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5 em Beleza/ Make-up/ pele no dia 29.06.2017

Acne e a importância da base de alta cobertura!

Eu estou num processo de melhora com a minha acne! Quem leu minha história aqui sabe que eu revivi um dos maiores pesadelos da minha juventude e dessa vez não foi tão pesado assim, eu consegui redimensionar boa parte do desespero e me vi muito orgulhosa de enxergar o problema de forma prática e objetiva, eu vi a questão no tamanho que ela tinha, nem maior, nem menor. Modéstia a parte, isso me deu uma sensação enorme de orgulho, pois aos 18 eu fiquei meses sem querer sair de casa com o rosto deformado de espinhas. Jamais pensei que passaria por isso de forma tão madura. O foco de me manter equilibrada foi muito importante nesse caso. 

Parte da minha tática para acalmar a mente e não deixar os traumas de adolescência tomarem conta de mim foi: eu sabia exatamente o motivo pelo qual isso estava acontecendo, era hormonal. Nem eu, nem nenhuma das minhas médicas poderia fazer nada a respeito da pele se não resolvêssemos a questão dos hormônios. Produtos ajudariam? Sim, claro, mas tratar o que estava acontecendo dentro era o mais importante.

Eu mudei um tratamento clásssico (e bem bom) que eu fazia pro SOP porque eu queria enfrentar um cisto de uma forma diferente, além da vontade de regular minha menstruação, coisa que não acontecia com o remédio que ajudava na pele. Ela vinha, mas sem data, época e hora. Depois da homeopatia eu me vi 100% regulada, longe dos costumeiros antibióticos e corticóides de garganta, cuidando de forma mais leve das minhas questões internas. Infelizmente ao ir testando quais medicações deveriam ficar ou sair da minha rotina eu tirei uma que ajudava muito na questão do SOP (já que não tomo e não quero voltar a tomar anticoncepcional). De lá pra cá fizemos muitos testes, muitas medicações homeopáticas me ajudaram a colocar tudo pra fora e chegamos a um meio termo que está me deixando muito feliz e otimista.

A acne começou a secar, os remédios estão funcionando de uma forma muito legal e eu estou aprendendo a lidar com meu corpo num tratamento bacana de consciência corporal que estou fazendo. Eu já venho entendendo como a pele se manifesta em resposta a meus hormônios e comportamentos, isso é muito interessante, mas não conseguirei explicar aqui (não ainda)!

Entender os motivos do problema e ter 3 médicas 100% conscientes de tudo e de todas as alternativas me fez ficar tranquila, tinha certeza que daria tudo certo no final. Ainda não cheguei no final, mas as melhoras são evidentes. Isso me ajudou muito a levar com uma certa leveza mesmo os piores momentos, mesmo aqueles em que meu rosto estava coberto de espinhas internas inflamadas que doiam (esses dias eram os piores, fato)!

No entanto eu estaria sendo MUITO injusta se eu não dissesse que parte da capacidade de segurar minha autoestima boa em meio a crise foi a MAQUIAGEM. Eu aprendi alguns truques com a minha amiga Nath Barros e segui me aperfeiçoando, quando eu vi: aprendi a fazer uma cobertura muito maior/ melhor pro meu caso, aprendi a dar evidência pra outros pontos da make e quando eu parei pra notar, minha make-up estava me ajudando muito a passar por esse processo, que quem acompanhava meus stories ou me via sem maquiagem sabeia que estava acontecendo.

O ponto alto para ajudar com a ACNE foram as bases de alta cobertura! Eu sabia da importância da pele respirar, cuidava direitinho com todos os produtos maravilhosos da minha rotina (obrigada Blemish pela graça alcançada), mas na hora de sair eu precisava de algo que me fizesse não lembrar daquele problema, que me tirasse daquela realidade e me ajudasse a enxergar a Joana, além daquela questão.

Quais foram os produtos que me salvaram? Eu conto: algumas bases, todas sendo usadas em quantidades maiores (mesmo). Aprendi a aplicar uma camada de “reboco” com a beauty blender e para isso eu passei a usar muito mais produto do que antigamente. Já que eu estava demandando muito mais produto, passei a usar as mais baratas mais vezes e assim fui pegando gosto por dois produtos nacionais que chamaram muita atenção, apesar de eu ter conseguido o mesmo resultado com produto importado, a única questão nesse caso foram as quantidades mesmo e a demanda de estar sempre com uma pele “bem feita”.

Quem acompanha meu stories sabe que eu usei demais as bases da Quem Disse Berenice e da Vult, a da Chanel eu só me joguei na minha quando a nova chegou. Desde então consegui terminar com essa e deixei a nova fechadinha. A grande surpresa foi: o produto nacional deixou de ser algo que eu achava bom pra rotina, passei a usá-lo em casamento, festa bacana e evento importante. Quando eu me dei conta eu percebi que tem muita muita muita coisa no Brasil que eu quero usar mais, experimentar mais.

QDB: a base de alta cobertura da Quem Disse Berenice foi post no blog, tem mais de um ano que eu uso muito ela e gosto. Essa base fica com um acabamento bonito e mate, porém natural. Ela não tem tantas cores quanto a da Vult, mas foi a primeira base daqui que fez meu coração bater bem forte. Ela dura bastante comigo, apesar de uma crítica geral ser que ela não dura tanto. Eu não tive esse problema. Em um ano eu estou na terceira, ainda que não esteja mais usando ela todos os dias. Para ver as cores você pode vir aqui no site. 

Ponto alto: cobertura e naturalidade.
Dica: para maior cobertura usar a esponja úmida.

Vult: Algumas amigas que gostam bastante de make-up me recomendaram dar uma chance pra Vult e desde então não tenho me arrependido. O produto que mais uso deles sem dúvida alguma é a base líquida HD de alta cobertura. Indubitavelmente eu posso falar que esse foi o produto que mais me acompanhou durante a crise de acne. A durabilidade dele é maravilhosa (okay que uso fixador todo dia, mas uso com todas desde que estou com essa questão), a cobertura é mesmo alta conforme promete, o custo benefício é sensacional e foi o que melhor disfarçou as minhas espinhas. Com a quantidade de produto que eu aplicava e o acabamento da esponja úmida posso dizer que em vários momentos ela não ficou tão natural, mas ai não estamos falando do produto em si e sim da forma como eu utilizei para contornar uma questão.

Eu com uma baita crise de acne disfarçada na cobertura dessa base.

Apesar de eu pesar nas mãos das quantidades ela durou bastante, escolhi uma cor de verão e outra de inverno e em meio as muitas opões de cor (acho que são 16) eu descobri duas variações que funcionam pra mim: R10 e R05. Não sei se seriam as que um profissional me indicaria, mas são as que eu to usando e abusando feliz.

Ponto alto: super cobertura e versatilidade (entregando resultados diferentes de acordo com o acabamento).
Dica: quem está com acne e vai usar em quantidade pode não encontrar melhor custo benefício do que esse.

base Chanel:  A Perfection Lumiere Teint Fluid é para mim a melhor base cara que eu já usei para pele oleosa. Já tive a versão da cor errada, mas depois que acertei a cor passei a amar esse produto. Já foi item de uso diário, hoje não é. Eu adoro a cobertura, acho que dá para conseguir algo mais pesado ou natural de acordo com a quantidade de produto utilizado e o aplicador escolhido. Eu não viveria sem ele? Não, mas ao mesmo tempo eu não tenho recorrido tanto a essa base. Perdeu a obrigatoriedade de ser usada em casamento e evento de trabalho, hoje eu realmente uso quando me dá vontade, sabendo que em dias que a pele está com mais espinhas vou usar mais o produto e pode não ser um custo benefício tão legal.

Adoro a naturalidade dessa base, já usei uma até a última gota e no meu caso isso significa obrigatoriamente que eu gostei do produto. NUNCA termino algo que não amo.

Ponto alto: ótima pra ele olesoa, cobertura maravilhosa e naturalidade. Também acho um produto versátil, mas para alguns resultados não justifica a quantidade de produto que será usada.
Dica: usar com diferentes aplicadores para sentir o quanto ela pode variar na entrega que faz, mostrando assim que ela atende a várias demandas. Ficar atenta que certas cores só estão disponíveis para alguns países.

No site do Brasil não achei com esse nome, mas achei parecida! 

Essas são as 3 bases que me auxiliaram a dar uma segurada positiva na minha autoestima durante a crise de ACNE, assim como a esponja da Beauty Blender. Que eu lavo com o sabonete da marca para deixar ela limpinha e sem bactérias. Esse produto quando umedecido me entrega o melhor acabamento que já vi, sou viciada e sem esponja para base eu não fico mais.

Sim, eu pago feliz 20 dólares numa esponja, afinal ela mudou minha relação com o acabamento de base.

Assim sendo, quis compartilhar com vocês e perguntar quais são as bases de alta cobertura para peles oleosas que vocês recomendam!?! Pode ser barata ou cara, nacional ou importada. Só quero saber quais eu devo testar buscando um bom resultado.

Acredito muito que minha pele está em fase de melhora, mas como meu corpinho me dá um susto de vez em quando, tenho que estar sempre preparada para lidar com isso.

Aliás, estou achando que vou falar de todos os produtos que me ajudaram nessa fase, além das estratégias da minha Dermatologista Dra Vanessa Metz, que funcionaram muito bem também.

Beijos

0 em Beleza/ Destaque/ pele/ Publieditorial no dia 31.05.2017

Effaclar Solução Micelar Ultra: queridinha da minha pele oleosa.

Quem conhece minhas histórias de pele sabe que eu estou sempre na minha Dermatologista, Dra Vanessa Metz. Ela cuida de tudo que eu passo na pele e assim que a nova geração da solução Micelar da La Roche-Posay chegou aqui em casa, eu a consultei sobre o uso. Na mesma hora ela disse que o produto era super indicado pra minha pele, e desde então estou usando esse lançamento.

Ela tem duas versões: a Solução Micelar Ultra, que funciona para todos os tipos de pele (inclusive as sensíveis) e a que eu aderi, a Effaclar Solução Micelar Ultra. Esse último é ideal para peles oleosas e também conta com o ativo zinco na composição, reconhecido mundialmente por seus benefícios no controle da oleosidade. Eu agradeço! :)

Joana, mas para quê você usa a solução micelar? Bom, a pele acumula muita sujeira e impurezas ao longo do dia e mantê-la limpa é o primeiro passo para uma pele saudável, bonita e bem cuidada. Principalmente agora, que estou brigando com a acne. Como eu moro em uma cidade grande (e costumo viajar para outras cidades grandes), naturalmente eu convivo com a poluição, sem falar na minha oleosidade excessiva e no meu super uso de maquiagem, ainda mais com essa crise de hormônios que estou passando.

resultado do produto limpando após 12 horas que lavei o rosto em casa

Costumo sempre fazer uma limpeza caprichada, com cuidado, sem esfregar ou irritar demais, e por isso, a Effaclar Solução Micelar Ultra se tornou bem vinda na minha rotina. A solução é feita com água termal de La Roche-Posay unida à expertise da já reconhecida linha Effaclar para peles oleosas.

resultado do produto usado para tirar maquiagem

Além da limpeza, outro uso que eu faço desse produto é para tirar a maquiagem. É o meu novo demaquilante queridinho dado que é feito para meu tipo de pele. E por ter água termal de La Roche-Posay, ainda ajuda a dar uma acalmada na pele como um todo, além de hidratar e combater os radicais livres. Ou seja, o produto ainda tem uma ação antioxidante. Opa! Já notou como ele é muito versátil? Eu fiquei impressionada!

Meu algodão tem me mostrado diariamente o quanto minha pele fica mais limpa após o uso. Dá uma ótima sensação de frescor. A maquiagem sai e eu nem preciso enxaguar depois. Ainda que eu tenha um sabonete de rosto ideal também para meu tipo de pele. Para quem sempre pergunta: o lançamento não tem parabenos, corantes, álcool e sabão.

E por que chama Micelar? A marca explica.

“A La Roche-Posay associou o poder das micelas, que atraem as impurezas e promove uma limpeza profunda e suave sem a necessidade de aplicação de força, com a pureza da glicerina, ativo reconhecido por sua propriedade hidratante. Essa combinação permite uma fórmula ultra deslizante, que remove mais fácil a maquiagem, com menos fricção.”

Desde que comecei a usar a versão Effaclar Solução Micelar Ultra eu senti minha pele menos oleosa, estou tirando a maquiagem diretamente com ela e gostando muito do resultado e da fragrância. Minha versão é a de 100ml mas já estou de olho na versão de 200ml, dado a quantidade de produto que tem sido usado.

Vocês já testaram? Acho que minhas companheiras de pele oleosa vão gostar!

Beijos

11 em Beleza/ pele no dia 29.03.2017

Pele: o dia que a acne voltou!

Quem conhece minha história sabe que a coisa mais grave que eu passei em relação à minha autoestima na adolescência foi a minha crise de acne, inclusive foi bem mais complicada do que os 20kg que ganhei na mesma época. Tive um grave problema em casa, estudava em um colégio que demandava muito e ainda estava numa enorme confusão hormonal – na época, desconhecida – tudo isso no ano do vestibular, aos 18 anos. Complicado, não? Realmente, foi bem difícil.

Para vocês terem uma ideia, nesse período eu fui parada na rua para me ensinarem receitas caseiras para tratar minha pele! A coisa ficou tão peculiar – para sermos gentis – que desconhecidos se sentiam solidários a me dar receitas de cura. A intenção até podia ser boa, mas eu sofria com isso. A coisa não estava legal e quando decidi com a minha dermatologista começar o Roacutan a pele deu uma piorada sensível – coisa que ela me avisou que iria acontecer – mas mesmo assim eu não estava preparada para tanto. As pústulas mudaram o formato do meu rosto e além de tudo, doíam muito. Da primeira vez que passei por isso quase não usei maquiagem e por causa de tantas mudanças, eu fiquei meio pra baixo e não encarei bem o tratamento.

Hoje, no alto do meu achismo, lembrando do meu quadro e dos meus sintomas, diria que foi naquele ano que eu desenvolvi a Síndrome dos Ovários Policísticos, que muita gente (eu, inclusive) chama de SOP. Eu pesquiso muito esse assunto, mas na época tudo era menos simples. Em 2004, o melhor que conseguimos pensar foi em tratar a minha pele com o Roacutan, que não é o tratamento mais leve do mundo mas foi o que pareceu mais possível naquele momento.

Depois de tudo que vivi de 2004 para 2005, eu fiquei absolutamente neurótica com a pele. Pensa numa pessoa que não sabia a real proporção do problema? Esse alguém era eu. Tudo era um real pavor de reviver a experiência de acne. Um ano e pouco depois minha pele desandou de novo e lá fui eu tratar novamente com o remédio. Foi chato tomá-lo de novo, mas ao mesmo tempo foi muito mais tranquilo. O anticoncepcional ajudou e tudo ficou muito mais fácil do que da primeira vez. Eu também já usava mais maquiagem e fui conseguindo lidar.

De 2007 até 2017 esse monstro da acne me assombrou muito pouco mesmo. Os primeiros meses sem o anticoncepcional foram chatinhos, eu parei em outubro de 2014 e eu diria que só no segundo semestre de 2015 minha pele ficou BOA. Demorou uns meses para o tratamento que a minha ginecologista passou começar a fazer efeito, mas eu já sabia que seria assim e tudo correu conforme ela me disse que seria. Fui levando a pele numa boa, era uma queixa, mas muito pontual.

Outros efeitos colaterais do SOP, por sua vez, não se resolviam. Eu sempre fazia ultra e lá estava o quadro, minha menstruação não regulava, tudo isso ia se repetindo até que minha homeopata em pouco tempo resolveu tudo. Deu muito certo pra mim. Saiu um cisto, regulei a menstruação e nunca mais vimos a cor do SOP nas minhas ultras. O que não quer dizer que a síndrome não seja uma questão, quer apenas dizer que não tem mais o mesmo quadro que antes no exame de imagem. Em nome de rever quais remédios de alopatia eu realmente precisava tomar, resolvemos tirar o tratamento que vinha segurando a pele desde junho de 2015 e vinha cuidando da questão da testosterona.

As duas únicas queixas da retirada do primeiro tratamento? Queda de cabelo e acne. A queda de cabelo tem diminuído muito, então diria que em crise hoje só temos a acne. Motivo pelo qual eu estou fazendo esse post, que eu jamais pensei que teria que escrever de novo.

Hoje eu fico impressionada comigo por várias razões. A primeira e mais importante é pela tranquilidade com a qual estou lidando, mesmo nos dias mais difíceis. Durante esses dez anos eu passei a ter pavor da oleosidade da minha pele, das espinhas mínimas do dia da menstruação e de qualquer acne eventual que aparecia. Ter uma espinha era SUPER DIMENSIONADO pra mim, o trauma me fazia reagir de uma forma exagerada.

Fato é que a Joana de uns anos atrás estaria no poço sem fundo com a crise de acne na qual eu estou passando hoje. No entanto, eu fiz todas as escolhas muito consciente, pensando na minha saúde a longo prazo e eu sei que vamos encontrar uma solução, seja na homeopatia ou de novo na alopatia. Só estou me dando uma chance. Eu sei que vai ficar tudo bem e isso me ajuda a não cair na armadilha de super dramatizar o quadro – que já não é fácil – de acne.

Eu confio muito na minha homeopata, dermatologista e ginecologista, todas elas me explicaram tanto sobre essa questão que eu já entendo e vejo o que há em comum em todos os discursos, assim sendo, eu resolvi correr esse risco.

É mais difícil do que imaginei que seria? Com certeza. Mas nesse aspecto minha dermatologista Dra. Vanessa Metz está me dando uma bela retaguarda. Estamos fazendo um tratamento combinado de três ponteiras que eu nunca vi igual, nunca nada reduziu tanto meus poros. Além disso tento fazer uma ou duas vezes por mês limpeza de pele na clínica.

Para minha felicidade,  a SkinCeuticals comprou meu barulho e me mandou todos os produtos que estão na receita que a Dra. Vanessa me passou. Hoje eu uso desde o gel de limpeza da marca, até o blemish e o retinol. Já para dormir eu coloco a máscara de argila branca como secativo. Toda noite, em cima de cada espinha. Gasta a máscara? Com certeza, mas ela dorme doendo e acorda menos inflamada. É realmente impressionante.

gel de limpeza LHA 

BLEMISH + retinol 0.3

máscara de argila (tem tudo sobre ela nesse post aqui)

Se lá no passado me contassem que eu passaria por isso novamente eu diria que seria o fim, que eu ia sofrer muito. Agora, com a causa, o grupo e o projeto “papo sobre autoestima”, eu estou conseguindo olhar pra tudo de uma forma tão mais tranquila e redimensionara  Por causa desse olhar diferente eu me sinto mais forte, mais corajosa e pronta para qualquer coisa. 

Eu escolhi passar tudo isso por uma boa causa, eu estava tendo uns quadros que se repetiam e no fim, eu vivia à base de remédios pesados.  Eu era refém de remédios chatos, refém da emergência de otorrino e vivia com questões que hoje eu não tenho. Se o preço que tive que pagar é essa fase? Tudo bem, eu vou passar por ela e vai ser só uma fase. Por mais frágil e vulnerável que eu possa vir a ficar, eu tenho consciência real de que vai passar, e vamos encontrar uma solução pra isso.

Enquanto isso eu vou seguindo, fazendo instastories sem maquiagem, com máscara de argila ou com uma super base, com a pele toda corrigida. Eu me amo e me respeito das duas maneiras e quanto mais meu emocional me ajudar, melhor vou passar por tudo isso.

Coloquei todo o problema no seu tamanho real, nem sempre é fácil, mas nesse caso eu tenho conseguido e isso me deixa orgulhosa de mim. Eu jamais estaria passando assim por isso assim, sem o coletivo. 

Eu fico muito grata por tudo e por isso vim compartilhar minha experiência.

Beijos