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4 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 04.05.2018

Os destaques da Ilha Sul da Nova Zelândia

Que a Nova Zelândia é linda de morrer, acho que já convenci todo mundo. O país da natureza exuberante e intocada é um prato cheio para quem curte atividades ao ar livre e um contato bem diferenciado com o ambiente.

Já contei aqui no blog sobre os principais passeios próximos a Queenstown, os cruzeiros na região de Fiordland e as nossas aventuras no motorhome, isso tudo na ilha Sul. Coisa pra caramba, né? Mas antes de passar para as dicas da ilha Norte, separei mais alguns programas imperdíveis que fizemos na primeira parte da nossa viagem, para mostrar como o país não nos deixou de surpreender em nenhum momento.

Mt Cook Heli Hike

A região de Mt Cook entrou na lista dos destinos a serem visitados na Nova Zelândia por um motivo muito simples: a região montanhosa tem neve durante o ano inteiro, mesmo no verão. Como uma tradicional carioca que sou, não perco a oportunidade de estar em contato com neve e gelo.

Só que na Nova Zelândia, para se visitar as geleiras não se pode mais subir caminhando desde o chão, para evitar a erosão acelerada que estava acontecendo. E foi aí que fizemos uma das coisas mais divertidas na viagem: heli hike, que é basicamente um vôo de helicóptero até lá em cima da montanha, seguido de uma caminhada e depois um outro vôo de helicóptero para voltar.

Sim, o cenário é você e mais algumas outras poucas pessoas, sozinhas, andando com grampons nos pés (aquelas garras de urso) em cima do gelo no meio de uma cadeia de montanhas cobertas por neve. Visualizou? É incrível!

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Ficamos em torno de 1:30 andando no gelo, passando por riachos com água de degelo e entrando em cavernas azuis turquesa. A parte do helicóptero também foi demais: muito mais que só um meio de transporte, o vôo foi panorâmico e chegou pertinho das montanhas.

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Para essa experiência nada tradicional, escolhemos o pessoal da Alpine Guides e super recomendamos. São super sérios e muito atenciosos.

 

Earth&Sky

A região de Lake Tekapo integra a Aoraki Mackenzie International Dark Sky Reserve. Trocando em miúdos, uma “reserva de céu escuro” é um lugar em com uma qualidade excepcional de noites estreladas e atividades noturnas. Eu ouvi estrelas? Bom, se era para ver estrelas, eu quis ir logo no lugar mais preparado e mais bem recomendado que tinha para aproveitar o máximo dessa experiência.

Foi numa dessas que descobri a Earth&Sky e o Mt John Observatory Tour: é um passeio exclusivo para ver estrelas que usa a estrutura do observatório Mt John (incluindo todos seus telescópios gigantões). Os guias são mega ultra qualificados (são todos astrônomos de verdade!!!) e mostram com toda paciência do mundo as constelações e estrelas mais famosas do hemisfério sul, incluindo o Cruzeiro do Sul, a Via Láctea, Júpiter, Saturno e seus Anéis, além de muitas outras estrelas menos conhecidas mas super interessantes.

Eu já tinha feito um passeio de Stargazing (como se chama esse negócio de ver estrelas) no Atacama, mas achei que ali, em Tekapo, as pessoas tem um pouco mais de cuidado com a questão da manutenção do escuro: o ônibus que leva as pessoas desde o centro até o observatório vai todo apagado e as únicas luzes que vemos é em tom vermelho, para que as pupilas se dilatem e seja possível enxergar melhor as estrelas. Até ganhamos de brinde uma lanterninha vermelha!

Sen-sa-cio-nal!

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Imagem: Earth&Sky

Tekapo Springs

Acho que já contei por aqui que sou fã de relaxar e não fazer nada. Quando descobrimos que em Tekapo tinha um lugar com piscinas aquecidas, feito para esquecer da vida, não pensei nem 2 vezes. Fomos para Tekapo Springs numa tarde e ficamos hooooras lá largados, só regulando a temperatura da água que mais nos apetecia: de 36 a 41 graus, a depender do gosto do cliente.

As termas são super bem cuidadas e bastante espaçosas, bem agradáveis para pessoas de todas as idades. De quebra, ainda se tem uma vista mais que privilegiada do lago Tekapo e das montanhas que o rodeiam.

Nós aproveitamos para pegar um ingresso que se chama “Soak & Slide”, que incluía não só o acesso às piscinas mas também a 3 escorregas infláveis gigantes. Apesar de divertido, acabamos aproveitando mais a parte do relaxamento do que da adrenalina.

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Tekapo Stargazing

E se já tínhamos gostado da Tekapo Springs durante o dia, imagina a felicidade ao descobrir que existia a opção de juntar os dois programas acima em um só: sim, a Tekapo Stargazing é um passeio para se ver estrelas enquanto você está aproveitando as piscinas quentinhas, tudo ao mesmo tempo.

Com guias bem atenciosos, a primeira parte do passeio é de reconhecimento do céu e identificação das principais constelações, assim como o tour da Earth&Sky. Mas é na segunda parte que a coisa fica fantástica: tivemos um tempão para entrar na piscina e nos aconchegar em colchões infláveis para ficar babando naquele céu que parecia de mentira. Romântico e relaxante definem a experiência.

Imagem: Tekapo Stargazing

 

 Dolphin Encounter

Fomos para a região de Kaikoura propositalmente para explorar o que o oceano tinha para nos oferecer. Obviamente que o Dolphin Encounter, um mergulho de snorkel no mar para chegar pertinho de golfinhos selvagens, não poderia ficar de fora. Eu amo mergulhar e já tinha tido contato com golfinhos em seu habitat natural algumas vezes… mas nenhuma como na Nova Zelândia.

Escolhemos o horário do nascer do sol para embarcar na nossa aventura, afinal de contas, os golfinhos acordam cedo e nós queríamos encontrá-los dispostos e animados. Que decisão acertada! Além de presenciarmos um nascer do sol estupendo, foi só cair no mar para termos a certeza que ter dormido poucas horas naquela noite se pagou mil vezes: não era 1, nem 2, nem 3… era um milhão de golfinhos dançantes e felizes dando piruetas em volta da gente!

O pessoal da Dolphin Encounter faz um trabalho muito bacana de estudo, pesquisa e preservação da área. E para quem está ali visitando, como nós, eles ensinam exatamente o que fazer para que os golfinhos gostem da gente e interajam (afinal de contas, foi pra isso que fomos até lá). Então não se assustem com o barulho bizarro do vídeo abaixo, sou eu falando golfinhês (e eu juro que eles estavam me entendendo!).

Da lista das coisas mais incríveis que eu já fiz na vida: nadar com um milhão de golfinhos em Kaikoura, na Nova Zelândia! Eu já tinha tido a experiência de nadar com golfinhos selvagens em Noronha (por pura sorte) e na Polinésia Francesa, mas nunca tinha visto tantos juntos. E como eles são animados gente! Fizemos o passeio com a @dolphinencounterkaikoura, super profissional e preocupada com a preservação desses fofuchos. E o mais legal: o pessoal da Dolphin Encounter ensinou a gente a interagir com os golfinhos para eles brincarem mais com a gente! O resultado foi uma pessoa fazendo barulho de sonar para se comunicar com os golfinhos (ou achar que está se comunicando) e nadando em círculos igual uma louca! 🤣 E o pior foi que super funcionou! Eles adoram! Que experiência fantástica! . . . . @purenewzealand #purenewzealand #mustdonz

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Não dá pra descrever a emoção que foi estar durante horas dentro da água com essas criaturinhas, nadando e interagindo. Arrisco dizer que foi um dos pontos mais altos da viagem!

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Whale Watch Kaikoura

Também na região de Kaikoura, fomos em busca dos maiores mamíferos do mundo: baleias! Para isso, entramos no barco com a Whale Watch Kaikoura rumo ao mar aberto para ver se teríamos a sorte de ver esses gigantes passeando por ali.

E demos muita sorte! Vimos baleias azuis e as tradicionais cachalote, muito presentes na região. E o melhor: elas estavam assanhadas e mostraram seus rabinhos para nós várias vezes, quando mergulhavam! Sem dúvida a parte mais legal foi ver os rabos desaparecendo na água enquanto ficávamos frenéticos tirando um milhão de fotos por segundo!

E na lista de coisas fantásticas para fazer na Nova Zelândia, o Cruzeiro para avistar baleias não poderia ficar de fora. Também na região de Kaikoura, onde vimos aquele tanto de golfinhos animados, também tivemos a oportunidade de ver esses gigantes do mar com a @whalewatchkaikoura. Não da pra descrever a emoção do primeiro encontro em uma vida com os maiores mamíferos do planeta! E o melhor: estávamos esperando ver “apenas” sperm whales, as baleias cachalote que são muito presentes na região. Por fim, vimos também mais de 3 baleias azuis, as maiores que existem, que fizeram questão de mergulhar e mostrar seus rabinhos pra gente! Quase infartei, juro! Sensacional o passeio e muito recomendado! #purenewzealand #whalewatchkaikoura #kaikoura #nzmustdo #kiaorafromkaikoura @kaikouranz @hypstar.brasil #hypstarbrasil @purenewzealand

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Os guias do barco eram super entendendidos de baleias e passavam várias informações interessantes, além de ajudarem a gente a procurar por elas. Foi uma experiência bem divertida e muito emocionante!

Para completar, o visual do passeio de barco era magnífico e parecia um quadro de tão lindo.

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Gosta de natureza? Então vai por mim, inclua a ilha sul da Nova Zelândia nos seus planos de viagem. É algo de outro mundo!

1 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 11.03.2018

Como montar um roteiro para a Nova Zelândia

A vontade de conhecer lugares remotos com natureza intocada já não vem de hoje. E no topo da lista de desejos, estava, há muito tempo, um país pequeno, distante, ainda não muito explorado por brasileiros, mas que prometia uma grande variedade de belíssimas paisagens naturais: a Nova Zelândia.

Se a vontade e a expectativa de conhecer a Nova Zelândia já eram altos, posso dizer que o país teve muito sucesso em nos surpreender com sua beleza, organização e seu povo simpático e educado. Para quem curte viagem de aventura e de estar em contato com a natureza, recomendo (muito) o destino, que está nas cabeças da lista de lugares queridinhos que eu já tive o prazer de conhecer.IMG_9579

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Quando ir

Li em muitos lugares que a Nova Zelândia pode ser visitada o ano todo. Até acredito que isso é verdade porque o país oferece muitas atividades diferentes (literalmente da praia à estação de esqui) que podem ser desfrutadas ao longo do ano todo. Mas a verdade é que cada estação tem uma peculiaridade e a definição do tipo de paisagem que você quer encontrar é muito importante para definir a época para ir até lá.

Nós queríamos ter o mínimo de chuva possível, temperaturas agradáveis (para cariocas como nós, leia-se calorzinho) e a possibilidade de ver a maior diversidade de cenários possível. Com isso, não restou dúvidas de que a melhor época para irmos era a primavera ou o verão, quando as temperaturas são mais amenas e as chuvas são mais escassas. Optamos, então, pelo carnaval (alto verão), quando conseguiríamos estender a viagem e aproveitar mais dias de aventura nesse país tão lindo e diferente.  

Como chegar

A forma mais rápida de chegar à Nova Zelândia saindo do Brasil é passando pelo Chile ou pela Argentina. As rotas mais frequentes são operadas pela LATAM, Air New Zealand e Qantas, muitas vezes em code share com a LATAM, com conexão em Santiago. Existe também a possibilidade de ir com a Aerolíneas Argentinas, fazendo conexão em Buenos Aires.

E como são os vôos? É longe? É caro? Sim, é longe e é caro, mas com planejamento a ida até a Nova Zelândia pode não ser tão traumática assim. Compramos nossos vôos com uma super antecedência (quase um ano antes) com pontos Multiplus: um trecho Rio – Santiago (4 horas), seguido de um trecho Santiago – Auckland (12 horas). Razoavelmente tranquilo.

 

Como se locomover

Não se engane por achar que, por o país ser pequeno, será fácil de se locomover: tudo em na Nova Zelândia é super longe! O país tem aeroportos nas principais cidades, mas se você quer realmente explorar as paisagens, eu diria que o melhor é cair na estrada.

Ficamos muito impressionados como um país com tão pouca gente é 100% conectado por estradas excelentes (muitaaaaaas curvas, mas ótima qualidade de asfalto), sem um pedágio e ainda assim, sem um buraco. Quase igual o Brasil, né?

 

ALERTA DE MÃO INGLESA:

A Nova Zelândia é uma ex-colônia inglesa. Logo, é de se esperar que lá as pessoas dirijam “ao contrário”. Apesar de já termos dirigido várias vezes do lado direito, é sempre um desconforto e requer uma atenção redobrada. Para facilitar a vida, alugamos carros automáticos. Para isso, escolhemos a GoRentals, uma locadora com ótimos preços com representação nas principais cidades do país.
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Como montar um roteiro

Montar o roteiro é, sem nenhuma dúvida, um super desafio. A Nova Zelândia é pequena mas é maior do que parece, e seus principais pontos de interesse são bem espalhados pelo país. Isso quer dizer que, para chegar nos lugares fora dos grandes centros, você vai gastar horas na estrada ou muitos dólares em vôos de teco-teco. Achei realmente muito difícil equacionar o tempo gasto no deslocamento e o tempo de fato aproveitando os lugares, e assumo que acabamos gastando mais tempo dirigindo do que eu gostaria.

Depois de pesquisar muito e ler trocentos posts de blogs de brasileiros e gringos, parti para montar o desenho final do nosso roteiro, que ficou assim:

 

DIA 1: Auckland – Queenstown

Chegamos em Auckland e pegamos um vôo direto para Queenstown, na ilha Sul, com a Air New Zealand.

Checkin no Hotel St Moritz em Queenstown.

Fomos dar uma volta na cidade e almoçar. No fim do dia, subimos na Skyline Gondola e ficamos brincando no Luge.

 

DIA 2: Queenstown

Fomos até a Kawarau Bridge ver as pessoas pulando no bungee (não tive coragem de pular).

Visitamos algumas vinícolas de Central Otago.

Almoçamos na Mt Difficulty.

No fim do dia, experimentamos as famosas ONSEN Hotpools.

 

DIA 3: Queenstown

Fomos até Glenorchy para o incrível passeio Funyak com a Dart River Adventures.

Voltamos para Queenstown parando pela estrada que passa ao lado do Lake Moke.

Subimos de novo na Skyline para brincar mais no Luge (adoramos!).

 

DIA 4: Queenstown – Milford Sound

Fizemos um vôo de balão de manhã cedo com a Sunrise Balloons.

Depois pegamos a estrada até Milford Sound, onde embarcamos para o cruzeiro de uma noite com a Real Journeys.

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DIA 5: Milford Sound – Doubtful Sound

Voltamos do cruzeiro de Milford e embarcamos no cruzeiro de uma noite no meio do fiorde Doubtful, também com a Real Journeys.

 

DIA 6: Doubtful Sound – Wanaka

Dirigimos de volta até Queenstown, onde devolvemos o carro e pegamos o nosso motorhome com a Britz.

Paramos em Arrowtown para jantar e dormimos em um motorcamp Wanaka.

 

DIA 7: Wanaka

Dirigimos até Blue Pools e Fantail Falls, na costa oeste. O dia estava chuvoso e acabamos decidindo voltar para descansar.

No fim do dia, fomos passear no Lake Wanaka e assistir o por do sol na Wanaka tree.

Dormimos novamente em Wanaka.

 

DIA 8: Wanaka – Mt Cook

Fomos conhecer a linda vinícola Rippon em Wanaka, antes de seguir viagem para o Mt Cook National Park.

Paramos em Clay Cliffs e no Lake Pukaki.

Fomos conhecer a NZ Alpine Lavender farm e tomar sorvete de lavanda.

Dormimos em um motorcamp em Mt Cook.

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DIA 9: Mt Cook National Park – Tekapo

Fizemos o HeliHike com a Alpine Guides, saindo do aeroporto de Mt Cook.

À tarde, fizemos a trilha de Hooker Valley.

Dirigimos até Lake Tekapo, onde, à noite, fizemos o tour astronômico com a Earth & Sky na universidade de Mt John.

Dormimos em Lake Tekapo.

 

DIA 10: Tekapo

Passeamos em volta de Lake Tekapo e conhecemos a simpática Church of Good Sheppard.

Fomos passar a tarde das piscinas quentinhas de Tekapo Springs.

À noite, fomos para o tour astronômico da Tekapo Springs.

 

DIA 11: Tekapo – Kaikoura

O dia foi de trânsito. Dirigimos até Christchurch para devolver o motorhome na Britz e pegar um carro na GoRentals, parando em Rakaia Gorge pelo caminho.

Depois, seguimos para Kaikoura, onde passamos a noite.

 

DIA 12: Kaikoura

Acordamos de madrugada para fazer o snorkel com golfinhos com a Dolphin Encounter.

À tarde, fizemos o passeio para ver baleias com a Whale Watch Kaikoura.

Dormimos novamente em Kaikoura.

 

DIA 13: Kaikoura – Marlborough – Wellington

Saímos de Kaikoura em direção à região vinícola de Marlborough, onde fizemos várias degustações ao longo do dia.

No fim da tarde, fomos para Picton, onde pegamos o Interislander ferry, que nos levou à Wellington, já na ilha Norte.

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DIA 14: Wellington – Martinborough – Turangi

Mais vinícolas! Fomos explorar a região de Martinborough e seus vinhos orgânicos.

No fim do dia, seguimos para Turangi, onde passamos a noite.

 

DIA 15: Tongariro Alpine Crossing

Fomos no aventurar na trilha para a travessia do parque de Tongariro, onde fica a montanha da perdição do Senhor dos Anéis.

Dormimos novamente em Turangi.

 

DIA 16: Turangi – Rotorua

Fomos em direção à Taupo. Paramos nos mirantes para ver as Huka Falls e visitamos Waireki Terraces.

Íamos fazer um cruzeiro com a Sail Barbary em Lake Taupo, mas como o tempo fechou, optamos por seguir viagem em direção à Rotorua.

Fomos visitar o parque geotermal de Hell’s Gate e tomar banho de enxofre e lama.

 

DIA 17: Rotorua

Começamos o dia no parque geotermal de Waiotapu.

À tarde, fomos relaxar nas piscinas do Polynesian Spa.

No fim do dia, partimos para a experiência Te-Ra + Te-Po do parque Te Puia.

 

DIA 18: Rotorua – Waitomo – Matamata – Hahei

O dia foi de muito deslocamento e atividades.

Acordamos e seguimos para Waitomo, onde fizemos o rafting dentro da caverna de vermes brilhantes com a Legendary Black Water Rafting.

Depois, seguimos para Matamata, onde visitamos Hobbiton, o local onde foram filmados os filmes do Hobbit e Senhor dos Anéis.

Seguimos em direção a Hahei, na península de Coromandel, onde passamos a noite.IMG_2432

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DIA 19: Hahei

Fomos caminhando até a Cathedral Cove, parando nas praias pelo caminho.

Conhecemos a praia de Hahei e, no fim do dia, fomos conhecer a curiosa Hot Water Pool.

 

DIA 20: Hahei – Auckland

Acordamos e seguimos em direção à Auckland.

Passamos o dia passeando pelo centro da cidade, viaduct harbour e Mt Eden.

 

DIA 21: Auckland – Waiheke Island

Acordamos e pegamos o ferry da Fullers para Waiheke Island.

Fizemos checkin no fantástico Te Whau Lodge e partimos para explorar as praias e vinícolas da ilha.

 

DIA 22: Waiheke Island

Dia de vinho e praia em Waiheke Island.

 

Dia 23: Waiheke Island – Auckland – Brasil

Acordamos tarde, ficamos de preguiça na pousada e na hora do almoço começamos a via crucis de voltar para casa.

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Ufa, quanta coisa! Isso porque ficou muita coisa legal de fora (já sabem que eu vou querer voltar, né?).

Nos próximos posts vou contar mais detalhes dos passeios e de cada um dos lugares que passamos.