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Trip tips

0 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 18.03.2018

O aconchegante hotel St Moritz, em Queenstown

Queenstown foi a nossa primeira parada na Nova Zelândia. Apesar de ser bem pequenininha (cerca de 15 mil habitantes), a cidade é super organizada e com toda a infraestrutura que o visitante precisa para ser feliz. Pois bem, após pousar no mini aeroporto de ZQN, alugamos um carro com a GoRentals (ali no aeroporto mesmo) e seguimos para o hotel St Moritz, onde ficamos hospedados na cidade.  

Ao entrar no hotel e dar de cara com a vista do lago Wakatipu e das montanhas, lembro que a primeira impressão foi a melhor possível: se a Nova Zelândia já estava nos recebendo com um visual daqueles, tive a certeza de que a viagem seria inesquecível.

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Estávamos realmente muito cansados, afinal tínhamos passado mais de 27 horas viajando desde o Rio até Queenstown, em 3 vôos com muita espera entre eles. Só pensávamos em descansar, antes mesmo de cair na cidade para explorar suas belezas.

Depois de esperar um pouquinho para o nosso quarto ficar pronto (chegamos antes do horário previsto para o checkin), tivemos o prazer de abrir a porta da nossa suíte e ver exatamente tudo que estávamos precisando: bastante espaço para fazer nossa bagunça, uma cama aconchegante e um banheiro lindo e limpo (e com banheira!) para a gente tomar aquele banho com o qual estava sonhando há várias horas.

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As suítes do St Moritz são bem completonas mesmo, com uma cozinha americana, uma sala grande com mesa, sofá, poltrona e TV, além do quarto escurinho separado e um banheiro. Eu diria que se resume a muito conforto e espaço, típico dos hotéis da rede M Gallery, da qual o St Moritz faz parte.

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Depois de tirar um cochilo revigorante, resolvemos sair a pé e ir explorar o que tinha ali pertinho do hotel. Descobrimos bem rápido que estávamos super bem localizados e a uma curta caminhada tanto do lago Wakatipu (aquele que vemos da varanda), quanto do centrinho de Queenstown, onde estão os principais restaurantes e cafés da cidade. Também estávamos bem próximo ao Skyline, um teleférico bem legal que leva ao topo da montanha (vou contar em mais detalhes no próximo post). Para quem gosta de caminhar, é bem tranquilo fazer tudo dos arredores do centro de Queenstown a pé.

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Mimos que encontramos uma das noites no nosso quarto <3

Mimos que encontramos uma das noites no nosso quarto <3

À noite, optamos por jantar no restaurante Lombardi, que fica no lobby do St Moritz. Dividido em 3 salões (biblioteca, bar e sala de jantar) que parecem cômodos de uma casa, o restaurante tem uma vista incrível para o lago e as montanhas. Como no verão anoitece bem tarde, pudemos assistir o por do sol dos janelões do Lombardi enquanto jantávamos. Foi uma primeira noite na Nova Zelândia muito especial.

É também no Lombardi onde é servido o café da manhã todos os dias, com uma variedade incrível de pratos quentes e frios e cafés feitos na hora.

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Não saberia dizer se a vista é mais bonita de dia ou no fim da tarde, mas a verdade é que aquele sol da manhã batendo nas montanhas lá atrás do lago era algo que eu queria ver todos os dias da minha vida. Realmente fiquei muito encantada e conectada com a paisagem.

Em uma das tardes que voltamos de um passeio, me deparei com uma placa “hot pool garden”. Já sabia que a maioria dos hotéis da região não tem piscina, uma vez que no inverno fica bem frio por ali. Resolvi ir conferir e me deparei com um jardim pequeno mas muito simpático, com duas jacuzzis de água quentinha à disposição dos hóspedes. Mas que ótima idéia! Subi, peguei o roupão e desci correndo para dar aquela relaxada no meio das plantas.

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DCIM102GOPROG0773915.JPGE foi assim que ficamos os 4 dias e 3 noites que estivemos no St Moritz e em Queenstown: dormindo bem, comendo bem, conhecendo muitos lugares e relaxando no fim do dia. Dá para a vida ser melhor que isso?

1 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 11.03.2018

Como montar um roteiro para a Nova Zelândia

A vontade de conhecer lugares remotos com natureza intocada já não vem de hoje. E no topo da lista de desejos, estava, há muito tempo, um país pequeno, distante, ainda não muito explorado por brasileiros, mas que prometia uma grande variedade de belíssimas paisagens naturais: a Nova Zelândia.

Se a vontade e a expectativa de conhecer a Nova Zelândia já eram altos, posso dizer que o país teve muito sucesso em nos surpreender com sua beleza, organização e seu povo simpático e educado. Para quem curte viagem de aventura e de estar em contato com a natureza, recomendo (muito) o destino, que está nas cabeças da lista de lugares queridinhos que eu já tive o prazer de conhecer.IMG_9579

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Quando ir

Li em muitos lugares que a Nova Zelândia pode ser visitada o ano todo. Até acredito que isso é verdade porque o país oferece muitas atividades diferentes (literalmente da praia à estação de esqui) que podem ser desfrutadas ao longo do ano todo. Mas a verdade é que cada estação tem uma peculiaridade e a definição do tipo de paisagem que você quer encontrar é muito importante para definir a época para ir até lá.

Nós queríamos ter o mínimo de chuva possível, temperaturas agradáveis (para cariocas como nós, leia-se calorzinho) e a possibilidade de ver a maior diversidade de cenários possível. Com isso, não restou dúvidas de que a melhor época para irmos era a primavera ou o verão, quando as temperaturas são mais amenas e as chuvas são mais escassas. Optamos, então, pelo carnaval (alto verão), quando conseguiríamos estender a viagem e aproveitar mais dias de aventura nesse país tão lindo e diferente.  

Como chegar

A forma mais rápida de chegar à Nova Zelândia saindo do Brasil é passando pelo Chile ou pela Argentina. As rotas mais frequentes são operadas pela LATAM, Air New Zealand e Qantas, muitas vezes em code share com a LATAM, com conexão em Santiago. Existe também a possibilidade de ir com a Aerolíneas Argentinas, fazendo conexão em Buenos Aires.

E como são os vôos? É longe? É caro? Sim, é longe e é caro, mas com planejamento a ida até a Nova Zelândia pode não ser tão traumática assim. Compramos nossos vôos com uma super antecedência (quase um ano antes) com pontos Multiplus: um trecho Rio – Santiago (4 horas), seguido de um trecho Santiago – Auckland (12 horas). Razoavelmente tranquilo.

 

Como se locomover

Não se engane por achar que, por o país ser pequeno, será fácil de se locomover: tudo em na Nova Zelândia é super longe! O país tem aeroportos nas principais cidades, mas se você quer realmente explorar as paisagens, eu diria que o melhor é cair na estrada.

Ficamos muito impressionados como um país com tão pouca gente é 100% conectado por estradas excelentes (muitaaaaaas curvas, mas ótima qualidade de asfalto), sem um pedágio e ainda assim, sem um buraco. Quase igual o Brasil, né?

 

ALERTA DE MÃO INGLESA:

A Nova Zelândia é uma ex-colônia inglesa. Logo, é de se esperar que lá as pessoas dirijam “ao contrário”. Apesar de já termos dirigido várias vezes do lado direito, é sempre um desconforto e requer uma atenção redobrada. Para facilitar a vida, alugamos carros automáticos. Para isso, escolhemos a GoRentals, uma locadora com ótimos preços com representação nas principais cidades do país.
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Como montar um roteiro

Montar o roteiro é, sem nenhuma dúvida, um super desafio. A Nova Zelândia é pequena mas é maior do que parece, e seus principais pontos de interesse são bem espalhados pelo país. Isso quer dizer que, para chegar nos lugares fora dos grandes centros, você vai gastar horas na estrada ou muitos dólares em vôos de teco-teco. Achei realmente muito difícil equacionar o tempo gasto no deslocamento e o tempo de fato aproveitando os lugares, e assumo que acabamos gastando mais tempo dirigindo do que eu gostaria.

Depois de pesquisar muito e ler trocentos posts de blogs de brasileiros e gringos, parti para montar o desenho final do nosso roteiro, que ficou assim:

 

DIA 1: Auckland – Queenstown

Chegamos em Auckland e pegamos um vôo direto para Queenstown, na ilha Sul, com a Air New Zealand.

Checkin no Hotel St Moritz em Queenstown.

Fomos dar uma volta na cidade e almoçar. No fim do dia, subimos na Skyline Gondola e ficamos brincando no Luge.

 

DIA 2: Queenstown

Fomos até a Kawarau Bridge ver as pessoas pulando no bungee (não tive coragem de pular).

Visitamos algumas vinícolas de Central Otago.

Almoçamos na Mt Difficulty.

No fim do dia, experimentamos as famosas ONSEN Hotpools.

 

DIA 3: Queenstown

Fomos até Glenorchy para o incrível passeio Funyak com a Dart River Adventures.

Voltamos para Queenstown parando pela estrada que passa ao lado do Lake Moke.

Subimos de novo na Skyline para brincar mais no Luge (adoramos!).

 

DIA 4: Queenstown – Milford Sound

Fizemos um vôo de balão de manhã cedo com a Sunrise Balloons.

Depois pegamos a estrada até Milford Sound, onde embarcamos para o cruzeiro de uma noite com a Real Journeys.

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DIA 5: Milford Sound – Doubtful Sound

Voltamos do cruzeiro de Milford e embarcamos no cruzeiro de uma noite no meio do fiorde Doubtful, também com a Real Journeys.

 

DIA 6: Doubtful Sound – Wanaka

Dirigimos de volta até Queenstown, onde devolvemos o carro e pegamos o nosso motorhome com a Britz.

Paramos em Arrowtown para jantar e dormimos em um motorcamp Wanaka.

 

DIA 7: Wanaka

Dirigimos até Blue Pools e Fantail Falls, na costa oeste. O dia estava chuvoso e acabamos decidindo voltar para descansar.

No fim do dia, fomos passear no Lake Wanaka e assistir o por do sol na Wanaka tree.

Dormimos novamente em Wanaka.

 

DIA 8: Wanaka – Mt Cook

Fomos conhecer a linda vinícola Rippon em Wanaka, antes de seguir viagem para o Mt Cook National Park.

Paramos em Clay Cliffs e no Lake Pukaki.

Fomos conhecer a NZ Alpine Lavender farm e tomar sorvete de lavanda.

Dormimos em um motorcamp em Mt Cook.

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DIA 9: Mt Cook National Park – Tekapo

Fizemos o HeliHike com a Alpine Guides, saindo do aeroporto de Mt Cook.

À tarde, fizemos a trilha de Hooker Valley.

Dirigimos até Lake Tekapo, onde, à noite, fizemos o tour astronômico com a Earth & Sky na universidade de Mt John.

Dormimos em Lake Tekapo.

 

DIA 10: Tekapo

Passeamos em volta de Lake Tekapo e conhecemos a simpática Church of Good Sheppard.

Fomos passar a tarde das piscinas quentinhas de Tekapo Springs.

À noite, fomos para o tour astronômico da Tekapo Springs.

 

DIA 11: Tekapo – Kaikoura

O dia foi de trânsito. Dirigimos até Christchurch para devolver o motorhome na Britz e pegar um carro na GoRentals, parando em Rakaia Gorge pelo caminho.

Depois, seguimos para Kaikoura, onde passamos a noite.

 

DIA 12: Kaikoura

Acordamos de madrugada para fazer o snorkel com golfinhos com a Dolphin Encounter.

À tarde, fizemos o passeio para ver baleias com a Whale Watch Kaikoura.

Dormimos novamente em Kaikoura.

 

DIA 13: Kaikoura – Marlborough – Wellington

Saímos de Kaikoura em direção à região vinícola de Marlborough, onde fizemos várias degustações ao longo do dia.

No fim da tarde, fomos para Picton, onde pegamos o Interislander ferry, que nos levou à Wellington, já na ilha Norte.

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DIA 14: Wellington – Martinborough – Turangi

Mais vinícolas! Fomos explorar a região de Martinborough e seus vinhos orgânicos.

No fim do dia, seguimos para Turangi, onde passamos a noite.

 

DIA 15: Tongariro Alpine Crossing

Fomos no aventurar na trilha para a travessia do parque de Tongariro, onde fica a montanha da perdição do Senhor dos Anéis.

Dormimos novamente em Turangi.

 

DIA 16: Turangi – Rotorua

Fomos em direção à Taupo. Paramos nos mirantes para ver as Huka Falls e visitamos Waireki Terraces.

Íamos fazer um cruzeiro com a Sail Barbary em Lake Taupo, mas como o tempo fechou, optamos por seguir viagem em direção à Rotorua.

Fomos visitar o parque geotermal de Hell’s Gate e tomar banho de enxofre e lama.

 

DIA 17: Rotorua

Começamos o dia no parque geotermal de Waiotapu.

À tarde, fomos relaxar nas piscinas do Polynesian Spa.

No fim do dia, partimos para a experiência Te-Ra + Te-Po do parque Te Puia.

 

DIA 18: Rotorua – Waitomo – Matamata – Hahei

O dia foi de muito deslocamento e atividades.

Acordamos e seguimos para Waitomo, onde fizemos o rafting dentro da caverna de vermes brilhantes com a Legendary Black Water Rafting.

Depois, seguimos para Matamata, onde visitamos Hobbiton, o local onde foram filmados os filmes do Hobbit e Senhor dos Anéis.

Seguimos em direção a Hahei, na península de Coromandel, onde passamos a noite.IMG_2432

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DIA 19: Hahei

Fomos caminhando até a Cathedral Cove, parando nas praias pelo caminho.

Conhecemos a praia de Hahei e, no fim do dia, fomos conhecer a curiosa Hot Water Pool.

 

DIA 20: Hahei – Auckland

Acordamos e seguimos em direção à Auckland.

Passamos o dia passeando pelo centro da cidade, viaduct harbour e Mt Eden.

 

DIA 21: Auckland – Waiheke Island

Acordamos e pegamos o ferry da Fullers para Waiheke Island.

Fizemos checkin no fantástico Te Whau Lodge e partimos para explorar as praias e vinícolas da ilha.

 

DIA 22: Waiheke Island

Dia de vinho e praia em Waiheke Island.

 

Dia 23: Waiheke Island – Auckland – Brasil

Acordamos tarde, ficamos de preguiça na pousada e na hora do almoço começamos a via crucis de voltar para casa.

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Ufa, quanta coisa! Isso porque ficou muita coisa legal de fora (já sabem que eu vou querer voltar, né?).

Nos próximos posts vou contar mais detalhes dos passeios e de cada um dos lugares que passamos.

0 em Brasil/ Destaque/ Trip tips/ Viagem no dia 31.01.2018

Belmond Hotel das Cataratas: luxo com uma localização mais que privilegiada

Que eu fiquei encantada com Cataratas, eu já contei pra vocês. O que eu não contei foi que o hotel em que nos hospedamos foi um dos grandes responsáveis por tornar nossa primeira visita a Foz do Iguaçu inesquecível.

Pesquisando sobre hospedagem em Foz, logo descobri que o único hotel que fica dentro do Parque das Cataratas é o Belmond Hotel das Cataratas. Num surto daqueles “mas afinal de contas, a vida não tem replay”, decidimos investir na experiência de passar uns dias dormindo e acordando com o som das maiores quedas d’água do mundo.

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Chegamos na porta do Parque no meio da tarde e fomos recepcionados na guarita por um funcionário do hotel, que nos levou para um lounge, onde aguardamos pela van que iria nos levar até o Belmond. Como eu contei no outro post, somente ônibus e carros autorizados podem entrar no Parque das Cataratas. Táxis e carros de passeio só podem ir até essa guarita (para hóspedes do Belmond), onde se pega uma van que passa a cada 20 minutos, ou até a bilheteria (visitantes), onde se pega o ônibus circular do Parque.

Ao descer da van, foi impossível segurar o “uaaaaau” que cismou em escapar da boca: o hotel fica literalmente de frente para um mirante lindo, onde as majestosas cataratas já mostram de cara porque são uma das 7 maravilhas da natureza. Que privilégio poder assistir aquele espetáculo de camarote!

E já que estamos falando da localização, aproveito para contar que os hóspedes do Belmond são VIP mesmo: só quem fica no hotel tem a oportunidade de passear pela Trilha das Cataratas antes do parque abrir e após fechar, o que significa uma trilha vazia, praticamente só pra você. Além disso, como o parque fecha antes do sol se por, a oportunidade de assistir um por do sol dos sonhos fica mesmo só para quem dorme no hotel.IMG_0039

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Reparem que não tem ninguém em volta!

Reparem que não tem ninguém em volta!

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Além da observação das Cataratas, programa óbvio para quem vai a Foz, e dos demais passeios dentro do Parque, o Belmond fica em localização estratégica para várias outras atividades da cidade, como o Parque das Aves e o vôo panorâmico, que ficam pertinho da guarita de entrada do parque. Ainda, fica perto do Museu de Cera, do Vale dos Dinossauros e do aeroporto.

Eu diria que o Belmond Hotel das Cataratas é o hotel mais tradicional de Foz. Foi aberto há mais de 60 anos e, acredite, continua super moderno. Isso porque, após a rede Belmond ter comprado o hotel, passou por reformas e modernizações, a exemplo da piscina, que agora tem bordas molhadas e novo mobiliário, e os quartos, que receberam novos móveis e itens de decoração.

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O Belmond Hotel das Cataratas é o queridinho dos gringos e também é palco para muitos eventos badalados da cidade, como festas e casamentos (já pensou casar sendo abençoado pelas águas das cataratas?).

A construção do hotel é toda no estilo colonial e decorada com muita madeira, o que deixa tudo mais aconchegante. Aliás, o mix de rosa clarinho das paredes contrastando com o verde das muitas árvores que rodeiam o hotel faz com que a vontade de sair dali seja zero. E foi exatamente isso que aconteceu com a gente.

Depois de ficar uns momentos em estado de choque olhando o mirante na frente do hotel, voltamos para a Terra e fomos fazer checkin. Ao chegar no quarto, a primeira coisa que veio na cabeça foi “gente, posso morar aqui?”.

O hotel tem um total de 193 quartos bem espalhados pelo complexo de prediozinhos de 2 andares, divididos em 4 categorias. Nos hospedamos em uma Suíte Júnior no 2o andar do prédio principal. Nossa suíte era muito espaçosa: tinha um hall, uma salinha com sofá, poltronas e mesa, um banheiro com pia dupla, banheira e chuveiro separados e os azulejos coloniais mais lindos que já vi, uma cama king size super confortável e uma sacadinha com vista para a floresta. As amenities são todas da Granado, aquelas mega clássicas, o que combina total com a vibe da decoração do quarto e do banheiro. Ah, e importantíssimo: Nespresso liberado! Uhuuu

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Sabe aquela sensação de chegar na fazenda ou sítio que você visitava quando era criança? Foi bem isso que senti. Ainda fomos agraciados com presentinhos na chegada ao quarto: docinhos, uma garrafinha com água das cataratas e um bilhetinho assinado pelo gerente do hotel nos dando boas vindas (me julguem, mas eu adoro ser mimada).

Aproveitamos para descansar um pouquinho e, mais pro fim do dia, fomos fazer a Trilha das Cataratas e assistir o por do sol. Aliás, acho que fizemos essa trilha no mínimo umas cinco vezes durante a nossa estadia: qualquer 1 hora que eu ficava sem fazer nada, ou eu ia pra piscina ficar de pernas pro ar ou eu ia pras cataratas – vida difícil né?

À noite, resolvemos experimentar o restaurante Ipê Grill, um buffet de alto nível que fica ao lado da piscina e também onde é servido o café da manhã todos os dias (FAN-TÁS-TI-CO) e almoço a la carte. A verdade é que dá uma baita preguiça de sair do hotel para ir comer em outro lugar (tem que pegar van até a entrada do Parque, lembra?), então acabamos jantando todos os dias nos restaurantes do Belmond mesmo.

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Além do Ipê Grill, existe ainda o restaurante Itaipú, em esquema a la carte para o almoço e jantar, e o Tarobá, um piano bar que serve refeições mais estilo lanche e petiscos e drinks. Tanto o Itaipú quanto o Tarobá ficam na parte frontal do prédio e possuem sacadinhas com vista para as cataratas. Para quem quer só uns snacks durante do dia, uma boa opção é o bar da piscina.

Para quem está em busca de relaxamento, o Belmond tem um SPA com padrões internacionais e uma gama bem extensa de tratamentos. Também existe uma academia bem completa, sala de jogos com vídeo game e computadores Mac espalhados pelo hotel para quem quiser usar. Entretenimento para todos os gostos.

Como eu contei no outro post, enquanto nós estávamos na cidade, nós pegamos um pouco de tempo muito ruim com muita chuva e um pouco de tempo muito bom, com céu azul e muito sol. Entre um passeio e outro, se estivesse sol ou mormaço, nós aproveitávamos para ficar de pernas pro ar na piscina, nas redes que tem no jardim ou ir passear na trilha. Se estivesse chovendo, ficávamos de preguiça no quarto ou em algum canto comum do hotel, vendo a vida passar, lendo um livro ou descansando. Nessas horas, estar em um hotel com uma boa infraestrutura faz toda diferença.

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A experiência de se hospedar de frente para uma das grandes maravilhas da natureza foi, sem dúvida, inesquecível. O Belmond Hotel das Cataratas tem instalações maravilhosas e tudo que é preciso para uma estadia muito especial, seja para viagens em casal ou em família. A facilidade de acesso às Cataratas realmente é um diferencial enorme, algo que não é possível encontrar em nenhum outro lugar.

Tenho certeza que voltaremos em outras oportunidades para aproveitar mais um pouquinho da energia boa que as Cataratas tem, e com certeza, vamos querer ficar de camarote novamente!