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30 anos

0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Comportamento no dia 03.05.2019

O marco dos 30 anos. Ele existe mesmo? Como está sendo para você?

Há uns meses recebi de uma participante do grupo um link para essa matéria do Man Repeller, que discutia o tal do marco dos 30 anos. Foi preciso ler nessa matéria sobre a aura que envolve essa faixa etária para enxergar como tudo nos leva a acreditar que aos 30 seremos mulheres mais bem resolvidas, seguras e no comando. Seja em filmes, seja em entrevistas com celebridades, tudo leva a esse senso comum.

Mas será que o marco dos 30 anos é assim mesmo para todo mundo? Aliás, será que esse marco existe?

Cartão da Hollaback Cards

Pessoalmente, a chegada dos 30 marcou meu crescimento pessoal de diversas formas. Me tornei mãe, mudei de país, comecei a fazer terapia, me vi trocando livros leves de comédia romântica por leituras que me acrescentassem algo. Se eu estou mais segura? Acho que não afirmaria isso com tanta ênfase. Mais bem resolvida? Diria que estou no caminho. No comando? Muitas vezes, não mesmo. Não sou mais a mesma dos 20 e poucos, mas isso é o natural da nossa evolução. Por isso, não jogo a responsabilidade dessas mudanças todas no marco dos 30 anos. Até porque eu nem acho que esse marco de fato exista.

Mesmo assim, resolvi trazer o questionamento para o grupo. Perguntei o que as participantes achavam dessa história do marco dos 30 anos e recebi umas respostas bem interessantes.

“O que eu ACHEI né?! Pq eu já to mais para os 39…
Sendo MUITO sincera: esperava mais! Até hoje estou esperando fazer 30 e me ser A ADULTA, aquela super mulher elegante, charmosa, empoderada, resoluta e pronta para “desbravar o mundo” 
E como eu me sinto? Como se eu tivesse uma baita desvantagem em relação a maioria das mulheres pq são mais jovens então a princípio tem um pouco mais de facilidade para serem empregadas (quem quer empregar um mulher de 37 anos sem filhos, mas que ainda pode ter?, os meus cabelos não vão ficar menos brancos (ainda tenho pouco mas já os tenho), minha pele não é mais a mesma e portanto meu rosto e meu corpo não são mais no lugar como eram. “

Silvia Fuchs

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Faço 30 esse ano e é bem complexo. No final dos 20 a gente começa a realmente se priorizar e parar de fazer coisas pra agradar os outros, percebo isso em mim e nas amigas. Desde se recusar a sair de salto e ficar com dor no pé (aos 22 era impensável a gnt sair sem salto e “passar vergonha” estando diferente) até parar de justificar as vontades e planos. É assim pq sim pq a gnt quer e boa. 
Então esse autorespeito, o autocuidado, se conhecer realmente e saber quantas fases a gnt ja teve na vida e poder entender o que nos faz feliz ou não realmente da uma perspectiva diferente. Talvez isso ajude a dar uma luz diferente até. E é essa luz de plenitude que nos faz sentir no auge.

Karina Fetti

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Olha… tenho 38 e acho que a grande vantagem desse tipo de discurso é colocar em segundo plano características comumente associadas ao que a sociedade entende como sendo o valor primordial de uma mulher, como beleza e juventude. Porque por mais que uma mulher esteja bonita e “em forma” nos 30, aos olhos da sociedade ela jamais poderia “competir” nesses quesitos com uma de 20.

O que eu acho que falta mesmo é a gente para de tentar de se encaixar nesses rótulos e assumir as rédeas da própria vida. A gente precisa, urgentemente, como mulheres, parar de precisar tanto de validação externa. Importa tanto assim a forma como a sociedade nos enxerga por sermos “mulheres de 30”? Importa tanto assim conquistarmos essa plenitude que alguém disse que deveríamos ter? Ou o que importa é termos a coragem de corrermos atrás do que realmente queremos, darmos a cara pra bater, enfrentarmos os desafios e conquistarmos o que de fato tem valor pra nós?

Joana Alencastro

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Na minha experiência pessoal os 30 estão sendo muuuuito melhores que os 20!!! Eu era assustada, desempregada, perdida… Sempre fui feliz, mas tinha aquela insegurança de menina. Agora moro sozinha, tenho meu trabalho, me sustento e sou muito mais bem resolvida! Com certeza os 30 estão sendo a melhor fase da minha vida. Mas isso na minha cabeça de agora. Talvez a Renata de 20 achasse a minha vida de agora um saco. E eu sinceramente espero que os 30 não sejam a melhor fase. Que por melhor que seja, os 40, 50, 60 e daí em diante sejam bem melhores! Né não?

Renata Brasil

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Essa aura de que os 30 é a idade onde tudo se “resolve”, só serve para gerar mais angústias e padrões para enquadrar as pessoas. Eu ainda sinto esse peso, essa cobrança pelo “auge do sucesso”! Não to nem perto…RS. Cada um tem sua história de vida, sua realidade, suas possibilidades! Estar casada, com um super emprego, filho, cachorro, casa, carro do ano, com um corpo “lindo” (exemplos), não são necessariamente um modelo de “sucesso balzaquiano”, e tudo bem se for ou não. Padrões, padrões e mais padrões impostos à uma pluralidade de vidas e vivências que não são iguais, são diversas e únicas

Mirelle de Sousa

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Talvez os seus 30 seja pra correr atrás da carreira ganhando dois salários e respirando fundo a cada contracheque. Talvez seja pra dar conta dos filhos, ou ainda para atravessar a rua em Manhattan tomando seu Starbucks de bota e Trench Coat. A nossa vida é a gente quem faz.. romantizaram os 30, mas romantizam tanta coisa e a gente segue aí, construindo a nossa trajetória como dá.. o importante é fazer de cada fase a melhor possível. 

Anelise Hott

E aí? O que essa idade está significando para você? Você também passou por algum marco dos 30 anos?

Veja mais:


2 em Autoconhecimento/ Destaque no dia 07.03.2019

15 lições que Taylor Swift está aprendendo com seus 30 anos

Taylor Swift faz 30 anos esse. Ainda falta, pois é só em Dezembro. Mas ela resolveu se adiantar e escreveu um artigo para o site da revista Elle contando sobre 30 aprendizados que ela teve ao longo desses anos. Separei apenas a metade, com algumas das coisas que eu achei mais relevantes e importantes. Que eu também acabei aprendendo ao longo dos meus 30 anos (32, na verdade), e que achei que valia a pena ser compartilhado. Se você quiser ler a matéria toda, o link está aqui!

1 – Eu aprendi a silenciar alguns barulhos

Redes sociais podem ser maravilhosas, mas também pode inundar seu cérebro de imagens de coisas que você não é. Como você está falhando, ou quem está em um local mais legal que o seu em qualquer momento. Uma coisa que eu faço para diminuir essa estranha insegurança é desativas comentários. Sim, eu faço isso.

Dessa forma, eu mostro para os meus amigos e meus fãs o que eu estou fazendo, mas vou treinando meu cérebro para não precisar da validação de alguém dizendo que eu estou gostosa. Também estou bloqueando todo mundo que sente necessidade de me dizer que eu deveria morrer enquanto estou tomando meu café as 9 da manhã.

Eu acho que é saudável para a sua autoestima precisar menos das bençãos da internet, especialmente quando três comentários abaixo, você cruza sem querer com alguém te dizendo que você parece uma doninha atropelada por um caminhão e costurada de trás pra frente por um taxidermista bêbado. Um comentário que eu realmente recebi, aliás.

2 – Ser boazinha sempre pode te meter em confusão

Enquanto essa história de ser boazinha talvez tenha nascido da nossa criação para sermos jovens meninas educadas, quando alguém resolve se aproveitar disso, pode virar um dos maiores arrependimentos da sua vida.

Crie casca, confie na sua intuição e saiba quando revidar. Seja como uma cobra – e só morda quando alguém pisar em você.

3 – Esqueça o drama

Você só tem espaço e energia para dar para quem está na sua vida. Seja perspicaz. Se alguém está te fazendo mal, te drenando ou te trazendo algum tipo de dor que pareça difícil de resolver, bloquear seu número não é crueldade. É só uma forma de fazer seu telefone eliminar o drama, se é isso que você quer.

4 – Nesses meus 30 anos, eu aprendi que a sociedade está constantemente mandando mensagens bem barulhentas para mulheres que exibem sinais de envelhecimento, e isso é a pior coisa que pode acontecer com a gente.

Essas mensagens falam para as mulheres que a gente não pode envelhecer. É um padrão impossível de se encaixar, e eu to amando como Jameela Jamil está falando sobre isso. Ler suas palavras me faz sentir que estou ouvindo a voz da razão em meio a tantas mensagens dizendo que mulheres precisam desafiar a gravidade, o tempo e tudo que for natural. Tudo isso só para podermos atingir esse objetivo bizarro da juventude eterna, que não é nem um pouco obrigatória para os homens.

5 – Aprendi a não deixar que opiniões externas estabeleçam o que é valioso nas escolhas que faço para a minha vida.

Por muito tempo, as opiniões de estranhos afetaram como eu via meus relacionamentos. Quer fosse o consenso geral na internet de quem seria a pessoa certa para mim. Ou comentários sobre “casalzão da porra” baseados em uma foto que eu postei no meu Instagram. Essas coisas não são reais. Para alguém que sempre procurou aprovação como eu, uma lição importante de ser aprendida nesses meus 30 anos foi ter meu próprio sistema de valor baseado naquilo que eu realmente quero.

6 – Desculpar-se quando você machucou alguém que realmente é importante para você não te tira nada

Mesmo que tenha sido sem intenção. É tão fácil apenas se desculpar e seguir em frente. Tente não dizer “Me desculpe, mas…” e criar justificas para si mesma. Aprenda a desculpar-se sinceramente, e você conseguirá evitar que a confiança em suas amizades e relacionamentos se desgaste.

7 – Em casos de assédio sexual, eu sempre acredito na vítima

Trazer o assunto à público é uma coisa agonizante. Eu sei porque quando eu sofri assédio, meu julgamento foi desmoralizante, uma experiência horrível. Eu acredito nas vítimas porque eu sei toda a vergonha e estigma que vem ao levantar a mão e falar “isso aconteceu comigo”. É algo que ninguém escolhe para si. A gente fala porque precisa, e também por medo que isso continue acontecendo com outras pessoas caso a gente não o faça.

8 – Quando acontece uma tragédia com alguém que você ama e você não sabe como lidar com isso, tá tudo bem dizer que você não sabe o que falar.

Algumas vezes, só falar que você sente muito é tudo que a pessoa quer ouvir. Tá tudo bem não ter nenhum conselho útil para dar; você não precisa ter todas as respostas. Contudo, não é ok desaparecer da vida das pessoas em uma hora tão difícil. Seu suporte é tudo que a pessoa precisa quando está em um momento ruim. Mesmo que você não consiga fazer nada para ajudar, é legal apenas saber que se você pudesse, você faria.

9 – Antes de pular de cabeça, talvez, não sei, tente conhecer a pessoa!

Nem tudo que reluz é ouro, e primeiras impressões nem sempre são alguma coisa. É impressionante quando alguém consegue encantar as pessoas instantemente e ser o centro das atenções, mas hoje eu sei que o mais valioso de uma pessoa não é seu charme assim que você a conhece, mas as camadas que vamos descobrindo com o tempo. Elas são honestas? Atentas e engraçadas em momentos que você não espera? Elas estão ali para você quando você precisa? Ainda te amam mesmo depois de ter ver mal? Ou depois de te ver conversando com seus gatos como se fossem realmente pessoas? Essas são coisas que primeiras impressões nunca dizem.

10 – Perceber as cicatrizes da infância e trabalhar em ajustá-las.

Por exemplo, nunca ter sido popular quando criança sempre foi uma insegurança para mim. Mesmo depois de adulta, eu ainda tinha flashbacks de mim sentada na mesa do almoço, sozinha. Ou me escondendo no banheiro, tentando fazer novas amizades e virando piada. Quando eu ainda estava longe dos meus 30 anos, lá pelos 20 e poucos, eu me vi cercada de meninas que queriam ser minhas amigas. Então eu gritei para todo mundo ouvir, postei fotos e celebrei minha aceitação na irmandade sem perceber que outras pessoas talvez ainda se sentissem como eu me sentia quando estava sozinha. É importante entender nossos problemas antes que a gente se torne a personificação deles.

11 – Joguinhos não funcionam

Em um relacionamento real, seja amoroso ou de amizade, você está dando um tiro no pé se você não falar para a outra pessoa como você se sente, e o que pode ser feito para resolver. Ninguém lê mentes. Se alguém realmente te ama, essa pessoa vai querer que você verbalize o que sente. Isso é a vida real, não um jogo de xadrez.

12 – Como ser justa em uma briga com quem a gente ama

As chances de você não estar tentando machucar o outro, e o outro não estar tentando te machucar são grandes. Se você conseguir transformar a tensão da discussão em uma conversa, tem uma chance maior de esquecer a vergonha de perder uma briga ou massagear o ego por ter ganhado. Eu conheço um casal que, no meio da briga, sempre falam “ei, estamos no mesmo time”. Ache um jeito de diluir a raiva que pode sair do controle e te fazer perder o foco das boas coisas que vocês construíram. Ninguém dá prêmios para quem ganhou mais brigas em um relacionamento. Só distribuem papéis de divórcio.

13 – Eu tive que aprender a lidar com doenças sérias na minha família

Meu pai e minha mãe tiveram cancer, e minha mãe está lutando novamente. Isso me ensinou que existem problemas reais e todo o resto. O cancer da minha mãe é um problema real. Eu costumava ficar tão ansiosa pelos altos e baixos do dia. Hoje, chegando perto de fazer 30 anos, eu dedico toda a minha preocupação, stress e orações para os problemas reais apenas.

14 – Eu faço contagens regressivas para tudo que me empolga

Toda vez que eu entrei em um período muito ruim, eu sempre achei um pouco de alívio e esperança em apps de contagem regressiva e adicionando coisas que eu estava esperando que acontecessem. Mesmo que não fossem grandes feriados ou coisas, é bom olhar para o futuro. As vezes a gente pode ficar sobrecarregada no agora, e é bom ter uma perspectiva que a vida vai sempre seguir para coisas melhores.

15 – Eu aprendi que desarmar alguém que faz bullying pode ser tão simples quando aprender a rir de si mesma

Na minha experiência, eu já percebi que bullies querem ser temidos e levados à sério. Alguns anos atrás, alguém começou uma campanha de ódio me chamado de cobra na internet. O fato de tantas pessoas terem entrado nessa campanha fez com que eu chegasse no ponto mais baixo da minha vida. Mas eu posso falar para vocês como foi difícil segurar o riso toda vez que minha cobra inflável de 20 metros chamada Karyn aparecia no palco na frente de 60.000 fãs enlouquecidos. Foi o equivalente a responder aos comentários de ódio no instagram com uma risada. Seria ótimo se a gente conseguisse receber desculpas de quem fez bullying com a gente, mas talvez tudo que eu tenha é a satisfação de saber que eu consegui sobreviver a isso, e prosperar mesmo assim.

E vocês que já fizeram 30 anos? O que aprenderam?

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0 em Sem categoria no dia 17.09.2018

Do alto dos meus 35

Outro dia rolou uma conversa muito bacana no grupo do Papo Sobre Autoestima sobre a chegada aos 30 anos e as viradas de vida, depois que esse texto do Buzzfeed foi compartilhado. Foi muito fantástico ver todas as histórias de gente que resolveu mudar seus planos na virada de década, seja por vontade própria ou pelas circunstâncias. A verdade é que ver tantas histórias de mulheres que mudaram o rumo e assumiram a rédea dos seus destinos, saíram de suas zonas de confortos e foram atrás do que realmente as fariam felizes foi inspirador. Depois de ler todos os comentários fiquei pensando naquela conversa por dias, e notei que uma das maiores preocupações era o medo de não estar no patamar esperado para se estar naquela idade. Vamos conversar sobre isso?

A gente sabe que a sociedade criou um caminho que eles consideram como o natural: você nasce, cresce, estuda, escolhe sua profissão, passa na faculdade, se forma, casa, tem filhos, vai ganhando mais dinheiro, troca de casa e por aí vai…e todo mundo saiu seguindo esse padrão, como se de fato fosse algo natural, como se fosse o único caminho para a felicidade. Mas pensa comigo: pode ser algo natural se nem todo mundo está feliz com isso? Como eu sei? Olha quanta gente aí, aos 30, trocando de carreira, de parceiro, de cidade, de país, de vida!

>>>> leia também: “à “não lista” dos 30 <<<<

Natural é aquilo que faz sentido pra gente naquele momento, independente da idade que temos. Pra uns vai fazer sentido seguir esse padrão imposto, se casar, ter filhos ou ter a mesma profissão a vida toda. E tá tudo bem. Pra outras vai fazer mais sentido trocar de carreira, se reinventar e não ficar estagnado em algo que não está mais trazendo felicidade. E aí bate o medo (sempre ele, né?). Medo de não corresponder ao que esperam da gente, medo de se ver dando “um passo para trás” – seja financeiramente, seja pessoalmente – quando, na verdade, o passo é pra frente, porque nada que nos faz feliz nos atrasa, mesmo que pra isso, ao olhar dos outros, tenhamos que ser a “coitadinha que voltou pra casa dos pais (ou nem saiu de lá)”, ou a que não faz mais as mesmas viagens de antes porque o trabalho novo não paga tão bem quanto o antigo…Em 2018 já passou da hora da gente se desprender disso, né?

30-anos

Repare que todos esses medos quase sempre vêm pautados na idade. Casar, estabilidade na carreira, nas finanças, ultimamente até os critérios de lazer, como as viagens, estão se pautando na idade! Quantas listas de “coisas para fazer antes dos 30” a gente já viu por aí ou até já fez? Ter objetivos é ótimo e acredito em metas, funciona pra muita gente, mas por que condicionar tudo isso a uma idade, um número? Porque temos que nos cobrar a uma certa altura da vida já termos feito ou conquistado certas coisas que às vezes nem fazem tanto sentido pra gente, apenas é esperado que a gente tenha feito? Depois dos 30 a gente entra num buraco negro onde não dá mais pra fazer nada? Não dá mais pra mudar nada na vida?

Vou falar aqui pra vocês, daqui do alto dos meus 35, a alguns dias dos meus 36 anos, como alguém que AMOU fazer 30 anos. Muda tudo mesmo. Mas muda pra melhor. Só depende de você parar de se preocupar com idade, parar de se preocupar com o que esperam de você e ir atrás de descobrir o que te faz feliz. Não vou te enganar, pode não ser o caminho mais fácil, mas quem disse que seguir a boiada é simples? As pessoas vão sim, opinar, mas quem se importa? No fim, quando você se der conta de que está indo rumo à sua felicidade, que só você pode conquistar por você, quem estava ali, criticando e julgando, talvez entenda os seus motivos e você acabar inspirando os outros sem nem perceber.