhas de leve. Hoje com um ano e 03 meses ele já aprendeu que deve respeitá-la e eles convivem numa boa. Claro de vez em quando dá arranca rabo aqui, porque todo irmão briga.
    Meu conselho pra amiguinha ai de cima: não dê sua filha de quatro patas. Espere pra ver como vai ser! O que eu me arrependi um pouco foi de não utilizar uma boneca enrolada como bebê antes dele nascer! Minha cachorra ficou muito curiosa! Acho que essa dica tb da certo.

  20. Isabela disse:

    adorei o post Carla! Posso pedir pra continuar atualizando a geente sobre essa convivência quando o Arthur nascer?
    Tenho um bulldog frances e tenho medo porque apesar de amar crianças ele não tem muita noção do tamanho e força que tem! Rsss

  21. Gani Andrade disse:

    Na minha família próxima são pelo menos 7 cachorros! Dos mais variados tipos e tamanhos, Tem Golden, Lulu da Pomerânia, Shi-tzu, Maltês, Vira-lata, o meu Arthur AMA, todos eles, olha encantado, e o encantamento é recíproco! Tenho fotos LINDAS das interações entre eles! SIM, eu deixo eles interagirem!!! O Arthur não foi o primeiro bebê da família, quando meu afilhado nasceu a minha irmã tinha uma Golden, fêmea, fizemos como mencionado no post. O Matheus chegou em casa, minha irmã deixou a Brisa cheirar e até lamber os pezinhos dele. Ela entendeu na hora! Foi lindo de ver! Ela é desse tipo de cachorro que sobe no sofá, deita no seu colo, pede carinho com a pata, pula para fazer festinha, mas era o Matheus entrar em cena ela se deitava e ficava quieta, não era muito de entrar no quarto dele. Foi impressionante, eu fui na casa da minha irmã no dia que eles se conheceram, quando eu cheguei e o tempo que estive lá ela ficou pulando em mim,brincando comigo. Foi eu pegar o Matheus no colo ela imediatamente entendeu que comigo não dava mais para brincar e foi brincar com minha irmã. Eu coloquei o bebê no beicinho dele, ela voltou imediatamente a brincar comigo. Cachorro é mais inteligente, mais limpo e às vezes até mais humano do que muita gente que eu conheço por aí! Prefiro meu filhote convivendo com cachorro do que com uns e outros…. Pode continuar imaginando a cena, porque vai ser ainda mais lindo do que na sua imaginação, vc não vai se decepcionar!! Temos fotos LINDAS de momentos sempre muito fofos de amor entre as crianças e os animais, tipo, meu afilhado sentado na gamela de água da Brisa, ou dando a mamadeira dele para ela, ela servindo pacientemente de apoio quando ele aprendeu a andar, e do Meu Arthur que é mais novinho tenho foto dele dormindo e elas dormindo em volta dele, coisa MAIS LINDA!!! Muito amor, para vcs 4!!!! P.S.: Vi o bebê conforto, o carrinho tbm é o UppaBaby?! Foi o que eu comprei aqui e estou amando!!!

    • Carla disse:

      Oi, gabi! Que lindo seu depoimento, estou torcendo para que seja assim também, já estou com a câmera preparada inclusive! rs Sim, comprei o UppaBaby! Minha amiga me mostrou o Vista mas quando eu vi o Cruz não resisti, achei muito bom e estou louca para usá-lo! rs

  22. Anelisa disse:

    oi carla!
    Você está certa de não dar seu cachorro.
    Foi lançado um estudo agora inclusive que comprova que o contato precoce de cachorros e gatos e principalmente animais de fazenda, como cavalos, com crianças menores de 2 anos reduz a chance de asma, rinite alérgica e outros tipos de alergia na criança.
    http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/11/convivio-com-caes-reduz-risco-de-asma-em-criancas.html
    Minhas professoras (faço medicina) insistem em falar que para as gravidas, é até bom ter cachorro porque já oferece esse contato desde cedo e já pode prevenir essas doenças.
    Nas crianças maiores que já tem a alergia ao pelo de cão e nunca tiveram contato, é razoável evitar contato com o cachorro, mas de resto está liberadíssimo e é muito bom inclusive.
    Beijos

Deixe seu comentário

Your email is never published nor shared. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>