24 em Comportamento/ Deu o Que Falar no dia 29.12.2014

Deu o que falar…

O último DEU O QUE FALAR de 2014 veio no meio do recesso de muitos, mas não poderia não dar as caras por aqui, não acham?

1- Código – sem noção – de vestir!

ana

imagem do facebook da Ana

Ok, a gente sabe que para um carioca é muito fácil sair de casa com um look exageradamente informal. Muitas vezes isso não vai dar em nada, mas de vez em quando pode rolar aquela situação em que você se sente vestida de forma inadequada para a ocasião. Tá sujeito a acontecer com qualquer um e por isso é super importante, principalmente no calor, tentar escolher os looks com cuidado.

Fato é que o caso que deu o que falar essa semana nada tem a ver com a situação mencionada acima.  O carioca pode ter esse “ranço” do qual a gente até se orgulha, mas não foi o que aconteceu com a Ana do Hoje Vou Assim Off . Ela estava super adequada e arrumada para almoçar no Clube Naval – em pleno verão escaldante – e foi proibida de entrar no restaurante por usar bermuda.

O pior é de tudo é que sabemos que se ela estivesse usando uma saia mais curta, e talvez bem menos elegante, provavelmente não teria tido esse problema. A gente entende que existe a regra para que o restaurante não perca sua identidade, mas bom senso é necessário da parte deles é necessário. Entre uma menina que entra usando short que mais parece biquini, ou até mesmo alguém que esteja de short jeans mais informal, e uma bermuda de alfaiataria feita de linho e em um comprimento adequado, existe uma enorme diferença, não acham?

E para deixar bem claro, a Ana não sabia que o restaurante contava com esse código de vestir, assim como nós. Esse tipo de regra em 2014 é algo que a gente não compreende.

A Ana deu mais detalhes na sua página do facebook, onde ela contou como foi humilhante.

2 – Nariz novo?

bruna

foto do instagram @nanarude

A atriz Bruna Marquezine surgiu nos mais variados perfis de fofoca com um antes e depois de um possível novo nariz. A gente sabe que uma pose, um sorriso ou um contorno bem feito podem fazer diferença, por isso não dá para garantir nada ainda.

O Ego conta que diferentes fontes comentam que a atriz teria feito uma mini lipo, colocado silicone e feito uma leve mudança no nariz. Nós duas somos super a favor das pessoas melhorarem sua autoestima através de ajustes de plástica, já fizemos uma série de posts sobre isso no blog e a Cá, inclusive, contou sua experiência. Só achamos que tudo tem que ser feito com muita responsabilidade e um excelente médico.

De qualquer forma, achamos que uma mudança para fazer com que você fique mais feliz consigo mesma é diferente de “se ajustar” aos padrões impostos pela sociedade. Uma menina que é traumatizada por causa seu nariz pode ser salva por uma plástica, muitas vezes um pouco de peito pode fazer muita diferença na vida de uma mulher e uma lipoaspiração pode terminar com aquele fim de gordurinha que não saiu nem com dieta ou academia. Certas intervenções mudam a vida da pessoa para muito melhor.

Se a Bruna não era feliz com seu nariz, ela tinha todo o direito de mexer, não tem nada melhor do que se sentir mais bonita e fazer mudanças que ajam positivamente na sua autoestima. Por mais que não achássemos que ela tinha um nariz feio, pode ser que de agora em diante, com o passar do tempo, achemos que ela ficou mais bonita. Não sabemos o que pensar ainda, mas Fernanda Souza está ai como exemplo de que um nariz diferente pode te deixar com uma beleza mais natural.

Se de fato o nariz sofreu alterações, só achamos que essa mudança não precisa e não deve ser motivo de segredo. No entanto, se ela realmente fez algo na barriga, já achamos que não vale a pena dividir com suas fãs. Somos loucas? Não, vamos explicar. No caso dela o país inteiro sabia que ela era magra e isso pode incentivar de forma leviana que outras meninas, igualmente magras, queiram optar pela faca sem necessidade. O médico que deve validar ou não essa necessidade, claro, mas infelizmente o mercado não é só feito de bons profissionais.

O pai da Carla conta que volta e meia aparece alguém que ele acha que não precisa operar e ele deixa isso claro para suas possíveis pacientes. Essa verdade profissional é fundamental.

Como a Bruna é uma atriz cheia de fãs adolescentes, naquela fase bem complicada, não achamos muito adequado que ela saia influenciando todo mundo a fazer procedimentos mais radicais. No caso dela, tem uma nuance diferente, seu corpo é parte fundamental da fase profissional que ela vive e por isso acaba sendo mais normal essa busca por uma perfeição. A gente não concorda com essa busca, mas como já falamos aqui, o mercado muitas vezes demanda isso. Profissionalmente essa escolha pode ter sido boa, apesar de parecer desnecessária se olharmos por um âmbito pessoal.

3- Pensando e repensando o look do dia

Nossa companheira de blogosfera Lia Camargo postou um look do dia acompanhado de uma reflexão muito legal. Quem curte acompanhar looks em blogs pode e deve dar uma lida no que a Lia dividiu no Just Lia.

A Lia levantou um ponto que sempre conversamos com algumas amigas e marcas: é mesmo necessário que o nosso “look do dia” seja muito fashionista? Ele precisa ter um super diferencial para vir parar no blog? A gente acredita que não, essa não é exatamente a proposta do futilidades, assim como não é a do Just Lia.

Claro que sempre estamos num enorme exercício de evolução de estilo, é uma delícia ir ganhando confiança e se sentir mais bem vestida. É muito legal acompanhar a evolução das nossas escolhas através dos looks do blog, são anos que podem ser acompanhados através de fotos postadas aqui. Essa categoria é apenas uma das ferramentas que permitem o funcionamento da engrenagem do nosso blog, tudo isso junto trás a nossa identidade.  Nosso look isoladamente não define nosso blog e por ser assim, nos sentimos muito confortáveis de postar as mais diferentes produções.

Desde o look para decorar a casa ao look de semana de moda internacional. Cada circunstância demanda um tipo de produção e todas são bem vindas por aqui, ou mesmo no nosso instagram.

O mais engraçado é que acompanhamos os índices de clicks e os looks são parte do que vocês mais veem. A gente acaba medindo o interesse através da quantidade de vezes que o link é visto, dos likes que vocês dão no post e dos comentários deixados por aqui. Por mais que nossa proposta não seja ser fashionista, a tag faz sucesso levando em conta esses 3 pontos. A gente acredita que a mesma coisa aconteça com a Lia, os looks mais simples, normais ou comuns parecem ser mais do que bem vindos.

Verdade seja dita, você não precisa gostar do estilo de toda blogueira, não é mesmo? Uma vai te dar ótimas dicas de beleza, outras vão falar muito bem sobre viagens e uma terceira vai inspirar seu guarda-roupa. O fato de não ser preciso que todo mundo goste da mesma coisa é que torna a blogosfera tão interessante. Por isso, viva a diversidade e viva os looks, sejam eles comuns ou excêntricos!

4 – Look do dia do dia

Sem-Título-1

Hoje lemos um post muito bom sobre o caso do look acima da Thássia, o texto que super completa o assunto anterior. O tema look x ocasião foi muito bem abordado no link. Não vamos nos estender aqui, só vamos compartilhar essa visão com vocês.

O texto é da tag Look do dia do dia da Nina Ribeiro que voltou dentro do seu blog, She Calls Me Marry.

Gostou? Você pode gostar também desses!

24 Comentários

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    Silvia
    30.12.2014 às 2:02

    Eu concordo que mta gente de saia menor e com roupas menos adequadas teriam entrado no Clube, entretanto regras existem para serem cumpridas. Na FGV você tb não pode entrar de bermuda e nem sandália aberta. Eu já fui barrada, achei um pouco ridículo – até pq era férias e eu só estava acompanhando o Erick – mas não acho um absurdo. Sei que o que vou dizer aqui vai ser controverso mas na minha opinião errada foi ela de colocar a bermuda quando subiu. Sinto muito é uma regra, e por mais ridícula que seja regras para mim são feitas para serem respeitadas. Se não fosse ela blogueira famosa duvido que teria nota no jornal “aplaudindo” o look do dia dela. Além disso a Ana é personal profissional, o que na minha opinião deveria significar entender de etiqueta. O Clube Naval é como qq outra instituição militar cheio de regras idiotas e retrógradas, como não usar bermudas ou sandálias abertas, então acho que ela seria muito mais elegante se ao invés de quebrar as regras quando subiu, escrevesse um texto explicando o porquê essas regras existirem e porquê estão atrasadas. Infelizmente é pedir demais que em cada prédio militar exista uma pessoa capaz de avaliar a roupa da outra, até pq seria uma forma de discriminação tb. A Ana perdeu pontos comigo especialmente por ser uma profissional que ensina outras mulheres a se vestir, ela deveria entender a importância da etiqueta e das regras sociais. Eu duvido que ela compraria um vestido branco para uma madrinha de casamento, assim como não estimularia uma cliente a ir de short jeans ao Vaticano. A regra é ridícula? É, concordo plenamente! Ela tem o direito de ser mal tratada e humilhada? É óbvio que não, ninguém tem. Agora ela tb não tem direito de quebrar uma regra de vestimenta em um local militar, ser destratada não dá a ela nenhuma razão. Existem formas bem mais interessantes e menos apelativas de expressar o seu desagrado com uma norma ou regra. Mas como eu disse é a minha opinião e eu sei que será muito controversa, aliás provavelmente a maioria irá discordar de mim….

    Beijos enormes!!

    PS: Em tempo: que fantasia de Carmen Miranda é essa Thassia?! Quando eu casei, mesmo com saião não precisei da ajuda de ninguém para ir ao banheiro, então acho que com muita força de vontade, ela pode ter conseguido tb. Entretanto, apesar de estar perfeito, a não ser que a intenção seja se tornar uma personagem ao invés de personalidade, realmente Thassia passou um pouco até do overdressed e ficou apenas uma pobre caricatura de si.

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      Luci
      30.12.2014 às 10:57

      Quer proibir bermudas beleza, mas então proíba também saias e vestidos acima do joelho. Regras para serem respeitadas precisam fazer algum sentido. Dizer somente “não pode porque não pode ” é coisa de gente que não raciocina, pra falar de forma sutil.

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      ana hoje vou assim off
      30.12.2014 às 11:54

      Oi Silvia. Vamos lá: primeiro, marcaram comigo nesse restaurante e eu não fazia a MENOR IDEIA que ficava dentro do clube naval. Olhei apenas a localização no foursquare e fui. Me convidaram para um almoço e as próprias pessoas não sabiam da regra, porque se me avisassem é óbvio que eu teria tido a noção de cumpri-las, afinal eu não sou louca de correr o risco de ser barrada simplesmente por que eu tava afim de usar bermuda, né. Não sou desvairada nem ensino às minhas clientes a serem loucas revoltadas, não faça esse juízo do meu trabalho.
      Segundo, eu fui execrada na entrada do clube. Humilhada mesmo, destratada, como se eu tivesse feito aquilo de propósito. Depois de 15min no saguão, eu implorei e consegui que o segurança me deixasse falar com o restaurante e assim descessem com uma calça pra eu vestir.
      Fiquei mega mal com a história e eu nem sabia que sairia no jornal. Acho que só faltou esse detalhe no post das meninas do Futi: eu não sabia onde ficava o restaurante (achei que fosse num prédio comercial normal) e a questão foi ter sido destratada.

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      ana hoje vou assim off
      30.12.2014 às 12:05

      E ó, eu não apareci no jornal a pedidos não. A Renata do Rioetc foi quem achou a situação horrível e tomou a liberdade de colocar no jornal – eu nem sabia! Não vamos julgar assim, puxa. Beijos

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      ana hoje vou assim off
      30.12.2014 às 12:33

      E, ó, sinceramente? rs! Milicos com síndrome de pequeno poder, boto a boca no trombone mesmo porque não estamos na ditadura pra acharem que tratam as pessoas como bem entendem. Fora isso, simmm, vamos seguir os dress codes, rs!

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      Silvia
      31.12.2014 às 2:24

      Oi Ana, td bem?

      Não acho e nem disse que você pediu para sair no jornal, meu “problema” é que só saiu no jornal pq você é quem é. Se fosse comigo eu duvido que alguém colocaria no jornal, concorda? A “crítica” nesse caso é essa, aplaudirem por ser você e talvez lincharem outra pessoa. Acho que já aconteceu a mesma coisa com o Luciano Huck que não foi aceito em um restaurante por estar de Havainas. Saiu no jornal e vários vieram em defesa dele mas outros tantos não concordaram.

      Quanto ao restaurante, eu realmente acredito que você não soubesse e portanto acabou na situação de uma roupa incorreta. E quem te convidou poderia dizer que o restaurante ficava no prédio do Clube Naval assim você talvez optasse pela sua belíssima calça de linho ao invés da bermuda. Entretanto eu acho que você pisou na bola – e é a minha opinião – por colocar a bermuda depois mesmo sabendo que no prédio era proibido e tirar a foto para publicar. Você é uma formadora de opinião e acho que poderia ter lidado com a situação de uma maneira mais elegante. E olha que eu sou super a favor de levantar bandeiras e reclamar, entretanto eu acho que só dentro das regras que podemos criticá-las. Você poderia ter tirado uma foto com a calça pied de poule, que você mesma diz ter ficado bonitinha, e ter falado do absurdo da situação mas sem quebrar nenhuma regra. Me desculpa mas continuo achando que regras são regras por mais que sejam ridículas. Eu já passei por essa situação tb, meu irmão já foi proibido qdo tinha uns 6 anos de entrar no América pq estava com uma meia listrada vermelha e preta e até pouco tempo atrás não podíamos entrar no fórum de calças, lembra? Acho que tinham camelôs que alugavam roupa na porta até!

      Ninguém tem direito de destratar ninguém, especialmente humilhar por vestir qq traje. Infelizmente isso acontece todos os dias de outras formas até: quantas vezes uma pessoa não é maltratada em uma loja por não estar grifada? Agora, mesmo que os seguranças e porteiros do lugar não tenham nada a ver com as regras, eles não tem direito de destratar ninguém. E síndrome do pequeno poder acontece com qualquer um que possa usufruir do mesmo. No meu prédio já barraram a moça que trabalhava com a gente – que cuidou da minha avó, praticamente me criou e sempre teve todas as chaves da minha casa – pq o porteiro virou porteiro chefe e decidiu que ela só poderia subir pelo elevador de serviço. Ela não estava carregando nenhuma compra, nem bicho de estimação, nem estava de roupa de banho ou até uniforme. Ela estava de calça jeans e camiseta, cabelo escovado, brinco, enfim um traje normal. Nós “rodamos a baiana” com o porteiro, a síndica e ameaçamos chamar a polícia se acontecesse de novo pois aquilo foi discriminação racial. Só não chamamos pois ela só nos contou após chegar lá em cima e ficava mais complicado provar tudo. Então no ponto da discussão sobre o jeito que eles te trataram você tem todo meu apoio: ninguém pode destratar ninguém por motivo nenhum! Ponto! E sim, não estamos em ditadura nenhuma para ninguém dar ordem a ninguém. Felizmente não precisamos usar o macacão azul que Mao impôs aos chineses! Mas sendo o Clube Naval um prédio privado, eles podem escolher as regras de vestimenta deles e nós temos que segui-las. Aliás militares são cheio de dresscodes, e uma das razões pela qual nunca estudei no CMRJ é que acho horrível aquela saia-calça cáqui! :)

      Enfim, não discordo de você reclamar de ser destratada, muito pelo contrário, acho que tem mais é que falar mesmo! Agora não concordo com a história virar sobre a elegância da sua bermuda de linho – e não foi você, Ana, quem disse isso mas a nota do jornal ficou super tendenciosa – e com a sua foto no restaurante com a bermuda desrespeitando uma regra que naquele momento você já sabia que existia.

      De forma alguma, acho que você está tentando usar a história para “se alavancar”. Conheço o seu trabalho pelo blog e o respeito muito. Falei inclusive no meu primeiro comentário que duvidava que você fizesse isso com uma cliente! E mesmo achando que você poderia ter lidado com a situação de outro jeito, não vou deixar de respeitar o seu blog ou você, apenas esperava um pouco mais de jogo de cintura da sua parte! Mas assim é a vida, nem sempre concordamos com tudo, certo? ;)

      Beijos enormes e um feliz 2015!
      Silvia

    • RESPONDER
      ana hoje vou assim off
      31.12.2014 às 10:42

      “De forma alguma, acho que você está tentando usar a história para “se alavancar”.”
      Detalhe: publiquei no meu perfil pessoal, nem falei disso nas redes sociais do blog e menos ainda na nota do jornal menciona isso.
      Olha Silvia, depois de ler você conjecturar sobre pisadas na bola, foto de calça pro jornal (que nem foi pra jornal mas de todos q estavam lá, enfim), sobre achar que estou me alavancando e depois dizer que respeita meu trabalho, sinceramente…uma pessoa dedicando tantos caracteres a falar desse jeito com alguém que nem conhece é de se estranhar. Desculpa ae, mas seu comentário foi inteirinho dedicado a dizer que sou sim uma pessoa tendenciosa e sinceramente isso não é perfil de quem é leitora do meu blog. É sua opinião e fica achando o que você quiser.

    • RESPONDER
      Silvia
      31.12.2014 às 13:21

      Oi Ana,

      A frase acima ficou mal escrita e com uma vírgula no lugar errado. Era para ser “De forma alguma achei que você estava se alavancando”. Mil desculpas! Foi um erro ortográfico que aconteceu devido a alguns problemas pessoais enquanto estava escrevendo a resposta. De novo, só posso pedir desculpas por não ter revisado o texto e que o mesmo abriu margem para que você tivesse uma interpretação realmente diferente do que o que eu queria dizer de verdade. Aliás acredito que tenha sido erro na mensagem do jornal que fez com que algumas pessoas achassem que você sabia da regra, quando na verdade não sabia. Infelizmente a palavra escrita dá margens a interpretações que nem sempre são certas.

      Não, eu não me “gastaria” escrevendo um texto para te ofender ou qualquer coisa no gênero:
      A) eu não preciso e não tenho o menor interesse em ficar batendo boca. Vim aqui conversar na boa e trocar ideias. B) eu respeito pra caramba a Jo e a Carla e JAMAIS, por mais que não concorde com a opinião delas, ou de uma leitora, viria aqui para ser grosseira ou ofender alguém. Especialmente uma amiga delas. Espero que elas entendam que a tal vírgula foi um mal entendido.

      Resumindo: eu conheço o seu trabalho e acompanho o seu blog algumas vezes sim, mas não sou leitora assídua do mesmo. Desculpa mas eu no momento mal tenho tido tempo para ler os blogs que acompanho fielmente. Entretanto o seu blog está em uma lista dos blogs do meu Feedly, mas não sou participativa. Desculpa a sinceridade mas o único blog do qual me considero leitora de verdade é o Futi, os outros eu leio mas não participo e alguns nem acompanho em outras redes sociais. Eu sei que você não publicou nada no seu blog, o que vi foi o link publicado aqui no seu Facebook, onde você comenta da calça pied de poule. Quanto a calça de linho da Maria Bonita Extra, se não me falha a memória, eu sei pq conheço o suficiente o seu blog para saber dela. Agora eu não entendi pq eu não posso discordar de você e achar que sua atitude em fotografar com a bermuda não foi legal. Na boa, se fosse com a Jo eu falaria a mesma coisa com ela! E se me dei ao trabalho de falar e voltar aqui, é pq sim eu tenho respeito por você e seu trabalho ou não falaria nada.
      Ou por não me importar ou por achar que era uma atitude normal sua. Agora, por favor, quem nunca pisou na bola, poxa! Eu já várias vezes e acredito que você tb, não? E quem nunca foi criticada por agir de alguma forma! Acredito que todo mundo aqui já tenha ouvido algo que não gostou assim como você não gostou de ouvir que eu não gostei de você colocar a bermuda de volta. Sabe eu não estou falando e muito menos pensando “ai a Ana é isso ou aquilo” apenas não concordei com o que você fez, ponto!

      Infelizmente aconteceu um mal entendido por causa de uma vírgula e estou aqui me desculpando por ele. Sinto muito que você não tenha conseguido entender o que eu quis dizer desde o início, que eu simplesmente não concordava com a sua atitude de fotografar a bermuda no restaurante. E desculpa, mas para eu mudar a minha opinião o argumento para a explicação dessa atitude tem que ser muito bom. Entretanto você não me apresentou nenhum argumento para essa questão. Tudo o que eu tenho de informação é a nota do jornal que me diz que você quando chegou no restaurante voltou para o seu elegante bermudão. O que, na minha opinião, foi desrespeito às regras de vestimenta.

      Ana, você pode achar o que quiser de mim ou do meu comentário e nem precisa pedir desculpas. Não existe nada de errado em você não gostar dele ou me achar estranha, afinal você também não me conhece certo? Agora por favor gostaria de deixar bem claro que não estava em nenhum momento te chamando de tendenciosa, “aparecida” ou outra coisa, só não estava concordando com a sua atitude. Nem acho que isso vá influenciar negativamente no seu trabalho ou acho que você é menos competente como profissional por isso. Aliás nem irei deixar de acompanhar seu blog de vez em quando como sempre fiz.

      Peço por favor para deixar isso tudo de lado, deixando bem claro que eu não respeito menos o seu trabalho, ok? Foi apenas um ato que você fez o qual não achei legal e é a minha opinião, opinião de uma pessoa de atitude estranha como você mesma colocou. Entretanto eu gostaria de pedir para encerrar isso tudo pq eu respeito, admiro e sou grata demais a Carla e a Jo e não quero continuar esse desentendimento no espaço delas. Não é a minha, não quis te ofender, desculpa de novo se você se sentiu ofendida, mas para mim o pior aqui seria realmente danificar de alguma forma a minha relação com a Jo e a Carla.

      Espero, do fundo do meu coração, que agora você consiga entender o meu texto da forma como eu quis escrevê-lo. Até pq 2015 ta logo aí e não gostaria que você ficasse achando que eu quis te ofender.

      Sucesso nesse novo ano, que seu trabalho continue trazendo muitos frutos positivos como a coleção que você assinou e que o blog cresça ainda mais! Muita paz, saúde e amor, e todas aquelas coisas que desejamos quando um ano começa!

      Beijo!

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    Dani
    30.12.2014 às 9:39

    Sobre a Ana, adoro ela, acho uma querida, mas concordo em partes com o comentário acima. Ela deveria saber que no Clube Naval, como em qualquer Organização Militar não é permitido bermuda! A questão, assim como no caso da Thássia, é estar vestida adequadamente ao local e ocasião.
    Por outro lado, acho que já passou do momento de rediscutirmos códigos de vestimenta no Brasil. Não faz sentido copiarmos regras de lugares com clima frio e ficarmos morrendo de calor. Conversei isso ontem com colegas de trabalho, porque vim trabalhar de saia (no joelho) e blusa sem manga e meus colegas homens estavam morrendo de inveja. Trabalho num órgão público federal e estava concordando com eles que eles deveriam poder trabalhar de bermuda (desde que adequada, nada de bermuda de surfista). Parece que a Prefeitura do Rio liberou os funcionários de trabalharem de bermuda durante o verão, achei muito sensato!
    Quanto à Thássia, o que dizer? Acho mais cafona estar overdressed quanto underdressed. Sinceramente, acho ridículo uma pessoa estar num local de praia, com pé na areia, de longo e saltão! É muita vontade e necessidade de aparecer! E entrar num banheiro químico desse jeito deve ser tenso… Aqui no Rio qualquer pessoa iria num evento desses de saia ou vestido curto ou até mesmo short, e rasteira, e nem por isso estaria mal vestida! Existem rasteiras lindas, com pedrarias, metalizadas, e shorts bem elegantes, soltinhos, de alfaiataria… Pecou pele excesso. E no final, quem fica desconfortável é a própria pessoa que exagerou, deve estar morrendo de inveja das amigas que estão bem mais confortáveis do que ela…

    • RESPONDER
      Silvia
      30.12.2014 às 11:33

      Oi Dani!

      Concordo que temos que discutir sim as regras. A PM no Rio tem uniforme de praia, acho que a Polícia civil na praia tb. São horriveis mas são bermudões! As próprias alunas do CMRJ usam aquela saia bermuda tb – alias eu sempre disse que se estudasse lá iria viver “presa” pq odeio aquele uniforme (um beijo para todas as minhas amigas e amigos de lá, incluindo meu marido!). Então acho que discutir e propor novas ideias ótimo mas enquanto isso é preciso respeitar. Acho que somente respeitando a gente pode chegar em algum meio de caminho! :) E por favor que não seja ajoelhar no milho para medir o tamanho da roupa das mulheres como na época da minha mãe!
      Beijão e bom ano novo!

    • RESPONDER
      ana hoje vou assim off
      30.12.2014 às 11:58

      Oi Dani. As meninas do Futi não colocaram que eu não sabia onde ficava o restaurante – achei q era num prédio comum, não no clube naval e em nenhum momento me informaram o dresscode que é OBVIO que eu teria cumprido…afinal, o que custava colocar um vestido? Fui sem saber e fui humilhada pelos seguranças, que não deixaram eu falar com o restaurante. Quando deixaram, eu finalmente soube que teriam uma calça à disposição.
      Além disso, trabalhei na Secretaria Municipal de Cultura e na prefeitura tem um decreto que no verão os funcionários podem ir de bermuda. Bem plausível e não entendo porque algumas instituições mantém essas formalidades. Mesmo assim, a questão toda foi a grosseria: não poderiam ter ali um pano para eu amarrar de pareó e pronto? precisam ser grosseiros? Bjs!

    • RESPONDER
      Joana
      30.12.2014 às 13:13

      Já acrescentei que a Ana não sabia onde ficava assim como a gente também não saberia. Acho que regras como essas são MUITO POUCO comuns e fica QUASE impossível saber delas.

      Tem um restaurante na Lagoa que só aceita dinheiro ou cheque, isso não acontece em 99% dos lugares, sendo assim ele é conhecido por vir aliado aquela frase “Ah! lá só aceita dinheiro ou cheque”. Nunca ninguém que me falou do Navegador me disse “Ah! Lá ninguém entra de short ou bermuda”. Acho que esse conhecimento não é de domínio publico. Eu que não tenho nenhum militar na família JAMAIS poderia sonhar com isso…

    • RESPONDER
      ana hoje vou assim off
      30.12.2014 às 15:24

      Dani, tudo bem. Não concordo com muuuuitas questões militares, mas não iria assim pra um almoço a convite só pra ser do contra, hahahaha! Se fosse almoço do dia a dia, eu viraria as costas e iria pra outro lugar…além disso, notinha de jornal é aquilo né…uma coisa sucinta. Só falei do post pq ele poderia justamente esclarecer isso. Imagina. Que bom que temos esse espaço para conversar, né? :) bjs

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    Caroline®
    30.12.2014 às 11:12

    Uma coisa fácil de se observar: mineiras e paulistas são sempre mais montadas que mulheres que vivem em cidades praianas, como o Rio e Salvador, por exemplo. E a Thássia Naves é o ícone da montação (não sei se ela é assim mesmo, ou se é o branding do blog). Então, não é de se estranhar que ela esteja over-arrumada, mesmo em uma festa de praia. Diferentão seria vê-la de chinelo (sem ser Chanel), cabelo molhado, shortinho jeans e camiseta.

    • RESPONDER
      Thais Café
      30.12.2014 às 11:38

      Concordo com a Sílvia em relação ao uso da bermuda, regras são para serem seguidas. O comentário da Caroline também foi super pertinente, sou mineira e é incomparável nosso modo de vestir em relação as das meninas do litoral. O estilo da Thássia é esse e fim.

    • RESPONDER
      Silvia
      30.12.2014 às 11:45

      Caroline você falou a pura verdade! Sou do Rio – não uso chinelinho e nem roupa curta até pq não gosto – e me visto super na “tendência” normcore ou menos é mais! Estou em Sampa e me sinto um lixo na rua, parece que eu não sei me vestir! Pior ainda no RS, fui passar o Natal lá, as mulheres tb se arrumam, maquiam e eu lá com cara “amassada” de quem saiu da cama!! Risos! A prima do meu marido então q tem a minha idade, um corpão e está sempre linda, me faz pensar no quão preguiçosa eu sou, e fico tão depre que já até me ofereceram pagar um personal stylist para mim! O detalhe é que eu sou formada em Moda e com pós em Stylist.
      Acho que o Rio realmente tem meninas que se vestem muito bem, mas durante muitos anos incentivou o over underdress e isso faz com que seja muito mais complicado para algumas pessoas sair dessa zona de conforto! Eu que sempre fui da área de produção – onde tenho que me jogar no chão – “acadêmica” e era chamada de perua qdo criança, tô sofrendo aqui em Sampa, viu?! :)
      E a roupa da Thassia estava até bonita nela mas não estava legal para uma festa. Acho que ela pecou na hora de usar as duas peças juntas talvez…

      Beijos!

    • RESPONDER
      Dani
      30.12.2014 às 12:21

      Acho que a questão não é nem de estilo pessoal ou hábito dos locais, eu acho que é inadequado usar uma roupa dessas para um evento em que só tenha banheiro químico e salto na areia… A inadequação dela ao local e evento é tamanha que parece que ela está fantasiada, e isso na minha opinião nunca vai ser algo elegante. Infelizmente hoje em dia estamos confundindo um pouco as coisas e considerando “ícones de estilo” ou “It girls” pessoas que são apenas vitrines ambulantes de marcas. Pra mim, ser elegante não é estar sempre toda montada, e sim saber se adequar ao evento, horário e local. Nunca vai ser algo considerado correto querer chamar mais atenção que a noiva ou estar mais arrumada que a anfitriã de uma festa, por exemplo.

    • RESPONDER
      Joana
      30.12.2014 às 13:10

      Thais,
      Com todo respeito acho impossível seguir regras que você não conhece.
      A Ana foi barrada sem saber, eu almoço de shorts ou bermuda em 98% dos restaurantes do Rio, nunca poderia imaginar uma regra como essa e acho que foi o que ocorreu com a Ana, que estava num look muito melhor que os meus.

      Quanto a Thassia, acho que por mais montada que a pessoa seja tem que rolar uma adequação. O look em questão era a meu ver de Red Carpet, ele ali cria uma situação que não existe. Concordo com a Dani nesse ponto. E digo mais, dá para ser it girl e usar um look praia na praia…

  • RESPONDER
    ana hoje vou assim off
    30.12.2014 às 12:02

    Oi Jo e Carla! Obrigada por terem levantado essa questão da bermuda aqui, mas gostaria de pedir que atualizassem o comentário sobre meu caso. Eu não sabia que o restaurante ficava no Clube Naval, nem fui informada no convite do dress code. Assim as leitoras vão achar que eu fui de bermuda ignorando as regras e não foi isso…qualquer convite se avisa também das regras do local e nem as pessoas que me convidaram sabiam. A questão foi ter sido destratada por estar de bermudão e tb para levantarmos a discussão sobre regras e como as pessoas não as avaliam: era nítido que eu não sabia disso e os seguranças poderiam ter chamado o estagiário do local para ele trazer uma calça – que foi o que aconteceu, após eu implorar para ligar pro restaurante.
    Obrigada, meninas e aguardo esse acertinho para não ficar um mal entendido ;) beijos!

    • RESPONDER
      Joana
      30.12.2014 às 12:52

      Ana,
      Vou arrumar já mas nem passou pela minha cabeça que você soubesse, se o texto passou essa idéia te pedimos desculpa.

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      Dani
      30.12.2014 às 14:57

      Oi Ana,

      Oi, Ana, sou sua leitora também e acho que o maior mal entendido não foi nem criado pelo post e sim pela nota no jornal, que deixa bem claro que o restaurante fica no Clube Naval, parece que você já sabia disso. E pelo fato de vir de família militar eu já tenho como algo natural, já sei que não pode entrar de bermuda (nem homem nem mulher). Te peço desculpas se meu comentário pareceu ser em tom de crítica, em falei que concordava em partes com a Silvia porque realmente acho que as regras devem ser seguidas, independente de concordarmos ou não. Mas isso não dá a ninguém o direito de te humilhar.
      Espero que a situação e a nota no jornal sirvam para rediscutirmos essa questão dos códigos de vestimenta porque não faz o menor sentido!
      Beijos

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    Marrie
    30.12.2014 às 14:07

    Aonde chegaremos com a falta de respeito! Usar bermuda ser motivo para ser barrado em um restaurante, é o cúmulo. Tantas coisas mais importantes para se preocupar.
    Oi leitoras, acessem meu blog sobre desabafos, opinião, debate de diferenças, dicas e muito mais! http://garotadiferentenomundo.blogspot.com.br

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    ana hoje vou assim off
    30.12.2014 às 14:29

    Imagina Jô! Agradeço a pronta atenção! Também achei óbvio que ninguém sabe todas as regras (imagina que vou saber que lá não entra de bermuda! Nem quem ia sempre sabia!), mas lendo tb pareceu que eu tava revolts e quebrei regras sabidas, haha! só achei meio tenso o pessoal nos comentários duvidarem assim da minha capacidade de interpretação. De qualquer maneira, como falei acima, endossada posteriormente pela Luci, que tenham regras fazendo sentido. Saia curta pode e bermuda, não? Não precisa se desculpar! Você simplesmente achou que não daria margem à duplas interpretações, só isso. :) Obrigada de novo pelo espaço no Futi!!! :D :D

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      Silvia
      31.12.2014 às 2:36

      Olha, eu não sei se é norma, mas eu vi na FGV barrarem uma menina do Pedro II que estava de “cinto”. Então alguns lugares tem sim regras para tamanho de saia. No Tribunal da Justiça, onde estagiei com RP, a saia deveria ser 2 “dedos” acima do joelho, o que na verdade acaba sendo na “metade inferior da coxa”. Sem falar que esses locais tb não costumam permitir regatas e outras roupas muito “expostas”.

      Agora fica a dúvida: será que calça corsário logo abaixo do joelho pode, ou daria pane na cabeça de quem avalia os trajes?! :D

      Bjs!

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