27 em Comportamento/ Reflexões/ Relacionamento no dia 21.07.2015

Epifanias da Jô: tentativa de período sabático e a quebra de expectativa

Outro dia escrevi sobre 10 coisas que nem eu mesma sabia sobre mim e durante esse texto deixei escapar que há algum tempo eu comecei a viver uma tentativa profunda de período sabático. Fato é que que há dois meses eu comecei a sentir uma necessidade de mudar a minha vida todos os dias, de conhecer outras Joanas e de mergulhar com muita coragem com destino ao apavorante (ou não) desconhecido.

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Abandonei todos os planos, ideias e crenças que a sociedade tem – e que eu tinha – sobre “como deveria ser a minha vida” e quis buscar o novo. Resolvi abrir mão desses sonhos que mais pareciam casas pré fabricadas e mudar tudo. Escolhi que quero ser feliz agora e decidi que não posso esperar o futuro se organizar e se acertar para eu me sentir plena. Acho que hoje em dia, aquela frase que diz que a felicidade não está no destino, e sim na caminhada nunca fez tanto sentido.

Claro que nada disso aconteceu do nada. Quem me conhece sabe que eu venho numa busca profunda de autoconhecimento e espiritualidade. Eu comecei a fazer meus cursos na Trilha dos Lobos há uns quase dois anos e a ideia era essa mesma, uma vida mais plena e consciente. A indicação da escola veio da minha amiga Juliana, que me avisou de antemão que aos poucos tudo iria mudar, que algumas coisas iriam deixar de fazer sentido durante o caminho e, na época, confesso que não dei muita bola para o que ela disse. Isso acabou acontecendo, mas de forma diferente do que eu imaginei.

E eu não falo só do término do meu namoro, que foi o mais difícil de tudo, falo de uma série de términos que eu tive comigo mesma, com velhos hábitos, padrões de pensamentos e paradigmas. Tudo está mudando de lugar e eu estou me permitindo experimentar para saber do que eu realmente gosto, afinal é só experimentando que a gente pode criar parâmetros de comparação. A ideia é descobrir tudo que me faz bem sem levar em conta o que as pessoas “esperem que eu goste”.

Novos hábitos: caminhadas no domingo

Novos hábitos: caminhadas no domingo

A sensação que me dá é que eu vivia num casulo, um casulo em construção e cheio de talentos, mas ainda assim um casulo. Parece que desde que eu embarquei para a viagem da Chapada Diamantina e me permiti transformar na mais incrível borboleta. Que claro, ainda está meio perdida, não sabe tudo sobre si mesma, mas está livre e aprendendo a voar.

E por voar entende-se que estou preparada para começar a quebrar conceitos pré estabelecidos, como a cobrança para que trabalhemos de um jeito específico, que casemos na hora certa e ainda tenhamos filhos. Existem muitas expectativas de outras pessoas nas nossas histórias e é isso que eu busco mudar. Quero encontrar as coisas que combinem comigo, com a minha essência. 

Novos hábitos [2]: trilha sábado de manhã cedo

Novos hábitos [2]: trilha sábado de manhã cedo

Ainda tenho quilinhos a perder? Com certeza! Tenho uma série de questões pessoais para resolver? Sem dúvida! No entanto, nunca me senti tão bonita, nunca recebi tantos elogios e nunca estive tão consciente de que a gente atrai aquilo que a gente vibra. A nossa autoestima e nosso amor próprio podem ser transparentes, mas não são imperceptíveis. 

Dia 17 de maio eu embarquei com destino ao desconhecido, dia 21 eu voltei com medos vencidos, com novos grandes desafios, novos amigos, carregando comigo uma nova autoestima e um buraco no peito. De lá para cá, eu escolhi sarar todos os dias. Eu optei por mudar, eu resolvi me aceitar e aos poucos estou escolhendo escrever uma história que nem no sonho mais surrealista eu imaginaria viver.

Eu tenho lido com muito carinho cada email, comentário ou snap que vocês mandam. Quem me acompanha de pertinho está vendo (e as vezes vivendo) tudo isso junto comigo. Eu sou muito grata MESMO por CADA palavra de atenção, carinho e preocupação que eu recebo. Fico feliz em ver que essas minhas epifanias e desabafos estão influenciando as pessoas a quebrar paradigmas, a ter coragem para mudar. Isso é mágico.

Sempre é difícil abrir mão de uma história bonita, de um plano perfeito, de um grande amor, de uma religião na qual fomos criados ou mesmo de amizades que não nos trazem mais nada de bom, mas mudar pode ser libertador.

sorte

Algumas pessoas muito especiais deixaram a minha vida agora, mas tem gente nova desempenhando papéis que antes seriam impensáveis. Além disso eu simplesmente sei que o melhor ainda está por vir, não tenho um grão de dúvida. Eu estou em fase de mudança, me preparando para o novo e tudo isso numa plenitude ímpar, ainda que salpicada de momentos de crises de ansiedade (rs). Dai eu coloco uma música e penso nas coisas boas, como as novidades da Carla, e nessa hora me dou conta que estamos vivendo juntas uma das melhores fases das nossas vidas. Mais do que nunca, tenho certeza de que quem tem amigos tem tudo.

Então podem ficar tranquilas, toda história termina para outra começar e essa pode ser com a gente mesma, com outras pessoas, com outros padrões e outras regras. Novas histórias não precisam de nome, CPF ou rótulos. Cada um tem o direito de escolher o que quer para si e isso pode nada ter a ver com o que o mundo deseja para você.

Não podemos ter medo de mudar as nossas vidas por julgamentos, conceitos e pré conceitos que nem são nossos, que são da sociedade.

Um brinde ao novo, ao inesperado e ao infinito de possibilidades. 

Beijos

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27 Comentários

  • RESPONDER
    Lola
    21.07.2015 às 16:26

    Jo, eu passei por um processo parecido no ano passado. Eu estava vivendo os planos que havia feito pra mim mesma aos 18, 20 anos, sem me questionar se eles refletiam as minhas necessidades atuais. Aos 25, namorava há 5 anos com um cara maravilhoso, com quem ia me casar; tinha um super emprego como advogada num escritório em que eu tinha muitas chances de crescer e eu estava começando o meu mestrado, algo que sempre quis fazer. Hoje, só permanece o mestrado.
    Eu comecei a perceber que aqueles planos não me deixavam feliz, e acredite, foi muito difícil abrir mão deles e buscar algo que realmente me completasse. Aquele cara era maravilhoso, mas não pra mim. Ora, eu nem sabia se queria casar mais! Aquele emprego era bom, mas não era o meu sonho, ele jamais me faria feliz.
    O processo foi longo e, às vezes, doloroso, mas eu nunca me senti tão viva. Troquei um casamento e um emprego fixo pelos estudos pra concurso público e solterice e não poderia estar mais feliz. Eu chamo de crise dois vinte e muitos anos, uma crise que foi muito bem-vinda. =)

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      Joana
      21.07.2015 às 17:35

      Lola,
      Obrigada por dividir sua história tb! :)

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    Juliana Sala
    21.07.2015 às 16:52

    Que lindo texto Jô…
    Parabéns pela força, pela coragem e seja feliz!

  • RESPONDER
    Juliana
    21.07.2015 às 17:26

    Ih.. Virou lésbica!

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    Marina
    21.07.2015 às 17:28

    Ai Jô… Às vezes parece que você lê meus pensamentos… Nossa como é difícil… Essa questão das expectativas alheias é muito complicada. Mudar pode ser libertador, mas também é bem aterrorizante. Obrigada por dividir suas epifanias, elas tem sido de muita ajuda e reflexão.

  • RESPONDER
    Juliana
    21.07.2015 às 17:46

    Jo, que post INCRÍVEL! Me identifiquei demais, estou passando por uma fase similar à sua. Terminei um relacionamento de 8 anos e tenho aproveitado os últimos meses pra botar várias coisas em perspectiva, repensar outras tantas coisas etc. E tem sido muito bom! Claro que no início foi difícil, mas pude perceber várias coisas que antes não conseguia/não queria enxergar. E certamente isso tem sido libertador.

    Parabéns pela sua força e atitude, e obrigada pelo texto. Sempre bom ler seus textos, ainda mais sobre um tema que tem sido tão presente na minha vida nos últimos meses.

    Bjs!

    • RESPONDER
      Joana
      21.07.2015 às 17:48

      Que legal ler sobre a sua história Juliana! :)
      Obrigada por compartilhar com a turma aqui…

  • RESPONDER
    Samira
    21.07.2015 às 18:59

    A minha história de mudança é um pouco invertida: meu namorado mora no exterior e, desde o começo, aceitei que alguém teria de deslocar uma hora. Na minha busca por atingir esse objetivo o mais rápido possível, consegui um estágio num país próximo do dele. Larguei emprego, me ajeitei toda! Mas não deu certo. Minha vida deu um giro e eu me vi sem lugar, sem nada. Mas tranquilizei. E abracei o momento.
    Penso sempre nessa fase como aprendizado, como novo começo em busca do que eu quero, não do que a sociedade impõe (emprego maravilhoso, estudar até não aguentar mais, etc), sem me basear apenas no relacionamento e esquecer de mim.

    Texto lindo, Jô! Filosofe sempre pra nós! :)
    Um beijo

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    Juliana
    21.07.2015 às 20:23

    (Aqui tá com muita Juliana hoje, em! Hehehe)
    Não tenho insta e snap, então não acompanhei esses seus posts!
    Mas acho muito incrível a forma como você expõe seus pensamentos e o seu momento. Tem muito a ver com o jeito que eu penso.
    Eu ainda tô nessa caminhada de me desprender das expectativas alheias…porque mudar é arriscado, né? Sair da fórmula “certa” de felicidade e realização para buscar fazer do seu jeito requer muito auto conhecimento que eu ainda tô buscando!
    Eu tô notando que esse ano tá sendo de grandes (e boas) mudanças na vida de muitas pessoas. Se Deus quiser e com muito esforço, vai dar tudo certo! (:

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    Livia
    21.07.2015 às 23:58

    Ai, sensacional!
    Comecei a viver essa fase desde o ano passado, continuo nela desde entao e nunca fui tão feliz! Vc usou exatamente a mesma palavra que sempre falo: libertador! Como é maravilhoso poder se conhecer, se redescobrir, resgatar coisas que vamos perdendo pelo caminho e perceber que é possível ser feliz sozinha!
    Juro que hoje minha dúvida é saber se algum dia vou querer sair da vida de solteira hahaha
    Há um tempo minha amiga estava naquela fase de negação do término de namoro e eu disse pra ela “cada dia q vc passa nesse relacionamento q vc nao acredita mais, é mais um dia desperdiçado, mais um dia q vc pode ter deixado de viver novas coisas que farão muito mais sentido”. Até hj ela diz q foi isso que a fez tomar coragem! Às vezes não enxergamos com tanta clareza…
    Claro que nem tudo são flores, alguns dias bate uma carência e tristeza. Mas isso faz parte da vida sempre, né?
    Enfim, amei o post. Sorry pela bíblia!
    Beijo e aproveita demais, Jô!

  • RESPONDER
    Fran Morais
    22.07.2015 às 9:37

    Adorei o texto ! Já tem um tempinho que participo de um grupo de autoconhecimento que se baseia em fazer reflexões diárias, e é ótimo porque chegamos com a mente tão fechada que é surpreendente a nossa mudança ! Se autoconhecer é essencial mesmo, é o verdadeiro caminho da felicidade !

  • RESPONDER
    May
    22.07.2015 às 10:21

    Um brinde a essa nova Joana, cheia de vontade de viver, de ser feliz, de conhecer gente nova e lugares novos! Orgulho MASTER de ler esse texto tão profundo, lindo, leve e inspirador. Me fez olhar pra minha vida e pensar se eu também não estou precisando de pequenas mudanças que me tirariam da zona de conforto. “Escolhi que quero ser feliz agora e decidi que não posso esperar o futuro se organizar e se acertar para eu me sentir plena. Acho que hoje em dia, aquela frase que diz que a felicidade não está no destino, e sim na caminhada nunca fez tanto sentido”. <3

    • RESPONDER
      Joana
      22.07.2015 às 10:25

      May,
      É sempre uma delícia ter você por aqui.
      Um presente que o blog me deu. :) <3

    • RESPONDER
      May
      22.07.2015 às 12:06

      <3 <3 <3

  • RESPONDER
    [email protected]
    22.07.2015 às 13:17

    Se sentir livre é a melhor coisa do mundo, vai fundo <3 Mudei muito dps que adentrei no universo da psicologia e me identifiquei muito com o post HEHEHE Se entender e ver as coisas por outros ângulos, faz toda diferença! http://simsemfrescura.blogspot.com.br/

  • RESPONDER
    jo
    22.07.2015 às 14:25

    desculpa Jo, vou ser do contra….rs rs rs.. vou dar de amiga chata? mas acho que ta um pouco “over”, entendo esse tal momento “sabatico”, mas é obvio que conflitos teremos o tempo todo, e felicidade plena nao existe, é um controle diário que todos fazem, um dia bom outro nem tanto, e assim vai….
    entendo seu momento de exposiçao de vontade de falar e “criar”, mas a meu ver “ta chato”… desculpa ta, so falei porque vc escreve bem é inspiradora, mas está valorando demais algo que é normal, é do ser humano, a busca da felicidade plena do super auto conhecimento, de como é bom estar consigo mesma, essas coisas ..rs..bjs

    • RESPONDER
      Joana
      22.07.2015 às 14:41

      Jo,
      Com certeza cabem todos os tipos de ponto de vista, nesse post como em outros, mas o que é chato, óbvio ou normal para uns pode fazer diferença na vida de outros. Eu tenho recebido snaps e emails de pessoas que estão vendo esse momento e se inspirando pra fazer diferente, então no fim o que não tem muita graça pra uns parece ter para outros.

      Como sempre escrevi sobre minhas experiências, impressões e sensações acho natural que esse tema seja recorrente agora, como outros foram quando outros assuntos eram o ponto principal da minha vida ou do meu momento.

      Gostaria de acreditar imensamente que esse assunto é normal e que todo mundo busca a felicidade de forma natural, mas infelizmente cada dia que passa vejo menos isso.

      Como sempre todo e qualquer comentário vai ser super bem vindo, mas não tenho como prometer uma mudança súbita de tema, afinal como já disse SEMPRE escrevi baseado no que estava me acontecendo, se eu forçar outra coisa vai ficar falso.

      De qualquer forma sempre terão outros assuntos que você pode gostar por aqui, a Carlinha tem feito ótimas reflexões e isso é uma parte muito pequena do blog.

      Beijos

  • RESPONDER
    Heloisa Altenburg
    22.07.2015 às 16:40

    Como falei para vocês pelo Instagram, as conheci e nem sei como. Desde lá não paro mais de acessar o blog! Jô continua com essas tuas inspirações! Entrei hoje depois de muito tempo sem acessar e parece que sabias o que estava pensando. Depois de ler esse post por favor continue assim inspirada!! Me inspira também!
    Carla estás mais linda ainda grávida!!
    Ai meninas vocês são um sucesso total. Super adoro.

  • RESPONDER
    Rosana Rocco
    22.07.2015 às 18:24

    Que post incrível! É muito legal ver você passando por todas estas transformações e entendendo que o que importa de verdade é o que você quer, o que você sente, sem se preocupar com o que os outros pensam e colocam de expectativa em você. Eu passei por tudo isso, mas foi fazendo terapia, essa viagem pra dentro da gente, é tão libertadora que quando você sabe exatamente o que você quer, nada nem ninguém pode te impedir de conquistar o que deseja.
    Eu terminei um casamento de 3 anos e meio (com um cara que diziam ser “perfeito) pelo simples fato dele ter mudado de ideia e decidiu que não queria ter filhos comigo. Mandei ele passear, voltei pra casa dos pais pra juntar os caquinhos da separação, meses depois comprei meu apê, reformei sozinha, casei de novo e veja só você, agora estou grávida de uma menina que se chamará Maria Clara e nascerá em dezembro! Quando a gente quer, a gente cria mentalmente, e tudo vira realidade!
    Parabéns pelo seu momento, viva-o intensamente! Lá na frente ele fará mais sentindo ainda pra você! Beijinhosss, Rô

  • RESPONDER
    Karla Alvera
    22.07.2015 às 22:50

    Amei o post, Jô.
    Sinto que a vida está tão acelerada, que a gente vive alguns momentos no automático. Algumas paradas estratégicas são muito importantes pra refletir e alterar a trajetória, se for o caso. Tive duas grandes viradas na vida. A primeira foi quando terminei um namoro de cinco anos, aos 22. No começo, foi difícil demais. Sofri muito. Uns dois meses depois, a dor foi diminuindo e dei espaço ao novo. Viagens com as amigas, festas, conhecer gente nova. Fiquei solteira por três anos e esse período foi muito importante para me conhecer melhor, experimentar.
    A segunda foi em janeiro desse ano. Administrei uma produtora de vídeo por sete anos. Só que sou jornalista, fui parar nessa função por ter uma facilidade com atividades administrativas. Isso não me fazia feliz, mas pagava muito bem. Em novembro do ano passado eu avisei que dia 30 de janeiro seria o meu último dia, pra termos um tempo de organizar a transição. Senti muito medo, mesmo. Só que essa foi a melhor decisão que eu tomei. Tirei um período sabático e lancei o meu blog em março. Descobri o quanto eu sentia falta de escrever e me sinto realizada.
    Aproveita bem essa fase, que é muito enriquecedora :)

    Beijos,

    KA

  • RESPONDER
    Juliana Carvalho de Paula
    22.07.2015 às 23:28

    Oi Jô quem te escreve é a leitora pedinte de reflexões no Instagram….hehehe
    Tu sabe que a cada ano passo por um mini período assim como o teu, que no meu caso é quando antecede meu aniversário (inferno astral). Os pensamentos vem como um tsunami, avassalador e me pega tão em cheio que a minha vontade é ficar num casulo, só eu e eu mesma…hehehe
    O bom é que a cada pensamento a gente tira proveito né, o ser humano foi feito pra aprender sempre.
    Sobre o comentário da Jô leitora, acho que entendi o que ela quis dizer sobre a busca pela melhoria ser normal e é! Mas é que a gente fica procurando tanto “pêlo em ovo”, querendo sempre fazer algo extraordinário que acabamos nos esquecendo do básico que é a busca pela nossa felicidade, pelo nosso eu. Sei lá, a cada dia penso nisso e já descartei várias coisas que me deixavam mal e eu não sabia.
    Beijos!

  • RESPONDER
    mary
    23.07.2015 às 12:52

    oi Jo,acompanhei seus snaps e vc passava tanta energia boa pelas fotos em especial as da viagem de ferias,que era como se eu tivesse viaajando tambem,amei,continue escrevendo por favor nos inspira e nos faz tambem ter coragem do novo,eu ja passei por isso e hoje estou vivendo um dia de cada vez e sem ter expectativas,melhor coisa,beijos.

  • RESPONDER
    Tatiana
    23.07.2015 às 14:50

    Parabéns pela coragem, Joana! Te admiro muito!

  • RESPONDER
    Rafa
    23.07.2015 às 18:55

    Jô, de novo, que texto incrível! As vezes é tão prático deixar tudo como está, que nem percebemos o tempo que passou. A minha mudança foi de profissão, depois de ter terminado relações internacionais resolvi fazer jornalismo. Deixei emprego para virar estagiária, e foi ótimo! Agora terminei jornalismo, vou começar um emprego novo!! Estou super empolgada! Vc conhece a the school of life? É do filósofo alain de botton, e traz a filosofia pra questões da vida. Eu fiz um curso recentemente, estou lendo os livros e eles tem me ajudado a ver caminhos além do óbvio!
    Continua com as suas reflexões! Beijos

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    Daiana
    24.07.2015 às 10:27

    Parabéns!
    Estude, analise, pense, reflita, busque, sinta!!
    Não há coisa melhor… Brilhe muito! Orgulho da tua coragem. Muitos passam por aqui sem tê-la.
    Beijos

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