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1 em África/ Trip tips/ Viagem no dia 28.03.2017

Ilhas Maurício: Post Índice

Acabamos de voltar da África com uma sensação dominante: por que nunca tínhamos viajado para esse continente tão incrível?

Nossa viagem começou pela África do Sul, o que eu vou contar nos posts mais pra frente, e terminou com uma semaninha de descanso na exótica República de Maurício (mais conhecida somente como Mauritius ou Ilhas Maurício).

A República de Maurício, que na verdade é o conjunto das ilhas Maurício, Rodrigues e de mais 2 arquipélagos, fica ao leste de Madagascar, no meio do oceano Índico. A ilha principal é a que chamamos de Mauritius e é bem maior do que eu imaginava. Seu nome se origina do príncipe holandês Maurício de Nassau pois, mesmo tendo sido descoberta primeiramente pelos portugueses, foram os holandeses os primeiros a colonizá-la.

As sucessões de colonização, o passado como entreposto comercial e sua história bem diversificada geraram um interessante resultado: o país parece uma mistura de Índia, França e Inglaterra. As pessoas têm traços bem semelhantes aos indianos e o hinduísmo é a principal religião. Vêem-se alguns templos hindus bem coloridos nas cidadezinhas. Como foi uma colônia francesa e mais recentemente uma colônia britânica (sua independência aconteceu apenas em 1968), eles dirigem do lado esquerdo e têm o inglês como idioma do parlamento, mas a maioria das pessoas fala mais fluentemente o francês e o idioma local, o Crioulo de Maurício, muito próximo do francês.

Como curiosidade, descobrimos que 50% da ilha é coberta por plantações de cana-de-açúcar, cultura que já foi sua principal atividade econômica. Atualmente, o principal negócio do país é o turismo.


Clima

Para entender Mauritius, temos que entender um pouco de sua geografia. A ilha foi criada através de muitas erupções vulcânicas, motivo pelo qual tem um relevo bem característico com montanhas lindíssimas, além de vulcões adormecidos.

O clima por lá é tropical, com um inverno quente e um verão chuvoso, e como está no hemisfério sul, as estações regulam com as do Brasil. No verão também é a época de ciclones, o que pode amedrontar muita gente. Diferente do que eu pensava, o ciclone não tem nada a ver com os tornados e furacões. De forma totalmente leiga, é basicamente um vento que traz muita chuva e que pode perdurar, na média, por 3 a 5 dias. Sem dúvida esse é um fator que deve ser levado em consideração na escolha de quando ir, até porque Mauritius é um lugar em que as maiores atrações são suas praias.

Nós fomos no meio de março, época que existe risco de ciclones, e demos a maior sorte com o tempo. Pegamos alguns dias parcialmente nublados e bastante vento, mas justamente porque ventava muito, as nuvens andavam muito rápido e logo voltava a fazer sol com céu azul. Pegamos também um pouco de chuva em pancadas que levaram no máximo 7 minutos antes do sol voltar a brilhar. Entretanto, acho importante dizer que cerca de 10 dias antes de chegarmos na ilha tinha passado um ciclone por ali que deixou o tempo super fechado e com muita chuva por cerca de 5 dias. É um risco de ir no verão.

Por outro lado, o verão é quente e o clima fica bem propício para quem gosta de aproveitar os dias de praia. O pessoal local que conhecemos nos falou que no inverno chove menos mas também fica mais fresco, o que pode não agradar a todo quando a idéia é passar o dia na beira do mar.

Outra coisa muito curiosa da ilha é que cada região tem um microclima próprio. Por exemplo, no oeste costuma chover menos, por estar mais protegido dos ventos que vêm do oceano e sopram do lado leste. No centro chove mais, pois as nuvens ficam presas nas montanhas e acabam precipitando, e por aí vai.

Eu achei esse gráfico que mostra melhor o efeito microclimático da ilha.

Fonte: www.info-mauritius.com

Aí beleza, você pensa: vou ficar na parte mais protegida da chuva. Mas quando eu comecei a olhar os hotéis e suas praias, descobri que os lugares mais bonitos e com o mar mais azul ficavam na parte leste e sul da ilha e em Le Morne. Os pontos mais protegidos tinham praias não tão incríveis assim. Claro que existem praias bonitas na ilha toda, mas as que mais me atraíram foram nessas regiões onde o tempo, em tese, não é o melhor nessa época do ano.

Le Morne

Como prefiro dias quentes e mar muito azul, decidimos arriscar ir, em março mesmo, para hotéis em Le Morne, Belle Mare e Trou D’Eau Douce (essa duas últimas no leste) e ver no que ia dar.

Belle Mare

Trou D’Eau Douce

Foi perfeito: demos sorte com o tempo e pegamos dias lindos. E as praias… ah, as praias… eram dignas de cenário de filme, aquele paraíso azul que você espera de uma ilha exótica.

Como chegar

Como eu falei, nós conjugamos a visita a Maurícios com a nossa passagem pela África do Sul. A Air Mauritius e a South African Airways tem vôos diretos diários de Joanesburgo (JNB) a Maurícios (MRU), além de vôos direto de Cape Town (CPT) algumas vezes por semana.

Nós pegamos o vôo em Cape Town e em 5 horas chegamos a Maurícios. Na volta, fomos para Joanesburgo, numa viagem que levou 4 horas.

Têm aparecido várias promoções de passagem para a África do Sul, então, para quem curte passar férias em paraísos praianos, vale muito uma esticadinha.

Se você for avaliar, o tempo e o custo de se chegar a Maurícios são baixos se comparados a outros destinos exóticos de praia (Polinésia Francesa, Maldivas, Seychelles, Fiji, Tailândia e até alguns destinos do Caribe), então eu não deixaria de considerar essa ilha linda nas opções de viagem dos sonhos e lua-de-mel.

Ah, sobre a chegada. Uma dica super importante é o seguinte: Mauritius tem um controle rigoroso sobre entrada de bebidas no país. Nós não sabíamos e como estávamos vindo da África do Sul e tínhamos feito a festa nas vinícolas, quase perdemos todas as garrafas de vinho que compramos por lá (só pode entrar no país 2 garrafas por pessoa). Sorte que o funcionário da alfândega maurícia resolveu fazer vista grossa e nos deixou passar.

Como se locomover?

Depende. Nós alugamos um carro mas tenho algumas ressalvas a fazer.

Primeiro, a ilha é MUITO grande. Isso quer dizer que se você quiser ir fazer um passeio em um local distante de onde você estiver hospedado, pode se preparar para gastar de uma a duas horas no deslocamento, o que me parece bastante.

Além disso, se você contratar um passeio, muito provavelmente terá o transporte incluso no preço. Outra coisa importante que já comentei é que lá é mão inglesa e pode deixar algumas pessoas desconfortáveis em dirigir. Para nós isso não foi um problema porque alugamos um carro automático, as estradas são boas e já tínhamos dirigido na África do Sul, que também tem mão inglesa, então estávamos acostumados. O maior problema é que o preço dos aluguéis de carro é bem salgado.

Por fim, os hotéis tem uma super infraestrutura e oferecem muitas atividades, justamente para você não ter que sair dali.

Assim, me pareceu mais interessante, na grande maioria dos casos, não alugar carro. Para nós, que ficamos em 3 hotéis, acabou que compensou, mas também só usamos o carro para mudar de um hotel pro outro. Se tivéssemos ficamos em somente 1 ou 2 hotéis, acredito que fazer os trajetos de táxi teria saído bem mais em conta.

 

O que fazer?

Os hotéis oferecem muitas atividades como passeio para mergulho com snorkel, pedalinho, caiaque, standup paddle (normalmente inclusos na diária), além de ski aquático, wakeboard, vela, kite surf, wind surf (que podem ou não estar inclusos na diária).

É possível fazer mergulho de cilindro, parasail, passeio para ver golfinhos, andar de banana boat (gente, lembram disso?), e muitas outras atividades que são oferecidas com custo adicional e podem ser contratadas por conta própria ou no concierge dos hotéis.

Além disso, a ilha ainda oferece outros passeios não relacionados a praia como trilhas, escalada, caminhada com os leões e mini safari, cachoeiras, sky diving, jardim botânico, entre outras várias coisas.

Nós acabamos optando por aproveitar a infra do hotéis, mas definitivamente Mauritius não é um destino em que você precisa ficar preso nos hotéis e estirado o dia inteiro na praia.

Quantos dias ficar?

Varia demais de pessoa pra pessoa. Nós ficamos 7 noites e teria ficado mais. Minha recomendação seria de 4 a 5 noites se a opção for ficar em 1 hotel e 7 a 8 noites se a opção for ficar 2 hotéis. Menos de 3 noites por hotel acaba sendo corrido demais e você acaba ficando sem tempo para aproveitar com calma.

Onde ficar?

Nós ficamos em três hotéis em regiões diferentes da ilha:

St Regis Mauritius

The Residence Mauritius

Shangrila Mauritius

 

Já adianto que amamos todos e que cada um deles tem um diferencial bem claro, o que tornou nossa experiência em Mauritius muito diferenciada.

Sinceramente, achei que 3 hotéis foi um pouco de exagero e que o ideal seriam 2 (com no mínimo 3 noites em cada um). Acho que assim teríamos aproveitado mais.

Mas vale dizer que achei que mudar de hotel foi bem interessante, principalmente porque nos deu a oportunidade de aproveitar regiões diferentes da ilha minimizando o tempo de deslocamento, além de ter acesso a estruturas diversas de atividades, o que permitiu que utilizássemos o melhor de cada hotel.

Acho que a experiência que você vai ter em Maurícios está muito relacionada com o local e o hotel em que vai se hospedar, então vale a pena avaliar com cuidado as opções de acordo com seu gosto e bolso.

Apesar de estar com uma expectativa muito alta, Mauritius foi uma bela surpresa. Nossa viagem se resumiu a hotéis incríveis com serviço impecável, atividades aquáticas à vontade e um mar azul de doer o olho. Precisa de mais alguma coisa?

Vou contar nos próximos posts mais detalhes sobre os hotéis em que nos hospedamos.

0 em Polinésia Francesa/ Trip tips/ Viagem no dia 28.11.2016

Destino Lua-de-Mel: Bora Bora, um sonho de ilha!

Para quem está acompanhando os posts sobre a Polinésia Francesa, chegamos ao auge: Bora Bora, a pérola do Pacífico!

Pegamos um vôo entre os horários de checkout de Moorea e checkin de Bora Bora (para não desperdiçar nem um minuto em nenhum dos destinos) e em 50 minutos já estávamos no cenário mais aguardado de toda a viagem!

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As especificidades da ilha começam já no aeroporto: ele fica num micro pedacinho de terra no meio do mar e é acessível somente por barco.

Todos os hotéis têm suas próprias lanchas que buscam e levam os hóspedes no aeroporto. No nosso caso, assim que pousamos já tinha um funcionário do hotel nos esperando com colares polinésios cheios de flores e conchinhas para entrar no clima!

Deck do aeroporto com as lanchas dos hotéis

Deck do aeroporto com as lanchas dos hotéis

Os principais resorts de Bora Bora se localizam nos motus, pequenas faixas de terra que rodeiam o centro da ilha, criando uma grande lagoa! No interior existem dois montes, sendo o Monte Otemanu o mais alto e conhecido, tendo nascido de resquícios de um vulcão adormecido.

Você deve estar se perguntando qual a relevância desse tal monte. Total! Toda vez que eu pensava em Bora Bora, me vinha na cabeça aquela foto de uma água azul-tão-turquesa-que-dói-os-olhos, com uma mata verde densa e o Monte Otemanu lá atrás, super lindo e fotogênico.

Na minha opinião, a viagem não estaria completa sem o Otemanu no pano de fundo e isso foi fundamental na hora de escolher em qual resort ficar. Ali, exatamente em frente ao Monte e com aquela vista clássica, existem quatro hotéis: Le Meridien, St Regis, Four Seasons e Intercontinental Thalasso. Eu tinha algumas dicas de pessoas que tinham ficado tanto no Le Meridien quanto no Four Seasons e tinham gostado muito, mas depois de muita indecisão, optamos novamente pelo Intercontinental, nesse caso o Thalasso (cuidado, existem dois hotéis da rede Intercontinental na ilha e suas instalações são bem diferentes).

Precisa escrever alguma coisa?

Intercontinental Thalasso – Precisa escrever alguma coisa?

O Thalasso saía um pouco mais barato que o St Regis e o Four Seasons e um pouco mais caro que o Le Meridien, porém com uma infra bem mais legal que esse último. Além disso, eu ainda teria um upgrade na categoria do quarto (falei mais sobre isso aqui), então foi pra lá que nós fomos!

O Hotel

No Intercontinental Thalasso todos os quartos são bangalôs sobre a água. Esses bangalôs estão posicionados em formato de ferradura, sendo a diferença entre as categorias a sua localização: quanto mais longe da praia e mais perto do Monte, mais privativo, mais indevassado e, obviamente, mais caro.

Além disso, existe um deck nas duas pontas da ferradura acessível a todos os hóspedes, onde você fica de cara para o Monte (dá uma olhada na foto aí embaixo!). Então não fique se remoendo porque o quarto mais top é muito mais caro, dá para você ter a mesma vista só andando um pouquinho (ou pegando um carrinho de golfe, se você for preguiçoso :P).

Vista aérea do Intercontinental Thalasso | Fonte: Site Intercontinental

Vista aérea do Intercontinental Thalasso | Fonte: Site Intercontinental

Visu de cair o queixo do deck

Visu de cair o queixo do deck do Intercontinental Thalasso

Otemanu sendo lindo ao fundo <3

Otemanu sendo lindo ao fundo <3

Nós fomos de lancha do aeroporto até o hotel onde fomos recepcionados com um drink de boas vindas. A recepção do Thalasso tinha um deck com coqueiros e pufes enormes de frente pro mar pra você já começar a babar logo na chegada ao hotel. Acho que a primeira reação ao ver com meus próprios olhos aquele pedaço de paraíso foi dizer: “Para, nada na vida pode ser tão azul. Será que eu estou na Disney e na verdade isso tudo é de mentirinha?”

Papéis preenchidos e check in feito, fomos convidados a subir em um carrinho de golfe com um funcionário simpaticíssimo que nos mostrou os arredores do hotel todo antes de nos levar ao nosso bangalô.

Descansando no pufe enquanto esperava o checkin

Descansando no pufe enquanto fazia o checkin no Intercontinental Thalasso

Um comentário rápido: as malas se movimentam magicamente! Desde que pousamos em Bora Bora não interagimos mais com elas e, como um passe de mágica, elas chegaram ao nosso quarto antes de nós (e olha que elas nem foram no carrinho com a gente!). A vida podia ser fácil assim sempre, não é?

Voltando ao hotel: o Intercontinental Thalasso tem uma piscina linda de borda infinita de frente pro mar e uma praia que dá acesso à lagoa com água cristalina e absurdamente azul (onde ficam os bangalôs). Ficam disponíveis à vontade caiaques, pedalinhos, equipamentos de snorkel  e standup boards (você pode remar até seu bangalô, que tal?). De resto o hotel conta com toda estrutura de um resort de ponta: academia (de novo, aqui não né?), lojinhas, quartos de transição (para os hóspedes que chegam antes do horário do checkin), bicicletas para você passear pelo resort, uma quadra de tênis, uma capelinha para casamentos, um SPA além de um dive center da PADI.

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Lagoa do Thalasso

Lagoa do Intercontinental Thalasso

É permitido, ainda, o acesso à parte de fora dos motus, onde você pode ver o oceano e onde está um grande recife. Mas a estrela do lugar é sem dúvida a vista da lagoa!

Parte externa dos motus: bem mais rústica!

Parte externa dos motus do Intercontinental Thalasso: bem mais rústica!

O hotel tem ainda três bares e três restaurantes. Além disso, é possível solicitar um jantar romântico no deck de frente pro Monte Otemanu e um café da manhã polinésio que é servido numa canoa diretamente no seu bangalô, dá pra acreditar?

Em Bora Bora também optamos por fechar a reserva com meia pensão (café da manhã e jantar), e achei o ideal! O café era servido no estilo buffet no restaurante Bubbles e era comida que não acabava mais! Tinha opção para todos os gostos e você já saía bem alimentado para aproveitar o dia.

O jantar era em esquema menu (entrada, prato principal e sobremesa), também bem servido e muito variado. Para os hóspedes em regime de meia pensão, era possível escolher entre 2 restaurantes: Sands, que ficava de frente pra praia e tinha mesas inclusive pé-na-areia; e o Reef, que ficava na parte interna do resort num terraço super simpático e que tinha noites temáticas e show de dança polinésia às segundas e sextas. O terceiro restaurante era o Le Corail, o mais exclusivo, que contava com a maior adega da Polinésia Francesa e um menu mais requintado. Disponível com custo adicional para quem estava na meia pensão. Acabamos não experimentando o Le Corail porque achamos besteira pagar o adicional já que os outros dois restaurantes ofereciam diversas opções em seus cardápios. Vale lembrar que para jantar em qualquer um dos restaurantes era necessária reserva prévia no concierge do hotel, que ficava ao lado do Bubbles.

No Thalasso também tinha Happy Hour 2×1, que acontecia todo dia no bar do restaurante Sands durante o pôr do sol. Não preciso nem dizer quão incrível era o sol se pôr atrás do Monte, né? Praticamente um sonho.

Esperando o por do sol no Bubbles Bar

Esperando o por do sol no Bubbles Bar

Happy Hour

Happy Hour no Intercontinental Thalasso

Ahhhh o por do sol

Ahhhh o por do sol de Bora Bora

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Outra coisa bacana da rede Intercontinental em Bora Bora é que existem lanchas que fazem o trajeto Thalasso – Le Moana (o outro hotel da rede na ilha) algumas vezes por dia. Então, caso você queira ou precise ir até o outro hotel, pode fazê-lo sem custo algum.

O Bagalô

Nós optamos pelo bangalô Sapphire, que ficava no meio da ferradura (pagamos na verdade pelo Emerald, a categoria mais barata que ficava virada para praia mas tivemos upgrade).

Amei o nosso bangalô! Ele era bem mais reservado que os Emeralds por ficar virado para a parte de fora da lagoa e tinha uma vista lateral do Monte. Apesar de ser um pouco longe das áreas comuns do hotel, era possível chamar o carrinho de golfe, pegar uma bicicleta ou ir caminhando e apreciando a paisagem!  

Vale dizer que todos os bangalôs têm exatamente a mesma planta e mimos, exceto o Pool Overwater Villa que tem uma piscina no deck externo e o Two Bedroom Overwater Villa With Pool, que além da piscina tem dois quartos ao invés de um.

Os bangalôs contam com a seguinte estrutura: um deck com acesso direto para a água, uma sala com piso de vidro no chão, varanda com chuveiro, quarto com janelão do chão ao teto, banheiro com chuveiro e banheira de imersão separados (também com direito a janelão para você não perder nem um minuto de admiração àquela vista espetacular), pia dupla, closet, máquina de Nespresso, entre outros frufrus que te fazem sentir tratado com carinho. Só amor por esse quarto!!!

Vista da cama

Vista do bangalô do Intercontinental Thalasso

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Banheira top!

Banheira top!

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deck-bangalo-borabora

Quer ver com mais detalhes como era o bangalô? Só não repara o tremelique do vídeo mas a emoção era tanta que estava difícil de segurar.

A video posted by Aline Rajão (@alinerajao) on

Não perca o próximo post, vou contar tudo que fizemos nesse pequeno pedaço de céu! 

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