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deu o que falar

7 em Deu o Que Falar no dia 23.05.2016

Deu o que falar…

1 – Blake Lively e a bunda

Já rolou um post aqui no blog contando como Blake Lively é maravilhosa no instagram. A atriz vive usando essa mídia social para postar suas fotos com legendas espirituosas e mostrar que é da zuêra mesmo.

Nessa última temporada do Festival de Cannes, Blake foi uma das atrizes que mais chamou a atenção dos fotógrafos, das revistas e dos sites em geral. Todos os looks usados foram pensados para valorizar sua barriguinha de grávida, mas um deles em especial acabou valorizando um outro, digamos, ângulo.

blake-lively-booty-19may16Blake nem se fez de rogada, postou a foto de frente e de trás e a legenda foi uma parte da música Baby Got Back do Sir Mix-a-Lot, que fez sucesso nos anos 90. Por que deu o que falar isso tudo? Porque a parte da letra postada dizia: “Rostinho de L.A. com bunda de Oakland”, sendo que Oakland era uma cidade com população majoritariamente negra na época que a música foi lançada. Muita gente se ofendeu com o fato de uma mulher completamente dentro dos padrões estar usando o corpo de mulheres negras para fazer piada e assim criou-se a polêmica.

Como Blake não se manifestou sobre o assunto, a Page Six, famosa coluna de fofocas, achou o próprio Sir Mix-a-Lot para falar sobre o assunto. Segundo Anthony Ray, nome real do rapper, ele criou a música em uma época onde a magreza era exaltada de uma forma que quem não seguia o padrão não era bonita e quem tinha um corpo mais voluptuoso era chamada de gorda ou prostituta. Ele viu que o padrão das mulheres reais não era esse e quis criar uma música para encorajar essa aceitação (mas há controvérsias, afinal, se formos parar para analisar a letra, essa “”aceitação”” só acontece porque tem um homem dizendo que homens gostam de bundas grandes).

Anthony disse que achou que a legenda de Blake mostra que as normas mudaram e as pessoas dentro do padrão estão aceitando esse ideal de beleza. Será?

2 – Britney como nos velhos tempos

Ontem quando Britney Spears chegou no Billboard Music Awards com um body preto com transparências e uma “sandabota” (da Schutz, inclusive) acima dos joelhos, lançando sorrisos meio congelados (o que ela fez nessa boca, gente??) achamos cafona mas acabamos ignorando tal fato porque é Britney.

britney-spears-2016-billboard-music-awards-in-las-vegas-nv-1_thumbnailAlém do histórico de looks questionáveis em red carpets, vamos dizer que ela tem certa liberdade poética, sem contar que ela seria a grande homenageada da noite com o Millenium Awards, então a expectativa era grande apesar de ficarmos sempre com um medinho de não vermos a Britney de outrora no palco (nota da Cá: eu vi o show dela em Las Vegas e ela estava em um daqueles dias sem muita vontade de fazer nada, apesar de ter cantado todas as músicas, eu não curti o show porque não vi energia nenhuma da parte dela)

Não foi o que aconteceu. Foram 8 minutos de show com direito aos maiores hits, muito bate cabelo, aqueles looks de palco que só funcionam nela, muita sensualidade. Enfim, era a Britney!

tumblr_o7lwdtE9zd1uul194o1_540-1O sorriso congelado que vimos no tapete vermelho? Nem sinal dele, durante aqueles minutos Britney mostrou que It’s Britney, Bitch.

A Carla e a Joana de 15 anos ficaram muito felizes! Quem quiser ver o vídeo, o Papelpop postou!

3 – Misturados, caricatos e criticados

Já faz alguns meses que a C&A lançou uma coleção genderless, isso é, sem definição de gênero e que pode ser usada por homens ou mulheres. Na teoria – e nos comerciais – tudo parece lindo, mas muita gente que foi conferir a coleção nas lojas alertou para alguns problemas, como por exemplo, as roupas continuaram separadas por feminino e masculino, alguns atendentes olharam de forma estranha para homens que resolveram experimentar as peças mais femininas e a modelagem de certas peças que não funcionavam muito bem nos diferentes tipos de corpos.

Mesmo assim, a C&A continua apostando nessa área sem gênero, tanto que o comercial de Dia dos Namorados que já está sendo veiculado chama-se Dia dos Misturados. A campanha deu o que falar mas nem tudo foi positivo.

Para começar, a cantora gospel Ana Paula Valadão usou seu Facebook para tentar promover um boicote à marca pois era um absurdo incentivar homens a vestirem roupas de mulheres e vice versa.

Apesar de odiarmos o discurso intolerante e acharmos que ninguém tem nada a ver com o que as outras pessoas querem vestir, achamos que o principal problema do comercial são alguns problemas em relação ao conceito genderless como, por exemplo, uma cena em que aparece um casal que troca de roupa incluindo os sapatos. Ele aparece com um scarpin, enquanto ela está com um sapato masculino alguns números maior. O estilo boyfriend, com roupas que têm carinha de que foram roubadas do armário do respectivo, existe e até está incluso nesse conceito agênero, mas isso não quer dizer que a menina precisa pegar o sapato do namorado para sair de casa com o pé sambando dentro de um calçado. Já existe no mercado inúmeros mocassins e oxfords – inclusive as alpargatas, mais sem gênero impossível! – com uma pegada masculina e na numeração certa. #fikdik

Logo depois começaram a surgir alguns outros questionamentos interessantes e mais profundos sobre o comercial, tais como: Por que tantas pessoas ruivas? Por que só casais hetero trocando de roupas? Por que tantos casais com o mesmo tipo físico?  O Modices fez um texto bem legal explicando melhor esses erros de conceito e como a C&A não teve êxito em passar a mensagem de quebra de preconceitos e estereótipos.

No fim, achamos que a intenção foi ótima mas errou no excesso de caricatura e na confusão sobre o que realmente é ser genderless (e olha que vários looks ficaram legais tanto nos homens quanto nas mulheres). Vocês curtiram o comercial?

 

14 em Comportamento/ Deu o Que Falar no dia 09.05.2016

Deu o que falar…

1 – #Anormaléoseupreconceito

Esse assunto deu o que falar nesse fim de semana, quando Patricia Abravanel, em um quadro do programa do seu pai resolveu opinar de forma bem preconceituosa. Entre as frases, a que mais irritou quem estava assistindo foi quando ela disse:

enhanced-23959-1462810459-1Depois, ela ainda conseguiu completar essa “pérola” dizendo que temos que ensinar para os jovens que homem é homem e mulher é mulher (como se a pessoa que é homossexual não soubesse a diferença dos dois sexos, né?).

Na fanpage do Hugo Gloss, quando ele compartilhou o link da matéria em seu blog, vimos muita gente tentando suavizar a situação com frases do tipo: “quem prefere ter um filho gay?”, “Estão todos sendo hipócritas porque ninguém prefere ter um filho gay.” E o pior? Diziam que isso não é homofobia. Foi uma hora difícil para saber ler, mas foi bom para a gente refletir, já que a declaração da Patricia está diretamente relacionada com esse tipo de pensamento.

E pra gente esse é o maior problema. Na nossa perspectiva, nenhuma pessoa que tem filho tem que preferir que a criança seja uma coisa ou outra. Tem que criar para que, independente de qualquer coisa, o filho manifeste sua essência e sua personalidade sem vergonha de ser quem é. Patricia até tentou dar uma melhoradinha no discurso nessa parte, dizendo que caso o jovem tenha algo diferente dentro dele mesmo depois, aí tudo bem. Mas nem demorou para ferrar tudo de novo ao dizer que os jovens podem sair experimentando coisas que poderão se arrepender depois justamente porque hoje em dia dizem que é bonito ver duas pessoas do mesmo sexo juntas (que frase infeliz).

Aliás, esse argumento de não querer que se arrependam ou não querer ter um filho gay porque quer evitar que ele sofra é tão equivocado. Ser hetero não salvará o filho da possibilidade de sofrer bullying caso ele seja gordo, muito magro, tenha um nariz grande ou seja muito tímido. Ser hetero não salvará o filho da possibilidade de sofrer racismo caso ele seja negro. Já pararam para pensar que se a gente educar bem nossas crianças para que elas respeitem o próximo e sejam tolerantes com as diferenças provavelmente não haverá tamanho sofrimento para as próximas gerações?

2 – Avó maquiada

Quase toda semana a gente se depara com alguma notícia boba mas que deixa o nosso dia um pouco mais leve, parece até que viraliza para esse propósito. E a dessa semana foi sobre a história da maquiadora que começou a postar os antes e depois das makes que faz em sua avó de 80 anos. A senhora aceitou ser cobaia da neta, afinal “Por que não iria ao baile da terceira idade com maquiagem e aparentando 30 anos a menos?”

glammaO nome da avó é Livia mas agora é conhecida por Glam-Ma. E a gente acha que Tea Flego, sua neta, provavelmente arrumou um belo nicho de clientes depois dessa semana! rs

Para ver mais makes que ela faz em uma Glam-ma, é só dar uma conferida no instagram da maquiadora: @teaflego

3 – Chanel em Cuba

No última dia 03 aconteceu em Havana, mais especificamente no Paseo del Prado, o desfile da coleção Cruise 2016/2017 da tradicional grife francesa. O país, que está em processo de abertura, recentemente recebeu o presidente dos EUA Barack Obama e um show dos Rolling Stones. Desde então, tem sido visto cada vez mais como cenário de revistas de moda e, consequentemente, destino de viagens.

chanel-cubaEstampas de carros antigos como os que levaram os convidados para o local do desfile, bolsas em formatos de caixas de charutos e boinas estavam entre os looks desfilados. E apesar de ter sido um dos desfiles da Chanel mais discretos dos últimos tempos – não foi por falta de vontade, e sim falta de lugares com wifi na cidade – foi bem recebido pela crítica em geral.

Mesmo com muitos elogios, o desfile dividiu opiniões. Muita gente achou que ele serviu para celebrar a cidade e o país, enquanto outras pessoas questionaram o fato de terem escolhido um local onde os habitantes não têm como comprar nem o zíper de uma calça, o que criava uma atmosfera contrastante.

Segundo a maioria das entrevistas com cubanos que lemos por aí, muitos acham que transformar Havana na cidade do momento é um ponto positivo de mudança. A cantora Gloria Estefan, que também é cubana, deu uma entrevista recente dizendo que achou maravilhosa a escolha de Karl Lagerfeld e que é positivo para os cubanos ver a moda acontecendo na frente deles, ainda mais se levarmos em conta que antes de Fidel Castro, Cuba era um país que ditava moda.

O que vocês acham? Karl acertou na escolha do cenário ou o contraste entre o alto luxo e a situação econômica do povo cubano criou um ambiente questionável?

 

5 em Comportamento/ Deu o Que Falar no dia 02.05.2016

Deu o que falar…

1 – Auto boicote muito do bem vindo

A atriz e cantora Manu Gavassi faz muito sucesso com o público teen e talvez por causa das faixas etárias tão diferentes, nós nunca paramos para prestar muita atenção no seu trabalho. Manu chamou nossa atenção essa semana devido ao seu posicionamento em relação à sua capa na revista VIP de Maio.

Todo mundo sabe que é normal que capas de revista sejam manipuladas à exaustão, não importa se a mulher que estampa está dentro de todos os padrões de beleza vigentes sempre tem um cabelo que pode ficar mais volumoso, um olho mais claro, uma cintura mais marcada, um peito maior e tirar uma gordurinha que é quase imperceptível a olho nu. E o Photoshop fica ainda mais forte quando a revista explora o corpo feminino, como é o caso da VIP.

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Quando Manu divulgou sua capa, seus fãs imediatamente perguntaram sobre o corpo da atriz, no que ela respondeu que foi tudo culpa do “Photoshop deslavado”, e deu uma explicação que nós achamos maravilhosa (e um pouco corajosa de sua parte também!):

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Levando em conta que seu público alvo é de pessoas mais novas, que são naturalmente mais inseguras e influenciáveis, achamos incrível que ela tenha aproveitado toda a sua relevância para influenciar seus seguidores de forma verdadeira e positiva.

2 – Vingancinha

Quem não conhece o Reclame Aqui, aquele site que é muito bom para dar uma averiguada na competência de várias empresas e lugares mas é melhor ainda para contar todos os problemas que você teve com algum serviço ruim ou mau atendimento.

Nessa semana, eles resolveram lançar um vídeo que lavou a alma de muita gente. Nomeado “O Jantar da Vingança”, o site convidou alguns responsáveis pelas empresas com maior número de reclamações para a inauguração de um restaurante. A vingança aconteceu justamente no atendimento, que foi propositalmente péssimo. Quem ainda não viu, tem que ver:

Infelizmente a gente não acha que isso vai fazer alguém mudar o atendimento só por causa de uma experiência péssima com uma lição no final, mas que a sensação foi boa, ah, foi!

3 – Casamento Disney Style

Casar na Disney já é uma realidade, existem lugares especiais para isso e pacotes que incluem personagens, carruagem e vários detalhes que são a cara da Disney. Existem até vestidos de noiva inspirados nos vestidos das princesas.

Agora anunciaram mais um lugar que provavelmente vai deixar o coração de muita gente batendo mais forte, o East Plaza Garden.

O local fica dentro do parque mais icônico do complexo Disney, o Magic Kingdom, e tem como pano de fundo nada mais, nada menos que o castelo da Cinderella. Olha só:

Um vídeo publicado por @disneyweddings em

O único problema é a hora do casamento, às 9:30 da manhã. Por causa do horário de abertura do parque, os noivos terão que cair da cama para começarem as preparações para o grande dia! E aí? Alguém pensa em casar aí?