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2 em Autoconhecimento no dia 06.02.2017

Os 10 lugares onde mais me conectei comigo mesma

Eu sou libriana e várias vezes escolher é uma tarefa muito difícil pra mim. Dito isso, outro dia me perguntaram qual era o lugar onde eu entrei em maior conexão comigo mesma e eu gelei: logo eu, uma buscadora de mim e colecionadora de lugares, tinha que escolher UM lugar que tivesse mexido comigo? Impossível.

O que eu fiz? Uma lista.

O que eu fiz com essa lista? Nada até o momento, quando resolvi transformá-la em um post.

A fazenda – Cantagalo – RJ | BRASIL 

Eu diria que o primeiro lugar onde eu me conectei comigo (e me lembro) foi a fazenda do meu avô (tio avô na verdade) em Cantagalo. Minhas memórias da infância por lá são tão maravilhosas que não importa quantos países do mundo eu venha a conhecer, aquele ainda é um dos lugares que mais amo na vida, o que sempre me faz chorar e me permite uma conexão sem igual com minha essência e minha infância.

Sendo sincera tem uma dose de melancolia na coisa como um todo. Quando entro na casa fechada sinto um vazio tão grande quanto o da própria casa e enquanto caminho pelos cômodos revejo cenas da gente correndo por todos os lados numa felicidade sem igual. É mesmo um carrossel de emoções, uma saudade, um vazio e um amor.

Laranjeiras – Rio de Janeiro – RJ | BRASIL 

Eu fui nascida e criada em Laranjeiras, sou viciada na vista verde e entusiasta de morar no bairro pra sempre (apesar de eu estar trabalhado dentro de mim que existe a possibilidade de um diaeu não morar mais aqui). É curioso como nem de longe o bairro é o lugar mais nobre do Rio de Janeiro, mas pra mim não há nada igual. O sentimento de lar está por aqui e eu gosto disso.

Eu tenho sonhos de todos os tamanhos aqui na rua. Desde o apartamento de quarto e sala no qual queria morar amanhã até o apartamento maravilhoso, enorme e de pé direito super alto onde gostaria de morar quando mais próspera. O apartamento dos meus sonhos é um escândalo e como sonhar grande ou pequeno requer o mesmo esforço, acredito piamente nessa possibilidade.

É curioso a conexão que eu tenho com a parte do bairro onde vivi a maioria da minha vida.

Não venha você me falar sobre Laranjeiras não ter praia, não ter uma academia maravilhosa ou muitos lugares de lazer. Eu sei de tudo isso, respeito (com a parte da academia eu implico), mas eu moro há 30 anos na mesma rua – mesmo que em endereços diferentes – e tenho todo um carinho pelo lugar. A área me diz muita coisa sobre mim.

Floresta Amazônica, perto de Manaus – AM | Brasil 

Passamos dessa coisa da infância? Ótimo. Se eu fosse fazer algo cronológico eu teria que passar por Nova Iorque no ano 2.000. Aos 14 eu fui pra lá e mudei tudo que eu esperava da minha vida. Talvez eu também tivesse que falar de 2004, quando eu fui pra Tóquio e mudei mais uma vez todos os meus planos aos 17, inclusive o de carreira. No entanto não farei nada disso e irei direto ao ponto mais sensível para o meu emocional: a Amazônia.

Eu chorei todos os dias em que estive na selva. Eu meditei, eu agradeci, eu nadei, eu ri e  fiquei chocada… Eu já disse que chorei? Gente, imagina um ser humano realizando um sonho? Era eu na floresta Amazônica. No hotel de selva, no passeio de barco e em tudo que fiz em Manaus (tem o post 1 e o post 2 aqui).

Eu brinco que tinha dois SONHOS: conhecer a Amazônia e conhecer Noronha. Assim sendo, minhas expectativas pra Noronha só cresceram porque a Amazônia foi mais especial do que qualquer sonho prévio. Eu me conectei comigo de uma forma inesquecível. 

Chapada Diamantina – RJ | BRASIL 

Meditando na Chapada Diamantina

Se o critério for autoconhecimento e conexão com o eu superior, sem dúvida eu posso dizer que toda minha vida mudou em 4 dias na Chapada Diamantina em 2015. No entanto, não acho que foi A CHAPADA em si, acho que foi meu grupo de meditação, a metodologia das viagens da escola e os amigos que fiz ali. Foi uma experiência totalmente transformadora e iniciática pra mim, ou seja, o tempo passou de uma forma inexplicável. Tudo rolou de tal forma que eu nunca vou saber se foi o lugar, se foi a proposta ou se foram as pessoas. Eu só sei que me conectei comigo de uma forma muito profunda e desde então estou buscando esse tipo de conexão em todo lugar que vou.

Também tem post sobre a viagem aqui.

Paris | França

Uma das primeiras crônicas que escrevi no blog conta das minhas várias versões que foram a Paris, eu acho que nada que eu escreva aqui vai fazer justiça a esse texto, que por si só explica minha conexão com esse lugar, que clichê ou não, sempre me faz viver as melhores surpresas, seja uma aventura, um descobrimento, uma paixão de um dia e meio com um desconhecido ou dias maravilhosos na companhia da minha mãe ou da minha melhor amiga.

Eu sempre terei Paris, nas minhas mais variadas memórias.

Vale do Matutu – Aiuruoca – MG | Brasil

Sabe aquele lugar onde você não usa internet, luz elétrica e não se comunica com o mundo exterior? Então, é isso que eu faço quando vou pro Vale do Matutu em Minas Gerais. Lá eu me proponho (nem sempre consigo) um mergulho pra dentro que mexe comigo e assim como aconteceu na Chapada, não sei dizer se o lugar que é mágico ou a proposta de desintoxicação da mente, corpo e alma é que é forte.

Istambul – Turquia

Apaixonada por essa cidade!

Eu fiz muitos posts sobre a minha viagem a Turquia e continuo dizendo que Istambul é uma das cidades mais fantásticas que eu já vi na vida. A mistura do Ocidente e o Oriente, do antigo com o novo, até as misturas de referências religiosas entre o islamismo e o cristianismo. Me lembro de ter me emocionado em vários lugares, conheci a cidade de uma forma bem bacana e não esqueço de uma hora que eu estava andando em Ortakoy e na mesquita tocou o chamado de oração. Não era um lugar tão turístico, era de verdade e eu me arrepiei inteira. Foi simples, mas foi muito forte pra mim. Eu passei o resto dos dias fazendo mil e cem perguntas sobre as crenças religiosas do lugar, buscando levar comigo o máximo de aprendizado sobre esse mundo “novo” pra mim.

Todos os posts da Turquia estão aqui.

Nova Iorque – Estados Unidos da América

Eu vivo uma relação muito doida com a cidade, tem hora que acho que é um dos meus lugares favoritos do mundo, mas também tem hora que eu não amo tanto assim. Fato é que eu sou uma entusiasta de um setembro em Nova Iorque e agora que parte dos meus maiores amores moram lá, mais do que nunca tenho vontade de voltar…

O grande lance é que mesmo nas visitas pessoais, a trabalho, pré e pós blog, eu sempre me conectei com algo de curioso na cidade. Não com os lugares óbvios, mas com os lugares que mexiam comigo. Eu descobri minha paixão por viajar na minha primeira visita à cidade e de forma muito curiosa e até mesmo inesperada, todas as vezes que eu voltei mexeram comigo.

Mykonos – Grécia

As primeiras duas horas que passei em Mykonos foram determinantes para eu descobrir o tipo de TURISMO que me faz DESCANSAR. Mudei todos os planos de férias da vida desde que pisei naquela ilha. Foi algo arrebatador, nunca me senti tão feliz num lugar antes. Desde então eu conheci lugares mágicos como Santorini, Bodrum e Capri. Tudo depois que Mykonos me trouxe um novo referencial de férias. Uma parte do meu coração quer voltar, a outra parte quer ir sempre pra novos destinos de praia e descobrir se outros lugares vão mexer comigo como aquela ilha tão sensacional.

Sempre que me perguntam algo como se você ganhasse na loteria amanhã, pra onde você ia? Eu sempre falo: se for de junho a setembro? Mykonos! <3

Buenos Aires – Argentina

Curioso que eu gostava de Buenos Aires, mas não tinha me apaixonado antes dessa visita no último mês de dezembro. Escrevi um texto que reflete muito do que eu achei sensacional sobre o lugar. Eu vivi uma experiência tão gostosa de liberdade, conexão, alegria e diversão que nem saberia começar a explicar. Curioso como a viagem que escolhi fazer apenas para mudar de ares me deu tão mais do que isso.

No fim me deu aquela vontade doida de voltar no ano que vem, de curtir uma primavera por lá de novo e me propor essa leveza gostosa que senti em Buenos Aires.

Verdade seja dita, todos esses lugares me trazem ou trouxeram uma leveza misturada com liberdade que me possibilita caminhar a passos largos com direção ao autoconhecimento. É curioso como quando eu embarco numa viagem para conhecer um destino muitas vezes eu volto me conhecendo mais. Viajar faz bem pra minha alma, faz bem pra minha autoestima. Pode ser pra o país mais longe do outro lado do mundo ou pra fazenda a 200 km de casa. Não importa tanto o destino, importa o que eu vou sentir.

Beijos

Jô 

0 em Destaque/ Estados Unidos/ maternidade/ Viagem no dia 10.01.2017

Universal Studios e Islands of Adventure com bebês

Depois do post que eu falei melhor sobre Orlando e Disney com bebês, não podia deixar de terminar minha saga falando sobre os parques do complexo Universal.

Quando eu conversei com as minhas amigas que foram para Orlando com seus filhos de mais ou menos 1 ano todas tinham feito a mesma escolha: deixaram de fora o Universal Studios e o Islands of Adventure. O motivo? Ah, é muito voltado para crianças maiores e adultos, não valia a pena.

O único problema é que eu e meu marido somos loucos por montanhas russas e eu particularmente estava doida para conhecer o Beco Diagonal, a parte nova do Harry Potter que inaugurou na Universal. Nem precisamos pensar muito para bater o martelo. Vamos? Vamos!

Nós pegamos 1 parque por dia porque queríamos fazer tudo com calma. Mas não seria de todo o ruim fazer 1 dia/2 parques, pois o parque da Universal é realmente rápido de fazer, principalmente se você está indo nas principais atrações como single rider. Aliás, eles têm a opção do baby swap (aquele esquema de uma pessoa pegar a fila enquanto a outra fica com a criança e depois quem esperou pega a fila expressa) mas estava valendo muito mais a pena entrar como SR, na maioria dos casos nós não pegamos nenhuma fila, inclusive em atrações cuja fila normal estava 40 minutos.

Começamos pela Universal e de cara já vimos que realmente não dá para curtir os brinquedos com bebês: quase nenhum aceitava menores de 86 cm! Quando constatamos isso, resolvemos ver as atrações que mais queríamos ir: Revenge of the Mummy e Rip Ride Rockit. Fomos, trocamos e fomos de novo porque estava muito rápido. rs

Deixei de lado várias atrações que eu já conhecia e não tinha muita vontade de ir de novo sozinha, como os simuladores de Despicable Me, Shrek 4D, Simpsons, Terminator, ET, etc. Acho que eu fui em apenas 3 atrações do parque e conforme eu ia recusando os brinquedos, eu comecei a achar que realmente tinha sido uma furada ter escolhido a Universal. Até que chegamos no Beco Diagonal.

Sério, é incrível essa área do Harry Potter, você se sente teletransportada para os filmes e livros da JK Rowling. É tudo muito bem feito, todos os detalhes são absurdamente bem pensados, as lojas são cheias de produtos temáticos incríveis e eu achei encantador ver de perto como funcionam os pontos de mágica – isso é, pontos que você faz o feitiço com a varinha e mágicas acontecem. Eu já conhecia Hogsmeade, que fica no Island of Adventure, mas achei a experiência de visitar o Beco Diagonal muito mais imersiva.

Já na entrada do metrô para o Beco Diagonal, você se depara com o Knight Bus e com uma cabine telefônica londrina. Dentro do Knight Bus tem uma cabeça encolhida que conversa com quem está passando e faz piadas, eu adorei o senso de humor usado para brincar com o Arthur, morri de rir. Quem quiser entrar na cabine telefônica para tirar foto, preste atenção em um número que tem no telefone, você pode ligar para o Ministério da Magia! Lá dentro do Beco tem shows da Celestina Warbeck em vários horários e o Gringotts Money Exchange te permite trocar dólar por notas de Gringotes e você ainda pode bater um papo com o gnomo que está lá.

Ah, tanto em Hogsmeade quanto no Beco Diagonal você pode entrar na loja do Olivander para participar do ritual de escolha da varinha. Não sei se dei sorte mas no Beco Diagonal eu entrei direto, já em Hogsmeade a fila tava grande! Outra coisa que achei o máximo foi a Travessa do Tranco, você vira uma esquina e entra no beco voltado para as Artes das Trevas, inclusive pode visitar a Borgin & Burkes, loja só de artefatos sinistros. É um lugar escuro e pode ser que crianças menores e bebês fiquem com medo, mas vale a pena tentar! :) Ah, e tem um trem que leva os visitantes de uma área para outra, para quem quiser permanecer no mundo de HP.

O único brinquedo de lá é o Escape from Gringotts, um simulador/montanha russa 4-D muito bem feito e maravilhoso. O cenário da fila é todo em Gringotes e é de tirar o fôlego, e olha que eu nem consegui ver tudo porque a fila de single rider é diferente!

Me empolguei aqui e nem falei o que interessa: e o Arthur nesse meio todo? Pois bem, ele realmente ficou no carrinho mais tempo do que nos parques da Disney, mas chegamos em uma área do parque que valeu muito a pena e compensou: o Fievel’s Playland! Ele é um playground todo inspirado no Fievel, o ratinho, e além de ter o chão macio, existem vários espaços ótimos para bebês além de gangorras, brinquedos com água, etc. Ficamos um tempão lá brincando com ele e foi muito divertido. Engraçado pensar que antigamente essa era uma área que eu nem passava perto porque não me interessava, né? 

Existe também uma área do Curious George bem legal. Do lado existe um picadeiro com escorregas e uns botões que fazem barulhos de bichos que deixou ele entretido por horas! rs

Terminamos o dia vendo a parada de balões da Macy’s. Ela só acontece fim do ano, mas valeu a pena esperar até porque eu não tive coragem de levar o Arthur na que aconteceu aqui em Nova York porque estava super frio!

No dia seguinte, voltamos ao complexo Universal para irmos ao Island of Adventure! Assim como na Universal, bebês não podem ir na maioria das atrações – nem em várias da área do Dr. Seuss, o que me deixou bem impressionada já que é uma área para crianças. Por causa disso, fomos passeando com calma por todas as áreas e escolhendo a dedo as atrações que queríamos ir.

Toon Lagoon é uma área super divertida de passear com as crianças, tem muita informação visual, tudo muito colorido, ótimo para estimular o olhar! Ela também tem dois brinquedos super divertidos, o Dudley Do Right’s Ripsaw Falls e o Popeye & Blutos. Os dois são com água e molham MUITO. Eu só fui no primeiro (e de capa! rs) mas o Bernardo foi no segundo enquanto eu trocava a fralda do Arthur. É um dos preferidos dele!

Na área de Jurassic Park, além do River Adventure agora também tem o novíssimo Skull Island: Reign of Kong. Foi o único que não tinha single rider e estava com a fila grande, mas valeu esperar e fazer o baby swap, é o máximo!

Também passeamos em Hogsmeade porque pottermaníaca que sou, não poderia deixar de ir. O Harry Potter and the Forbidden Journey (que é a mesma tecnologia usada em Escape from Gringotts) estava fechado para reformas e acabei nem indo na montanha russa (ex Dueling Dragons) porque fiquei com preguiça, mas deixei o Arthur dar umas passeadas por lá rs.

 

Como eu falei, deixamos a área do Dr. Seuss para o final porque estávamos crente que íamos gastar muito tempo indo em todos os brinquedos lá com o Arthur, mas foi um balde de água fria: ele só podia ir no Caro-Seuss-El e no One Fish, Two Fish, Red Fish, Blue Fish (aquele brinquedo que roda e você pode subir e descer).

Ao mesmo tempo, lá existe uma área chamada If I Ran The Zoo que tem escorregas, esconderijos, botões interativos e brincadeiras com água que o Arthur se acabou! Não esperávamos por essa! Só não esqueçam de incluir na mochila uma toalha porque tivemos que comprar uma de tão molhado que ele ficou depois (sorte que a gente sempre tinha levado uma segunda muda de roupas rs).

Mas Carla, valeu a pena??

Eu e meu marido realmente queríamos ir nas atrações mais radicais – que não são tão presentes na Disney – então isso fez valer muito a pena. E o fato da maioria dos brinquedos terem single rider também foi ótimo para que a gente pudesse se divertir sem esperar muito. Não vou dizer que eu não fiquei um pouco frustrada com o fato de não poder levá-lo em quase nada, mas eu já estava esperando isso então não foi nenhuma surpresa. Em contrapartida, fui surpreendida com essas áreas recreativas que eu nunca tinha reparado nas minhas outras visitas. O Arthur conseguiu brincar muito!

Ah, outra coisa que eu notei é que os personagens são mais disponíveis e fáceis de tietar nos parques da Universal e não tivemos que enfrentar filas enormes para tirar foto com nenhum. Conseguimos com Bob Esponja, Cat in the Hat, Scooby Doo (clássico, amo! rs), Dora, etc.

Fora isso, o parque tem toda estrutura para receber bebês e poder deixar o carro em um estacionamento que dá para ir e voltar andando fez toda a diferença na volta, quando o Arthur já estava praticamente dormindo e não precisamos acordá-lo para fechar o carrinho.

Se você está indo pela primeira vez e não conhece nenhum dos parques, é melhor fazer 1 por dia, com calma, aproveitando tudo. Como eu já conhecia ambos, o 1 dia/2 parques funcionaria perfeitamente para nós, mas vivendo e aprendendo, né?

Se alguém tiver alguma dica para complementar meu post, é só comentar! :)

Beijos!

 

0 em Argentina/ convite/ Viagem no dia 26.12.2016

Hotel: Alvear Art Hotel em Buenos Aires

Hoje vou falar do Alvear Art Hotel, outro hotel do grupo do Alvear Palace, primeiro hotel em que fiquei nessa minha estadia em Buenos Aires. Duas noites depois de ficar no principal da cadeia fomos conhecer o hotel mais modernoso, cheio de obras de artes e com outro conceito da rede.

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Como vocês podem ver nas fotos a decoração e a arquitetura do hotel são completamente diferentes. Tem uma pegada de design e arte que eu achei bem bacana.

O hotel é perto do outro, entre a Recoleta e o Centro. Turisticamente falando ele é bem localizado, super central.

Rooftop: vista da academia & piscina

A vista da academia é incrível, urbana, moderna e de tirar o fôlego.

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Como é tudo no mesmo andar, assim como a vista da academia, a vista da piscina é igualmente sensacional. Na minha noite de sábado vi o dia cair curtindo a piscina e a jacuzzi e não posso reclamar, foi uma delícia.

Durante dias de sol eles abrem o teto para as pessoas poderem pegar um sol direto. A piscina é sem dúvida minha parte preferida desse hotel, fiquei feliz que pude curtir.

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A piscina é quentinha para quem ficou na dúvida. <3

Nosso quarto & banheiro

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O quarto tinha um espaço bem legal, uma decoração bem contemporânea e uma cama enorme, enorme para nós duas. rs

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O armário também é bastante espaçoso. :)

O banheiro foi minha parte preferida do quarto. O chuveiro é dos deuses, a luz maravilhosa, o secador é profissional e a banheira foi tentadora, pena que não tive tempo de tomar um bom banho nela.

alvear-art-hotel-banheiro detalhes banheiro banheiro-2 chuveiro banheiroNão é chique? Eu achei bem lindo.

Café da Manhã

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O café da manhã é muito maravilhoso, a decoração da sala é uma coisa, amei os quadros. Tem só que tomar cuidado para não comer demais. rs

Jantar

Nós chegamos do jogo de polo mortas com farofa, após um super banho de piscina eu encontrei minha mãe e fomos jantar no hotel. A comida foi muito gostosa, muito gostosa mesmo.

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As entradas foram uma salada de Jamon Ibérico & uma quinoa com queijo de cabra, ambos maravilhosos. A Quinoa eu queria comer todos os dias da minha vida. O custo benefício foi bem legal, eles nos deram no check in um cupom de 25% de desconto e usamos felizes dado que não tínhamos forças para sair do hotel.

alvear-art-hotel-jantar-4 alvear-art-hotel-jantar-2Deu pra sentir que as entradas estavam uma delícia?

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O wrap integram veio com uma batata frita muito maravilhosa, zero ligth, mas maravilhosa.

O Alvear Art Hotel é muito queridinho entre os brasileiros, havia muita gente de todo o país lá. Ele oferece uma experiência Alvear, mas com um clima mais contemporâneo e artístico. O café segue o padrão de qualidade do Alvear Palace, a piscina e a academia são muito incríveis mesmo e o custo benefício é melhor, mais acessível.

Tem outra proposta e a gente curtiu, curtiu muito. Se a sua ideia é bater perna o dia todo eu só recomendo que você separe um tempo antes das 22:00 para ir a piscina e aproveite o café da manhã, seu almoço vai ser uma salada se você se jogar no café.

Beijos

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