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2 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 20.05.2019

Testando uma parte da linha Tutano – e já querendo o resto!

Maio chegou e, com ele, uma necessidade de testar uma linha que ainda não conhecia. Como os lançamentos todos já passaram pelas minhas mãos, resolvi voltar uns anos na história da marca. E acabei ficando com vontade de, finalmente, testar a linha Tutano. 

A linha Tutano é uma das mais antigas da Bio Extratus. E a marca foi a pioneira em usar esse ativo em cosméticos capilares.

Ela também uma das mais completas! São 13 produtos no total. E vão desde shampoo e condicionador, até reparador de pontas, ativador de cachos. Até mesmo gel fixador em duas intensidades!

Linha completa nesse post do Naturalmente Bonita, blog da Bio Extratus

O creme de silicone com tutanto dessa linha é um dos produtos preferidos da Jô para o verão. E vocês já viram ela falar dele aqui. Mais de uma vez, inclusive. E toda vez que ela fala sobre, vem muita gente se juntar ao coro. 

Já o meu primeiro contato com essa família foi com o creme de tratamento Tritano. Ele vem em sachê, mas ao contrário dos sachês de outras linhas da marca, esse não é para ser usado em 60 segundos. Em 10 minutos seu cabelo ganha um reforço em todas as dimensões do fio. Toda vez que preciso de um tratamento de choque, quase sempre corro para esse sachê.

Até que um dia em que estava usando o Tritano, acabei ficando curiosa com o resto da linha Tutano. Então, peguei o que eu tinha em casa, isso é, shampoo, condicionador e o banho de creme (além dos sachês, claro), e me joguei.

Feito para todos os cabelos que sofrem com ressecamento, o objetivo dessa linha é tornar os fios mais saudáveis, macios e brilhantes.

O cheiro não é dos meus favoritos, mas o resultado é. Ela conta com:

Karité, que previne o ressecamento dos fios e os protege até mesmo de raios ultravioleta;
Tutano, que nutre e fortalece por ser rico em proteínas;
Ceramidas, que aumenta o brilho, a elasticidade e a resistência dos fios;
Queratina vegetal catiônica, que tem intenso poder de restauração.
Silicone, que confere brilho, proteção e sedosidade, proporcionando aparência saudável e natural ao cabelo (e o que faz essa linha não ser a ideal para a galera do low poo/no poo).

Como minhas pontas são mais ressecadas, ainda mais depois das luzes em cima da tinta, essa linha é bem potente e eficiente. Diria, inclusive, que ela entrou no meu time de linhas que salvam cabelos, junto com a Spécialiste Resgate e a Pós Química.

Não acho que a linha Tutano é a ideal para uso diário. Mas ela é muito boa para momentos onde o cabelo precisa de nutrição urgente.

Cabelinho logo depois do combo shampoo + banho de creme da linha Tutano

E sabe o que aconteceu também? Agora eu quero conhecer o resto da família!

Por exemplo, existe um produto chamado Biottano, que muito me interessa. Ele é um ativador de cachos que os modela e confere maciez. Tem também o óleo de tutano, ideal para ser usado em um banho de óleo para combater o ressecamento dos fios. Outro que eu quero testar pra ontem é o Reparador de Pontas, que dá brilho e ajuda a eliminar pontas duplas. E por último, temos um lançamento! A manteiga de tutano é aquele complemento perfeito para dias que nos faltam tempo, mas não falta vontade de dar um trato nos fios. 60 segundos e pronto!

Vocês conhecem a linha Tutano? Quais são seus produtos preferidos? 

0 em Beleza/ Make-up/ Patrocinador no dia 14.05.2019

Lip Oil da Vult, para um cuidado especial com os lábios.

Nós duas nos reunimos rapidamente no mês passado e deu tempo de pouca coisa. Mas uma delas foi conhecer um novo produto bem bacana que acabou de chegar no mercado.

O lip oil da Vult!

Ele é um produto que entra na categoria de autocuidado, mas que não deixa de ter uma pegada de beleza. Um óleo criado para deixar os lábios hidratados, saudáveis e naturais.

Cuidar de si mesma inclui cuidar do emocional, do mental e do físico também. Muitas vezes falamos da importância de proteger a pele do sol, de passar um hidratante, ou até de passar uma máscara de tratamento no cabelo. Tudo isso pode entrar num ritual de beleza que faz mais do que nos deixar bonitas. É na verdade, um autocuidado. E, como o nome já diz, nos leva pra um processo de conexão conosco e o produto do qual vamos falar está nesse pacote.

Ele seca rápido mas mantém a hidratação constante na boca

É maquiagem, mas não é só isso.

O Lip Oil da Vult é um óleo labial que alia uma experiência sensorial deliciosa com muita hidratação e conforto. De primeira, dá até para confundir e achar que ele é um gloss, manteiga ou um batom mais hidratante. Mas ele é bem mais que isso. Na verdade, a gente pode dizer que ele combina o melhor de todos os mundos.

Este lançamento conta com o poder dos óleos vegetais de girassol e jojoba para proporcionar lábios hidratados, nutridos e macios. A textura é super suave, não pesa, não gruda e deixa um efeito muito confortável. Ele é perfeito pra usar na rotina, e quanto mais você usa, mais você sente a hidratação!

Tanto o brilho quanto o aroma do Lip Oil são delicados, incolores e perfeitos pra quem procura um resultado leve e natural, porém efetivo.

Nós duas ganhamos a caixinha com as 3 versões do Lip Oil da Vult. 3 fragrâncias diferentes que remetem à momentos que podemos escolher: Baunilha, Menta e Tutti-Frutti.

Eu, Jô, estou viciada no de Baunilha desde que eu recebi a caixinha. A aplicação fácil tem me ajudado a fechar todas as maquiagens com uma boca mais natural. Apenas um brilhinho de boca bem cuidada e pronto, já estou satisfeita.

Já eu, Carla, adorei o de Tutti Fruti! Aquele gostinho que remete à infância, acabo não resistindo. Eu tenho usado muito por causa do frio, que acaba deixando a minha boca bem ressecada. E ele tem se saído um ótimo primer também. Como ele seca bem rápido e não gruda, ele não deixa o batom colorido ficar manchado.

No fim, o que vale é experimentar e ver como funciona melhor pra você.


Antes do Lip Oil
Depois do Lip Oil

O importante é entender que é um processo que vai além da cor da nossa boca. Esse produto é uma forma diferente, mais simples, menos grudenta e oficialmente mais confortável de cuidar dos nossos lábios

O Lip Oil da Vult está à venda na Época Cosméticos por R$16,70.  O custo benefício dele é super bom! Se você já experimentou, conta pra gente o que está achando?

Beijos

Jô e Cá

0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ corpo/ Destaque no dia 24.04.2019

Minha cirurgia plástica e o medo de parecer incoerente

Minha coluna desse mês não vai ser nada relacionado com o que eu costumo abordar aqui. Não vai ter nada a ver com moda, consultoria ou assuntos relacionados a vestir-se. Mas vai ser relacionado com autoestima, por isso mesmo pedi para as meninas esse espacinho. Hoje quis usar esse espaço falar de cirurgia plástica.

Parece loucura, mas um dos meus maiores medos ao passar por uma (recente) cirurgia plástica não foi a cirurgia em si. Nem a anestesia geral, nem o pós operatório, mas a possibilidade das pessoas me acharem incoerente.

Falo pra um monte de gente nas redes sociais que elas não precisam pertencer a padrões. Bato na tecla que elas não devem se preocupar com o que os outros acham ou deixam de achar. Repito exaustivamente que elas podem (e devem) estabelecer os seus próprios padrões de beleza.

Eu prego o body positive. E aí eu fui lá e decidi passar por uma cirurgia plástica.

Um ano separa essas duas fotos. Mas esse antes e depois não é para comparar resultados. Não só porque não é esse o ponto do post, mas porque eu não vejo necessidade de me comparar.

Na verdade, não foi tão simples assim, importante explicar. Foi um processo decisório longo. Fiquei uns bons 2 anos conversando com a médica que me operou. Desisti e voltei pro plano umas 3 ou 4 vezes ao longo desse período.

Boa parte dessa minha dificuldade em seguir com o plano foi por causa de tudo o que precisei colocar na balança. Grana para a cirurgia plástica e consultas médicas. Tempo sem trabalhar, tempo sem poder cuidar dos meus filhos… Isso sem contar todo o desconforto físico no pós operatório.

Enfim.

Uma coisa em que eu sempre acreditei, e que também falo muito, é que não tem problema nenhum em querer mudar algo no corpo ou na aparência em geral. De verdade. Mas eu também acredito que não dá pra condicionar a felicidade (ou o sucesso) a isso.

Eu realmente acredito que a gente tem que se curtir. Que não podemos deixar que eventuais insatisfações nos paralisem ou paralisem nossos planos e projetos.

Mas eu trabalho com consultoria de estilo voltada para mulheres. E diariamente ouço pedidos de clientes e seguidoras para ajudá-las a criar ilusões de ótica com as roupas. Seja para fazê-las parecerem mais altas, mais gostosas, mais isso, mais aquilo. Ou seja, é fato que quase todo mundo nessa nossa sociedade tem alguma insatisfação com a própria aparência.

>>>>>> Veja também: Parecer gorda em um look não deveria ser motivo de medo <<<<<<

E apesar de entender que isso é absolutamente normal, eu também entendo que muito disso não é, necessariamente, legítimo. Muitas vezes (quase sempre), o nosso desejo de parecer mais alta ou mais gostosa vem de uma construção cultural na qual o conceito de “beleza” é baseado em padrões praticamente inatingíveis. E, pra piorar esse contexto, quase sempre a beleza é colocada como mérito.

Ou seja: a gente aprendeu a acreditar que ser “mais alta” ou “mais gostosa” ou “mais [INSIRA AQUI QUALQUER COISA]” é o desejável, é o que é “””bonito”””, o “certo”.

E tá tudo bem. Desde que a gente SAIBA disso.

Desde que a gente saiba que a gente, como parte de uma sociedade, recebeu um monte de informações ao longo da vida nos dizendo isso de um jeito ou de outro.

Por isso, é fundamental ter consciência de que essas informações moldam, de alguma forma, nossos gostos e preferências. E isso explica porque os padrões de beleza na Ásia, por exemplo, são tão diferentes do que os padrões de beleza norte-americanos.

Mas voltando à minha cirurgia plástica…

Eu diminuí os seios e corrigi a diástase. Trocando em miúdos, levantei os peitos e tirei a barriga que “sobrou” das minhas gestações.

Eu sempre fui terminantemente contra qualquer intervenção cirúrgica meramente estética. Sempre achei um risco/gasto de tempo/dinheiro/energia desnecessários para algo tão bobo quanto a mera aparência física. Mas entre 2016 e 2018 passei a sentir um desconforto crescente em relação ao não pertencimento a esse padrão de beleza. Além disso, eu sofria com muitas dores nas costas por causa do tamanho dos seios e minha diástase era tão grande que o convênio cobriu parte da cirurgia

E, mesmo a minha cirurgia plástica não tendo sido meramente estética, eu mordi a língua. Afinal, eu poderia ter seguido a vida sem fazer nada disso. Mas optei por fazer. E passei a entender todo mundo que, um dia, consciente ou inconscientemente, eu julguei por topar o risco/gastar a grana/empenhar energia de passar por uma cirurgia plástica “meramente estética”.

Tomei uma bela lição de (não) empatia na cara. E passei a pensar nesse assunto com mais carinho. Afinal, eu não só conheci o outro lado da história como também passei a entender quem não consegue não se paralisar por causa de insatisfações com a própria aparência.

Passei a entender melhor quem busca estar dentro do padrão. Mesmo sabendo que esse padrão só existe pra diminuir o nosso foco em brigar e tomar o lugar que deveria ser nosso por direito.

E, apesar de entender que a autoestima não está necessária e diretamente ligada a aparência, posso dizer que hoje me sinto plena e tranquila com relação à decisão que tomei. Pois fiz isso com calma e planejamento, ciente dos riscos e escolhas que teria de fazer.

Ou seja, o aumento da minha autoestima não veio do fato do meu corpo hoje estar mais dentro dos padrões. E sim do fato de eu ter tomado uma decisão de forma serena, autônoma, isenta de auto julgamentos. E também cheia de acolhimento com minhas próprias angústias e desconfortos.

Por isso, depois de muito analisar e pensar o assunto, posso falar com toda a certeza do mundo que em um primeiro momento posso até parecer incoerente. Mas tenho muita tranquilidade em afirmar que eu não poderia ter sido mais coerente comigo mesma :-)