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Trip tips

0 em Argentina/ convite/ Viagem no dia 26.12.2016

Hotel: Alvear Art Hotel em Buenos Aires

Hoje vou falar do Alvear Art Hotel, outro hotel do grupo do Alvear Palace, primeiro hotel em que fiquei nessa minha estadia em Buenos Aires. Duas noites depois de ficar no principal da cadeia fomos conhecer o hotel mais modernoso, cheio de obras de artes e com outro conceito da rede.

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Como vocês podem ver nas fotos a decoração e a arquitetura do hotel são completamente diferentes. Tem uma pegada de design e arte que eu achei bem bacana.

O hotel é perto do outro, entre a Recoleta e o Centro. Turisticamente falando ele é bem localizado, super central.

Rooftop: vista da academia & piscina

A vista da academia é incrível, urbana, moderna e de tirar o fôlego.

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Como é tudo no mesmo andar, assim como a vista da academia, a vista da piscina é igualmente sensacional. Na minha noite de sábado vi o dia cair curtindo a piscina e a jacuzzi e não posso reclamar, foi uma delícia.

Durante dias de sol eles abrem o teto para as pessoas poderem pegar um sol direto. A piscina é sem dúvida minha parte preferida desse hotel, fiquei feliz que pude curtir.

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A piscina é quentinha para quem ficou na dúvida. <3

Nosso quarto & banheiro

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O quarto tinha um espaço bem legal, uma decoração bem contemporânea e uma cama enorme, enorme para nós duas. rs

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O armário também é bastante espaçoso. :)

O banheiro foi minha parte preferida do quarto. O chuveiro é dos deuses, a luz maravilhosa, o secador é profissional e a banheira foi tentadora, pena que não tive tempo de tomar um bom banho nela.

alvear-art-hotel-banheiro detalhes banheiro banheiro-2 chuveiro banheiroNão é chique? Eu achei bem lindo.

Café da Manhã

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O café da manhã é muito maravilhoso, a decoração da sala é uma coisa, amei os quadros. Tem só que tomar cuidado para não comer demais. rs

Jantar

Nós chegamos do jogo de polo mortas com farofa, após um super banho de piscina eu encontrei minha mãe e fomos jantar no hotel. A comida foi muito gostosa, muito gostosa mesmo.

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As entradas foram uma salada de Jamon Ibérico & uma quinoa com queijo de cabra, ambos maravilhosos. A Quinoa eu queria comer todos os dias da minha vida. O custo benefício foi bem legal, eles nos deram no check in um cupom de 25% de desconto e usamos felizes dado que não tínhamos forças para sair do hotel.

alvear-art-hotel-jantar-4 alvear-art-hotel-jantar-2Deu pra sentir que as entradas estavam uma delícia?

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O wrap integram veio com uma batata frita muito maravilhosa, zero ligth, mas maravilhosa.

O Alvear Art Hotel é muito queridinho entre os brasileiros, havia muita gente de todo o país lá. Ele oferece uma experiência Alvear, mas com um clima mais contemporâneo e artístico. O café segue o padrão de qualidade do Alvear Palace, a piscina e a academia são muito incríveis mesmo e o custo benefício é melhor, mais acessível.

Tem outra proposta e a gente curtiu, curtiu muito. Se a sua ideia é bater perna o dia todo eu só recomendo que você separe um tempo antes das 22:00 para ir a piscina e aproveite o café da manhã, seu almoço vai ser uma salada se você se jogar no café.

Beijos

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1 em Polinésia Francesa/ Viagem no dia 20.12.2016

Destino Lua-de-Mel: Rangiroa e Tahiti

Vamos falar só mais pouco da Polinésia Francesa? Já contei como organizei meus dias por lá, como foi nossa estadia em Moorea e Bora Bora e um pouquinho dos passeios que fizemos.

Depois de aproveitar muito todos os segundos que passamos em Bora Bora, chegou a hora de partir para o próximo destino: Rangiroa. Pegamos um vôo de aproximadamente 1 hora até pousarmos nesse pedacinho de terra. Passaríamos 3 noites por lá e eu não tinha a menor expectativa. Como ia ser minha vida depois de Bora Bora?

Rangiroa na verdade é um atol, que nada mais é que uma ilha em formato de anel, com uma lagoa azul turquesa dentro. Além da beleza do mar visto de fora, o atol é rodeado por corais e tem fama de ter uma vida marinha incrível, por isso prometia ter um dos melhores mergulhos da Polinésia Francesa. E já adianto que a fama faz por onde!

Lá em Rangiroa só existem 3 resorts: Kia Ora, Kia Ora Le Sauvage e Le Maitai. Nós acabamos não tendo muitas dúvidas na hora de escolher o Kia Ora: era o único hotel 5 estrelas perto do aeroporto e foi muito bem recomendado por amigos e pela Tatiana do Easy Tahiti. O Kia Ora Le Sauvage oferecia uma atmosfera mais rústica, já que ficava isolado num pedacinho de terra a 30 km do aeroporto, acessível somente por barco (1 hora de viagem). Apesar de achar que deve ser uma delícia passar uns dias com seu amor numa ilha deserta, optamos por ficar no resort em que teríamos que nos locomover menos.

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No pier do Kia Ora

No pier do Kia Ora

Ao chegarmos no aeroporto, um funcionário simpático do Kia Ora já nos esperava para nos levar ao hotel. 15 minutinhos de carro e chegamos à recepção, onde fomos recebidos com os colares de concha típicos polinésios e um drink de boas vindas. Após o check-in, nos convidaram a subir no carrinho de golfe para nos mostrar os arredores do hotel e para nos levar até o quarto (o hotel nem é tão grande assim para precisar do carrinho, mas foi legal da parte deles pensar no nosso conforto).

O Kia Ora é bem menor do que o Intercontinental que ficamos em Moorea e Bora Bora, com um restaurante, uma piscina de borda infinita do lado do mar, spa, um bar, fitness center, centro de mergulho da PADI e lojinhas. A vibe é mais rústica e o hotel é bem menos luxuoso que os anteriores, mas tem tudo que você precisa para passar dias típicos de um sonho.

Em relação aos quartos, existiam basicamente 3 tipos: vilas com piscina (super luxuosas mas que não ficavam diretamente de frente pra praia), bangalôs sobre as águas (somente 10) e bangalôs na praia.

O quarto que mais me atraiu foi o bangalô na praia, que além de ficar de frente pro mar ainda tinha uma jacuzzi na varanda! Além disso tinha também uma rede bastante atraente presa nos coqueiros e 2 espreguiçadeiras num pedacinho de praia só pra você. Pra completar, era a categoria de quarto mais em conta, quer coisa melhor? Por isso, acabamos optando por não ficar em cima das águas no Kia Ora (nesses bangalôs não tinha jacuzzi) e achei uma ótima pedida. 

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Beach bungalow do Kia Ora

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No fim do dia sempre abríamos um vinho ou uma cerveja e ficávamos dentro da nossa banheira aproveitando o por do sol, dá uma olhada.

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Me achando modelo de um catálogo de spa

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Por do sol de cair o queixo em Rangiroa

Além de passar os fins de tarde aproveitando nossa jacuzzi, nós passamos muito tempo na piscina do hotel, que era um espetáculo a parte.

50 tons de azul

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Ao contrário da lagoa de Bora Bora que tinha uma quantidade de peixes bem mixuruca, a praia do Kia Ora tinha muita vida. Todo dia nós pegávamos a máscara e o snorkel emprestado no hotel e íamos dar uma nadadinha. Chegamos a ver até tubarão passando bem na frente do nosso bangalô! Já pensou? Tomei um susto e saí voando da água!

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Piso de vidro do bar do Kia Ora

 

Em Rangiroa também optamos pela meia pensão (café da manhã e jantar), que eram servidos no restaurante do hotel. A comida era bem gostosinha, apesar de mais simples que no Intercontinental.

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Vida mansa no Kia Ora

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Como atividades extras fizemos o seguinte:

Mergulho de correnteza

Fechamos direto com o concierge do Kia Ora. Era um passeio de barco até determinado ponto do atol, onde pulávamos dentro d’água e deixávamos a correnteza nos levar enquanto víamos vários bichos legais no mar.

Demos bastante sorte porque ao sair do atol para o alto mar, o guia observou um bando de golfinhos e conseguimos nos aproximar de snorkel. Uma experiência incrível nadar com vários golfinhos ao redor de você. Esses eram bem grandes e eram bem comportados, não faziam muitas traquinagens. Bem diferentes dos tradicionais de Noronha que não menorezinhos mas muito mais animados. Infelizmente foi tudo tão rápido e inesperado que não conseguimos tirar fotos!

Depois dessa diversão não planejada fomos ao ponto de início da correnteza e começamos a flutuação. É o típico passeio pra preguiçoso, nem nadar precisa. Você fica lá paradão enquanto passam peixes, tartarugas, arraias e mais um montão de animais por você. No fim do passeio, o barco estava lá nos esperando para levar de volta pro hotel!

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Dançando de felicidade depois de ver os golfinhos

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Muito legal e indicado para todas as idades!

Mergulhos de cilindro

Aí sim, a estrela da festa! Como estava dizendo lá no começo do post, Rangiroa tem a fama de ser um dos melhores lugares da Polinésia (e mais tarde descobri que do MUNDO) para o mergulho. Isso se deve ao fato de existir uma grande barreira de corais ao redor do atol, que abrigam uma quantidade inacreditável de animais marinhos de todos os tipos.

Assim como nos demais resorts que ficamos, dentro do Kia Ora tinha um centro de mergulho, o que facilitava muito a organização das saídas dos hóspedes. Nós tínhamos a certificação básica PADI e pouquíssimos mergulhos logados (no meu caso, só os do curso mesmo e o que tínhamos feito em Bora Bora).

Antes do primeiro mergulho em Rangiroa, fomos até o centro conversar com o Dive Master que sairia conosco no dia seguinte. Ele nos sugeriu utilizar o Nitrox ao invés do ar comprimido normal, uma vez que nosso tempo de mergulho seria maior e nós poderíamos ter essa experiência sem custo adicional (o que não é nada comum, normalmente se cobra um valor adicional pelo uso do Nitrox). Basicamente, o Nitrox é uma mistura de gases composta por nitrogênio e oxigênio puros, que permite mergulhos mais longos e diminui o tempo de superfície, que é o tempo necessário de descanso entre dois mergulhos consecutivos. Além disso, ao final do dia os mergulhadores ficam bem menos cansados. Então pensamos, porque não?

No dia seguinte saímos para o primeiro mergulho. Sério, não existem palavras para descrever aquele paredão de coral. Além de lindo, colorido e brilhante, vimos tudo quanto era tipo de bicho que você pode imaginar: bandos de golfinhos, tubarão cinza, tubarão da ponta preta, arraias chita, moréia, baiacus, além de peixes de todas as cores e tamanhos. Realmente foi algo que me marcou e agora entendo porque falam tanto de Rangiroa como um ponto marcante de mergulho. Dá uma espiada no vídeo:

A video posted by Aline Rajão (@alinerajao) on

Dá vontade de virar a pequena sereia e viver under the sea, não dá?

De fato o uso do Nitrox fez uma baita diferença na nossa recuperação. Amamos tanto a primeira experiência nas águas profundas de Rangiroa que voltamos para mergulhar pela segunda vez com a equipe do Kia Ora e com o tal do Nitrox. Depois do segundo mergulho, acabamos decidindo tirar a certificação Nitrox ali mesmo, aproveitando que já poderíamos utilizar os dois mergulhos feitos e só precisaríamos fazer a prova.

Se eu tenho um arrependimento em relação à Rangiroa foi o de não ter mergulhado mais. Ô paz que aquele mar trazia para a gente, dá vontade de ficar o dia inteiro enfiado dentro d’água vendo a vida dos peixes passar. E a temperatura da água gente? Perfeita! Quentinha! Ficamos 3 noites por lá e acho que poderia ter ficado mais 1 noite, justamente para aproveitar mais o fundo do mar.

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Selfie aquática

Mas como tudo que é bom dura pouco, nossa viagem estava chegando ao fim e teríamos apenas mais 1 noite no Tahiti antes de voltar para Los Angeles. A parada no Tahiti foi obrigatória por conta do horário do nosso vôo para os EUA, que saía de manhã cedo.

Uma das dicas que tinham me dado era não gastar nada de dinheiro com hospedagem no Tahiti e ficar no hotel em frente ao aeroporto, um B&B bem chumbrega com cara de hotel de porta de rodoviária.

Como contei aqui, acabamos ignorando essa dicas e optando por ficar a última noite no Intercontinental Tahiti e foi uma escolha bem acertada. O hotel era bem próximo ao aeroporto (2 km mais ou menos) e foi bem fácil de pegar um taxi tanto na ida quanto na volta.

Óbviamente que foi mais caro do que ficar no B&B do aeroporto, mas apesar de não ter nem 10% do charme dos outros hotéis que passamos, o Intercontinental tinha uma excelente infraestrutura e deu pra nos divertirmos bastante. Fui com a expectativa de ser um dia perdido, mas foi uma grata surpresa. Conseguimos aproveitar bem a piscina (tinha uma com areia e água salgada!), fizemos snorkel numa lagoazinha, demos uma volta de caiaque e, claro, nos fartamos de beber drinks naquele happy hour tradicional da rede Intercontinental na Polinésia Francesa!

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Piscina com areia e água salgada

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De fato, eu não ficaria mais de 1 noite no Tahiti porque acho que tem outras ilhas bem mais legais para conhecer por ali, mas uma vez que é necessário dormir lá, porque não aproveitar?

A Polinésia Francesa foi um dos lugares que mais me marcaram na vida. Fui realmente muito feliz lá e indico muito pra quem gosta de sombra, água fresca e um belo pedacinho de paraíso!

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Para seguir a Aline no instagram é só procurar por @alinerajao

1 em Estados Unidos/ maternidade/ Viagem no dia 19.12.2016

Orlando com bebês

Eu sou louca por Orlando. Amo a rotina de ir para os parques, de entrar nas atrações, curtir as paradas e queimas de fogos, ver os personagens, andar nas montanhas russas  dirigir por lá. Desde 2006, eu e Bernardo já fomos para lá umas 5 vezes sendo que a última delas foi em 2012. Dessa vez, saímos de lá com a certeza que voltaríamos apenas depois dos filhos – e eu jurava que isso seria uns 5, 6 anos depois do filho nascer.

Isso porque antes de engravidar eu era a primeira a falar que achava um absurdo levar bebês para Orlando. Aceitava sem nem pensar o discurso de que essa era uma experiência que não valia a pena porque a criança não lembraria e não aproveitaria, já que não tem tamanho para ir na maioria dos brinquedos. Acreditava que o bebê ainda não entenderia a interação com os personagens e por isso não teria graça.

Depois de ter o Arthur eu continuei achando que iria esperar para leva-lo para a Disney. Vendo a forma que ele reage à estímulos tinha certeza que ele curtiria a experiência de alguma forma, mas ainda achava que era melhor esperar. Até o momento que fui vendo amigas indo e recomendando e foi aí que começou a surgir uma vontade tímida, mas que foi o suficiente para plantar uma sementinha na minha cabeça de que existia espaço para aproveitar com bebê pequenos.

Por coincidência surgiu uma oportunidade, um convite da Disney (preciso dizer o quanto fiquei honrada com isso?) e quando vi, lá estávamos nós, embarcando para Orlando para comemorarmos antecipadamente o aniversário de 1 ano dele!

Na Move It! Shake it! Dance & Play it!, um show de música e dança super legal  para as crianças, onde elas conseguem interagir e dançar com vários personagens

Na Move It! Shake it! Dance & Play it!, um show de música e dança super legal para as crianças, onde elas conseguem interagir e dançar com vários personagens

Ficamos 5 dias (que é pouco em termos de Orlando, eu recomendo ficar pelo menos uns 8 para curtir tudo com calma) e fomos no Magic Kingdom, Hollywood Studios, Animal Kingdom, Universal Studios e Islands of Adventure. Em todas as outras viagens sempre incluímos Sea World e Busch Gardens e um dia para outlets, mas dessa vez, como era pouco tempo, priorizamos Disney e Universal e nada de compras.

Dá trabalho? MUITO, mas é delicioso. Como uma amiga me deu a dica, viajar com criança é praticamente uma viagem para Europa por 1 mês no quesito malas, mas conseguimos dar um jeito e levamos uma mala grande para nós 3. Para o Arthur eu levei:

– 10 looks completos – fiz as contas de 2 por dia, não precisei sempre mas é sempre bom precaver, né
– 2 bodies e 2 calças extras para emergências
– 6 pares de meias
– 3 pares de sapato – porque ele já está dando umas andadas, apesar dele amar ficar descalço
– toalha de banho – importante! Quase esqueci rs
– 4 mamadeiras e a fórmula
– 2 potinhos para papinha
– um kit de lavar mamadeira em viagem – uma amiga me emprestou e foi a melhor coisa do mundo, indico para qualquer mãe que esteja pensando em viajar muito com os filhos que ainda usam mamadeira.
– uma nécessaire com produtos do dia a dia: escova, Nosefrida, pomada, shampoo para banho etc.

Nos restaurantes ele comia com a gente e participava, era só dar um canudinho que ele ficava super distraído (e quando o canudinho não resolvia, Galinha Pintadinha salvava!)

Nos restaurantes ele comia com a gente e participava, era só dar um canudinho que ele ficava super distraído (e quando o canudinho não resolvia, Galinha Pintadinha salvava!)

Se tem um lugar que é ótimo para ir com bebês, é Orlando. Sei que não estou falando novidades para ninguém, Disney e crianças são praticamente sinônimos, mas como eu nunca tinha ido com o status de mãe, eu realmente nunca tinha reparado nas facilidades. Todos os lugares são enormes, todos têm trocador, cadeirão e todas as pessoas que nos atenderam foram uns amores com o Arthur. E nunca é legal, eu sei, mas se tem local onde a criança é livre para gritar, chorar ou dar escândalo, é lá. Como a maioria ali também está acompanhada de seus filhos ninguém se importa, um paraíso para pais que morrem de vergonha de olhares tortos, como eu rs. Todos os restaurantes que fomos davam papel com giz de cera e em alguns até arrumaram pães ou frutinhas para darmos para ele comer com a gente. Até o voo eu achei tranquilo, várias crianças – e muitas bem mais choronas que o Arthur (que foi um santo no quesito barulho, só que tivemos que controlá-lo para não incomodar de tanto que ele abria e fechava a mesinha).

Assim que chegamos, fomos para o Hollywood Studios, mas não vou falar sobre isso agora. Na verdade, depois do parque, terminamos o dia no Publix e compramos o que faltava para o Arthur: fraldas, papinhas (que usamos menos do que imaginamos porque o Arthur adorou comer nossa comida!) e biscoito, basicamente. Como o hotel que ficamos tinha microondas e geladeira, também compramos coisas para a gente.

A questão é que eu não consegui seguir rotina com o Arthur. Tentei nos 2 primeiros dias, mas logo vi que ou desapegávamos ou ficávamos todos doidos, neuróticos e estressados. A hora de comer foi a única coisa que conseguimos manter religiosamente igual, apesar dele ter comido um pouco mais do que o costume, já que ele acabava aceitando várias coisas que estávamos comendo (frango, carne, purê de batata etc), mas de resto tive que ser mais leve e tranquila.

Hora da soneca, que hora mais feliz. Ele quase sempre chegava no parque dormindo e essa era a única soneca do dia

Hora da soneca, que hora mais feliz. Ele quase sempre chegava no parque dormindo e essa era a única soneca do dia

Os horários das sonecas ficaram estranhos, tinha dia que ele dormia, tinha dia que ficava acordadão, curtindo tudo (apenas um dia ele ficou realmente incomodado com a falta de sonecas). Outro problema que encontrei é que sempre fui de dar banho à noite antes de dormir, mas o Arthur acabava apagando no carro de volta para o hotel e no único dia que acordamos ele para dar banho foi um escândalo e ele só foi dormir definitivamente lá pelas 22:30. Depois desse dia, se chegássemos no hotel na hora que ele deveria estar no berço, a gente só trocava a roupa dele com cuidado, passava um paninho umedecido (o Water Wipes é só com água, só uso esse), botava pra dormir e só dava banho no dia seguinte, antes de sairmos.

Yoyo, carrinho prático e mão na roda!

Yoyo, carrinho prático e mão na roda!

Ah, e na dúvida entre qual carrinho levar – o UppaBaby ou o Yoyo – levei o menor e foi a melhor escolha! Obviamente eu sabia que no quesito praticidade o Yoyo ganhava, mas fiquei com medo da falta de espaço para guardar as coisas. Resolvemos isso também na praticidade: com uma mochila! rs Como o Arthur dorme nesse carrinho tranquilamente (e ele deita bastante, é ótimo, achei um dos mais confortáveis na categoria guarda chuva) ele definitivamente foi a melhor escolha, leve, fácil de fechar, de guardar e fácil de lavar também, já que ele voltou um tanto quanto sujo rs.

E se foi bom? Foi muito melhor do que eu imaginava, mas MUITO! O Arthur se divertiu horrores, prestou atenção em tudo, foi a todos os brinquedos que ele podia ir, andou, soltou gritinhos de alegria, viu o Fantasmic, a parada da Macy’s (que não consegui ver aqui em NY) e só não conseguimos ver o Wishes no Magic Kingdom porque no dia que fomos ele seria às 10 da noite e ficou tarde demais. Outra coisa que eu fui surpreendida foi em relação aos personagens. Várias amigas minhas que levaram seus filhos pequenos falaram que se frustraram na hora de levá-los para conhecer o Mickey ou os outros porque as crianças abriram o berreiro! Bem, o Arthur amou, quis brincar com todos, dava tchauzinho, soltava risadas, foi muito, muito fofo.

Deu pra ver minha cara de surpresa nessa foto, né?

Deu pra ver minha cara de surpresa nessa foto, né?

Bem, se eu já era fã de Orlando, eu nem tenho palavras para descrever como foi especial. Aquela Carla de 2012 definitivamente não sabia de nada e mais uma vez aquela minha teoria de que na maternidade quebrar a cara é maravilhoso se mostrou certeira! Foi incrível, mesmo sabendo que ele não vai lembrar de nada daqui a alguns anos, a gente vai lembrar de cada detalhe e brilho no olhar e isso não tem preço.

Quem tiver a oportunidade de levar seus pequenos para Orlando e a única coisa que estiver impedindo é a ideia de que eles não irão aproveitar ou lembrar, pode ir já pensando em mudar de ideia. Foi uma experiência muito deliciosa mesmo!

Em breve conto das rotinas dos parques!

Beijos!

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