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reflexões

1 em Comportamento/ Destaque/ Reflexões no dia 30.11.2017

Por mais fotos ruins? Sim, isso mesmo!

Essa semana saí para jantar com duas amigas – e a amiga de uma delas que acabou virando amiga também. Na verdade, nós resolvemos criar um acordo de se encontrar pelo menos uma vez por mês para uma girls night out, ou melhor, moms night out já que todas somos mães. Aquela noite para jogar conversa fora sem grandes preocupações e sem estar na presença dos filhos, sabem como é?

A gente se encontrou há umas duas semanas atrás, só que dessa vez marcamos meio na pressa. Depois de um feriado com marido viajando, eu estava querendo um programa de adulto e resolvi fazer uma chamada de emergência para elas na segunda feira. Minha sorte realmente estava a meu favor, pois calhou de todo mundo estar disponível na terça sem precisar de pelo menos uma semana de antecedência. Quem tem filhos sabe como planejar coisas em cima da hora passa a ser uma tarefa complicada, por isso nem acreditei que deu tudo certo – e em 1 dia!

Depois de muita conversa jogada fora, risadas, alguns desabafos e, claro, depois de comermos e bebermos super bem, chegou o momento da despedida. Nada triste nem dramático, inclusive já combinando os próximos e pensando se uma vez por mês não é muito pouco. Que tal uma foto para registrar o acontecimento antes de todo mundo ir embora? Dizem que se a gente não tira foto é como se não tivesse acontecido. Como minha memória nunca foi das melhores, eu concordo completamente com essa frase.

Caramba tem uma cabine de 3×4 aqui, vamos tirar? Poxa, não tá funcionando…Mas aqui em cima tem uns sombreros, acho que vale para a foto. Mas caramba, como fazer uma selfie com 4 pessoas de sombreros? Bota uma lanterna aqui, um flash acolá, peraí vamos mudar de cenário, vamos para ali que tem mais luz. Não esquece de tirar o sombrero, gente. Ahhh, essas luminárias no teto são maravilhosas, vamos tirar de baixo para cima! Opa, ficamos contra luz. Então vamos fazer de cima para baixo. Mas aí ficou o banco aparecendo atrás. Perai vou fazer uma selfie – caramba, você cortou minha cabeça! E a cabeça de todas as pessoas, só deixou você aparecendo. Putz, você é ruim mesmo para fazer selfie, hein. Ahhh, olha, tem uma árvore de Natal cheia de luzinhas, vamos botar ela no fundo. Ih, pera, vamos pegar esses turistas com uma câmera enorme para tirar uma foto nossa. Oi, dá licença, você pode tirar uma foto nossa? Thank you, boa noite. Olha, finalmente uma foto boa!

A foto boa, que perto das outras ficou até sem graça

No dia a gente riu da sessão de selfies desastrosa. Caramba, 10 fotos e nenhuma muito boa, como assim? Eu, que tenho todo um certo capricho na hora de postar minhas fotos e sou bem chata com isso, confesso que imediatamente pensei que não teria como postar no instagram. Só que o dia seguinte chegou e, com ele, rever toda a nossa saga foi especial. Dane-se se não tá com a melhor luz, se fiquei sem cabeça, se o cabelo não tava no seu melhor momento porque tava gritando para ser lavado (foi meu caso), se o ângulo não tava dos mais favoráveis.

Enquanto revia as fotos – que foram todas postadas, porque uma dessas amigas não é de economizar foto – vi um comentário que concluiu tudo o que eu achava com tanta simplicidade que não poderia deixar de reproduzir por aqui: fotos ruins = noites maravilhosas (a autora foi @fafreitas, que nem conheço mas já considero pacas).

Não poderia concordar mais. Por mais fotos mal tiradas, por favor.

2 em Autoestima/ Comportamento/ Convidadas/ Destaque no dia 23.11.2017

Mulata tipo exportação? Morena da cor do pecado? Não, obrigada! – por Anne Ribeiro

Mulata tipo exportação, morena da cor do pecado, globeleza…já perdi a conta de quantas vezes escutei essas expressões ao longo da vida. Algumas vezes até consigo perceber a intenção da pessoa em me elogiar, porém demorou muito tempo pra eu entender porque não me sentia lisonjeada ou sequer confortável em ouvir esses “elogios”.

A história não é simples, mas continuem comigo que prometo tentar resumir!

Ao longo da vida acumulei privilégios. O primeiro deles foi nascer em uma família de classe média – o que em nosso país é um privilégio e tanto!!! Estávamos longe de ser ricos, mas meus pais puderam proporcionar a mim e meus irmãos acesso à boa educação, brinquedos, roupas, uma infância preservada de ter que trabalhar e foi possível desfrutar de várias experiências que centenas de crianças infelizmente não experimentam. Só que tinha um “detalhe”: esse privilégio social me tornaria uma exceção no mundo que eu viria frequentar. O motivo: havia melanina demais na minha pele!

Nascer negra em uma família de classe média me tornava uma das poucas crianças negras, muitas vezes a única, na sala de aula da escola particular, no transporte escolar e no play do condomínio. A situação não mudou na adolescência, nem na universidade, tampouco hoje em dia aos quase quarenta anos e trabalhando como psicóloga em uma grande empresa. É muito raro encontrar outros negros nos cursos e viagens que faço, nos restaurantes que frequento, nos grupos que faço parte, usufruindo dos serviços que eu consumo e não somente prestando esses serviços. Cresci e vivo em um mundo de brancos num País onde os negros representam mais de cinquenta por cento da população!

Mas Anne, o que isso tem a ver com autoestima?

Absolutamente tudo! Ou pra começar, zero! Essa era a nota que eu poderia atribuir pra minha autoestima até poucos anos atrás.

A falta de referências foi sem dúvida uma questão que interferiu muito na minha baixa autoestima, mas quando falamos em racismo o buraco é bem mais embaixo. O pior passa a ser justamente o contrário: lidar com as referências mentais que todos nós, negros e brancos, temos associadas à cor da pele. São quase quatrocentos anos de história – e uma história mal contada – enraizada no consciente e no inconsciente de uma sociedade inteira. A questão é complexa e não é o foco desse post, por isso não vou me alongar no que é ou deixa de ser coisa de preto, mas digo que não foi fácil pra eu entender que o racismo é tão estrutural e arraigado que não está somente fora, mas também dentro de mim. Cada vez que segurei a minha bolsa ou apressei o passo quando vi um homem negro se aproximar na rua; cada vez que julguei a minha beleza ou falta dela baseada num padrão que é mais europeu que qualquer outra coisa; cada vez que…bom, eu poderia passar o resto do texto citando exemplos de atitudes minhas, no mínimo, preconceituosas.

Mas como assim? Uma pessoa negra pode ser racista? Pois é, minha gente, aí está um dos pontos de perversidade e complexidade da questão. Demorou pra eu me admitir nesse lugar, como imagino que muitas mulheres que reproduzem discursos machistas ou homossexuais homofóbicos não se vejam como tal. Mas admitir é o ponto fundamental pra mudança. Lembro de como fiquei impactada quando li pela primeira vez a frase de Paulo Freire: “Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.” Tudo que não temos no Brasil é uma educação libertadora. Imaginem que há muita gente que acredita até hoje que abolir a escravidão foi vontade e generosidade da Princesa Isabel!!!

E no meio desse caldeirão tem a galera que acredita que tudo é mimimi e vitimização. Sem ironia alguma, eu adoraria fazer coro com essa galera! Isso significaria assumir que vivemos em uma sociedade tão justa, igualitária e respeitosa que alguém aventar que sofreu qualquer tipo de preconceito ou discriminação não poderia passar de ilusão da cabeça desse pobre cidadão. Até rimou, rs! Infelizmente eu não posso fazer parte desse coro por um motivo muito simples: racismo pra mim não é uma teoria abstrata ou algo cuja existência dependa da minha fé. É uma experiência, vivenciada quase que diariamente.

Mas voltemos ao resultado de tudo isso na minha história com a autoestima: uma criança absurdamente tímida! A sensação era que não tinha o direito de ocupar aqueles espaços. A todo tempo algo acontecia pra me lembrar que “aquele não era o meu lugar”. Eu praticamente pedia desculpas por existir e tinha pavor em desagradar qualquer pessoa: da professora mais sem noção ao coleguinha mais insuportável – eu bajulava todos! Me tornei a menina boazinha (o pior que pode acontecer a uma mulher, diga-se de passagem) e me adaptava a qualquer grupo que me acolhesse. Fui nerd, descolada, patricinha. Fui de goleira de handball a bailarina de dança do ventre.

Eis que veio o final da adolescência e foi nessa época, já com os cabelos completamente alisados e tendo na vaidade física quase uma obsessão, que eu descobri um outro “privilégio”: eu era uma mulata tipo exportação! Não vou aqui explicar a origem dessa expressão mas pra resumir o que habita o imaginário de muitos, conscientemente ou não, é que mulheres negras com certas características físicas pertencem a uma categoria que as torna mais “aceitáveis” – na verdade, mais desejáveis – do que outras mulheres negras, já que esses termos estão sempre ligados a uma hipersexualização e objetificação do corpo. Naquela época, cansada de inventar namorados imaginários para lidar com a rejeição, pertencer a esse grupo era como sair do exílio e eu investi nesse papel durante anos. Teve um período que achei que tinha que parar de ler Nietzsche e aprender a sambar. Não que uma coisa seja melhor ou pior que a outra, afinal o samba é uma expressão cultural que eu admiro e respeito muito! A questão aqui é o direito de escolha. O lugar que era esperado de mim e o que me fez acreditar que ocupá-lo era a única chance de ser amada e aceita.

A menina boazinha deu lugar a uma mulher sensual mas me trouxe de brinde uma agressividade e frieza gigantescas. Provavelmente para eu conseguir me manter em segurança – física, inclusive – e sobreviver a tantos conflitos internos e externos que eu não entendia direito. Mais tarde, já cansada de lidar com o título de globeleza, eu preferia ser encarada como séria e durona.

Foi somente de uns cinco anos pra cá, completamente desconectada da minha sensibilidade e sufocada por uma armadura moldada por medos, inseguranças e rancores que começou meu caminho de volta pra casa, de volta pra minha essência.

Entender a minha história e a história do meu povo foram os primeiros passos nessa estrada de autoconhecimento que incluiu terapias, estudos e principalmente, muito amor. Mais um privilégio! Sem dúvidas, o melhor deles. Estive cercada de pessoas muito especiais ao longo da vida e que foram fundamentais pra eu descobrir o amor-próprio e me reconectar com o meu afeto, minha doçura e minha alegria.

Não. Eu não sou a mulata globeleza ou do tipo exportação. Nem sambar direito eu aprendi, meu irmão! Eu sou apenas uma pessoa que como tantas outras, negras ou não, é cortada por defeitos e qualidades, sucessos e frustrações, amores e rejeições, mas com muito talento pra ser feliz!

Hoje sei que o “meu lugar” é onde eu quiser e faço questão de ocupar todos os espaços sem precisar me endurecer, agredir minha essência ou ser tão bélica quanto o mundo que habito já é. Parafraseando Martin Luther King: “Eu decidi ficar com o amor, o ódio é um fardo muito grande pra carregar!”

1 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 30.10.2017

Sustentabilidade, ética, projetos sociais e muito do que faz um mundo melhor.

Eu estou há algumas horas buscando inspiração para escrever sobre a visita à fábrica da Bio Extratus. Nada que passou pela minha cabeça parecia bom o bastante, nada parecia fazer justiça ao que eu vi e vivi nos dois dias em que estive na fábrica em Minas.

Estaria mentindo se dissesse que foi chocante ou surpreendente. O motivo? Todo mundo que conhecia a fábrica me dizia que eu iria morrer de amores, que o verde era incrível, que os peixes na água de reuso eram impressionantes, que a forma da família gerir era algo que praticamente não existe em indústria hoje em dia e que a vibração do lugar tinha algo que transcende a explicação. É inegável que eu fui com a expectativa muito alta.

Nesses 3 anos e alguns meses sempre conversamos com as mulheres do marketing sobre produto, sobre a qualidade e entrega dos mesmos, mas foi numa viagem há pouco mais de um ano que eu fiquei sabendo da energia solar da fábrica, do tratamento de água, dos prêmios e selos relacionados à sustentabilidade. Algumas vezes no escritório de Belo Horizonte e pronto, todos os funcionários só falavam no casal, nos donos e no quanto eles ligam para a relação interpessoal, para a energia colocada nas coisas e para a verdade do trabalho.

Só pela maneira de aprovação dos posts e briefings 100% livres eu já sabia que eu e Carla somos 100% privilegiadas de trabalhar há tantos anos com a Bio Extratus, mas foi na visita à fábrica que eu enxerguei o tamanho do meu orgulho de sermos embaixadoras dessa marca, que compartilha tantos valores nossos e do #paposobreautoestima.

E se você está pensando: Joana, isso é um publi, você tem que falar isso… Já começo dizendo que não, não é bem assim. Nunca vendemos elogio, vendemos o espaço publicitário da resenha ou da informação de lançamento. O que eu precisava contar é que fomos a fábrica para a gravação da final do #bioextratusreality, quadro do programa QUE BELEZA da RECORD NEWS. Foi um barato estar com todo mundo do programa mais uma vez, mas não é sobre isso que eu vou falar agora.

Se eu vi a Bio Extratus entrar na vida das nossas leitoras e amigas por causa da qualidade do produto, hoje vou dizer pra vocês que estamos comprando mais do que isso e mais do que um produto que envolve princípios ativos da natureza. Estamos comprando uma causa, quase uma maneira de provar que dá para empreender de uma forma tão linda que mais parece utópica, mas que eu vi com esses olhos aqui.

Já tinha um tempo que eu sabia que a marca investiu para que a energia de todo o terreno da fábrica fosse proveniente de placas fotovoltaicas , que usam a luz do sol para produzir energia. É energia limpa, é lindo, é da natureza, mas é caro. Nesse caso a previsão é que demore de 7 a 10 anos para haver realmente uma economia financeira na conta, mas pra eles é mais do que isso. É sobre estar DESDE JÁ beneficiando o meio ambiente. Quando eu questionei o Seu Lindouro, o responsável pelo Projeto Sol Nascente, e um dos diretores da Bio Extratus, sobre os anos que demoram para ter algum retorno financeiro, ele me respondeu que a melhor recompensa já acontece hoje, e ainda me deu o número preciso do dano que a fábrica deixaria de gerar ao meio ambiente. Eu confesso que esqueci esse dado, mas sua resposta simples e sincera me marcou.

Eu quero contar a história inspiradora e motivacional desse casal e seus filhos pra vocês, mas hoje eu vou trazer o olhar da sustentabilidade. A empresa se preocupa genuinamente com a natureza, com os funcionários e com o produto final. Eles nasceram para empreender com responsabilidade. Fui só mais uma das que sentiu uma lágrima cair durante a palestra da dona Vera, esposa de seu Lindouro, e uma das diretoras da empresa, antes de passear em todos os espaços da fábrica.

A história de como eles começaram é linda e inspiradora e até poderia render um post, ou um livro (fica a dica), mas vou me ater a falar do quanto vejo de valor nas motivações genuínas que eles têm na forma de tratar os funcionários, a natureza e os moradores da cidade de Alvinópolis.

Vocês já ouviram falar em distribuidores que pegam seu próprio dinheiro para doar um ônibus para o projeto social da marca? Isso tem lá. E funcionários de fábrica que juntaram um pouquinho de cada um e contrataram um show de teatro para o chefe? Também tem lá. Eu NUNCA nessa vida de blogueira e de CLT vi TANTO AMOR numa fábrica (eu trabalhei em duas e já visitei algumas).

Nessa visita muitas coisas me impressionaram: a palestra, a visita em si em cada parte da fábrica, a quantidade de produtos e a Fundação Bio Extratus, onde o trabalho social que eles fazem na comunidade com atividades de música, arte e dança me fez soltar lágrimas nos olhos. Acho que poucas vezes na vida senti tanto orgulho de fazer parte de algo. Nós duas fomos as primeiras blogueiras fixas contratadas pela marca, nós duas estamos aqui até hoje. Assim como os primeiros funcionários, que trabalham na Bio Extratus há 25 anos. Eles são assim, não tem muita explicação.

O casal, os filhos e o sonho são todos de uma simplicidade, competência e esforços únicos. Nesses quase 8 anos de blog trabalhei com grandes marcas, boa parte dos segmentos de mercado investiram no futi e eu nunca tinha visto nada assim. Lutando contra os preconceitos e tendo embaixadoras digitais cheias de propósitos maiores do que ter likes na foto, a empresa mostra que seus valores não são deslumbrados. É tudo verdade.

O tratamento de água em si é muito bacana, e ela é usada da descarga ao lago com centenas de peixes. que nadam nas águas tratadas. Para vocês entenderem um pouco do clima que eu senti, um desses peixes se chama Chico e é peixe de estimação da fábrica que vem para comer e receber carinho das mãos do Sr. Lindouro. Ver aquela cena me fez acreditar que existe um encanto, uma benção do divino por ali.

Enquanto eu andava dentro da fábrica atual (a nova ainda vai ficar pronta) me perguntei várias vezes sobre as placas que falam da responsabilidade pelos atos e outras mensagens positivas e humanas. Depois me arrepiei ao ouvir a história que dona Vera pede para que todos façam os produtos com a melhor energia e o maior amor, afinal, o produto vai na cabeça das pessoas. Eu, que acredito muito na circulação de energia do corpo, entendi mais uma vez que o mesmo amor que a gente sente vindo do marketing existe na hora de fazer os produtos e existe na hora que a empresa permanece na família com seus valores.

Para algumas pessoas, investir em tudo isso é jogada de marketing, ou mesmo um discurso para venda, no caso deles é o contrário. Eles foram fazendo as coisas e depois buscando os selos como consequência. Tem a ver com a forma como eles levam a vida, na pessoa jurídica e física. Nós trabalhamos com a marca há anos e vocês nunca leram sobre isso porque não era um argumento vazio, que lia em um release e transcrevia, era algo que precisávamos ver para falar aqui.

Se antes achávamos que a empresa era incrível pela comunicação mais verdadeira e transparente que já vimos ou pelo produto DE QUALIDADE, sempre elogiado por vocês (que nos mandam muitos feedbacks positivos), hoje entendemos que é muito mais do que isso. O investimento do marketing sempre foi focado na performance dos seus produtos, então a última coisa que podemos dizer é que o discurso é vazio ou para vender. Ainda que o mundo precise de mais fábricas assim, independente da motivação.

Eu voltei com muito orgulho de tudo. Nunca fez tanto sentido a forma que eles abraçaram todos os nossos projetos, nunca foi tão lindo ver de perto desde o cuidado com a natureza ao trabalho social, nunca foi tão emocionante estar de braços dados com uma empresa. Eu não sei quantos anos mais vamos ficar juntos, mas com toda certeza nós duas nos orgulhamos muito desses 3 anos de histórias juntos, construídos na internet e solidificados com essa visita, mas sempre com muita verdade e respeito à vocês, a nós e a eles.

Obrigada Bio Extratus por me ajudar a restaurar a fé no mundo, por acreditar no que temos para dizer, na nossa credibilidade e no que nem sabemos fazer ainda, mas vocês já apostam. Obrigada por serem essa família-firma na nossa vida.

Beijos

Se você gostou, pega esses links para você ler:

Link: Responsabilidade ambiental
Link: Responsabilidade social
Link: Fundação Bio Extratus
Link: História da marca