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moda praia

0 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 11.07.2019

Chegou a melhor época do ano: o Saldão Marcyn!

Há 2 anos batemos ponto nesse blog, nessa mesma época, para contar que chegou o melhor momento do ano: o Saldão Marcyn! A marca, que está conosco ao longo de todo esse tempo, faz sempre uma baita promoção em Julho. E sempre é possível adquirir muitas das peças que falamos ao longo do ano. E a notícia muito boa? Com um preço ótimo!

É claro que se você gostou muito de uma peça, nossa dica vai continuar sendo para comprá-la logo. Assim você garante que terá grade de tamanho e até mesmo tempo para troca, caso precisar.

Caso você não tenha nada que está precisando, mas gosta de dar uma olhada nas peças em liquidação, esse post é para você!

O Saldão Marcyn começou hoje e vai até o dia 08 de agosto. O desconto vai até 60% e tem muita coisa bacana!

São muitas estampas que vocês já viram aqui. Muitas peças que acompanharam a gente por diversos momentos especiais. E que dividimos com vocês tanto aqui no blog, quanto nas nossas redes sociais. Olhem só algumas delas:

LEGGING VINHO | TOP VINHO | TOP BIQUINI PRETO | HOT PANTS PRETO | BIQUINI AQUARELA | CALCINHA VICHY | MAIÔ GRÁFICO | BIQUINI COBRA | TOP GLAM

Como o Saldão Marcyn sempre teve muita quantidade de peças e estilos, é claro que vamos colocar mais coisas para vocês verem. Uma seleção de peças que achamos que podem ser ótimos investimentos no quesito preço x qualidade.

CALCINHA STRING | CALCINHA MARSALA | SUTIÃ ROXO | MAIÔ RAJADO | LEGGING CIRRÉ | SUTIÃ PRETO | CALCINHA SUSPIRO MENTA | SUTIÃ STRAPPY ONCINHA | BRALETTE PETRÓLEO | SUTIÃ MULTIUSO BEGE | PIJAMA | BIQUINI TERRA | BIQUINI CROCHÊ | SUTIÃ MARSALA | SUTIÃ SUSPIRO MENTA

Além disso, também tem mais opções de linha fitness, infantil e até mesmo masculina nesse saldão. Estamos botando apenas uma parte da infinidade de produtos que estão com até 60% de desconto!

Não deixa de dar uma passadinha no site para ver, vai que você acha mais coisas que te interessam?

Assim, dá para escolher com calma, experimentar em casa e olhar em diferentes luzes e espelhos. Tem também 7 dias para troca, caso alguma peça não tenha servido tão bem. Ou seja, variedade, praticidade e comodidade! Depois nos contem o que vocês acharam de interessante?

1 em Looks/ Moda/ Patrocinador no dia 14.02.2019

Corpo para Carnaval? Temos! E fantasias também.

Minha relação tóxica com meu corpo atrapalhou todas as minhas chances de curtir o carnaval com liberdade até pouco tempo atrás.  Eu diria que até 2017, o carnaval era uma época de muitas mentiras sobre meu corpo que eu transformei em verdade.

Me via sempre com as maiores inseguranças do mundo. Não vestia nada do que queria, sempre tapava “partes críticas” e editava fotos. Aliás, editar fotos para parecer mais magra foi uma das coisas que eu fiz como se fosse algo muito natural até 2015. Isso que é o mais curioso, mesmo nas minhas versões mais magras eu não me enxergava como eu era. Me via distorcida, me proibia de tudo. Agora vejo as fotos e nada faz sentido. Era como se eu nunca tivesse um corpo para carnaval. Como se meu corpo sempre estivesse errado, indigno.

Me preparando para o Carnaval, usando peças de moda praia da Marcyn (que já curtiram muita praia comigo) para elaborar algumas fantasias para os dias de folia.

Até o carnaval de 2016, eu sequer notava que eu tinha um problema. Não via o quanto meu olhar era adoecido. A sensação de inadequação me foi vendida como estilo de vida. Eu achava que era normal viver insatisfeita com o corpo, achando que faltava mais um tanto pra ele ser perfeito e finalmente ser livre. Eu não sabia que existia outra forma de lidar com a situação. Eu não sabia o quanto o carnaval poderia ser sobre libertação, independente do peso, da forma ou da aparência. E não sabia que já tinha um corpo para carnaval.

No fatídico ano de 2016, as fichas começaram a cair. Nesse ano recebi a visita de uma amiga de São Paulo, e no alto da sua liberdade com seu corpo, montar fantasia não era uma questão. Tinha biquini, maiô e barriga de fora! Para o seu corpo magro – porém comum – nada era uma limitação. Já eu? Era o oposto.

Hoje noto que eu já estava confortável em viver sobre um regime de opressão. A gordofobia e a pressão estética eram tão enraizadas que eu sequer enxergava a situação.

Ela era merecedora de curtir a folia de tudo quanto é jeito, afinal, ela tinha um corpo para carnaval. Eu não.

E aí que está o pulo do gato: não importava o quanto eu poderia mudar meu corpo – eu já havia feito isso antes – o problema estava na forma de pensar! O que me prendia de aproveitar não era meu corpo, era minha cabeça.

Meu processo na terapia avançou e tudo mudou. Comecei a entender que eu poderia estar no meio de tanta gente livre, fantasiada, usando biquini ou maiô, independente do peso. Eu não precisava estar ali sempre escondendo meu corpo, isso era uma escolha. Na época parecia tão natural e comum que me parecia quase inconsciente. Hoje não.

Top avulso Marcyn | Calcinha Hot Pant Marcyn | Kimono da coleção Starving para Rue

O natural pra mim agora é curtir e ser feliz, tentando ao máximo não me preocupar com o que a sociedade vai achar do meu corpo.

Em 2017 dei um passo em direção a mudar minha postura com relação ao meu corpo no carnaval. Foi assim que eu tive a experiência mais surreal. Eu era livre, eu era estrela, eu era o brilho da minha própria folia. Eu desfilei na Sapucaí, subi no trio da Anitta, fui para o trio com a Preta Gil, fui pro bloco e, no fim, entendi que jamais havia sido musa do meu próprio carnaval. Mas a partir dali eu era.

Top avulso azul Marcyn | Calcinha avulsa Marcyn | Capa Starving para Rue

Meu corpo não tinha mudado nada, quem tinha mudado era eu.

Uma das minhas fotos mais curtidas do ano de 2018 foi um look de policial no bloco. O que tinha demais? Nada, só um corpo livre de biquini. Usei um biquini igual a esse azul, mas preto! Fui e fiquei o dia todo. Curti tudo e amei a liberdade de expor meu corpo sem medo do julgamento dele não ser suficiente. Só curti e descobri que eu não precisava de nada além de mim para ter um corpo para carnaval.

O que farei esse ano com meus looks eu ainda não sei. Mas montei algumas ideias aqui porque uma certeza eu tenho: vai ter liberdade! Escolhi trazer pra cá produções que certamente eu vestiria para os blocos de dia, aproveitando alguns dos meus biquinis ou maiôs favoritos!

Maiô gráfico, o meu preferido
Maiô gráfico Marcyn | Camiseta coleção Starving para Rue

Quis mostrar pra vocês que todo corpo é um corpo quando o assunto é carnaval! Fechei meus ouvidos pra quem me joga pra baixo, agora é tempo de um olhar mais alto astral!

Biquini vitral Marcyn | Kimono Starving para Rue

Se vou pra folia no bloco, na festa ou no camarote, eu não sei. Mas com toda certeza se for ter fantasia pra pular carnaval, vai ter também amor próprio, conforto e muita cor pra alegrar meu carnaval.

Vai ter também tatuagem fofa do #carnastarving porque a Mandy arrasou!

Vem fazer parte desse clube do amor próprio nesse carnaval?

Beijos

0 em Destaque/ Moda no dia 22.12.2018

Maiô não é peça de mulher insegura. Vamos mudar esse estereótipo nesse verão?

Verão chegando e a cobrança só aumenta. A medida que Dezembro se aproxima, a quantidade de gente fazendo Projeto Verão só aumenta. Justamente por estarmos chegando no período de praia, piscina e menos roupa, a maior parte das mulheres tem essa sensação de ter que “prestar contas” do corpo para a sociedade.

Junto disso, começamos a ouvir alguns clássicos, como:

– não emagreci o que precisava pra ir à piscina.
– como vou encontrar as pessoas no clube com esse corpo?
– não rola usar biquíni na praia com essa barriga.

Não posso afirmar com toda certeza, mas algo me diz que é justamente por causa desse tipo de pensamento que surgiu a crença de que maiô é algo para mulheres gordas ou mais velhas. Por ele ser uma peça mais coberta e recatada, o senso comum tenta colocar certos tipos de corpos como os ideiais para usar maiô. E daí surge a crença que maiô é a saída caso estejamos com um corpo que não seja igual ao da capa de revista. Só que calma…deixa eu respirar para poder falar bem alto:

Maiô não é roupa de gorda!!!!

maio-todos-os-corpos Aline Rajão com o modelo crochê

Nem de mulher mais velha! Aliás, a gente deveria parar agora mesmo de achar que a idade ou o peso na balança se relacionam com insegurança. Mas além disso, o que me deixa com tanta raiva é que ele pode ser tão mais, que não deveria nunca ser visto como o plano B caso o plano A (isso é, um corpo perfeito para se estar em um biquini) falhe.

Ele pode ser uma peça super prática para mães que acompanham seus filhos em tantas idas ao mar. Ele pode ser uma opção versátil e super fresquinha para quem quer sair da praia naquele dia de calor infernal e ir direto para um restaurante. Ele pode ser uma versão confortável para mulheres que gostam de ir na praia praticar esportes como corrida, surfe, volei, futvolei. E ele pode até mesmo ser sexy. Afinal, nem toda mulher se sente sensual com menos roupa. É uma questão de gosto, e é ótimo.

Além disso, existem tantas opções lindas e incríveis de maiô! Você já parou para ver? Estampas variadas, recortes diferentes. Independente do seu corpo, ele é mais uma opção que temos, e isso é ótimo! Já tentou dar uma chance?


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Uma publicação compartilhada por Marcyn (@marcyn_online) em

Não precisa admitir em voz alta caso você já tenha passado longe de maiôs por associá-los com mulheres gordas e mais velhas.

Nem precisa se envergonhar de ter pensado isso recentemente. Eu sei que vivemos em uma sociedade que lucra com nossas inseguranças, que nos manda mensagens diárias que nos faz achar que nosso corpo não é o certo. Que sempre temos algo para resolver. E que também nos impede de aproveitar o máximo que a moda tem para nos oferecer.


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Uma publicação compartilhada por Marcyn (@marcyn_online) em

Eu sei que nem sempre é assim, mas a moda não deveria ser excludente. Nem na ideia de que pra vestir um biquini de lacinho branco é preciso estar com barriga negativa, nem na ideia de que só mulheres inseguras usam maiô para ir à praia. E quando percebemos isso, vemos que não é sobre o peso, a forma do seu corpo ou nada disso. É sobre se sentir confortável nele e em qualquer peça de roupa.