0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Moda no dia 30.07.2018

O que valoriza?

A gente fala muito que autoestima, autoconhecimento e estilo pessoal caminham de mãos dadas, e é a mais pura verdade! Afinal, sabendo o que eu mais amo em mim e os motivos de eu amar tanto determinada coisa, eu posso usar os truques de estilo que estão disponíveis a meu favor, a favor do meu corpo, a favor da minha autoestima.

A gente adora repetir que nem todo mundo quer parecer mais alta e mais magra, e achamos engraçado reparar na reação das pessoas quando falamos que somos consultoras que não curtem seguir muitas regras. Para nós, algumas das perguntas mais importantes que fazemos são: você sabe como você quer parecer? O que é importante pra você?

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Não tem problema nenhum em querer parecer mais alta e mais magra, eu sei que cada pessoa tem um olhar único sobre si mesma, mas gosto de sempre reiterar que acho super importante saber os motivos de você querer criar ilusões para conseguir esses atributos. As vezes você não quer isso de verdade, mas quer parecer mais madura, mais elegante, mais confiável, independente do efeito que isso possa causar na sua silhueta. Ou pode ser você queira reequilibrar alguma proporção do seu corpo de acordo com algum gosto pessoal. Pode ser que você queira estar mais próximo do padrão porque essa é a forma que você aprendeu a se sentir mais confortável e segura em determinados ambientes. E também pode ser que você prefira ser ousada e goste de brincar com proporções – seja na silhueta, seja no design. E pode ser que você esteja em algum lugar entre todos esses lados. 

O mais importante é entender, portanto, onde você está e porque você está ali.

E porque estou enrolando tanto pra começar a falar o que eu vim falar hoje?

Vamos lá: no vídeo que gravamos com a Jô há uns meses e ela disse que já usou muito alguns truques aprisionadores a seu favor, ou melhor, a favor da antiga Joana, cuja preocupação era estar o mais dentro do padrão possível. Ela ainda não tinha atingido o atual nível de desconstrução, amor próprio e acolhimento. E tá tudo bem, afinal, muita gente (a maioria) ainda não chegou lá e cada um tem o seu ritmo.

E o que isso significa?

Que mesmo entendendo que a gente não precisa ser igual a uma Angel da Victoria Secret (obrigada Carla, por esse post!) a gente pode ter nossas questões e preferências. Ou seja, é possível que mesmo passando por um processo de desconstrução (que, vale dizer, não acaba nunca), no fim das contas você conclui que é importante pra você parecer mais alta e mais magra – e por motivos que só interessam a você.

Ou seja, eu acredito, de todo o coração, que hoje em dia já não faz mais sentido nenhum  encaixar as pessoas em rótulos de pera, uva, maçã ou salada mista de acordo com as suas proporções. Tenho a sensação que isso desumaniza algo que deveria ter o indivíduo como centro, a base de todo o estudo sobre o estilo e a forma de se vestir daquela pessoa.

Também é fundamental entender tudo que você ama em você mesma (e, portanto, quer valorizar/destacar) e esquecer a ideia de que temos de “esconder” ou “camuflar” alguma coisa. Afinal, a gente só esconde ou camufla coisas da quais a gente não se orgulha, e não é esse o nosso intuito. Nosso intuito é focar no que você acredita que tem de melhor!

Assim, naturalmente, você não vai chamar tanta atenção para aquela parte do seu corpo que não é lá o grande amor da sua vida. E onde eu quero chegar com tudo isso?

Que não vale a pena focar esforços e energia buscando esconder as partes do seu corpo que não te agradam tanto. Vale a pena, sim, focar em destacar e chamar toda a atenção do mundo pro que você ama mais que tudo em você. E, isso, como a gente sempre diz, só você vai pode dizer.

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