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#paposobreautoestima

0 em Autoestima/ Destaque no dia 20.06.2018

Lá no #paposobreautoestima

Nem acredito que já contamos com quase 8.000 posts na hashtag! E essa semana resolvi trazer algumas das coisas que estão rolando por lá, para quem quiser se inspirar em mais fontes. :)

andreza

Sempre quis usar um body de renda mas assim como a maioria de vocês sempre tive muitas inseguranças com o corpo. Ontem me joguei nesse body ( já tenho ele a mais de 1 ano e estava guardado). Pela primeira vez me senti linda para usar. Aos poucos estou fazendo as pazes com o meu corpo, é um trabalho diário de aceitação. Parece besteira mas não é. Precisamos amar as nossas diferenças e compreender que não precisamos ser iguais às capas das revistas para sermos perfeitas. Se ame mais! – por @andrezagoulart

Falamos tanto em construir um “mundo melhor” e nem sempre sabemos como, eu te digo: apoiando. Apoiar o outro nos une, nos agrega, nos fortalece, conforta.
Se cada um de nós apoiar pessoas a nossa volta, já é um começo, o mundo inteiro vai estar muito melhor!
Apoiar é como andar de mãos dadas e saber que por mais que a gente caia ou derrape você sente que alguém vai te ajudar.
E como disse Khalil Gibran “Meu caminho pode não ser o seu caminho, contudo, caminhamos de mãos dadas” – via @beyoutoday_

Pensei mil vezes antes de postar essa foto, pq minhas varizes aparecem. Só que eu achei a foto linda e então resolvi publicar, sei que é difícil a gente aceitar coisas que nos incomodam no nosso corpo, parece besteira mas isso é uma coisa que me incomoda muito, e é difícil aceitar e querer mostrar aquele defeito que tanto incomoda. Mas eu to aqui dando a cara e tentando trabalhar isso em mim, tenho que me amar do jeito que sou e ter a consciência que devo ser feliz com minhas imperfeições! . – por @vanessacatribblog

Ninguém é você e esse é o seu poder – por @chefpaty

Você aceita elogio? Um elogio sincero e genuíno é bem recebido? Você agradece ou refuta? Tudo que nos é dito de bom deve ser absorvido. Você é digna de todos os elogios. Eu demorei a responder elogios com um simples: obrigada! Era sempre: impressão sua, são seus olhos, imagina… Hoje eu simplesmente aceito e agradeço. Bem gratiluz, bem clichezona. Não dependa de elogios, mas acolha os que você receber. – por @patiquental

0 em Autoestima no dia 01.06.2018

Lá no #paposobreautoestima

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Carinha de feliz pq a loucinha tá lavada, casa cheirosa e arrumada, roupa estendida e areia da gata sem caquinha! 😻
8 meses que saí da casa da minha mãe e me arrisquei nessa fase nova tão cheia de experiências malucas. Mesmo batendo o pé dizendo que seria um sonho, mil maravilhas, já tinham me avisado que não seria como brincar de casinha de boneca rs, que até choraria em algumas noites sozinha olhando pro teto, (ô! E como rs), mas o que descobri sozinha é que às vezes a gente precisa abraçar as nossas fragilidades, dar ouvido à elas. A “mulher maravilha” de verdade é aquela que aceita as suas vulnerabilidades. Eu descobri isso na MARRA! Jurava que era muito mais “FORTE” do que realmente sou. Tudo bem, né? A gente vai se conhecendo rs. No fim do dia, percebi que a coisa mais linda é saber que em cada dificuldade (por pior que seja) a gente se supera e EVOLUI. No dia seguinte, sempre há um amanhecer lindo pra colocar um sorrisão no nosso rosto! ♥️ É, minha gente! Crescer tem seu preço, né? Ele se chama autoconhecimento! ✨ – por @biancaandradeoficial

(PASSE PRO LADO – FOTOS TIRADAS NO MESMO DIA)
Sobre o que eu estava falando nos stories: a segunda foto foi tirada quando eu estava me sentindo pra baixo, me sentindo feia, sentindo que não tava sendo boa o suficiente ali naquele momento nem pra fazer uma foto, pra mostrar o meu trabalho (maquiagem/cabelo). A primeira foto foi depois que eu ignorei tudo isso, foi quando eu comecei a me perguntar “da onde eu tô tirando essas coisas?!”. E percebi como minha expressão/postura mudou. Gente, pode parecer besteira mas o que pensamos sobre nós mesmos reflete no rosto, no corpo, nas expressões, na forma como tratamos as pessoas. Dizem que é normal nos sentirmos assim as vezes, tá…mas não permita que isso vire uma rotina. Que isso se torne uma coisa normal “”Só pq nós mulheres somos assim”” como dizem. Comecem a se observar mais. Se olhe mais no espelho. Tire uma foto bem MULHERÃO DA PORRA e veja o quanto de beleza vc tem! ❤ – por @jeessmakeup

“I let go of everything and am thankful. What I want to change, I’ll change. Change is a new beginning.” #selflove #empowerment #autoestima #acceptance Percebi que eu não preciso de muito. Quanto menos tenho, mais aproveito o que tenho. Quando me desprendo do mundo, me liberto dentro de mim. Mas não foi fácil chegar a essa conclusão. Toda mudança é difícil. Toda mudança é processo. Mudar leva tempo e o tempo que se leva é aonde o calo aperta. Já vivi mudanças que depois me perguntei porque não mudei antes. Hoje eu entendi, eu não estava pronta. Ou eu ainda não queria de fato. Não dá pra forçar a mudança de outro alguém. E ninguém tem que forçar mudança nenhuma em nós. Somos o que decidimos e em cada momento precisamos respeitar o nosso tempo. Nem sempre a decisão é simples. Nem sempre é simples por em prática. Na teoria tudo é lindo. Tão lindo e ilusório que na realidade chega a ser perigoso. Por muito tempo eu quis mudar muitas coisas em mim. Já me comparei. Já quis ser outra pessoa. Pessoa essa que criei na minha imaginação. Porque de perto ninguém é como parece. E foi esse o momento que me trai. Eu não aceitava ter pontos fracos. Mas se eu não aceitar minhas falhas, também não mereço meus acertos. Entendi que melhorar a si e se respeitar é o ponto chave. E que aceitação não é coisa de fase. É pra vida toda, todos os dias. Hoje eu agradeço. Agradeço porque sei quem sou e admiro demais a pessoa que me tornei. Sim, a gente precisa se admirar. Uma vez eu li que só se ama o que se admira, o resto é confusão mental. De fato. Talvez eu seja hoje a pessoa que mais me admira. E se não tiver mais ninguém que pense assim, tá tudo bem. Eu já mudei muito e me melhorei demais pra chegar até aqui. Agora não tem volta. O foco é outro. E sobre o amor, não me contento mais com pouco. ✨
texto @gabi.artz – por @chefpaty

Sabe essa menina ai da 1° foto , passe pro lado ➡️ na maioria das horas do dia é essa 2° – sim essa sou eu! Aí tinha acabado de sair do banho, cabelos molhados, zero maquiagem, olheiras, sardas, imperfeições que eu e qualquer outra pessoa têm e sabe o que de mais incrível vejo nessa comparação? Que sou feliz da mesma forma, maquiada ou natural, confesso que mais nova não entendia o porque das olheiras e sardas e ficava sem entender, por que só eu? Porque minhas amigas não tem? Hoje sei que é genético mas pelo incrível que pareça apesar de muitos acharem feio, horrível nunca me deixei levar, entendia que eu era assim e pronto, cada um tem sua marca essa é a minha, não tenho vergonha. Sou negra, tenho manchas da minha genética ,hoje passo sim base ,corretivo tudo que tem direito mas não pra esconder,e sim pra realçar minha beleza me sentir mas bonita, levantar ainda mas minha auto estima . Essa sou eu pelo menos 20 horas no meu dia, se sou feliz?? Ah e como sou, á sociedade tenta nos por num padrão de beleza chamado “perfeição” que não existe , acho que cada uma tem que se sentir perfeita como é, e do jeito que quiser . Sou linda sem maquiagem, maquiada então nem se fala kkkk 😂😘😘 Ame-se do jeitinho que você é !❤️❤️❤️- por @duetodasamigas

Nós mulheres desde pequenas somos ensinadas a ver primeiro nossas falhas antes que vejamos nossa melhor parte. Sempre colocando uma lente de aumento neles quando nos colocamos frente a um espelho. Nós somos conscientes de cada pequeno defeito que temos , e gostamos de ficar constantemente mexendo neles como feridas e tentando o melhor para curá-los. Por que somos tão malvadas conosco mesmo? Isso é apenas meio triste. Nos últimos anos eu tenho trabalhado em uma coisa maravilhosa chamada amor próprio, porque eu percebi que se alguém mais dissesse coisas para mim, que me colocariam para baixo eu não iria ouvir, então por que eu mesma ficava dizendo essas coisas para mim mesma? Estou obviamente ouvindo meus próprios pensamentos, certo? então por que não transformar esses pensamentos em algo positivo.

Sei que existem coisas que queremos mudar em nós mesmas, e se houver uma mudança que você possa fazer, vai lá e faça. Mas Se há algo que não pode mudar, aprenda a amá-lo, você tem que está bem consigo mesmo e isso não quer dizer está bem segundo padrões alheios, é gostar de si pelo que você é. É um conceito simples, porém existe um longo e difícil caminho para trilhar até que você consiga abraça-lo. Eu tenho trabalhado todos os dias para ser agradável e positiva comigo mesma, tento me ver da maneira como eu gostaria que as pessoas me vissem, tento ter tão boa comigo , como eu sou com meus amigos. Afinal, se eu não posso amar a mim mesmo, como posso amar os outros? Só precisamos olhar para dentro, e não para o que há lá fora, pensar que quando se constrói uma mente sã, torna-se mais fácil construir um corpo também são, floresça primeiro por dentro, torne-se seu maior fã, e você vai ver a mágica acontecer, vamos lá, vem se amar!

0 em Autoestima/ Destaque no dia 17.05.2018

Um #paposobreautoestima em NY, com Fabi Saba & Nina Gabriella

Eu estou atrasada algumas semanas com esse post, eu sei. O tempo que levamos para organizar tudo é desproporcional ao tempo que demorou para fazer esse post. Só que o evento foi tão legal me deixou com sensações tão especiais que eu lembro como se tivesse acabado de sair de lá.

Na verdade, esse #paposobreautoestima não estava nos planos de eventos que pensamos para 2018, mas a Cris, que tem uma empresa de experiências personalizadas, quis aproveitar a estadia da nossa amiga Nina Gabriella na cidade (porque né, eu estava pensando na estadia dela só pra curtir mesmo haha) e me propôs fazer um evento do #paposobreautoestima junto com a Dig New York. Ela já tinha a ideia de lugar perfeito, parceiros e fotógrafa engatilhados. Como eu já estava combinando algo com a Fabi Saba há um tempão, por quê não aceitar? Em uma semana convidamos, organizamos e fizemos o evento, e eu nem acreditei!

Nina, eu, Fabi e Cris, a idealizadora do evento.

Nina, eu, Fabi e Cris, a idealizadora do evento.

Confesso que fiquei impressionada por termos conseguido juntar tanta gente – em torno de 25 mulheres – em tão pouco tempo! Algumas que eu já conhecia do último piquenique (que aliás, vai ter no começo de Julho, quem estiver aqui em NY já vai ficando de olho nas redes do Futi para mais informações!), uma que participa de vários eventos nossos no Brasil (Lhaylla, to falando contigo) outras que conhecia das redes sociais, algumas que conheci ali mesmo e amigas que foram prestigiar. <3

O lugar escolhido foi um ambiente na Galeria Melissa, que fica no Soho, e lembra muito uma casa. Com sofás, almofadas, poltronas, mesa de centro, parede de tijolos, estantes e livros, até mesmo uma bicicleta e parede de luzinhas (que eu levei porque sou dessas que acha que tudo com luzinhas fica mais bonito rs).

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Foram mais ou menos 2 horas de bate papo e a ideia era justamente ser uma conversa informal, um bate papo entre amigas que estão ali para discutirem vários assuntos que englobam a palavra autoestima.  Não sei se vocês sabem, mas eu e a Jô amamos experimentar os mais variados formatos quando o assunto é nosso projeto, mulheres e suas histórias relacionadas a autoestima. Piqueniques e festas na piscina são só alguns dos que se repetiram, esse bate papo de sofá foi inspirador e me lembrou do quanto amamos fazer o bloco de carnaval com a Preta Gil e a BOA em 2o17. A verdade é que a gente ama investir em eventos diferentes e desafiadores, que toquem e acrescentem, e é isso que estamos tentando fazer em 2018. Aguardem as novidades.

Especificamente esse encontro foi bem diferente dos piqueniques e que eu também achei bem interessante de fazer. Pessoalmente, eu achei muito confortável. Não só por causa dos sofás, mas por causa da situação. rs Eu, que morro de vergonha de ser o centro das atenções em conversas e bate papos, foi uma delícia dividir o holofote com outras mulheres tão incríveis e que apoiam com tato amor o PAPO SOBRE AUTOESTIMA. Gosto de trazer todo mundo para conversar e, definitivamente, adoro situações onde posso ouvir e aprender, mais do que falar.

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Estar com a Fabi, que é uma mulher que quanto mais eu conheço, eu aprendo, eu admiro e me inspiro, sempre é maravilhoso. Já falei aqui que quando a convidei para o piquenique no ano passado, fiz o convite ja tendo certeza que ela ia recusar? Imagina que a musa da minha adolescência (sim, eu via Interligado) iria aceitar meu convite? Pois ela aceitou, foi e acabei ganhando uma amiga. Há alguns meses que nós pensávamos em fazer algo juntas, e quando a Cris propôs o #dignyconvida papo sobre autoestima, nem pensei duas vezes em chamá-la.

Mas amei mesmo que a Nina estava com a gente, pois ela é uma pessoa que tem muito para somar. Quem a segue nas redes sociais vê quantas questões de corpo, cabelo, maquiagem e até mesmo moda que estão totalmente relacionadas com autoestima ela aborda. E nessa conversa, ela se abriu bastante sobre como ela é cobrada nas redes sociais, seja para emagrecer, seja para só postar fotos super maquiadas. Só que se tem uma palavra que define ela é autenticidade, e ela também conseguiu mostrar como conseguiu fazer com que as pessoas recebessem sua mensagem. Ah, e no final estavam todas fazendo a cabeça da Nina para ela se mudar logo para cá, eu to nesse time. haha

Mas nós só éramos influenciadoras que chamaram outras mulheres para discutirem suas experiências. E depois que todo mundo ficou mais à vontade, a conversa fluiu mais naturalmente como se fosse na casa da gente. Alguns dos muitos assuntos abordados precisavam aparecer aqui no Futi, e eu vou tentar entrar em contato com algumas das meninas presentes justamente para trazer o bate papo para cá. Falamos sobre corpo, sim, mas também abordamos TPM, sobre endometriose, sobre saúde mental (e o medo de dizer que toma algum remédio), maternidade e a pressão da perfeição em tempos de internet.

Confesso que saí de lá muito realizada. Quando cheguei aqui em NY há quase 2 anos eu estava bem perdida, muitas vezes meio desmotivada porque não conseguia dar conta do trabalho com a maternidade em tempo integral e acabava me sentindo de fora por ter tanta coisa acontecendo no Brasil e eu não conseguir participar.  Ter feito esse movimento de aceitar o evento no impulso e ver que dá para ter muito #paposobreautoestima aqui em Nova York também me inspirou, me motivou e me fez achar parte da Carla que estava adormecida.

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Como divido tanta coisa pessoal, não tinha como não dividir esse dia que foi uma verdadeira realização profissional, mas também pessoal. Muito obrigada para todas que foram, participaram e fizeram aquela noite de sexta feira ser tão sensacional.

Agradecimentos muito, muito especiais à Cris, que além das experiências personalizados e super fora da caixinha que ela faz com a Dig NY, também é uma organizadora de eventos maravilhosa (que não deixa de ser uma experiência bem personalizada, né? rs). À Melissa, que ofereceu o espaço mais delicioso e especial de NY (já quero fazer mais coisas lá!), ao Café Patoro, que ofereceu sanduíches de pão de queijo de comer rezando (pão de queijo com goiabada e queijo, como errar nessa combinação??) e à Vanessa Carvalho, fotógrafa responsável por essas fotos que ilustram o post!

Esse evento só me deixou mais ansiosa e animada para o piquenique que farei aqui em NY!