2 em Estados Unidos/ Futi em NYC/ Viagem no dia 09.08.2016

#futiemnyc – um dia em Coney Island

Sexta feira retrasada o Bernardo teve uma folga no trabalho e como estávamos com um casal de amigos hospedado no nosso apê, pensamos em nos programar para fazer um programa diferente e que ninguém conhecesse ainda. De início pensamos em Filadélfia, mas como demoramos muito para ver preços de aluguel de carro, já estava tudo muito caro nas vésperas. A outra opção? Coney Island!

Coney Island fica lá na pontinha do Brooklyn (não tinha ideia onde ficava! haha) e além de uma praia, conta também com o Luna Park, um parque de diversões cheio de atrações para todos os gostos.

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A melhor época do ano para visitar esse lugar é entre a Páscoa e o Halloween, onde todos os bares e restaurantes da orla estão abertos, o parque funcionando a todo vapor e cheio de lojinhas. A Cony foi para lá  quando estava tudo vazio e fechado, ela até gostou do passeio mas acho que nem se compara! hehehe

Saímos de casa por volta das 13:30, tudo porque o dia amanheceu totalmente encoberto e chovendo, mas segundo os sites a partir de 12:30 o sol sairia e pararia a chuva de vez. Ficamos esperando para ver se era verdade, e foi justamente o que aconteceu. De certa forma foi ótimo porque deu para todo mundo se arrumar com calma e nós pudemos organizar as coisas do Arthur tranquilamente. Sem contar que lá a maioria das atrações só abrem depois do meio dia, ou seja, nem adianta chegar muito cedo.

Pegamos a linha Q do metrô na estação de Union Square e seguimos até o último ponto. Sim, Coney Island é literalmente o último ponto da estação, mas nada de perrengue, os trens estavam bem vazios e em 40 minutos mais ou menos estávamos chegando lá.

Como já eram quase 15h, nossa primeira parada foi no Nathan’s, que é famoso pelo seu cachorro quente. Na verdade você pode encontrar barraquinhas da lanchonete espalhadas por toda a parte turística de Coney Island – e por Manhattan também – mas queríamos ir no restaurante, que esse ano completa 100 anos!

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Depois de alimentados, demos a volta pela orla. A praia é enorme, mas não tinha uma viva alma no mar, que dizem ser beeem gelado! Eu não fui, não posso confirmar. hehe Também é na orla que você encontra vários bares, lojas de sorvete, mais um Nathan’s, a pizzaria Grimaldi’s e algumas lojas de souvenir. Quando chegamos ainda estava tudo vazio, mas como no verão praticamente tudo fica aberto até meia noite, é lá pelas 18h que você começa a ver muita gente passeando, cantando, vendendo arte e outras figuras. rs

Aliás, vale dar uma olhada no site de Coney Island para ver a programação. Sempre tem shows, concursos (o famoso concurso de maior comedor de cachorro quente acontece no Nathan’s de lá!) e excentricidades. Toda sexta também acontece uma queima de fogos às 21:30, mas fomos embora antes!

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O Luna Park que encontramos hoje foi inaugurado em 2010, mas é todo feito nos moldes antigos em homenagem ao verdadeiro Luna Park, que funcionou de 1903 a 1946, com direito a trem fantasma, carrinho de bate bate e outros brinquedos nostálgicos, onde você compra os tickets separadamente em bilheterias com jeito vintage. Ele também engloba algumas atrações que existem desde 1927, como a montanha russa de madeira Cyclone e a roda gigante Wonder Wheel e outras mais novas e ousadas, como a montanha russa Thunderbolt que já começa com uma subida de 90 graus e uma queda daquelas.

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Eu fui na Cyclone, na Thunderbolt (porque #soudessas hehe) e também no trem fantasma – esse último só porque era trash demais e pareceu divertido. Bem, de fato é bem trash, mas a foto que eles tiram de você no final prova que pelo menos um susto todo mundo leva. hahaha Só achei tudo muito caro, principalmente se levarmos em conta que você compra os ingressos separadamente. A Cyclone e a Thunderbolt custam US$10 e o trem fantasma US$7,  até entendo que as montanhas russas sejam mais caras, mas o trem fantasma não faz sentido!

Esse look apareceu em um post exclusivo para quem quiser ver! :)

Esse look apareceu em um post exclusivo para quem quiser ver! :)

Quem estiver pensando em ir, as dicas que eu dou são: tentem não ir no fim de semana e não se programem para chegar cedo. A praia e o parque ficam lotados sábado e domingo e, como eu disse, tudo abre mais ou menos meio dia.

Como eu estava com o Arthur, o horário que fizemos – mais ou menos das 14:40 às 18:40 – foi o ideal. Estava tudo vazio, conseguimos comer, ir nos brinquedos e passear sem precisarmos encarar mil filas, o sol não estava de rachar e não pegamos metrô lotado nem na ida e nem na volta. Só preciso pontuar que para trocar fralda não foi tarefa das mais fáceis, tivemos que trocar a primeira vez em um banco do parque e na outra foi dentro do carrinho mesmo. Tirando isso, foi tudo ótimo, o Arthur ficou louco com o movimento da roda gigante! rs

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Quem resolver ir para Coney Island sem filhos e sem crianças, sugiro chegar mais tarde, lá pelas 17h. Assim dá para pegar os brinquedos sem muito sol, ver o movimento da orla, tomar uns drinks ou comer uma pizza, cachorro quente ou sorvete e esperar para ver os fogos, se você for na sexta feira.

É um passeio delicioso e menos óbvio para quem vem para NY, indico muito!

Alguém tem outra dica de lá?

Beijos!

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2 Comentários

  • RESPONDER
    Laura
    10.08.2016 às 11:20

    Amo Coney Island Carla! E sabe que eu tinha essa ideia que a água era gelada? Semana passada estive lá e molhei a mão, não é que estava bem agradável? Recomendo muito caminhar na plataforma/pier, a vista de lá é linda! Beijos

  • RESPONDER
    Nanci
    22.08.2016 às 16:16

    Aimmmm
    morri de vontade de conhecer e levar minha pequena!

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