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3 em Comportamento no dia 10.08.2016

Por que jogar Pokémon Go?

Já estava aqui em NY quando o mundo resolveu jogar Pokémon Go, mas não me interessei em baixar até o dia que o jogo chegou no Brasil e minha timeline toda estava compartilhando fotos de bichinhos em realidade virtual. Baixei, joguei por exatos cinco minutos até minha preguiça falar mais alto e dizer que não ia sair pela cidade caçando Pokemon. Desinstalei mas continuei curiosa. Por isso pedi para a Giuli Castro, que está completamente viciada no jogo, falar um pouco sobre ele aqui! E quem quiser me convencer também, por favor, to querendo! :)

Antes de mais nada, vou deixar bem claro que eu nunca assisti o desenho. Quando começou a passar no Brasil, eu estava estudando para o vestibular e não dei muita bola. Apesar da minha irmã adorar, na época não fui influenciada.

O que me fez baixar o jogo dessa vez foi a novidade! Ele estar sendo bastante falado, muita gente animada para experimentar e testar a nova tecnologia de “realidade aumentada” foram os fatores que mais me motivaram a baixar.

Eu me vicio em quase todas as novidades e passo horas vivendo e dependendo daquilo até enjoar. Posso dizer que no momento estou completamente viciada em Pokémon Go e ainda não enjoei!

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Sempre gostei de brincadeiras de caça ao tesouro e álbum de figurinhas {fiz o álbum de figurinha em todas as Copas, menos na última} e o Pokémon Go une essas duas brincadeiras. Talvez eu não seja a jogadora que vá duelar nos ginásios como a maioria das pessoas que estão jogando, mas quero completar minha Pokedex {o “álbum de figurinhas” do jogo}. Outra coisa que estou achando bem interessante é que o jogo se adapta ao seu estilo de jogar. Você pode ser como eu e jogar somente para completar o álbum de figurinhas, ou você pode pegar seus Pokémons para batalhar. O jogo te permite evoluir das duas formas e você não é obrigado a entrar nas batalhas para subir de nível.

Mais uma característica curiosa é que apesar de ser super caseira e só sair de casa em extrema necessidade, o Pokémon Go está me fazendo bater perna! Sim, deixei quase toda a preguiça de lado {tem dias que não saio e caço aqui em casa mesmo} e saio para pegar bolas, pokemons diferentes e outros itens que preciso que só estão disponíveis nas Pokestops {que são pontos específicos da cidade em que vc consegue pegar itens de graça a cada 5 minutos}. Como moro aqui em Presidente Prudente há apenas 8 meses, está me ajudando a conhecer mais minha nova cidade. Já até vou a alguns lugares sem o Waze, por exemplo. E se você já conhece a sua cidade, acho que ele te ajuda a redescobri-la. Um exemplo: Quando comentei com amigas que nasceram e cresceram aqui que tinha uma PokeStop no Templo Budista, todas me perguntaram: Mas tem Templo Budista aqui? Nenhuma delas sabia.

Outra coisa legal do jogo é que ele também se adapta à rotina do jogador, ou seja, você não precisa ficar trancada em casa jogando e nem precisa sair pela cidade para brincar. Eventualmente sempre saímos para ir ao mercado, a um restaurante, um café, casa de um amigo, e dá para caçar os Pokémons e itens necessários nestes momentos. Também é possível comprar Pokecoins na lojinha do jogo e trocá-las pelos itens que você precisa, como as bolas para capturar os monstrinhos. Confesso que em um momento de desespero que fiquei sem bolas acabei comprando algumas pokecoins para repor meu estoque… hahahahaha. E mesmo sem sair de casa, sempre aparece Pokémons aqui. Muitas vezes são repetidos, mas algumas vezes aparecem outros diferentes. Caçar em casa pode demorar mais para você subir de nível e completar sua Pokedex, mas também não é impossível.

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No final de semana, eu e o Renato {meu marido} saímos juntos para caçar Pokémons. Vimos muitas famílias nos parques {pais e filhos} juntas brincando. Muitos adolescentes interagindo entre eles e provavelmente {porque não os conheço} fazendo novas amizades. Acho que andamos uns bons km no parque entre uma Pokestop e outra. Ah, tem também os ovos de Pokémon no jogo, e eles só chocam quando você anda. Tem ovos de 2, 5 e 10km e para chocar você tem que andar ou correr essas distâncias. De carro ele só conta a quilometragem se você estiver dirigindo até 20km/h, então eu diria que ele ainda te motiva a fazer algumas caminhadas. De todos os jogos que já joguei hoje, e de todos os vícios de internet que tive, esse é realmente o que me faz levantar do sofá e ir a lugares que eu nunca tinha ido.

Para quem gosta de desafios, ele realmente fica mais difícil conforme você sobe de nível. Mas não ao extremo que te desanime. Pelo menos eu ainda não desanimei e estou no level 14. Apesar de os Pokémons ficarem um pouco mais difíceis de pegar e os diferentes demorarem mais para aparecer, eles não somem. Sempre aparece algum para te motivar a continuar a jogar.

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Estou me divertindo muito e todo dia me programo para no final do dia sair para pegar os meus itens da Pokestop. Ele ainda não permite uma interação muito grande com outros jogadores, só nas lutas dentro dos ginásios. Adoraria que pudéssemos interagir com os outros jogadores e trocar Pokémons igual sempre fizemos com as figurinhas. Li que talvez isso venha acontecer, mas não sei se a informação é verdadeira.

Se você ainda não começou a jogar, sugiro tentar e ver o que acontece. Acho que muita gente que ainda não instalou vai se animar!

Beijos

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14 em Gravidez no dia 09.12.2015

Gravidez: A dúvida do chá de fraldas

Como deu para perceber, o chá de fraldas do Arthur demorou bastante para sair. Enrolei muito para decidir se faria ou não e quando bati o martelo, vi que a única data mais aproximada para o evento acontecer seria quando eu já estivesse com 35 para 36 semanas.

cha5Na verdade, a minha dúvida aconteceu porque as opiniões das minhas amigas se dividiram, e em assuntos que eu desconheço, eu posso ser altamente influenciável. Muitas fizeram porque acharam que era uma ótima ocasião para celebrar o momento com pessoas queridas e muitas outras acharam que o que se gasta para fazer um chá dá para comprar fraldas até o bebê completar uns 2 anos. No caso, eu fiquei altamente em cima do muro mas quase caindo para o lado da desistência.

Só para vocês terem uma ideia, eu sou uma pessoa que deixa para a última hora tudo que pode ser deixado, não sou muito organizada e odeio planejar coisas. Depois veio a questão que as pessoas me alertaram: os custos. Por mais que eu tenha feito com uma amiga toda a parte da decoração (tudo da 25/03 e as cores foram escolhidas por serem fáceis de achar em qualquer lugar), ter usado o salão de festas dessa mesma amiga (aliás, Carol, já falei mas repito pela milésima vez: obrigada por ter me ajudado tanto!) e ter ganhado os bolos de churros que dei como lembrancinha da Dani – a dona da Bolo da Madre – ainda tinham outras coisas a se pensar, como o buffet e as bebidas, por exemplo. E por mais que eu pesquisasse e pechinchasse, via que não ia conseguir fazer um chá legal para mais ou menos 50 pessoas que saísse tão em conta a ponto de conseguir botar inveja nas amigas com as minhas ideias geniais para fazer festas incríveis gastando quase nada. rsrs

cha1cha2 cha4Mesmo assim, foi pesquisando e vendo que eu não queria aceitar nada meia boca que eu percebi como estava envolvida nos preparativos. Suei tanto a camisa (literalmente na 25 de março hahaha) para fazer a minha parte ficar a mais impecável que eu conseguisse, que eu não queria aceitar qualquer coisa só porque era a opção mais barata.

cha3No fim, conseguimos um buffet com salgados, doces, bebidas não alcoólicas e equipe por um preço bom (para as paulistas interessadas, o nome dele é Buffet Tout Va Bien), alugamos uma chopeira e encomendei o bolo – um naked cake que eu tinha experimentado no chá bar de uma amiga (oi, Giuli!) e tinha amado – com a Fabia Teodoreli (@fahteodoreli), que também tem um preço bem legal e justíssimo para o sucesso que foi! Acabei ficando na faixa que eu pesquisei e tinha planejado, e agora que acabou, acho que posso responder sinceramente se valeu a pena.

Valeu.

cha6 cha7Como já tinham me alertado, não dá para fazer o chá apenas com a ideia de que vai ganhar fraldas e presentes a ponto de sair no zero a zero. Isso até pode acontecer (eu realmente nem quis parar para fazer esse tipo de conta), mas acho que fazer qualquer tipo de evento com esse tipo de pensamento não é das melhores ideias, né?

Para mim, a parte dos preparativos foi um daqueles momentos de superação onde você sai da sua zona de conforto e descobre que tem mais criatividade, disposição e força de vontade do que tinha imaginado. Isso não quer dizer que agora vou querer sair fazendo festa por aí, mas saber que eu consegui fazer algo que foi super elogiado – inclusive pela minha mãe, minha maior apoiadora mas também minha maior crítica e que infelizmente não estava aqui para me ajudar – foi muito recompensador.

Outra parte que fez tudo valer a pena foram os convidados. Pode parecer clichê, mas é a mais pura verdade. O momento já é muito especial e poder reunir pessoas queridas para comemorar com a gente fez todo o sentido do mundo. Sabe momento que não tem preço? Foi isso que tanto eu quanto Bernardo sentimos quando chegamos em casa, exaustos mas em êxtase! Não tem preço que pague todo o carinho que a gente recebeu, não só de quem foi como também de quem queria ter ido mas não conseguiu.

Valeu muito a pena, acho que deixei isso claro, mas caso alguém me pergunte se é necessário ou se é algo que toda grávida precisa fazer, eu diria que não. É simbólico, é divertido, mas pode vir a ser um bom gasto extra que não vale a pena ter, ainda mais em um momento que naturalmente já é repleto de gastos extras. No meu caso, o que fez a gente decidir pelo chá foi o fato de eu ter optado não contratar fotógrafo para book de grávida ou fotos na maternidade, então acabei substituindo uma coisa pela outra, mas não tem uma regra. Se der para fazer tudo, que ótimo; se não der para fazer nada, não tem problema; e se tiver que priorizar alguma coisa, também está ok. No fim das contas, o momento mais inesquecível ainda está por vir, né?

Alguém aqui optou por fazer (ou não) chá? Como foi?

Beijos!

3 em Comportamento no dia 09.12.2015

Reveillon 2016: Minhas superstições, hábitos e manias pra virar o ano!

Durante toda minha vida eu fui uma pessoa apegada a ritos de passagem. Não necessariamente aquela que adora festas de aniversário, mas sempre fui conectada a “viradas”de eras, anos, idades e todo e qualquer momento que representa um período de transformação.

Hoje resolvi compartilhar com vocês algumas das minhas “manias” para o dia 31 de dezembro. Algumas delas têm sentido, outras não, mas todas significam algo especial para mim.

1) O mais importante: o último banho do ano!

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Você pode ver o telefone pra ligar e comprar no aqui no insta da escola!

Durante anos eu passei o dia 31 de dezembro tomando banhos estranhos. Teve sal grosso, arruda, sal grosso com arruda (e mel) e tantos outros mais. Até o ano que comecei a frequentar a Escola Trilha dos Lobos e passei a tomar o banho de ano novo que a Claudia, professora da escola, monta. É um conjunto com sais, vela, oração, pedra do ano e uma mensagem fofa com direito a pedido especial e tudo.

O banho custa R$15 e muitas amigas minhas já experimentaram porque eu sempre incluo nos meus presentes de Natal! Aqui em casa eu e minha mãe colocamos todo mundo para tomar o banho.

banho trilhaNão existe a possibilidade de eu não fazer ou fazer meu último banho do ano no piloto automático, e isso é uma necessidade que eu tenho desde pequena. Eu preciso agradecer e fazer um processo imaginário de limpeza do corpo, da aura e de tudo que anda comigo.

2) Apenas mais uma lista: balanço do meu ano.

Visando criar uma consciência maior sobre tudo que aconteceu e precisa acontecer na minha vida, todo fim de ano eu faço duas listas, uma um pouco mais importante que a outra.

lista-de-pros-e-contrasA primeira é um balanço geral do meu ano, onde listo tudo de importante que me aconteceu, desde as coisas boas e ruins e paro para agradecer o que eu já assimilei como benção, além de refletir sobre fatos que mesmo sendo aparentemente ruins transformaram a minha vida em algo melhor. Normalmente agradeço por muitas dessas coisas, mas sempre tenho sentimentos de mudança.

Aí entra a segunda lista, que contém aquilo que eu quero tentar melhorar, resolver ou fazer no ano seguinte. Ela pode incluir desde coisas que eu preciso cuidar na terapia a um novo destino de férias, não importa muito bem o que é, apenas precisa ser de coração.

Uma coisa curiosa é que com o passar dos anos essa lista foi se transformando. Se antes ela continha sonhos muito complexos, hoje ela abrange pequenas vitórias, coisas que posso mesmo conseguir num futuro próximo e que podem aos poucos, ainda que de forma sutil, transformar minha vida.

3) Consumismo (versão 1): roupa nova e na cor certa!

Salvo raríssimas exceções, eu sempre escolho passar a virada do ano com roupa nova. Nos últimos réveillons eu resolvi facilitar minha vida e aceitar que o sapato e bolsa não precisavam ser novos, apenas da cor certa. A verdade é que minha mãe passa toda virada de ano com tudo 100% novo e pra mim isso se transformou num legado, meio ridículo, eu sei.

E muito irônico ver uma pessoa pouco consumista (pelo menos com roupas!) como eu rodando shopping entre o Natal e o Ano Novo para fechar o look da virada com o máximo de peças novas possíveis. E como se não bastasse ser tudo novo, eu ainda enfio na cabeça que as cores dessa roupa têm que ter a ver com algo que quero para o ano seguinte, mas o branco nunca falta, afinal, paz nunca é demais.

Isso demonstra o quanto essa coisa de ritual de passagem tem força e simbolismo pra mim. O que era apenas uma superstição boba eu transformei em tradição.

Esse ano vou passar a virada no Mirante do Arvrão, no topo do Vidigal. Como sei qual vai ser a festa, já encomendei meu look, vamos aguardar pra ver se ele vai funcionar bem. Se ficar do jeito que eu planejo que fique, eu posto aqui para vocês.

4) Consumismo (versão 2): a calcinha!

A meu ver a lingerie de ano novo nunca teve a ver com o look. Sempre escolho com MUITO carinho e cuidado o que pretendo usar nesse dia. A cor da calcinha e/ou do sutiã também têm força na virada do ano, e é sempre algo bastante simbólico pra mim.

Sei DIREITINHO quais calcinhas da minha gaveta foram compradas para trazer significado para uma virada de ano. Minha mãe é tão doida que separa até pijama novo para dormir o primeiro sono do ano em questão, minha influência em casa não é muito normal.

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 5) Feriado (pessoal) no 31 de dezembro

Até mesmo quando eu trabalhei no regime de CLT, eu conseguia convencer meus chefes a me liberar no último dia do ano. Eu adiantava tudo que podia para me dar esse feriado pessoal buscando focar toda minha energia nos itens da lista, num banho de mar ou mesmo em passar o meu tempo perto de alguém importante pra mim.

Hoje, como somos nossas próprias chefes, vou encerrar meu expediente no dia 30 e só volto a trabalhar depois do dia 2. Aproveito o dia 31 para pensar em todos os itens anteriores, para tomar um banho único, para fazer uma escova decente, dar um jeito na unha e me preparar para mais um ano cheio de oportunidades de melhorar minha vida.

Pode parecer bobo, mas gosto de dedicar a energia desse dia para coisas boas. De uma forma geral gosto que seja um dia leve, diferente dos outros e esse ano tudo vai ter um significado ainda mais especial. Como quase todo mundo aqui já sabe, esse foi o melhor pior ano da minha vida e eu tenho muito o que agradecer.

EXTRA! Simpatia nova também pode!

passaporteAno passado aderi a simpatia da minha amiga amada Cony, do Futilish e passei a virada segurando meu passaporte em uma das mãos (dentro da bolsa pra disfarçar). Tal prática deve ter surtido efeito, afinal viajei como nunca. Contando por alto diria que foram 5 viagens internacionais de trabalho e mais 3 ou 4 boas viagens de lazer no Brasil.

Eu não sei se aguento manter o ritmo, então ainda não decidi se vou refazer a simpatia, mas se você estiver procurando colocar rodinhas nos pés, pense com carinho na possibilidade e leia esse post muito doido do Fufu.

E vocês, quais são suas manias para o Réveillon?

Beijos