6 em Comportamento/ Deu o Que Falar no dia 12.01.2015

Deu o que falar…

1 – Imagina acordar e descobrir que a Beyoncé começou a te seguir no instagram?

beyIsso aconteceu. Semana passada. Com uma brasileira. “Tá, mas e daí?”, muita gente deve estar se perguntando. Bem, a primeira justificativa vai ser uma resposta muito pessoal: a gente adora a cantora, e daí que se ela começasse a seguir a gente, provavelmente acharíamos que zeramos o jogo da vida com apenas uma jogada de dados.

A segunda resposta explica melhor o motivo do fuzuê (e o motivo da menina ter ganhado mais de 8 mil seguidores dia dia pra noite sem ter gastado um centavo): Beyoncé não segue ninguém no instagram.

Infelizmente – ou felizmente, já que os fãs de Bey correram para o perfil dela para acusá-la de ter hackeado o insta da cantora – para Thaísa, na mesma rapidez que aconteceu o follow, também aconteceu o unfollow. Mas vamos combinar, quem não amaria ter uma história como essa para contar?

2 – Kiss Cam da discórdia

O momento mais esperado dos jogos de basquete, principalmente para quem vai mais por curiosidade, com certeza é a Kiss Cam. É só procurar pelo youtube para você ver as cenas mais surreais, de tapa na cara a pedido de casamento. Por isso nem imaginávamos que aconteceria alguma novidade dessa categoria:

A gente acha que foi combinado, mas vamos fingir que é verdadeiro (porque a gente se diverte com pouco rsrs): ao mesmo tempo que achamos uma falta de respeito com o namorado, vamos combinar que ficar no celular e não dar a mínima bola para a pessoa que está contigo também não é lá muito respeitoso, né?

Sinceramente, pra ficar com um namorado chato desses, é melhor trocar logo!

3 – Será que nossa humanidade tem futuro?

Vimos esse vídeo sendo compartilhado diversas vezes em várias timelines:

Como acontece sempre que vemos algo sem prestar muita atenção, de início achamos muito fofo e com uma mensagem de esperança afinal, que bom que os meninos estão crescendo com essa mentalidade, né? Ainda mais nos dias de hoje…

Claro que na realidade, não é bem assim. O video é tendencioso e a reação provavelmente seria diferente se a menina não fosse bonita, ou mais velha ou até mesmo mais alta que eles. A cultura também é diferente. Não sabemos como italianos educam seus filhos, e nem queremos que essa frase soe como algum complexo de vira-latas, mas tivemos a sensação que se esse vídeo fosse feito aqui, as reações não seriam as mesmas.

Na verdade, só achamos que valia falar do video por causa de um comentário: o do menino que justifica que não vai bater nela porque não gosta de violência.

Praticamente todos os outros dizem que não vão bater porque ela é menina. Isso já é uma ótima resposta, mas a que nos deixou com muita esperança foi essa em específico. Serve como aprendizado para quem tem (ou quer ter) filhos pequenos. Sempre fomos ensinados que bater em mulher é feio porque é covarde, mas na realidade, qualquer ato de violência, em qualquer indivíduo, é uma covardia, né?

2 – Por um mundo com menos intolerância!

Ainda falando em violência e covardia, não poderíamos deixar de nos manifestar sobre a morte dos cartunistas do Charlie Hebdo. Sabemos que não tem nada a ver com o que a gente costuma postar, mas vimos uma manifestação que achávamos que se encaixaria aqui.

A gente vive falando do lado negativo da internet e das redes sociais, mas semana passada pudemos ver o outro lado dessa moeda. O mundo ficou mais triste após os atentados em Paris, a intolerância e o radicalismo de alguns acabam prejudicando muitos. Desde as vítimas e suas famílias até aqueles que vivem a cultura islâmica de forma inofensiva.

10903570_801173609955759_275575235_nNo meio de tanta tragédia, as hashtags de apoio as vítimas vieram dos quatro cantos do mundo. Muitos aderiram ao movimento #JeSuisCharlie, mas nós ficamos de olho mesmo em outra hashtag: #notinmyname, que surgiu um pouco antes, quando o Estado Islâmico apareceu.

Muitos muçulmanos e fiéis do profeta postaram frases de apoio com essa frase, que quer dizer “não em meu nome. Muitos deles não se sentem representados por esses terroristas. Eles dizem que é importante se posicionar contra o extremismo, afinal, a cada ataque como esse a xenofobia aumenta e todo mundo perde.

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6 Comentários

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    Fany
    12.01.2015 às 23:21

    Amei o vídeo dos meninos que se recusam bater na menina. Uma boa reflexão de tudo que está acontecendo em torno de nós, na educação tão liberal de hoje . Quero seguir com a esperança que nossa humanidade tem futuro sim e é isto que estou tentando mostrar para meus netinhos.
    Bjks, Fany

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    Nome (obrigatório) :Marcia
    13.01.2015 às 10:53

    Super pertinente seu comentário sobre o #notinmyname. Com o terrorismo, quem se ferra mesmo são os milhões de muçulmanos que vivem nos Estados Unidos e Europa e querem levar seu dia-a-dia como todos nós, trabalhando e dando estudo aos seus filhos.

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    mari
    14.01.2015 às 7:06

    Acho muito importante os proprios muculmanos se posicionarem como estao fazendo com o notinmyname pois para muitos no ocidente é uma cultura estranha e ficam com a impressao que “sao todos terroristas” quando estes sao uma porcentagem muito pequena.
    Fiquei porem um pouco passada com esse movimento do eunaosoucharlie no brasil…. essas pessoas parecem que nao entenderam o X da questao! Voce pode achar a revista um lixo mas nada justifica o que foi feito! Quero pensar que vivemos num mundo civilizado, onde uma piada ofensiva vira no maximo um processo e nao pessoas que acham quase justificavel o que aconteceu!!! Serio tenho vontade de chacoalhar as pessoas que dizem isso para ver se acordam. Fiquei triste ontem de ler uma entrevista com uma autoridade muculmana do Brasil que falou neste tom… Alias, estes dias uma doida entrou pelada no meio da praca de S.Pedro e tentou roubar o menino Jesus do presepio e ninguem falou em alvejar a malucade balas – ela foi para cadeia e saiu no dia seguinte, como deve ser em um mundo civilizado.

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      Carla
      14.01.2015 às 10:34

      Mari, concordo que nada justifica e o que aconteceu é um absurdo, também fiquei chocada com o posicionamento de quem achou que ambos os atos eram equivalentes. Ao mesmo tempo, acho que foi uma tragédia anunciada, não é como se eles não soubessem com quem estavam lidando.

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      mari
      14.01.2015 às 11:45

      Eles realmente cutucavam a onça com vara curta… se fosse um membro da minha familia eu iria fazer de tudo para parar , falaria “nao brinque com quem nao sabe brincar” . Ainda assim penso que nem eles imaginavam que aconteceria algo assim em pleno centro de Paris, tanto que diziam que a seguranca deles era bem light.

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    Natasha
    20.01.2015 às 16:53

    Eu estava nesse jogo! Foi hilário. Nao achei que ttinha sido armado. Mas agora vendo as caras da menina acho que foi sim

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