Look da Jô: peitos soltos, livres e não tão em pé!

E tá tudo bem… Aos 28 anos eu me vi bonita pela primeira vez, comecei a entender de fato que eu era “gostosa” e curtir a maneira legal como eu vinha me vendo. Não foi um processo fácil, tampouco proveniente de frases motivacionais. Isso foi consequência de algum tempo em uma terapia certa pra mim, o caminho da terapeuta transpessoal me levou ao autoconhecimento de uma forma bacana, que aos poucos foi me deixando segura e me ajudando a fixar o olhar naquilo que eu gostava mais em mim tanto no corpo quanto no comportamento e na essência mesmo. Tudo entrou na conta, não era apenas sobre se sentir bonita, era sobre se sentir BEM de uma forma geral. Nesse contexto comecei a aplicar o olhar mais amoroso e acolhedor com meu corpo, o que pra alguém com histórico de transtorno alimentar foi um ganho inimaginável. Eu me peguei ali curtindo as coisas que eu tinha de mais bonitas (a meu ver): pernas, bunda, cabelo, altura e outras coisas que falavam mais alto do que dobrinhas de gordura localizada ou o nariz que foge do padrão de beleza feminino e delicado que tanto vemos por aí. Aos poucos eu estava … Continue lendo Look da Jô: peitos soltos, livres e não tão em pé!