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1 em afiliado/ Book do dia/ Comportamento no dia 25.01.2018

Book do dia: Origem, de Dan Brown

Vocês são que nem eu, que também sentiram muita falta dos livros do Dan Brown? Depois de quase 5 anos sem lançar nenhum título novo – o último, Inferno, tem resenha aqui no blog – eu quase não acreditei quando vi Origem, que foi lançado no começo de outubro e marca o retorno de Robert Langdon.

dan-brown-origem

Eu já falei aqui uma vez, mas vou falar de novo: eu sou louca com a forma que Dan Brown consegue misturar simbologia, conspiração e história da arte em um só livro. Se em 2013 ele revisitou A Divina Comédia, dessa vez vamos com o Professor Langdon para a Espanha. A sinopse é essa aqui:

De onde viemos? Para onde vamos?

Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”. O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento… algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana.
Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre. Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.
Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch… e com a verdade espantosa que ignoramos durante tanto tempo

Quem conhece o estilo de Dan Brown já sabe o que esperar. Narrativa ágil, leitura rápida e capítulos curtos e que te deixam curiosa para o próximo, por isso cuidado para não fazerem que nem eu, que comecei a ler antes de dormir e quando reparei já passava das 2 da manhã e eu ainda estava me prometendo que aquele seria o último capítulo que eu leria (mentira, claro).

Tudo bem que eu sou uma entusiasta dos livros digitais, mas eu tinha esquecido como é uma delícia ler os livros de Dan Brown com o Google do meu lado. O autor cita tantas referências de lugares e obras de arte que a leitura fica muito mais especial e interativa quando você consegue visualizar imediatamente tudo que ele está falando.

Em Origem, Dan Brown flerta com inteligência artificial e o futuro da tecnologia e mistura isso tudo no cenário artístico espanhol, tão rico e tão moderno.

A única coisa que me incomodou foi um detalhe que sempre acontece em todo livro que eu já li dele, mas nem sempre me incomoda: a teimosia de tentar arrumar um romance para Robert Langdon. Eu não vou falar muito para não dar spoilers, mas acho que dessa vez foi uma das mais incômodas, porque não existiu um momento durante o livro que me fizesse achar que existia uma conexão amorosa entre ele e Ambra, a mulher que o acompanha nessa aventura. O livro já é tão rico como suspense e aventura, tão rico em detalhes de lugares e obras de arte, que não vejo sentido nenhum de tentar botar um romance no meio, vocês também têm essa sensação?

Tirando isso, vale a leitura. Certeza que ninguém aqui vai demorar mais de uma semana para terminar. :)

Quem quiser comprar, achei para vender na Saraiva (versão impressa e ebook) e nas Americanas.

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Book do dia: A lista de Brett, de Lori Nelson Spielman

Tá afim de um livro chick lit, comédia romântica, leve, fofinho, envolvente, um pouco previsível mas de certa forma surpreendente? Eu diria para ir sem medo em “A lista de Brett”. 

Resolvi assinar por um tempo (já desisti) o Kindle Unlimited e esse foi um dos livros que eu peguei porque gostei da capa. Mas a sinopse também despertou meu interesse:

“Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.

Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis.

Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.”

O calendário embaixo é da Amanda Mol. <3

Geralmente quando eu pego um livro, eu me envolvo na história o suficiente para acompanhá-la. Dificilmente tenho conseguido criar aquela identidade com as personagens que eu tinha antes, tampouco traçar paralelos na minha vida. Só que depois de uma temporada imersa na saga “A Amiga Genial”, eu precisava de algo que fosse bem mais leve. E “A lista de Brett” me pareceu ser a pedida perfeita para isso.

Só que não foi bem assim que a banda tocou.

Por mais que Lori Nelson Spielman tenha usado todos os clichês possíveis para construir a história de Brett Bohlinger, a tal da lista que ela fez quando adolescente ficou me fazendo pensar. Quais eram meus sonhos quando eu era mais nova? Será que eu fui fiel a eles? Será que existem desejos que eu deixei para trás à medida que fui crescendo? Será que as escolhas que imaginamos para a nossa vida adulta quando somos crianças são mais genuinas e com mais potencial de trazer nossa verdadeira felicidade? Será que tem algo que eu gostaria de ter feito que eu posso fazer agora?

Logo depois li uma entrevista da autora e descobri que a história é totalmente inspirada na sua vida. Ela realmente achou uma lista que fez quando era mais nova e fez os mesmos questionamentos que eu me fiz.

Aí caiu a ficha que felizmente consegui muitas das coisas que eu sonhava quando tinha 13 anos. E deixei para trás tantas outras que me davam muito prazer mas que foram sendo engolidas pela rotina – desenhar é uma delas, por exemplo.

Fechei o livro com vontade de me reconectar com a Carla de antigamente e estou tentando fazer isso aos poucos. Tentando lembrar o que me dava brilho nos olhos para ver se faz sentido para a Carla de hoje em dia. E no fim das contas, o que era para ser apenas um livro bobo para distrair, virou um questionamento sobre autoconhecimento.

Quem está querendo uma leitura ambivalente, pode apostar nesse livro!

8 em afiliado/ Looks/ Moda no dia 21.11.2017

Look da Cá: a chemise virou cropped

Eu já falei por aqui que se tem uma peça que eu não tenho no meu armário é top cropped. Sempre tive mil neuras, achava que só quem tinha barriga que não dobrava que podia usar (e na época eu realmente só via gente mais magra do que eu usando, ou seja, não tinha nem onde me inspirar), até chegar em 2015, quando em menos de uma semana usei dois looks com tal peça, um mais ousado, outro mais dentro da minha zona de conforto.

Um mês depois desse último look descobri que estava grávida e preferi o conforto. Sei que muitas grávidas aproveitam esse período para botar a barriga de fora, mas não foi o meu caso. Eu simplesmente não me via com nenhuma roupa que deixasse o Arthur “pro lado de fora” e acabei me jogando em blusas e vestidos mais largos. Esqueci que em algum momento já tinha usado.

Eis que Arthur nasceu e apesar de meu corpo até ter voltado mais rápido do que eu imaginava, minha barriga nunca mais foi a mesma MESMO. E por mais que eu realmente nem ligue para isso na maior parte do tempo (ela não me incomoda quando eu olho no espelho, por exemplo) e que eu saiba que qualquer pessoa que olhar essas fotos vai se questionar por que eu tenho essa neura, a minha insegurança ficou mais forte do que nunca. Tanto que de uns tempos pra cá prefiro sempre biquinis com hot pants e jeans cintura alta. Por isso mesmo, jurava que top cropped realmente não ia ter vez nunca mais no meu armário.

E até o momento isso vem acontecendo de fato, mas durante essa temporada que passei no Rio, estava com uma chemise branca que bate no meio da coxa e na preguiça de trocar de blusa para ir embora, resolvi botar o short e amarrá-la acima do umbigo. Quando vi, estava com a tal parte da barriga de fora que sempre me incomodei em botar. E o melhor? Até gostei.

Curti muito o resultado, resolvi trazer pra cá:

Chemise: Folic (muito antiga) | Short Madewell | Colar Dafiti | Óculos Francisca Jóias | Sapato Cavage 

Fotos: Gabriela Isaias

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Eu tanto gostei que cheguei em casa assim, saí pra jantar e não lembro da neura da barriga que não dobra bater em algum momento. Ainda não tenho nenhum top cropped no meu armário, mas depois desse dia a possibilidade com certeza se abriu.

Achei que valia a pena dividir essa pequena vitória com vocês, mas quero saber: qual foi a última pequena vitória que você teve na moda?

Beijos!