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5 em Fast Fashion/ Fique de olho!/ Moda no dia 24.10.2015

Fast fashion: Lethicia para Riachuelo e Matthew Williamson para C&A

Essa semana que passou foi cheia de novidades para quem curte uma coleção especial de fast fashions! Depois de uma temporada meio morna nesse quesito, na quinta feira tivemos o desfile apresentando as peças da parceria entre a estilista Lethicia Bronstein e a Riachueloque começou a ser vendida na sexta feira, dia 23 – e também ficamos sabendo da mais nova super parceria da C&A, com ninguém mais ninguém menos que o estilista inglês Matthew Williamson! 

lethicia

matthew-cea

Eu estava louca para dar uma passada na Riachuelo antes de fazer esse post. Queria muito ver as peças ao vivo e experimentar as que mais gostei, mas como eu acho que por enquanto não vai rolar fazer provador com vestidos tão certinhos no corpo (e com zíperes invisíveis, o pesadelo de quase todas as grávidas rs), resolvi pedir ajuda para as amigas que foram conferir. Eu só consegui ver o desfile, e como muitas peças foram “desconstruídas” para se encaixarem no conceito da passarela, fiquei curiosa para ver o que de fato chegaria nas araras.

Eis algumas peças que eu achei incríveis, seus preços e cores:

lethicia-riachuelo

Sei que a grande polêmica da vez é em relação aos preços, mas antes de falar sobre isso, resolvi perguntar para todas as amigas que foram a mesma coisa: “e a qualidade, gente? Tá compatível?”

Todas me falaram que tirando algumas peças mais baratas, esses vestidos mais caros estão com uma qualidade muito boa, com detalhes bem feitos e um caimento bem legal. A Carina, essa minha amiga da foto que experimentou o vestido de oncinha com renda, disse que ele tem um tecido mais encorpado e bojo, o que modelou muito o corpo.

Sinceramente, eu não sei se conseguiria comprar os estampados. Primeiro porque, como eu já disse, eu tenho esse bloqueio com peças de estampas marcantes, que se esbarrar com alguém vestindo a mesma coisa é impossível de ignorar. Segundo porque minha experiência com estampas de coleção de fast fashion costuma ser sempre a mesma: eu amo, compro, começo a ver muito por aí, acabo cansando rápido demais e, salvo raras exceções, as peças terminam encostadas no fundo do armário.

Porém, um vestido preto de renda sempre será um vestido preto de renda, e dependendo de como você acessoriza, se encontrar outra pessoa com a mesma peça, não costuma ser tão problemático. Pelo menos não para mim. hehehe Eu também adorei o colete, as calças estampadas, as jaquetas bomber e as camisetas de renda com gola! São aquelas peças que não têm muita data de validade, podem ser usadas daqui a 2 anos e vão continuar funcionando. Sem contar que são ótimas para deixar looks básicos mais interessantes.

O probleminha maior obviamente está naquilo que todo mundo já apontou: os preços. Sim, gente, está bem mais caro mesmo. Até achei que a justificativa dessa coleção estar acima da média das parcerias de fast fashion seria pelo fato de serem peças mais elaboradas, com aplicações de rendas, tecidos mais encorpardos, com muitas texturas e detalhes. Até que eu recebi o release e as fotos da coleção do Matthew Williamson para a C&A e quase caí para trás.

Resolvi separar apenas as peças que realmente têm cara de Matthew Williamson, porque as outras – regatinhas básicas, shorts, blusas de manga comprida estampadas e lisas, etc – estavam com toda cara que foram escolhidas só para aumentar o volume da coleção. Olhem só os preços:

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Os vestidos que mais têm a identidade do estilista estão nessa faixa de 300, 360 reais também! Infelizmente não falaram no release se essas peças mais caras serão em seda, mas mesmo assim, ainda me lembro com saudades da primeira coleção da Stella McCartney para C&A, com produtos feitos de seda, qualidade ótima (tenho um vestido preto que está intacto até hoje)…e nenhum passava dos 300 reais.

Não duvido que vai vender bem – e no caso da Le, espero que venda muito bem, afinal ela é minha amiga e to desejando todo o sucesso do mundo para ela! – mas fico me perguntando se, em época de crise como a que estamos (crise esta que, ao que  tudo indica, só tende a piorar), aumentar tanto o preço médio das peças dessas collections é a coisa certa a se fazer. Para as marcas, com certeza essa é a medida mais lógica, mas será que está de acordo com essa mudança de perfil dos consumidores que estamos vendo tanto por aí? Eu acho que não!

Beijos

8 em Fast Fashion/ Moda/ Provador/ Visitinha no dia 30.04.2015

#futinoprovador: C&A, Andrea Marques para C&A, Renner e um passeio pela Forever 21

Faz tempo que eu não faço um post desse tipo, né? Pois é, ultimamente eu estava completamente sem tempo e nunca conseguia uma tarde de folga para ir até um shopping com muitas lojas fast fashion. Como isso foi um tópico que muita gente falou que curtia na pesquisa que fizemos, resolvi criar o tempo e dar uma olhada no que está acontecendo por aí!

Fui no Shopping Morumbi, que apesar de ser um dos lugares que eu mais gosto em termos de fast fashion – afinal, tem C&A, Renner, Forever 21 e Zara – é um dos que eu mais demoro, afinal ele é enooooorme. Daí, eu crente que ia fazer pelo menos 3 dessas lojas em 3 horinhas, demorei mais de 4 horas e acabei comprando algumas coisinhas (assim vocês vão me falir, não vale rsrs).

Bem, deixa eu mostrar logo! A primeira loja que eu passei foi a C&A.

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Tentei não focar muito na coleção da Andrea Marques porque vocês pediram para eu não falar apenas dessas especiais, mas como eu não fui conferir no pré lançamento, não resisti e fui dar uma fuçadinha nas araras dessa parceria, que ainda estavam cheias de peças em todos os tamanhos. Na verdade, eu amo o trabalho da Andrea mas ele não faz muito o meu estilo, e eu acabei ficando nessas duas saias, no body e no tricot, mas não curti muito nenhum. Achei o 42 das saias apertado e apesar de ter achado o body maravilhoso, achei que ele abre muito facilmente (mas eu também não sei me comportar com essas roupas, não hahaha).

Voltando para a coleção normal, nada me empolgou muito, confesso. De saias, shorts e calças, não vi nada que me chamasse a atenção. Quanto à parte de cima, só curti a camisa camuflada, que veste absurdamente bem (levei, claro! rs) e os tricôzinhos, que acabei não levando porque o colorido é muito curtinho (uma pena, porque amei esse camuflado diferente!) e o preto com dourado pinica e é mais transparente do que eu gostaria.

Logo depois, saí e fui para o outro extremo do shopping: Renner!

 

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A Renner me decepcionou, gente. Tirando poucas peças (só essas daí que levei para o provador), todo o resto me pareceu igual. Aliás, não só pareceu, como eu vi com meus próprios olhos um cardigã quase idêntico (se não era o mesmo…) ao que eu postei aqui em outubro!

Sei lá, a impressão que eu tenho é que ela perdeu um pouco o gás. Espero estar errada, porque existe potencial, afinal, o pouco que me empolgou foi o suficiente para eu querer continuar dando chances.

O poncho foi uma dessas peças que me fez ficar muito feliz e contente, por exemplo. Amei essa versão em cores mais sóbrias e quase levei para casa, mas achei que seria exagero ter outra peça parecida no armário e também achei caro. Aquele meu da Dafiti, por exemplo, está 40 reais mais barato!

O tricot listrado p&b e o vestido são fofos e vestiram bem, mas levei para o provador só por levar mesmo. Não me emocionaram. rsrs

Agora a saia….bem, a saia eu tive que levar! Apesar de não ter curtido o modelo da Andrea Marques, eu fiquei na cabeça que seria interessante ter uma saia de couro midi no armário. E aí eu achei essa na Renner onde eu curti a modelagem, curti o preço e apesar de ser um “couro” beeeem fininho, eu achei que valia a pena. Usei ela pela primeira vez no sábado passado e assim que coloquei, tive certeza que o investimento vai se pagar rapidinho! Valeu a pena MESMO!

Bem, de foto no provador eu só vou ter isso mesmo. E a Forever 21 do título? Então…a Forever foi a grande decepção! Desde que a loja inaugurou eu já fui algumas vezes, inclusive uma dessas vezes, eu fiz as duas compras mais maravilhosas da minha história com fast fashion: a minha calça jeans boyfriend que eu não tiro e o meu moletom da Frida Kahlo que é elogiado toda vez que eu uso.

Só que de uns tempos para cá, eu entro na Forever e não consigo achar nada do meu tamanho. Sabem o que é nada? Nada! A grande maioria das peças que eu encontro só tem P – que parece PP – e os poucos M’s que eu acho também parecem PP. Está mais fácil achar o Wally do que achar uma peça L e os shorts e saias que eu estou vendo devem ficar curtos até na minha Barbie.

Na verdade, notei isso mês passado, quando fui conhecer a Forever que abriu na Haddock Lobo, mas achei que era fase ou coincidência. Um mês depois, entrei nessa do Morumbi e vi que a dificuldade permanecia, mesmo as peças tendo mudado. Na boa, to quase desistindo. O que me faz continuar dando uma olhadinha são os acessórios, que eu nem fotografei porque fiquei tão decepcionada que acabei indo embora da loja rapidinho.

Vou ver se mantenho uma rotina de pelo menos uma vez por mês dar uma passadinha para contar para vocês o que eu achei nas fast fashion, mas quem quiser contribuir, pode mandar fotos ([email protected]) com preço ou marcar nosso instagram (@futilidades)! Adoraria ter a participação de vocês por aqui! :)

Beijos!

Carla

16 em (f)uti foi/ Fast Fashion/ Moda/ Provador no dia 14.10.2013

No provador: Adriana Barra para C&A

Quinta feira passada teve o preview da Adriana Barra para a C&A no Shopping Iguatemi. Eu sempre vou nesses previews – por mais tumultuados que eles sejam – e tento pegar algumas peças para provar e mostrar no instagram (Já segue a gente? @futilidades), mas acho que vale a pena mostrar por aqui também, né? Por isso, no instagram só botei algumas peças e deixei as melhores para o blog! #truquedeblogueira #nãovalesónoinsta

O perrengue não foi muito diferente do que nas outras parcerias. Mulheres ensandecidas pegando tudo que os braços podem carregar (se bem que qualquer pessoa que tenha me visto lá vai achar que eu tava nessa categoria, mas era tudo pauta para o (f)uti! rs), manequins peladas (e decepadas também), gente experimentando as roupas no primeiro lugar disponível (se bem que achei os provadores tranquilos dessa vez), troca troca de peças, filas quilométricas para pagar. E um detalhe que eu achei bem legal, a própria Adriana Barra ficou lá até o final, falando com todas as pessoas e recepcionando os clientes.

O que eu achei da coleção? Bem, é estampada. MUITO! Por isso, cuidado. Sei que não tem como esperar exclusividade em uma parceria com fast fashion, e nem é esse o intuito, mas não tem como negar que estampa é algo que marca um look, e quando a mesma padronagem está em saias, vestidos, kaftãs, calças e shorts e em grande quantidade, ainda por cima, a chance de você se cansar rápido desse tipo de peça é grande. Aconteceu isso com as calças que eu comprei na coleção da Mixed e confesso que hoje em dia eu me arrependo um pouco de as ter comprado na empolgação.

adriana-barra-cea-precos

Outro ponto que foi bem discutido em algumas fotos do insta foi o preço. Realmente, as peças não estão baratas. As mais legais estão na faixa dos R$200. Para compensar, veio tudo bem caprichado. Vestidos com segunda pele dentro (e que não corre o risco do “vestido de dentro” ficar com a alça escapando, porque você pode prendê-lo em um detalhe dentro do “vestido principal”), saias com forros decentes, modelagem legal e muitas peças com tecido bom e detalhes especiais como bolsos e cós trabalhados. Para quem quiser ver mais produtos, é só dar uma olhada na fanpage da C&A que tem várias fotos.

Outro motivo que me fez achar os preços não tão absurdos, foi comparar com as peças vendidas na própria Adriana Barra. Quase tudo custa acima dos 4 dígitos e eu, sinceramente, não consigo gastar com facilidade essa dinheirama em algo estampado e com grandes riscos de enjoar (aliás, esse é um dos principais motivos de eu ainda não ter comprado nada da Isolda, por mais que eu ache a marca a coisa mais incrível!). Mas por R$200 eu consigo pensar no caso.

adriana-barra-c-a-precos-acessorios-bolsasGostei bastante dos sapatos e bolsas, principalmente as clutches! Aliás, acho que são as opções perfeitas para quem tem medo de usar estampas (tipo eu)! As alpargatas são lindas, mas teve gente dizendo que era meio dura e machucava. Pra mim, o diferencial dessa parceria são as Havaianas! Tá com preço pra gringo? Tá! Mas todas as estampas ficaram super especiais nos chinelos.

No fim das contas, não levei nada, mas não foi por não ter gostado das coisas. De tudo que eu experimentei só uma roupa não ficou boa e até me sacaneei lá no insta, porque realmente fiquei parecendo o Gominho. Mas como vou viajar em menos de um mês, resolvi segurar a carteira, afinal, todo centavo conta!

A coleção chegará em lojas selecionadas amanhã e quero que vocês me contem suas impressões depois, tá?

Beijos!

Carla