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3 em Ásia/ Tailândia/ Trip tips/ tt/ Viagem no dia 10.01.2014

Trip Tips: Hotel em Bangkok

Depois dos posts sobre os dias na Tailândia, um post gigante sobre o Camboja e outro sobre o Vietnã, acabei esquecendo que tinha prometido falar mais sobre o hotel que eu fiquei em Bangkok! Obrigada, Jô, pela cobrança! :)

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Na piscina depois de um mergulho!

Quando pegamos as dicas da cidade, várias pessoas indicaram alguns hoteis que são mais conhecidos: Mandarin Oriental (top, mas muito fora do budget que a gente queria!), o The Peninsula (ótimo porque é de cara pro rio e tem sua própria frota de barcos, mas também tava um pouco acima do que a gente queria pagar) e o Banyan Tree, que foi o hotel que a Aline indicou em um trip tips passado!

Opção era o que não faltava e a gente estava bem inclinado em pegar a dica da Aline, até que nos deparamos com o Eastin Grand Hotel Sathorn no Trip Advisor. O preço estava tão bom comparado com os outros que pesquisamos (pagamos 600 e poucos dólares para 5 dias de hotel), que o santo desconfiou imediatamente. Só que dando uma olhada nos reviews, todo mundo estava elogiando a localização e uma das dicas que mais ouvimos dos amigos era que, em Bangkok, um hotel bem localizado tem muito mais luxo do que aquele que abriga um SPA maravilhoso ou um restaurante com chef renomado. Mesmo com o pé atrás, fechamos o hotel com um feeling que a gente tava fazendo a coisa certa.

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A piscina do hotel!

Bem, se eu resolvi falar só dele, é porque de fato fizemos a coisa certa, né? Nós amamos o hotel! Novo, bem decorado, café da manhã caprichado (incluso na diária), com funcionários simpáticos e uma piscina fenomenal. Aliás, a área da piscina é ótima. Tem um bar que você pode pedir comidinhas e bebidas e o Luce, um restaurante italiano que nos surpreendeu! Resolvemos conhecê-lo no segundo dia, estávamos exaustos do passeio que durou o dia inteiro e nem cogitávamos sair mais do hotel. Foi uma escolha conveniente que deu muito certo!

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Pedindo drinks na piscina!

O grande trunfo do Eastin, porém, é o acesso fácil ao BTS. De fato, esse foi o maior luxo da viagem porque Bangkok tem um trânsito assustador. E olha que eu moro em São Paulo. Nós não pisamos na rua, mas toda vez que atravessávamos a passarela para entrar no BTS e víamos a quantidade de carros parados e luzes acesas, a gente dava graças a Deus por ter escolhido esse hotel. Se a gente saía às 7 da manhã, tava tudo parado. Se a gente chegasse no hotel às 23:00, tava tudo parado. E, se bobear, eram os mesmos carros que vimos pela manhã (#exageros). Fizemos tudo com o BTS, inclusive, quando planejamos passeios para áreas mais distantes, a gente pegava o metrô, saltava na estação mais próxima do local e pegávamos um taxi ou tuktuk dali.

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Foto de look no BTS

Uma das dicas que nos deram era para ficar perto do rio, por causa das atrações (os templos principais, por exemplo). Estávamos perto, mas não tanto. Mais uma vez, o BTS acabou nos salvando, porque em uma estação a gente já saltava no deque para pegar os barcos.

Já fiquei em hoteis baratos por pura muquiranice e quase sempre saí arrependida. Mesmo pagando pouco, sentia que estava perdendo dinheiro ali, sabem? Esse não foi o caso do Eastin. Ao contrário, até…. Além de ter feito uma economia muito boa (que foi toda para o hotel de Ko Phi Phi! rs), senti que meu dinheiro foi muito bem aproveitado!

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A vista do quarto!

Quem está afim de um hotel com custo benefício muito, muito bom, pode ir nessa minha dica que não vai ter erro!

Beijos!

Carla

4 em tt/ Viagem no dia 22.11.2013

Trip tips: Aruba, the dushi island!

Nossa convidada de hoje é MUITO especial, nossa amiga Cony do Futilish. Ela ficou devendo um texto de sua passagem pela Irlanda, sua vida está super corrida desde então e por isso ofereceu escrever sobre Aruba, último destino da blogger! Claro que a gente amou a ideia e topou na hora!!!!

Cheguei de Aruba há poucos dias e ainda consigo visualizar aquele mar turquesa quando fecho os olhos.

Fui em baixa temporada, agora em novembro, e me contaram que de dezembro a abril a ilha fica lotada, pois os gringos dos USA, especialmente de NY, fogem do frio e vão para o paraíso. Neste mês está tudo muito tranquilo, ou nem tanto, afinal o hotel que me hospedei estava cheio. Um pouco de transito na rua principal, mas nada de praias cheias ou coisa parecida. O paraíso continuava sendo paraíso.

photo-28Cony relaxando na praia!

Bom, vou contar como fui para lá. Sai do RJ de Copa (primeira vez que voei nessa linha aérea e gostei muito) ate o Panamá, umas 6 horas e meia de voô. Minha escala foi de apenas 3 horas, e digo apenas pois queria ter ficado mais tempo para aproveitar o free shop mais impressionante que já vi na vida. Gigantesco e cheio de lojas bacanas como Valentino, Cavalli, Mac, Carolina Herrera, loja de tênis, de eletrônicos, bebidas, maquiagens, joalherias. Enfim, um verdadeiro shopping! De lá peguei outro avião da Copa com destino à Aruba, coisa de uma hora e meia, rapidinho. A ilha é tão pequena que achei que o avião fosse passar direto kkkk.

Assim que saí do avião senti aquele bafo quente do clima do Caribe. Não poderia esperar outra coisa, certo? O aeroporto de Aruba (Reina Beatrix) é bem pequeno mas funcional. Não precisa de visto nem de vacinas e nada de problemas na imigração, afinal, é um país que vive de turismo.

Rumei para o hotel (me pegaram lá, fui como convidada de um projeto do governo, mas tem vários táxis disponíveis e não são caros) e foi coisa de 10 minutos. A moeda local é o Florim Arubano, mas não se preocupe, eles aceitam dólares tranquilamente.

Vou contar um pouquinho do hotel que fiquei, o Renaissance. É do grupo Marriot e fica do lado do melhor shopping de Oranjestad (a cidade principal. São apenas 6!). Ou melhor, o shopping fica NO hotel. Várias lojas bacanas como Louis Vuitton, Carolina Herrera, Coach, Michael Kors, bulgari, Hugo Boss, Guess, Diesel, Tommy Hilfiger, Gucci e uma MAC do lado de fora. Aliás, atrás do hotel está a rua principal do centro, cheia de lojas como Victoria’s Secret e Mango. Em toda a cidade existem vários Duty Free mas confesso que nenhum me animou. A maioria vende perfumes e não tanta maquiagem. Os preços são de dufry mesmo.

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Voltando ao Renaissance, este hotel tem um baita diferencial, aliás, dois: fiquei no Marina que não aceita crianças (mas tem uma outra unidade do outro lado da rua que aceita famílias) e tem uma ilha particular! O barco te pega dentro do hotel – sim, tem um mini rio – e numa viagem de 8 minutos te leva para o paraíso. Na ilha do hotel também tem divisão para famílias e para adultos: a praia que permite crianças se chama Iguana Beach, e a de adultos, a maravilhosa e inacreditável Flamingo Beach. Vi a cena mais perfeita que já vi na vida, 7 flamingos espetaculares, soltos na praia. E nada de temer os humanos.

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Fui em vários restaurantes bacanas, mas meu preferido foi o Carpe Diem, em frente ao hotel. A decoração é linda, os pratos perfeitos, a vista incrível. Parecia um conto de fadas de tanta perfeição no ambiente!

A night de Aruba é agitada: quem curte house music pode ir na Gusto, em Palm Beach e muito frequentada por europeus. Quer baladinha na praia? Vá para Moomba Beach. Aos domingos tem musica ao vivo até as 9 da noite e depois DJ. Agora se quer diversão e boas risadas, Señor Frog é uma boa pedida. Lá fazem competições estilo qual é música, dançar em cima das mesas, quem bebe mais, coisas assim. Se quer algo mais tranquilinho, Local Store. Para tomar um drink ao som de musica ao vivo. Quer dançar e se jogar no eletrônico? Escolha o dia certo e vá para o Confessions!

A praia mais famosa pela sua beleza é Baby Beach e fica um pouco afastada do centro da cidade. Conheci o lugar no dia que fizemos um rally no parque nacional de Aruba, o Arikok. O rally não foi muito agradável, digamos assim rs, ganhei vários hematomas mas a paisagem de Baby Beach me fez esquecer qualquer dor! Outra praia que gostei muito e é perto do centro é a Eagle Beach. Digamos que é mais jovem e os eventos esportivos são lá. Palm Beach também é bacana.

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Não comprei muito por lá devido a alta do nosso querido dólar, mas também não achei tudo muito barato, não. Não tem H&M, Forever 21 nem Zara e eu não queria gastar muito dinheiro em coisas de grife. Comprei 2 óculos (que nem compensaram) e 2 bolsas da Coach, pequenas, por uns 250 dolares cada uma.

Eu adorei Aruba, muito mesmo, e pretendo voltar com calma para aproveitar bem o lugar. Tem muito o que fazer na ilha, vários esportes aquáticos, passeios no mar, muita diversão à noite e compras. Definitivamente, Aruba é um lugar para se divertir e relaxar, seja em casal ou família!

Curtimos a descrição da Cony e vocês? Se quer saber todos os detalhes da viagem dela pode espiar os posts do seu blog: post do Dia 1, post do Dia 2, post do Dia 3, post do Dia 4 e mais um relato com detalhes do hotel.

9 em Ásia/ Tailândia/ Trip tips/ tt/ Viagem no dia 19.11.2013

Trip Tips: Ko Phi Phi, Tailândia

Continuando com os posts da viagem, nossa próxima parada depois de Bangkok foi Ko Phi Phi! Muita gente conhecida ficou e indicou Phuket, mas queríamos um pouco de calmaria depois da correria da primeira cidade. Phuket tem praias lindas, mas é enorme e cheia de opções, preferimos um pouco de descanso mesmo que isso significasse perder algumas coisas.

Aproveitamos a dica de um casal de amigos (oi, Joanna!) e nos mandamos para Ko Phi Phi, uma ilha que fica a 1 hora de barco de Phuket. Ficamos no hotel Zeavola, um paraíso que começa na praia e com bangalôs que se escondem no meio da floresta. Mais uma vez seguimos a dica deles e, quando chegamos, demos o upgrade para o quarto com piscina privativa. É mais caro, mas conseguimos dar uma negociada no preço da diária. Na verdade, a piscina vem de brinde já que, além da vista maravilhosa, o maior trunfo desses quartos é que ninguém consegue ver o que acontece no seu bangalô. Apesar de todos os quartos terem cortinas, o banheiro fica do lado de fora, então já viu, né?

zeavola-varanda-quarto varanda que fica entre o quarto e o banheiro, no meio da selva mas com vista para o mar!

zeavola-vista-quartoolha a vista aí!

zeavola-piscina-quartoa piscina do quarto, com lugarzinho pra pegar sol e uma sala de tv.
O quarto fica no segundo andar!

zeavola-praia-1a praia, que não é particular do Zeavola, mas a área que pertence
ao hotel é bem confortável!

O único problema desses quartos é que eles ficam literalmente colados na floresta, então, na primeira noite tivemos a companhia de sapo, gafanhoto, mariposa (das gigantes, arghhh!) e, ainda por cima, um rato no banheiro. Sim, a primeira noite foi susto atrás de susto, deveria ter filmado! Eu, que morro de medo de insetos, fiquei muito tensa! No dia seguinte, o problema com o rato foi resolvido e, felizmente, não tivemos mais a quantidade de sustos do primeiro dia (tudo bem que a gente fechava tudo a partir das 4 da tarde, para evitar as visitas não muito agradáveis). Um lagarto, muitas lagartixas e até um macaco apareceram nos outros dias, mas nada muito aterrorizante quanto a “recepção de boas vindas”.

zeavola-lagarto-praianão tem como escapar dos bichinhos, em lugar nenhum! rs

Fora isso, os 4 dias que se seguiram foram bem relaxantes, praia, almoço e jantar nos restaurantes do hotel, massagem no spa, aula de culinária tailandesa, enfim…vidinha boa e tranquila! A única vez que saímos do hotel foi no segundo dia, que fomos conhecer alguns pontos turísticos próximos: Maya Bay (onde foi filmada o filme A Praia), Phi Leh Lagoon e a Ilha dos Macacos. Pudemos mergulhar com snorkel em alguns pontos e conseguimos ver tartarugas e visitar a menor praia do mundo (comprimento: dois passos grandes). Foram mais ou menos 5 horas de passeio e foi uma delícia!

Não lembro o preço desse passeio por pessoa, mas não foi dos mais baratos, não. A praia do hotel é bem rasinha, é boa para se refrescar enquanto pega um sol, mas a água na Tailândia é morna na medida! Uma delícia para nadar levando em conta a temperatura!

maya-bay-2Maya Bay, parece o paraíso, super vazia, né?

maya-bay-3Mas ela costuma ficar bem cheia! Depois do filme A Praia, ela ficou famosa!

kophiphi-phi-leh-lagoonAs águas neon de Phi Leh Lagoon! Ao vivo é mais incrível ainda!

zeavola-restauranteno restaurante que foi nosso point toda tarde e toda noite.
Pé na areia e de frente pra praia.

zeavola-aula-culinaria-1Primeiro prato da aula de culinária – Green Curry with Chicken (não sei traduzir!)
Ps da Jô: No Brasil os pratos com leite de coco são os que mais parecem os green currys (meus preferidos, sim, morri de inveja agora)
PS da Carla: Sim, esse prato é feito com leite de coco! Jo arrasou! hahahaha
zeavola-aula-culinaria-2Segundo round – Hot and sour soup with prawns (que foi substituido por frango também) and lemongrass. Gostoso, mas não tão gostoso se comparado com o primeiro.

zeavola-aula-culinaria-3Última delícia e, pra mim, o melhor prato – Spicy Grilled Beef Salad

Look do dia? Servem esses? rs

ko-phi-phi-maya-baymaya-bayEm Maya Bay, com saída de praia comprada na lojinha do hotel
(porque eu esqueci de botar na mala!) e óculos Lema 21

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Look “indo tomar café da manhã e na dúvida se vou pra praia depois ou não” (acabou que eu não fui pra praia) – Regata Melon Melon | Short – Botswana (o mesmo do dia do Floating Market) | Sandália – Havaianas, presente Adriana Barra para C&A
Bolsa – que o hotel oferece para você levar suas coisas pra praia!

O cenário ajuda e agora, com a câmera power, então, seria perfeito, mas o lugar é todo pé na areia, impossível de usar outro sapato além de chinelos e qualquer outro cosmético além de filtro solar. Acho que Bernardo agradeceu essas “férias”! rs

No fim das contas, sentimos que não perdemos nada não ficando em Phuket, mas pra quem gosta de um agito, Ko Phi Phi não é o lugar mais indicado mesmo!

Próxima parada, Siem Reap, Camboja (Cambodia ou Cambodja, cada lugar escreve de um jeito, fiquei perdida! rs)

Beijos!

Carla