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0 em Destaque/ Oriente Médio/ Trip tips/ Viagem no dia 21.09.2017

Conhecendo o deserto de Dubai no hotel Bab Al Shams

Os Emirados Árabes estão localizados no deserto arábico de Rub’ al-Khali, na costa do golfo do Omã e do golfo Pérsico. Trocando em miúdos, ir até o Oriente Médio e não conhecer um pouquinho do deserto é como ir a Paris e não conhecer torre Eiffel: não dá.

Existem duas formas de conhecer o deserto emiradense: pegando um tour de 4×4 bate-e-volta a partir de Dubai, num passeio que sai na parte da tarde e volta no fim da noite, ou se hospedando em algum hotel no deserto. Nós optamos pela segunda opção.

E para isso, decidimos passar 1 noite no Bab Al Shams Desert Resort & Spa, um hotel bacanérrimo que fica a aproximadamente 50 minutos de Dubai. O hotel fica no meio do nada, cercado de areia por todos os lados e algumas pequenas dunas.

 

Além da vibe desértica no seu entorno, o Bab Al Shams é todo decorado com tema árabe e construído com material próprio para manter a temperatura dentro dos quartos mais amena (me lembrou o adobe, que vemos muito pelas ruelas de San Pedro de Atacama).

Aliás, o hotel é árabe também no estilo de construção: são muitos corredores se entrelaçando, o que faz do lugar quase um labirinto. A cada curva, uma paisagem e um cantinho diferente que você ainda não tinha visitado, como espelhos d’água, balanços e lareiras.

O hotel tem 113 quartos muito aconchegantes, com uma salinha de estar, penteadeira, TV, máquina de Nespresso (com cápsulas à vontade, yay!) e uma cama gigantona muito confortável. Os banheiros tem banheira junto do chuveiro e amenities muito bacanas produzidos ali no Oriente Médio: até máscara facial com lama do mar Morto tem! Nosso quarto tinha ainda uma varandinha com vista para o deserto.

Quando chegamos no quarto, fomos recebidos com uma cesta de frutas enorme e vários doces árabes. Adoro esses mimos! Não esperamos nem 2 minutos e já fomos fazendo um cafézinho para provar junto com as guloseimas.

Presentinhos de boas vindas

Como o próprio nome já diz, o hotel tem um spa bem conceituado, com diversos tipos de tratamento. Além disso, também existe uma academia completa e infra de sauna liberada para os hóspedes.

O grande destaque do hotel, na minha opinião, foi a piscina de borda infinita de frente para o deserto. Na realidade, o Bab Al Shams tem um conjunto de piscinas que fica lado a lado, uma mais rasa para os pequenos e a principal, que além da vista, tem vários pontos de onde saem borbulhas que fazem massagem. O melhor é que perto da fonte das borbulhas tem tipo umas cadeirinhas esculpidas na pedra, para você ficar jogadão mesmo, que além de tudo ainda ficam na sombrinha! Além das piscinas, tem também uma jacuzzi escondida num terraço ao lado da piscina mais rasa, para quem quiser levar o relaxamento ainda mais a sério.

E como nós fomos no verãozão, a programação foi uma só: escolher uma espreguiçadeira e passar o dia relaxando na sombra e água fresca. 

Curtindo minhas borbulhas

Foi ali na piscina que vimos pela primeira vez na vida uma tempestade de areia! O tempo fechou e do nada começou um vento forte, carregando areia pra tudo quanto era lado. 5 minutos depois, tudo voltou ao normal como se nada tivesse acontecido. Bem louco!

Em questão de atividades, o hotel oferece também experiências bem interessantes sem custo para os hóspedes: a interação com falcão e a voltinha de camelo. Quando estivemos no Bab Al Shams, essas atividades aconteciam entre 17 e 18 h, logo ao lado da piscina, mas vale confirmar os horários na recepção.

Amei dar uma voltinha no camelo, mesmo sabendo que ele não estava nem aí pra mim e só ficava mastigando o que quer que tenham colocado dentro daquele saquinho que fica na boca dele. A interação com falcão também foi bem legal, apesar de dar um nervosinho (só pensava no estrago que aquele bico fino podia fazer!).

Tentando fazer amizade

Outra atividade que o hotel oferece é um tour nas dunas numa 4×4 (com custo adicional). Acabamos ficando meio sem tempo para ir nesse passeio, mas acho que deve ser bem divertido.

Um programa imperdível é assistir o por do sol. E para isso, o melhor lugar é o Al Sarab Rooftop Lounge, um restaurante que fica no 2o andar com uma vista panorâmica para o deserto. Fomos para lá no fim da tarde, pedimos uns drinks e ficamos assistindo o sol se por por trás da areia. Sensacional!

Aliás, o hotel tem diversas opções de bares e restaurantes, com culinárias diversas para vários gostos. Nós almoçamos na beira da piscina e, para jantar, escolhemos o Al Hadheerah, um restaurante típico árabe que fica anexo ao Bab Al Shams.

O Al Hadheerah tem formato de forte, todo feito de pedra natural, e serve o jantar em estilo buffet. Na verdade, é como se fosse uma experiência num acampamento beduíno: na chegada, você passa por um souk (mercado típico); no salão principal acontecem diversos espetáculos de dança do ventre e outras danças locais (fiquei muito impressionada com um dançarino que rodava sem parar durante vários minutos), além de um ato com cavalos e camelos; e na parte de trás tem tatuagem de henna, interação com falcão e voltinha no camelo.

Show de dança típica

Quase uma beduína

A comida estava incrível e era MUITA quantidade e muita opção – beirava até o exagero. De sobremesa ainda pegamos um sorvetinho turco muito gostoso (depois de ser muito zoado pelo moço que servia o sorvete, que fazia altas trapalhadas e você nunca conseguia pegar a casquinha de verdade!). Achamos que valeu muito a pena! 

Na verdade, o Al Hadheerah é bem famoso e atrai turistas que vem de Dubai só para isso. Os tours mais tops de bate-e-volta ao deserto incluem o jantar no restaurante, o que também é uma opção, caso você opte por não se hospedar no Bab Al Shams.

Ainda sobre alimentação, o café da manhã é bem gostoso e tem muitas opções de comida de várias regiões, além de uma sessão só para os pequenos. O destaque ficou para o leite de camelo e um mel branco da montanha, dois itens inéditos no meu café da manhã!

Café da manhã com itens super diferentes

Para épocas de temperatura mais amena, tem uma outra coisa que dá pra fazer que deve ser incrível: ver as estrelas. Tem um terraço dedicado a isso no Bab Al Shams, com pufes e almofadas, para você se jogar e ficar relaxando. Acho que ali deve ser muito bom de ver estrelas, porque não há muita luz em volta do hotel, o que facilita muito a visualização. Ainda, é possível sentar em volta de uma fogueira e ficar curtindo a noite. Deve ser uma delícia.

Amamos a experiência no deserto e a estadia no Bab Al Shams, mas achei pouco tempo. Acho que o ideal para se aproveitar bem o hotel são 2 noites, o que teria nos dado tempo de conhecer outros restaurantes, fazer o tour de 4×4 e aproveitar mais a calmaria da região para descansar. Ainda assim, valeu muito a pena a visita.

 

Quer ver mais detalhes do Bab Al Shams? Confira a galeria abaixo.

0 em Destaque/ Oriente Médio/ Trip tips no dia 18.09.2017

Por dentro do famoso hotel Burj Al Arab

Quem está acompanhando os posts de Dubai sabe que eu fiquei obcecada no Burj Al Arab e sua arquitetura moderna. Assim, não poderia deixar de entrar no hotel e ver se ele é tão legal por dentro quanto por fora.

O Burj Al Arab faz parte do grupo Jumeirah, dono também dos hotéis do complexo Madinat Jumeirah, onde ficamos hospedados. Por isso, foi bem fácil chegar lá: pegamos um buggy na recepção do nosso hotel e em menos de 5 minutos já estávamos no lobby do imponente edifício em formato de vela.

O hotel é muito luxuoso e bem exclusivo. Dessa forma, o acesso a seu interior é restrito a hóspedes ou a quem fizer reserva em um dos restaurantes, spa ou comprar um day use para a piscina.

Sem dúvida, a opção mais em conta para entrar no Burj Al Arab é ir a um dos restaurantes. São muitas opções que vão desde o Al Mahara, um restaurante que fica ao lado de um aquário gigante, dando a sensação de jantar dentro do mar (bem no no estilo do Ossiano, no Atlantis) até o Skyview Bar, um bar no último andar do hotel com uma bela vista panorâmica do mar e da The Palm, onde é servido um chá da tarde bem famoso.

O Burj Al Arab é grande em número de quartos (são 202 no total), mas nem por isso deixa de ser exclusivo. O luxo vai além da arquitetura e decoração. A área do deck, por exemplo, conta com areia importada da Arábia Saudita, por ter propriedades terapêuticas e não grudar na pele, além de piscina com água doce e salgada. Já o Gold on 27 é um bar todo folheado a ouro que serve drinks e petiscos com folhas do metal (nem imagino quanto isso deve custar!).

O spa do hotel, Talise, é super famoso e conceituado e é um luxo só. Os tratamentos são feitos só com produtos de beleza de marcas ultra top tipo La Prairie (e não poderia ser diferente né?). Um sonho de consumo!

Conhecemos a Royal Suite Two Bedrooms, um apartamento enorme com dois quartos com a maior quantidade de mimos por metro quadrado. Como o próprio nome do quarto já diz, o quarto foi pensado para a realeza e oferece luxo condizente com seu público alvo. São dois andares, uma escada imponente que abre para os dois lados, um elevador (afinal de contas, 1 lance de escada é demais para subir, não é mesmo?), escritório, sala de jantar com muitos lugares, sala de estar, dois quartos (um para o rei e outro para rainha), três banheiros completos com chuveiro, banheira e penteadeira, além do backstage (cozinha e entrada para o staff). Lembro de ter visto 2 iMacs, DOIS iMACS, um no quarto e outro no escritório. Não tem miséria mesmo!

A decoração é toda muito colorida, com estampas de onça, tons vermelhos, rosas e azuis e vários itens banhados a ouro. Ah, o quarto todo e os banheiros são cobertos com um tapete fofíssimo, muito gostoso de pisar.

Apesar de estar longe de ser para o meu gosto, tudo é tão over que acaba ficando extremamente interessante. Acho que não tem como se sentir mais como parte da realeza do que se hospedando numa suíte dessas.

Pra mim, o auge da preguiça não foi nem o elevador, mas o botãozinho que faz a cama girar, seja para ficar mais próxima do banheiro, seja para ficar mais escurinha (virada para a parede e não para a janela!). Eles pensam em tudo!!!

A cama que roda!

Para os mortais (mas nem tão mortais assim), o hotel também tem quartos mais simples, mas ainda assim muitíssimo luxuosos, todos duplex – só não sei se esses tem elevador também! Esses nós não conhecemos, mas acredito que sigam o mesmo estilo de decoração azul e vermelha do lobby e da Royal Suite.

Para mim, entrar no Burj Al Arab deve estar no roteiro de quem passa por Dubai. O hotel é tão diferente de tudo que eu já tinha visto que passear por ali foi por si só um passeio. Afinal, se Dubai é o centro da ostentação no mundo, eu diria que o hotel é o epicentro da ostentação na cidade. 

Tem como não se apaixonar?

Quer ver como era essa suíte luxuosíssima em mais detalhes? Clique no vídeo abaixo.

0 em Destaque/ Oriente Médio/ Trip tips/ Viagem no dia 12.09.2017

O imponente hotel Atlantis The Palm em Dubai

Quando eu pensava em Dubai, a primeira coisa que vinha na minha cabeça era a tal da The Palm, a ilha artificial em formato de palmeira, uma das maluquices emiradenses de que tanto já ouvimos falar. Pois bem, todas as vezes que via uma foto da The Palm, aparecia uma construção de cor rosé, lá na ponta externa da palmeira, de frente para o mar aberto. Sempre fiquei intrigada com o que seria aquilo e acabei descobrindo que se trata do Atlantis The Palm, um hotel enorme e imponente com uma localização privilegiada e uma baita infra estrutura de atividades.

Apesar de não termos nos hospedado lá (contei aqui sobre a nossa hospedagem), resolvemos ir até o Atlantis para explorar algumas das muitas programações que o hotel oferece.

Nossa primeira parada foi no heliponto do hotel, localizado na parte externa e anexo ao estacionamento. Fomos recebidos no lounge da Fly High Helicopter, a empresa que opera os passeios de helicóptero que saem do Atlantis. Depois de entregar nossos passaportes e assistir o vídeozinho de segurança (muito engraçado, por sinal), estávamos prontos para decolar!

Escolhemos o Fun Ride, um passeio de 15 minutos que percorre os principais pontos turísticos de Dubai. Decolamos no Atlantis, demos uma volta pela palmeira e seguimos até as World Islands, um conjunto de ilhas artificiais que, ao menos em tese, formam o mapa mundi. Esse arquipélago não está 100% concluído, mas sinceramente não entendo como aquilo pode parecer o mapa mundi… pra mim eram só bolinhas soltas! 

Vai dizer que não são só bolotinhas?

O piloto vai mostrando os pontos de interesse e contando algumas curiosidades, como o fato de que, atualmente, só o Líbano está aberto e lá funciona um beach club.

Depois, seguimos para a praia de Jumeirah e passamos ao lado do Burj Al Arab. Continuamos até o Burj Khalifa e depois para downtown Dubai, onde vimos o Dubai Creek, um rio que corta a cidade. Por fim, retornamos para a The Palm e pousamos no Atlantis novamente.

Amamos ver a cidade toda de cima, numa perspectiva bem diferente do que vimos do chão. O único defeito desse passeio for ser tão rápido – os 15 minutos passam voando e deixaram um super gostinho de quero mais!

Ah, a reserva desse passeio foi feita com a Alpha Tours e está mais que recomendada!

Depois da nossa aventura matinal pelos ares de Dubai, fomos para dentro do Atlantis, onde de cara já ficamos impressionados com a grandiosidade e a riqueza de detalhes. O hotel é todo decorado com tema do fundo do mar, inspirado na história da cidade (ou continente) perdida de Atlântida, que supostamente afundou no oceano.

Logo na entrada, no lobby, existe uma escultura enorme e super bonita que representa a volta de Atlântida do fundo do mar para a terra, com a mudança dos tons de azul para vermelho. Eu ainda acho que o vermelho representa o calor de Dubai, mas tudo bem.

Fomos conhecer a suíte Royal Bridge do Atlantis, que fica no último andar, na ponte que liga as duas torres do hotel. É o maior quarto e conta com “apenas” 924 metros quadrados de área, com 3 quartos, vários banheiros, escritório, sala de jantar, sala de estar, salas de tratamento, duas varandas (uma para o mar aberto e outra para o lado da palmeira), além de um elevador privativo.

E tudo, claro, decorado no mesmo estilo do resto do hotel! Dá pra se perder de tão grande que era. Um luxo só! Sem falar na vista para a palmeira, a mais bonita que vimos do chão.

Quer ver mais detalhes desse quarto único e escandaloso? No fim do post tem um vídeo mostrando tudinho!

Depois, fomos conhecer o The Lost Chambers, um aquário fantástico (sem falar IMENSO) que fica dentro do hotel. Também com decoração inspirada na história de Atlântida, o The Lost Chambers tem centenas de espécies de peixes, arraias e tubarões que ficam nadando e dançando pra lá e pra cá. Além do aquário principal, ainda existem outros aquários menores com outros animais como águas vivas que brilham no escuro e o nosso querido Nemo!

Ficamos um tempão dentro do The Lost Chambers sentados nos pufes que tem espalhados na frente do aquário grande, só vendo a vida (marinha) passar. A luz do lugar é baixa, ficando mesmo só os peixinhos iluminados. Achamos incrível!

Na saída, ainda vimos um aquário redondo em que existe uma corrente que deixa a água girando, formando tipo um tornado de peixinhos! Muito fofo.

O hotel oferece vários programas relacionados ao aquário como mergulho de cilindro, yoga dentro do The Lost Chambers, além de ter um restaurante super famoso com uma experiência que simula um jantar debaixo d’água, o Ossiano, em que as janelas são na verdade os vidros do aquário. Outra maluquice curiosa é que você pode contratar um mergulhador para mostrar uma mensagem para você de dentro do aquário enquanto você estiver jantando, tipo “feliz aniversário”ou até “quer casar comigo?”. Já imaginou?

Logo na frente do aquário demos de cara com o The Bread Street Kitchen, um restaurante assinado pelo chef Gordon Ramsay. Sem nem pensar duas vezes, entramos lá para almoçar.

Pedimos couvert, um carpaccio de vitela e um parfait de frango e foie gras de entrada e, como não poderia ser diferente, o Wellington Steak para prato principal! Já tínhamos experimentado esse prato no restaurante do chef em Vegas e sabíamos que era maravilhoso.

Os pratos vem super bem servidos e muito bem feitos. Não sei como ainda tive coragem de pedir uma sobremesa mas no fim valeu a pena porque também estava deliciosa.

Além do The Bread Street Kitchen e do Ossiano, o Atlantis ainda tem outros restaurantes famosíssimos e premiados como o japonês Nobu, o italiano Ronda Locatelli e o chinês Yuan. Opção não falta.

Depois de fazer a digestão, fomos para uma nova aventura, dessa vez num encontro com um leão marinho. Na verdade, conhecemos de pertinho uma leoa muito simpática, a Sangha, e aprendemos muito sobre a vida dos leões marinhos e sobre seus cuidados em cativeiro. Eu sempre fico muito desconfortável de ver animais presos, por isso gosto de entender como eles são tratados. Ao longo da experiência, os treinadores explicaram tudo do dia a dia da Sangha, e de seus tratamentos de saúde, contando também que leões marinhos bem cuidados em cativeiro vivem até 10 anos a mais que os soltos na natureza (por conta de menos perigos e melhor controle de saúde).

Nos deram instruções sobre como se comportar perto da Sangha e então foi hora de entrar na água (geladíssima!!!) com ela. Ganhamos beijinhos e abraços e pudemos fazer carinho nela à vontade. O treinador nos mostrou como o pelinho dela era meio loiro e como na verdade a pele da Sangha estava seca, devido a uma camada de óleo que a protege do frio e dá a sensação de que o pelo dela é preto e está molhado. Muito interessante!

Nós amamos conhecer um pouco mais da vida da Sangha e dos leões marinhos e no final ainda aprendemos com ela através de uma demonstração que lugar de lixo não é no mar, é na lixeira! Fofinha demais e muito esperta!

Além dos leões marinhos, no Atlantis é possível fazer ainda o encontro com golfinhos e a alimentação de arraias.

Por fim, para fechar o dia com chave de ouro, fomos passar o fim da tarde no Aquaventure, um parque aquático bem grande e muitíssimo divertido que também faz parte do Atlantis. São várias atrações para todas as idades, desde o Lazy River, aquela piscina em que você fica só boiando, a atrações mais radicais como o Shark Attack e o Leap of Faith, dois toboáguas que passam por dentro de um aquário cheio de tubarões. Quase tive um troço do coração quando vi a altura do Leap of Faith e como o toboágua tem uma queda quase vertical, mas tomei coragem e encarei! Pior que ele, só o Poseidon Revenge, que além de super inclinado é daqueles que o chão abre e você despenca! Socorro!

Foi um dia cheio e muito divertido. Com certeza inesquecível!

O Atlantis é sem dúvida uma ótima opção de hospedagem em Dubai, em especial para famílias viajando com crianças. São muitas atividades e entretenimento, o que faz com que sair do hotel seja até desnecessário. E mesmo para quem não estiver hospedado ali, vale a pena separar um dia para conhecer o The Lost Chambers, o Aquaventure e alguns dos muitos restaurantes que o Atlantis oferece.

 

Quer ver mais detalhes do Atlantis The Palm? Confira a galeria abaixo.