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0 em Sem categoria no dia 16.07.2019

Óleo nutritivo, Sillitan e Óleo de Coco: 3 resenhas dos lançamentos de Bio!

Esse mês a gente contou no IGTV e aqui no blog sobre um lançamento triplo da Bio Extratus. Foram 3 novos óleos que aumentaram uma família que só contava com o Óleo Poderoso da linha Cachos Perfeitos. Como a gente explicou, tratar os cabelos com óleos é mais do que possível, é aconselhado.

Então se você achava que óleo só servia para trazer um brilho para as pontas secas… se enganou! Os óleos são indicados não só para uso diário, mas também para resgatar fios ressecados e desidratados. Temos 4 jeitos mais comuns: umectação, umectação noturna, somar algumas gotas no finalizador ou mesmo na máscara. Sem contar que são fáceis de levar para tudo quanto é canto, e muito práticos.

E hoje nós vamos compartilhar com vocês o que achamos dos novos óleos de Bio Extratus. Ficamos 2 semanas testando eles de diferentes formas, e hoje dividimos nossas impressões.

Por que tratar com óleos?

Segundo a Bio Extratus, os óleos capilares são ideais para auxiliar os cuidados de rotina ou na reposição das propriedades perdidas. Eles contém princípios ativos que hidratam, nutrem e recuperam a estrutura dos fios.  

A marca lançou sua linha de Óleos Poderosos em três versões: Nutritivo, Coco – ambos veganos e liberados para Low Poo – e Sillitan. Todos contam com composições exclusivas e específicas, indicadas para usar de todas as formas que comentamos acima.

Óleo Nutritivo: para todos os tipos de cabelo

O óleo nutritivo é um lançamento completamente novo! Ele faz um tratamento intensivo de nutrição, hidratação, umectação e reparação. Ele não contém conservantes ou corantes, e seus ingredientes são veganos. Não nego que estava bem curiosa para saber que novidades ele tinha para me mostrar.

Seus princípios ativos são abacate, argan, jojoba e macadâmia. Juntos, esses ativos restauram e recuperam a saúde e a vitalidade dos fios. Também previnem o ressecamento e proporcionam maciez e flexibilidade do cabelo. Para finalizar, o óleo Nutritivo também repõe a vitamina E. 

O que eu achei? Como eu acho ele bem completo, quis testar na umectação. Com o cabelo sujo, passei o óleo do meio para as pontas e deixei agir por meia hora. Queria ter deixado mais, mas não tive tempo. Depois entrei no banho e lavei o cabelo normalmente. O que mais me deixou impressionada foi a maciez que ele deixou o cabelo!

Apesar do cabelo ter ficado muito macio por umas lavagens depois, acho que esse é o tipo de óleo para fazer um tratamento de choque! Pelo menos comigo, não acho que funciona usar toda semana.

Óleo Sillitan: redutor de volume!

O óleo Sillitan é o único óleo que já existia antes, em uma versão de 120ml. Agora ele também tem em 40ml, e ganhou uma nova carinha. Ele é multifuncional e é uma opção pra quem busca redução de volume. Sua ação redutora e ativadora de cachos é algo que eu queria muito ver. Sua composição é rica em proteínas que nutrem e fortalecem profundamente o cabelo.

Ele pode ser aplicado diretamente nos fios, como um óleo finalizador de proteção e ativação de brilho. Recupera a umidade natural dos fios, aumenta o brilho e a maciez.

É o único óleo da família que não é liberado para as técnicas de Low/No Poo, já que ele tem silicone solúvel na sua composição. Você pode entrar no site e ler mais sobre toda a linha Tutano, um dos maiores sucessos da marca. Se quiser ler um pouco mais da linha, tem esse post aqui também!

O que eu achei? Pra mim esse é o produto mais fácil! Não uso ele para reduzir nenhum volume, mas adoro seu poder de recuperar o brilho do cabelo. Por isso, uma das formas que eu mais gosto de usar é como leave-in. Bem prático, rápido e eficiente. 5 gotinhas já são suficientes para dar um jeito nas pontas.

Óleo de coco: tratamento intensivo

Já tem um tempo que o óleo de coco se transformaram em um dos itens mais desejados para o cuidado com os cabelos. Agora a Bio Extratus lançou um para chamar de seu! Com ingredientes veganos, ele entrou na linha umectante.

Esse óleo é bastante democrático, cai bem em todos os tipos de cabelos desde que as doses estejam corretas. Sua alta carga nutritiva proporciona uma emoliência sensível até para as leigas. E sua composição promove reposição lipídica das camadas mais profundas dos fios. Tá, mas e aí? Isso acaba proporcionando força e resistência ao cabelo. Também forma uma barreira contra agentes externos, garantindo um cabelo sedoso e aveludado.

Como ele nutre profundamente os fios, promove brilho e saúde. Lembrando que ele é liberado apenas para Low Poo.

O que eu achei? Eu me dou muito bem com óleo de coco, por isso, não me surpreendeu que meu cabelo reagiu tão bem à ele! A primeira vez que usei foi em uma umectação rapidinha de 30 minutos. E o brilho foi visível logo de primeira! Depois resolvi experimentá-lo novamente em uma umectação noturna, mas concluí que esse é o tipo de tratamento que não é para mim. O cabelo pesou bem!

Vocês já experimentaram algum desses óleos? Como usaram? O que acharam?

1 em Sem categoria no dia 14.06.2019

Para todos os meninos que (em tese) amei antes

Não vou nem tentar enrolar vocês, meu povo: escrevo esse texto completamente influenciada pelo texto do mês passado e por Lara Jean.

Explico: quando penso em futuros relacionamentos e nas laranjas inteiras que podem cruzar meu caminho, acabo automaticamente pensando nos rolos/crushes/namoro do passado. Penso no que me fez feliz, no que me chateou, em como eu agi em algumas situações e como agiram comigo.

Refletindo mesmo, ponderando, notando como hoje faria diferente em algumas ocasiões ou completamente igual porque sou ariana e ponto final. Lara Jean me inspirou na forma de materializar esse texto: não escreverei cartas que serão erroneamente enviadas por correio. Mas escrevo, em algumas palavras, o que diria para quatro caras que foram muito importantes na minha vida, em diferentes fases dela

Para o meu eterno “amor à primeira vista”

desde o primeiro dia que te vi, senti algo diferente. Tudo bem que foi em plena adolescência, mas senti. Razão dos meus chororôs com as amigas na hora do intervalo, você me dava atenção quando ninguém estava olhando. Na época me perguntei se era o jeito que eu me vestia, se era porque eu ainda não tinha desenvolvido o corpo que as outras meninas já estavam desenvolvendo. Se era a falta de peitos, o aparelho, meu jeito grudentinho demais.

Fazia de tudo por você, puxava seu saco, tentava chamar sua atenção “gostando” das mesmas coisas que você gostava. Acho que tudo isso faz parte de ser adolescente, né? De querer ter um primeiro amor, um namoradinho na escola?

Enfim, a lição com você na realidade é uma doce lembrança de um tempo que não volta mais e na consciência de que a gente é quem a gente é e que não precisamos mudar para agradar ao outro. Meu cuidado e carinho por pessoas que gosto, por exemplo, são qualidades que eu já tinha naquela época e que hoje me orgulho de manter. Puxar saco ficou no passado, tentar gostar de bandas de rock só porque o crush curte talvez role ainda, mas, enfim, você entendeu.

Aliás, de todos os garotos, você é o único que permanece na minha vida e que me orgulho de ter por perto. 

Para o menino que eu achava ser meu príncipe encantado

Eu te olhava todos os dias e pensava como seria estar ao seu lado. Hoje chego a me achar ridícula em colocar isso em palavras, mas era verdade. Te coloquei num pedestal antes mesmo de te conhecer. E acho que demorou muito tempo, mesmo depois do pé na bunda que você me deu, para te tirar de lá. Lembro exatamente como tudo começou e como nossos amigos arquitetaram todo um plano para finalmente me apresentarem para você.

Lembro da tequila na balada de salsa, da pizza de moletom e de já ter te entregado uma carta mais longa que esse parágrafo. Você já sabe como quebrou meu coração. Mas queria te dizer algo que nunca te disse: foi lindinha a nossa mini e breve históriaFoi muito importante também. Me ensinou a cair e a levantar.

Chorei rios por você e sofri de verdade, mas isso me ajudou a criar aquela casca que todo mundo comenta, aquela que vai engrossando pros próximos relacionamentos, pros próximos términos. No final, você foi justo. Hoje eu entendo que você simplesmente não estava pronto para ser o meu príncipe encantado. E eu não estava pronta para descobrir que não existe príncipe encantado. E deu tudo certo, tá tudo bem. Você nem precisava ter me pedido desculpas anos depois, mas achei demais que você tenha feito isso. Eu sempre te admirei e continuo te admirando, de longe, no meu canto, do meu jeito. 

Para o moleque achava ser um homem

Hoje, mais informada sobre a vida e sobre feminismo, vi que no final das contas me livrei de uma cilada, Bino. Você me deu dicas do quão machista era e na época eu ficava meio “assim” com os comentários. Mas achava que tudo bem, que era só da boca para fora. Na realidade, foi nessa época que comecei a desenvolver meu instinto de “eita, tem algo errado aqui nesse discurso”. O típico homem pode, mulher pode mais ou menos.

Te acho uma pessoa de bom coração e admiro o profissional que é, mas como namorado, marido, pai dos meus filhos inexistentes, não, obrigada! No nosso breve período juntos, você serviu sim para um propósito importante da minha vida. Mas como lidou com isso… foi realmente péssimo. A “macha” fui eu ao dizer que você não precisava mais inventar desculpas e que podia sumir de vez sem problema algum.

Vi o cara que se vendeu como homem virar um moleque em questão de dias. E tudo bem também, melhor para mim e para você. Já imaginou como seria difícil manter uma mulher como eu na sua jaulinha? No seu mundinho? Pois é, ainda bem que cada um seguiu rumo para um caminhos diferentes. 

Para o grande sonhador

Acho que você desencadeou o serzinho ciumento que existe dentro de mim quando brincou de sair com outra menina quando eu deixei de te dar bola. Aí rolou aquele chove não molha, vamos-não-vamos-então-vamos. Longas DR’s por BBM (o aplicativo muda, mas eu não nesse aspecto, aparentemente), um estranhamento e, finalmente, um namorico.

Juntos, você tentou me mostrar o mundo de outra forma, mas eu não estava pronta e acabei entendendo apenas que éramos duas pessoas muito diferentes, com gostos diferentes e com sonhos diferentes. Você tentou preencher um vazio que não dava para ser preenchido, porque foi uma época de mudanças nas nossas vidas com o final da faculdade e eu me vi sem chão e sem rumo.

Você me sufocou um pouquinho ao tentar me fazer sentir amada. Acho que até hoje vejo as coisas que você fazia como “too much”, mas a diferença é que hoje, depois do tal namorado meio abusivo, reconheço a importância em estar com alguém que me quer bem e que me faz bem. Nunca te agradeci por ter tentado, da sua forma, me fazer sorrir, então: obrigada, de verdade. E desculpa por não ter dado valor para isso, mas te garanto que aprendi a lição! Hoje eu dou muito, muito valor sim.  

Antes que vocês me perguntem, nenhum desses garotos é o Peter Kavinsky. E como já bem diz o título, não cheguei a amar esses quatro caras.

Me apaixonei sim, em duas dessas ocasiões, e é legal conseguir enxergar a diferença de forma clara. Se eu pudesse entrar em uma máquina do tempo, não mudaria nada do passado não, viu gente? Porque eu sou quem eu sou hoje graças a absolutamente tudo que aconteceu na minha vida ao longo de 30 anos. Cada um deles me ensinou algo, me fez enxergar algo, me fez feliz de alguma forma. Escrevo de coração para eles e para vocês

0 em Sem categoria no dia 22.05.2019

E quando o ponto final chega? Você consegue enxergar?

Músicas, livros e até a Bíblia falam que existe um tempo para todas as coisas. Além disso, muito tem se debatido sobre não compararmos o nosso tempo com o tempo do outro. Cada pessoa tem o seu ritmo, seu aprendizado e um amadurecimento diferente, vocês sabem. Mas hoje não vim aqui para falar sobre isso de novo. Quero falar sobre o tempo do fim das coisas. Aquele momento em que percebemos que o ponto final chegou.

Nem sempre é fácil enxergar esse ponto final. Não é como se existisse uma placa ou um sinal claro nos avisando.

Não importa se é em um relacionamento, em uma amizade ou no trabalho. Muitas vezes estamos dentro da nossa zona de conforto. Aquele lugar onde é difícil notar que as coisas não são mais tão legais, produtivas, divertidas e prazerosas como antes. Até que a gente percebe que realmente algo mudou, e tenta encontrar motivos para isso. Olhamos dentro da gente, às vezes tentamos jogar isso na responsabilidade do outro ou de qualquer outra circunstância. Podemos até dizer que “o tempo vai resolver”, ou que “é uma fase”. Às vezes é mesmo, mas outras vezes não. E aí precisamos admitir que o tempo daquela situação chegou ao fim.

Pode parecer triste. Em geral a gente se concentra no ponto final de algo que nos era tão familiar e deixa de focar no que é muito mais importante: o que está por vir.

Para o fim de cada coisa, existe sempre uma infinidade de novas possibilidades na nossa frente, esperando apenas que estejamos abertas à elas. E isso dá um medo, um frio na barriga, que nem sempre é gostoso.

Eu sei que é triste botar um ponto final. Por mais que fosse algo que já não fizesse seus olhos brilharem intensamente, o fim continua sendo dolorido. Muitas vezes é necessário passar por um momento de reflexão e até mesmo luto, antes de seguirmos em frente. Mas pensar nas possibilidades que existem por aí pode ser um grande incentivo. E também motivo de termos força para seguirmos adiante com confiança de que tudo vai ficar bem.

Ciclos são fundamentais na nossa vida. Mas, tão importante quanto começar novos ciclos é saber botar um ponto final neles com consciência e maturidade. Desse jeito, conseguimos seguir para a próxima fase sem levarmos nenhum peso desnecessário.