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0 em Polinésia Francesa/ Trip tips/ Viagem no dia 05.12.2016

Destino Lua-de-Mel: Bora Bora – o que fazer por lá

Vamos continuar falando de Bora Bora? Contei aqui como era o Intercontinental Thalasso e o nosso magnífico bangalô sobre as águas. Agora quero mostrar para vocês o que tem de legal para fazer por lá.

Passamos boa parte do tempo aproveitando o que o hotel tinha a nos oferecer. Isso incluiu pegar sol no deck do nosso bangalô, tomar um espumante e ver a vida passar da nossa varandinha, andar de SUP pela lagoa (e até ir da praia até nosso quarto remando) e relaxar na praia e na piscina.

Divando no nosso deck privativo

Pegando sol no nosso deck privativo

SUP na lagoa

SUP na lagoa

champanhe-borabora sup-boraboradeck-thalasso2Além de aproveitar muito a infra do Thalasso, foi em Bora Bora que fizemos a maior quantidade de passeios e atividades fora do hotel. Eu fechei todos esses passeios com a Easy Tahiti porque eles tinham preços melhores do que o concierge do hotel (no site deles tem os preços atualizados de cada um).

Fizemos os seguintes passeios:

Mergulho com cilindro (Exploration Dive)

Dentro do Thalasso tem um centro de mergulho da PADI, de onde pegamos uma lancha e fomos mergulhar. Nós fizemos o curso de mergulho básico antes da viagem e fomos sem muita experiência mas foi super tranquilo.

Éramos só eu e meu marido com a Dive Master e como ela viu que estávamos indo bem, nos levou a uma estação de limpeza de arraias-manta a quase 30 metros de profundidade!!!

Demos uma super sorte de ver uma manta gigante nadando bem do nosso lado, incrível!
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A 30 metros de profundidade

A 30 metros de profundidade

A verdade é que a parte da lagoa de Bora Bora, que fica entre os motus e o centro da ilha, tem pouca vida. Tanto o snorkel que fizemos no hotel quanto o mergulho foram meio “fracos” no quesito vida marinha, exceto pelo encontro com esse gigante do mar. Nadar perto da manta foi uma experiência inesquecível!

Já a parte de fora dos motus tem vida à beça e é pra lá que fomos quando fizemos o passeio que vou contar a seguir.

Shark and Ray Snorkel Safari

Esse é um tour de barco que, como o nome já diz, te leva para ver tubarões e arraias no recife por fora dos motus!

Primeiro fomos ao local onde ficam as arraias (stingrays), que mais parecem cães de estimação querendo atenção! Você pode entrar na água, que é bem rasinha, se tiver coragem. Elas vem muuuuito perto e às vezes chegam a encostar em você com aquela pele gelada e gelatinosa. Se você quiser, pode dar comida pra elas, na boca! Dá muuuuuito nervoso mas é bem divertido!

Arraia pedindo carinho!

Arraia pedindo carinho!

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2arraiasemboraboraDepois de praticamente sermos abraçados pelas arraias-cachorrinho, fomos ver os tubarões (blacktip sharks) numa parte bem mais funda. Você entra na água e eles ficam ali, nadando e nadando como se nada estivesse acontecendo. Eram dezenas!

Assim como em Moorea, dá aquele friozinho na barriga ao ver aqueles bichos mortais em volta de você… mas eles não estão nem aí pra sua existência! Depois que passa o receio inicial, fica super divertido nadar atrás deles… eles são rápidos, viu? Você nada, nada, nada e nada, não consegue alcançar nem um! Amei estar tão pertinho dos tutubas, foi bem radical!

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Ei, tutuba, volta aqui!

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Por fim, fomos para um terceiro ponto com muitos muitos muitos peixes onde pudemos fazer snorkel à vontade. Era tanto peixe que era impossível tirar foto, eles ficavam entrando na frente da câmera, praticamente posando, olha:

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Era pra ser eu na foto, mas o peixinho entrou na frente!

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Na minha opinião, esse passeio é um must do.

Jet Ski

Fizemos também um tour de jet ski com guia ao redor da ilha. O passeio todo durou 2h, incluindo uma parada num motu com um “coconut show“, que, apesar de dispensável, acabou sendo interessante (aprendemos a fazer leite de coco artesanal!). Foi bem divertido!

Passamos perto dos principais resorts e pudemos dar uma espiadinha em como eles eram, além de poder pilotar livremente (e super rápido) o jet ski por aquelas águas cristalinas.

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Parasail

O parasail é aquele mini paraquedas que vai sendo puxado por uma lancha. Como a paisagem é linda de morrer, dá para imaginar que o passeio é espetacular né?

A diferença de preços nesse passeio se dá pelo tempo que você fica voando e pelo comprimento da corda. Nós contratamos o parasail por 15 minutos e a corda mais comprida, que vai até 300 metros! Lindo demais ver Bora Bora lá de cima e a sensação de liberdade ao voar foi maravilhosa.

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Esse passeio saía do Intercontinental Le Moana, portanto tivemos que pegar o transfer entre os dois hotéis da rede. Aproveitamos para conhecer o Le Moana, almoçamos por lá e ficamos um pouco na piscina.

Minha opinião sincera? Não tem comparação com o Thalasso! A infra, os bangalôs, a piscina, tudo é muito mais simples, a água é bem mais mexida (pelo menos quando eu fui) e não tem aqueeeeela vista para o Monte. Depois de conhecer o Thalasso a única certeza é que não ficaria no Le Moana (se o $$$ permitisse, óbvio).

Não dá vontade de pegar um avião e ir pra lá agora mesmo?

Depois de 5 dias e 4 noites nossa estadia no paraíso chegou ao fim. Arrumamos as malas super deprimidos para partir para Rangiroa. Nada na vida poderia ser tão legal quanto Bora Bora… mas foi aí que nos enganamos.

Não perca o próximo post.

Aline

banner-alineTodos os posts da Aline sobre a Polinésia Francesa podem ser encontrados aqui

 

0 em Polinésia Francesa/ Trip tips/ Viagem no dia 28.11.2016

Destino Lua-de-Mel: Bora Bora, um sonho de ilha!

Para quem está acompanhando os posts sobre a Polinésia Francesa, chegamos ao auge: Bora Bora, a pérola do Pacífico!

Pegamos um vôo entre os horários de checkout de Moorea e checkin de Bora Bora (para não desperdiçar nem um minuto em nenhum dos destinos) e em 50 minutos já estávamos no cenário mais aguardado de toda a viagem!

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As especificidades da ilha começam já no aeroporto: ele fica num micro pedacinho de terra no meio do mar e é acessível somente por barco.

Todos os hotéis têm suas próprias lanchas que buscam e levam os hóspedes no aeroporto. No nosso caso, assim que pousamos já tinha um funcionário do hotel nos esperando com colares polinésios cheios de flores e conchinhas para entrar no clima!

Deck do aeroporto com as lanchas dos hotéis

Deck do aeroporto com as lanchas dos hotéis

Os principais resorts de Bora Bora se localizam nos motus, pequenas faixas de terra que rodeiam o centro da ilha, criando uma grande lagoa! No interior existem dois montes, sendo o Monte Otemanu o mais alto e conhecido, tendo nascido de resquícios de um vulcão adormecido.

Você deve estar se perguntando qual a relevância desse tal monte. Total! Toda vez que eu pensava em Bora Bora, me vinha na cabeça aquela foto de uma água azul-tão-turquesa-que-dói-os-olhos, com uma mata verde densa e o Monte Otemanu lá atrás, super lindo e fotogênico.

Na minha opinião, a viagem não estaria completa sem o Otemanu no pano de fundo e isso foi fundamental na hora de escolher em qual resort ficar. Ali, exatamente em frente ao Monte e com aquela vista clássica, existem quatro hotéis: Le Meridien, St Regis, Four Seasons e Intercontinental Thalasso. Eu tinha algumas dicas de pessoas que tinham ficado tanto no Le Meridien quanto no Four Seasons e tinham gostado muito, mas depois de muita indecisão, optamos novamente pelo Intercontinental, nesse caso o Thalasso (cuidado, existem dois hotéis da rede Intercontinental na ilha e suas instalações são bem diferentes).

Precisa escrever alguma coisa?

Intercontinental Thalasso – Precisa escrever alguma coisa?

O Thalasso saía um pouco mais barato que o St Regis e o Four Seasons e um pouco mais caro que o Le Meridien, porém com uma infra bem mais legal que esse último. Além disso, eu ainda teria um upgrade na categoria do quarto (falei mais sobre isso aqui), então foi pra lá que nós fomos!

O Hotel

No Intercontinental Thalasso todos os quartos são bangalôs sobre a água. Esses bangalôs estão posicionados em formato de ferradura, sendo a diferença entre as categorias a sua localização: quanto mais longe da praia e mais perto do Monte, mais privativo, mais indevassado e, obviamente, mais caro.

Além disso, existe um deck nas duas pontas da ferradura acessível a todos os hóspedes, onde você fica de cara para o Monte (dá uma olhada na foto aí embaixo!). Então não fique se remoendo porque o quarto mais top é muito mais caro, dá para você ter a mesma vista só andando um pouquinho (ou pegando um carrinho de golfe, se você for preguiçoso :P).

Vista aérea do Intercontinental Thalasso | Fonte: Site Intercontinental

Vista aérea do Intercontinental Thalasso | Fonte: Site Intercontinental

Visu de cair o queixo do deck

Visu de cair o queixo do deck do Intercontinental Thalasso

Otemanu sendo lindo ao fundo <3

Otemanu sendo lindo ao fundo <3

Nós fomos de lancha do aeroporto até o hotel onde fomos recepcionados com um drink de boas vindas. A recepção do Thalasso tinha um deck com coqueiros e pufes enormes de frente pro mar pra você já começar a babar logo na chegada ao hotel. Acho que a primeira reação ao ver com meus próprios olhos aquele pedaço de paraíso foi dizer: “Para, nada na vida pode ser tão azul. Será que eu estou na Disney e na verdade isso tudo é de mentirinha?”

Papéis preenchidos e check in feito, fomos convidados a subir em um carrinho de golfe com um funcionário simpaticíssimo que nos mostrou os arredores do hotel todo antes de nos levar ao nosso bangalô.

Descansando no pufe enquanto esperava o checkin

Descansando no pufe enquanto fazia o checkin no Intercontinental Thalasso

Um comentário rápido: as malas se movimentam magicamente! Desde que pousamos em Bora Bora não interagimos mais com elas e, como um passe de mágica, elas chegaram ao nosso quarto antes de nós (e olha que elas nem foram no carrinho com a gente!). A vida podia ser fácil assim sempre, não é?

Voltando ao hotel: o Intercontinental Thalasso tem uma piscina linda de borda infinita de frente pro mar e uma praia que dá acesso à lagoa com água cristalina e absurdamente azul (onde ficam os bangalôs). Ficam disponíveis à vontade caiaques, pedalinhos, equipamentos de snorkel  e standup boards (você pode remar até seu bangalô, que tal?). De resto o hotel conta com toda estrutura de um resort de ponta: academia (de novo, aqui não né?), lojinhas, quartos de transição (para os hóspedes que chegam antes do horário do checkin), bicicletas para você passear pelo resort, uma quadra de tênis, uma capelinha para casamentos, um SPA além de um dive center da PADI.

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Lagoa do Thalasso

Lagoa do Intercontinental Thalasso

É permitido, ainda, o acesso à parte de fora dos motus, onde você pode ver o oceano e onde está um grande recife. Mas a estrela do lugar é sem dúvida a vista da lagoa!

Parte externa dos motus: bem mais rústica!

Parte externa dos motus do Intercontinental Thalasso: bem mais rústica!

O hotel tem ainda três bares e três restaurantes. Além disso, é possível solicitar um jantar romântico no deck de frente pro Monte Otemanu e um café da manhã polinésio que é servido numa canoa diretamente no seu bangalô, dá pra acreditar?

Em Bora Bora também optamos por fechar a reserva com meia pensão (café da manhã e jantar), e achei o ideal! O café era servido no estilo buffet no restaurante Bubbles e era comida que não acabava mais! Tinha opção para todos os gostos e você já saía bem alimentado para aproveitar o dia.

O jantar era em esquema menu (entrada, prato principal e sobremesa), também bem servido e muito variado. Para os hóspedes em regime de meia pensão, era possível escolher entre 2 restaurantes: Sands, que ficava de frente pra praia e tinha mesas inclusive pé-na-areia; e o Reef, que ficava na parte interna do resort num terraço super simpático e que tinha noites temáticas e show de dança polinésia às segundas e sextas. O terceiro restaurante era o Le Corail, o mais exclusivo, que contava com a maior adega da Polinésia Francesa e um menu mais requintado. Disponível com custo adicional para quem estava na meia pensão. Acabamos não experimentando o Le Corail porque achamos besteira pagar o adicional já que os outros dois restaurantes ofereciam diversas opções em seus cardápios. Vale lembrar que para jantar em qualquer um dos restaurantes era necessária reserva prévia no concierge do hotel, que ficava ao lado do Bubbles.

No Thalasso também tinha Happy Hour 2×1, que acontecia todo dia no bar do restaurante Sands durante o pôr do sol. Não preciso nem dizer quão incrível era o sol se pôr atrás do Monte, né? Praticamente um sonho.

Esperando o por do sol no Bubbles Bar

Esperando o por do sol no Bubbles Bar

Happy Hour

Happy Hour no Intercontinental Thalasso

Ahhhh o por do sol

Ahhhh o por do sol de Bora Bora

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Outra coisa bacana da rede Intercontinental em Bora Bora é que existem lanchas que fazem o trajeto Thalasso – Le Moana (o outro hotel da rede na ilha) algumas vezes por dia. Então, caso você queira ou precise ir até o outro hotel, pode fazê-lo sem custo algum.

O Bagalô

Nós optamos pelo bangalô Sapphire, que ficava no meio da ferradura (pagamos na verdade pelo Emerald, a categoria mais barata que ficava virada para praia mas tivemos upgrade).

Amei o nosso bangalô! Ele era bem mais reservado que os Emeralds por ficar virado para a parte de fora da lagoa e tinha uma vista lateral do Monte. Apesar de ser um pouco longe das áreas comuns do hotel, era possível chamar o carrinho de golfe, pegar uma bicicleta ou ir caminhando e apreciando a paisagem!  

Vale dizer que todos os bangalôs têm exatamente a mesma planta e mimos, exceto o Pool Overwater Villa que tem uma piscina no deck externo e o Two Bedroom Overwater Villa With Pool, que além da piscina tem dois quartos ao invés de um.

Os bangalôs contam com a seguinte estrutura: um deck com acesso direto para a água, uma sala com piso de vidro no chão, varanda com chuveiro, quarto com janelão do chão ao teto, banheiro com chuveiro e banheira de imersão separados (também com direito a janelão para você não perder nem um minuto de admiração àquela vista espetacular), pia dupla, closet, máquina de Nespresso, entre outros frufrus que te fazem sentir tratado com carinho. Só amor por esse quarto!!!

Vista da cama

Vista do bangalô do Intercontinental Thalasso

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Banheira top!

Banheira top!

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Quer ver com mais detalhes como era o bangalô? Só não repara o tremelique do vídeo mas a emoção era tanta que estava difícil de segurar.

A video posted by Aline Rajão (@alinerajao) on

Não perca o próximo post, vou contar tudo que fizemos nesse pequeno pedaço de céu! 

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Para seguir a Aline no instagram é só procurar por @alinerajao

 

9 em Polinésia Francesa/ Trip tips/ Viagem no dia 14.11.2016

Destino Lua-de-Mel: Polinésia Francesa, um pulinho no Tahiti!

Olá! Eu sou a Aline, uma das melhores amigas da Jô há mais de 15 anos. Acredito que posso dizer que nós temos uma boa quilometragem rodada: já estivemos juntas em 14 países, em 3 continentes diferentes. Além desses todos que fomos juntas, já estive em mais um montão de lugares legais e os planos não param.

Eu diria que se tem uma palavra que me define é “wanderlust”: aquele que tem uma vontade e um desejo incontrolável de viajar. É uma coisa que beira até a neurose, daquelas que não saem da sua cabeça em nenhum momento. É estar no avião voltando de algum lugar já pensando qual o próximo destino. Alguém se identifica?

Deu pra perceber que essa coisa de viagem é séria pra mim, né? 

Já que eu viajo bastante, pesquiso bastante e sou bastante sincera, fui convidada pra escrever alguns posts pro Futi e aceitei o desafio! Escrevi dois posts no passado (um sobre Londres e o outro sobre Los Roques) e espero poder compartilhar um pouco mais das minhas dicas com vocês. Espero que vocês gostem das minhas experiências!

Vamos começar com meu destino de lua-de-mel? Polinésia Francesa!

Tahiti

Tahiti

 

Um dos destinos mais exóticos e mais cobiçados para lua-de-mel é sem dúvida o Tahiti. Mas o Tahiti, jura?

Deixa eu explicar. Muita gente confunde o Tahiti com a Polinésia Francesa, e isso, sem os devidos esclarecimentos, pode acabar arruinando a tão sonhada viagem de lua-de-mel.

O Tahiti nada mais é do que a ilha principal da Polinésia Francesa, um arquipélago com 118 ilhotas no meio do Oceano Pacífico.

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Moorea

 

Tá, e daí?

E daí que de longe o Tahiti é a menos interessante dessas ilhas. Se ligou no tamanho da confusão?

As ilhas turísticas mais famosas, além do próprio Tahiti, são Bora Bora e Moorea, mas além delas ainda existem várias outras bem interessantes como Rangiroa, Taha’a, Huahine e Tikehau.

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Bora Bora

 

Como o Tahiti é a principal, é lá que está o aeroporto internacional (Papeete – PPT), e é lá que você pega os vôos domesticos para as outras ilhas.

Mas como você chega lá?

Como eu falei, a Polinésia Francesa está no meio do Pacífico, sendo a rota mais curta para quem sai do Brasil a que vai pelo Chile, com a LATAM. A parte negativa desse vôo é que sua frequência é semanal, tirando bastante a flexibilidade de quantos dias você vai poder ficar por lá.

Eu fui de Los Angeles para a Polinésia com a Air France, em um vôo direto de 8 horas (se eu não me engano esse vôo tinha frequência diária saindo de LAX). Além da Air France, existe outra companhia que oferece o mesmo vôo, a Air Tahiti Nui.

E quando ir?

Em tese, a melhor época para ir vai de maio a agosto – os meses mais secos e também mais caros.

Eu fui em novembro e peguei tempo bom. De fato peguei um pouquinho de chuva, mas nada que durasse mais do que 15 minutos e/ou estragasse a viagem. Parece que lá sempre que chove passa rápido.

A vantagem de ir na baixa temporada é que os hotéis podem fazer promoções, oferecendo quartos a preços mais amigos e/ou upgrades de categoria.

Em resumo, vá quando você puder! O tempo lá é bom sempre, a água é sempre quente e o cenário vai ser sempre lindo de morrer.

É caro?

É, bastante. Por isso é fundamental o planejamento de que ilhas conhecer, quantos dias ficar e o que fazer por lá, pra sair tudo perfeito e valer cada centavo.

Aqui tenho uma dica de ouro: contrate um agente de viagens. Pode parecer maluquice, mas acredite se quiser: sai mais em conta se você fechar com uma agência do que se fizer tudo por conta própria. Eu usei a Tatiana do EasyTahiti ([email protected]), uma agência local super bem recomendada e só tenho elogios a fazer. A Tatiana foi uma fofa do início ao fim, me ajudou a montar meu roteiro personalizado do jeito que eu queria, organizou hotéis, vôos internos e atividades e isso tudo ainda saiu por um precinho mais camarada. Ah, e ela ainda arranha no Português. Indico de olhos fechados!

Eu fui pra Polinésia com meu marido (oi Dani!) em 2014 em nossa late honeymoon. Pois é, nós casamos meio rápido e a tão sonhada viagem de lua-de-mel acabou só acontecendo dois anos depois.

Nosso roteiro foi: 2 noites em Moorea, 4 noites em Bora Bora, 3 noites em Rangiroa e 1 noite no Tahiti.

Espera, mas você não disse que o Tahiti não é legal?

Não, eu disse que o Tahiti é a menos legal das ilhas e portanto você não deve ficar lá vários dias, mas provavelmente você não vai ter como fugir de dormir pelo menos 1 noite lá por causa dos horários dos voos (algumas pessoas tem que dormir na primeira noite, eu tive que dormir na última). Mas isso eu explico com calma depois.

Moorea

 

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Bora Bora

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Rangiroa

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Tahiti

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Vou contar um pouquinho de cada ilha nos próximos posts, não percam.

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