Browsing Tag

#paposobreautoestima

0 em Autoestima/ Destaque no dia 16.04.2018

Lá no #paposobreautoestima

Semana passada não teve, mas começamos essa com alguns dos posts recentes que mais gostamos na #paposobreautoestima. Quem quiser aparecer por aqui, é só usar a hashtag no instagram, de preferência em um post contando qual é o seu desafio com a sua autoestima e como você está fazendo para superá-lo. <3 Estamos esperando!

futilidades-mariana-xavier

@marianaxavieroficial: Se você tá na sua jornada de amor-próprio e ainda não assistiu ao vídeo de ontem, você não imagina o que tá perdendo! – para ver o vídeo é só dar uma olhada nesse post.


@sarabgaldinoTerça-feira, 10 de abril, aproximadamente 7:28. Mais uma vez, acreditei nos padrões. Tive uma recaída. Me senti mal. Coloquei uma blusa mais colada que marcou as dobrinhas, e pela primeira vez, depois de alguns meses sem esse problema, sem me pressionar por isso, o fiz.

A verdade é que não tem como estar bem consigo mesma o tempo todo. Autoestima, aceitação é uma luta diária. ⠀São anos e anos lutando pra estar dentro de um padrão inalcançável. São anos e anos sendo bombardeada todos os dias com os tais corpos ditos perfeitos, em todos as mídias. Foram anos de bullying. Foram anos de insegurança. ⠀

Pela primeira vez, em meses, me senti pequena pra enfrentar aquilo. Uma blusa que pareceu um problema tão grande. Por um momento, quando me olhei no espelho, me passou como um filme; me lembrei de todos os complexos, transtornos, loucuras pelo tal corpo perfeito.

Eu não vou desistir. Mas hoje, eu me senti fraca. Me senti mal. Incapaz. Incapaz de incentivar alguém. ⠀
Me desculpem. Eu acho que ninguém é forte o tempo todo. Ninguém se aceita o tempo todo.
Eu não vou desistir. Vou continuar na luta diária da auto aceitação. Mas, como sempre digo aqui, quero mostrar a realidade, independente de qual seja ela, e a realidade é que hoje me senti assim. Precisava desabafar sobre isso. Espero que me entendam.

@amanda_samotEu vivo falando sobre auto aceitação e amor próprio. Sobre como estou melhor ultimamente. Sobre como estou mais ciente de que tento ser minha melhor versão. Mas alguns dias ainda são bem difíceis. Tem dias que não quero sair de casa, outros que saio e me arrependo logo. Tem dias que choro por simplesmente olhar no espelho e não aceitar aquilo que vejo. Hj é um dia ruim. E infelizmente sei oq causou isso. Pq hj quando eu caminhava em direção ao meu trabalho, como faço todos os dias. Tinha apenas eu e mais uma senhora na rua. A senhora que ficou olhando para trás o tempo todo. A senhora que guardou o celular. A senhora que mudou a posição da sua mochila. Hj eu tentei ser forte contando isso para minhas amigas, até fiz piada. Mas a verdade é que isso me doeu e me feriu de uma forma absurda. Eu estava indo trabalhar com as roupas que vcs sempre me veem por aí. E então fiquei me perguntando “e se minha aparência fosse melhor?”, “Talvez se eu fosse bonita ela não me confundiria com um bandido?”, “Talvez se eu tivesse melhor vestida?”. A verdade é que ainda que eu esteja confortável em ser apenas eu sempre vai ter alguém pra me fazer passar por dias assim ou talvez eu nunca esteja confortável sendo apenas eu. Bom, eu prefiro acreditar que hoje foi apenas um dia ruim. Amanhã voltarei a acreditar que sou uma pessoa incrível.

@bureaudeestiloNesse processo de parar de brigar, aceitar e depois amar meu corpo, uma coisa essencial pra mim foi entender que há razões políticas e econômicas por traz da obsessão com a beleza e com a magreza feminina. Fez não só com que eu enxergasse a questão de maneira mais objetiva, como também apelou pro meu lado desobediente! haha E o livro que me ajudou demais nesse processo e que eu recomendo pra todo mundo que tá nesse caminho, é o Mito da Beleza da Naomi Wolf. O livro é 1991, mas, infelizmente, segue atual. É de lá essa frase que sempre que leio acho muito impactante (e faz muito sentido): “Uma fixação cultural na magreza feminina não é uma obsessão pela beleza feminina, mas uma obsessão pela obediência feminina”

@robertatrajanoo: O que separa uma foto da outra ? Nada mais nada menos do que um aplicativo que altera a REALIDADE… É super normal procurar nosso melhor ângulo Para sair BEM em uma foto , é normal querer esconder algumas gordurinhas indesejáveis,mas devemos tomar muito CUIDADO,pois infelizmente acabamos virando escravas das redes sociais . Acabamos deixando de postar muita das vezes uma foto LINDA, cheia de ALEGRIA e LIBERDADE só pq ela não se enquadra nos padrões que NÓS mesmas acabamos acreditando que deve existir . 
O melhor da vida vai muito além de uma foto PERFEITA (no INSTAGRAM) e que nem tá tão perfeita assim , pq deixei gordurinhas nas costas 😂😂😂 _________________________________________________
1 – Não existe um padrão para ser feliz .
2 – Poste a foto que quiser ,como quiser .
3 – Não caia na ilusão das pessoas perfeitas que existem nas #redessociais 
4 – Ninguém é perfeito, todos temos defeitos e medos (por trás das #redessociais )
5 – Por trás daquela foto #perfeita existem várias coisas 
6 – Ninguém é perfeito e feliz o tempo todo.
7 – Todo mundo tem dias tristes e dias felizes 
8 – Seja você sempre 
9 – Não aceite rótulos 
10 – SEJA LIVRE 🙌🏾 SEJA FELIZ 😃

@juliathetinski: A autoestima é um exercício diário. Nos cobrar menos e olhar com carinho o que o espelho nos mostra é fundamental para nossa saúde física e mental. O autoconhecimento nos ajuda a não cairmos nas nossas próprias armadilhas, como nos compararmos o tempo todo com outras mulheres.

“A beleza de outra mulher, não significa a ausência da sua”.

Falei tudo isso só pra dizer que há alguns anos eu nunca publicaria uma foto em roupa de banho em uma rede social. 😂😂 Eu nem faria… Estaria perdendo tempo me preocupando com detalhes que não influenciam naquilo que sou e perderia uma foto dessas bichooooo.

0 em Autoestima/ Destaque no dia 06.04.2018

Lá no #paposobreautoestima

Mais uma semana de frases, fotos e textões inspiradores lá na nossa hashtag. Se você está no instagram, divida seu textão, seu textinho ou sua frase de incentivo com a gente ao botar a #paposobreautoestima no seu post. <3

mayara-cardoso

do @blogmayaracardoso: Conheci a maquiagem aos 10 mas só passei a me aventurar com os pincéis aos 14. De lá pra cá essa paixão só aumentou a ponto de se tornar minha profissão, fiz meu primeiro curso aos 18 e a partir daí comecei a ensinar. Mais de 4 anos dentro de sala de aula ensinando e formando profissionais da maquiagem. Sempre ouvi falar/falei dela como uma forte aliada na autoestima, no bem-estar da mulher e durante um tempo dei muito crédito pra ela. Porém passei a ver alguns casos em que essa relação é um pouco doentia, onde quem domina é a maquiagem. E quis aproveitar a minha força pra ser exemplo de que ela é nossa PARCEIRA mas que a gente é linda com ou sem ela! Depois que você tiver essa consciência, aí sim amiga, você vai saber usar a maquiagem para te ressaltar e não para se esconder!

via @nataxavierr: Enfim a tal da transição acabou, foram tempos difíceis. Não é fácil passar por tudo isso, pode parecer exagero mais essa mudança é mais interior do que exterior.
Querer essa mudança era me olhar todos os dias no espelho e não me sentir bem, foi me olhar e querer meu cabelo de volta sabendo que o processo para tê-lo seria desconfortável, sabendo que seria um processo onde minha autoestima estaria ameaçada todos os dias, mais mesmo assim aquela busca por liberdade, por ter meus fios naturais novamente era tão grande, que eu aguentei, eu lutei todos os dias para não desistir, para não voltar a chapinha e não foi fácil.
Eu alisei meu cabelo muito cedo, quando eu decidi que não queria ter um cabelo diferente, foi quando eu olhava para as minhas amigas e todas tinham o cabelo liso, foi quando eu via filmes, novelas e nem sequer via alguém com cabelos crespos/cacheados, foi quando eu não via mulheres iguais a mim, então eu decidi mudar, ser igual ao que eu via.
Durante muitos anos da minha vida fui escrava da chapinha e de procedimentos químicos para alisar o cabelo, foi quando em 2017 eu decidi que eu queria meus cachos de volta, eu sentia tanta saudade do meu cabelo, eu sentia que faltava algo, mais eu só percebi isso quando vi outras mulheres assumindo seus cachos, seus cabelos crespos, foi quando eu me senti representada, quando eu ganhei forças e tomei coragem de ir em busca daquilo que sempre fui. Confesso que foi uma mudança lenta e de muita paciência, não foi fácil esperar, eu só queria que acabasse logo, mais ao mesmo tempo esse ciclo me ajudou muito, foram tempos de muita transformação, não só fisicamente mais interiormente também.
Agora eu me sinto livre, eu me sinto verdadeiramente feliz, leve, como se um peso, aquele peso social por ter que ser aceita pela sociedade tivesse saído das minhas costas.
Eu só queria agradecer, primeiramente a mim, por ter aguentado e ter sido forte, agradecer a todas as mulheres incríveis que eu conheci durante essa jornada, a todas as páginas e perfis sobre a transição capilar.

via @euisabelaluna: Tem coisas que não dependem do outro, não dependem dos elogios, apoio e amor que você receba, depende de nós (igual naquela música rs), precisa vir do nosso interior. E eu fui tirada TOTALMENTE da minha zona de conforto e confrontada: “E aí, linda? Vai querer continuar assim ou vai mudar?”. E estou mudando, e não foi fácil, por não saber por onde e como começar. Mas dizem que só de procurarmos o caminho, já estamos no caminho. E dia após dias, vou me encontrando mais nesse caminho, me encontrando mais em mim. Uma Isabela que eu nem sabia que existia. Eu não sei descrever a sensação…
Percebi que a mudança tem que ser primeiro por mim, e a consequencia vai ser respingar em quem é da minha vida, ser mais feliz com as pessoas da minha vida porque estou feliz comigo primeiro, não preciso de ninguém como muleta, não sou dependente emocional e de nenhuma forma de ninguém.
Mas isso não significa que todos os dias na minha vida são um mar de rosas e me acho linda e maravilhosa sempre, definitivamente não! Mas a forma de lidar com isso mudou, a cabeça está mudando, o coração também.
Trabalhar a espiritualidade tem me ajudado muito também e não confunda espiritualidade com religiosidade.
Enfim, sem mais delongas, quero concluir dizendo que se você já pensou em desistir, te entendo. Se você já passou por algo que eu disse aqui ou mais, não desista não! E eu sei o quão fácil parece falar isso. Mostra pra vida que você é teimosx e não vai aceitar essa sua situação. A resposta não está em nada e ninguém além de você mesmo. Procure ajuda e se rodeie de pessoas do bem e que te amam. Se lembre que você é parte do Universo, e ele é lindo e cheio de possibilidades, assim como você.

via @marcimarciano: Esta menina aí da foto foi minha primeira cliente de Consultoria de estilo. Ela se sentia feia porque não tinha corpo, cabelo e rosto padrão. As sobrancelhas eram grossas, rolava um buço a mais e com 12 anos, usava calça 44 apertada. Se sentia horrível e inadequada, principalmente porque muita gente ria dela por ser diferente.

Esta menina sou eu, e foi aí que a a moda me salvou. Eu não era a mais magra, a mais linda, mas podia me vestir de forma que me sentisse bem. Então passei a descobrir truques de estilo como usar uma camiseta mais larguinha (pegava as do meu pai) e dobrava as mangas, também dobrava a barra da calça e sempre usava uma terceira peça. Passei a amar preto, porque me sentia mais forte com cores escuras. Então ao invés de usar legging, meia chantilly e camisetão como as todas as meninas da escola usavam, resolvi ser eu mesma. .
Moda pra mim nunca foi um limitador, e sim, uma ferramenta pra aceitar meu corpo fora do padrão.

Roupas podem te fazer sentir bem, sentir feliz e mais bonita. Jamais se sinta indigna de ter estilo e se vestir bem por alguma característica do seu corpo. .
Estilo nada tem a ver formato do corpo e sim com o que você é por dentro.

Quando me perguntam pra que ser serve a Consultoria, digo que é pra trazer seu melhor pra fora, fazer você se amar como é.

PS: Passei anos com vergonha desta fase, não gostava de ver estas fotos, mas hoje, sinto um imenso orgulho da menina que fui, porque ali foi o início de quem sou hoje, nadei contra a maré e aprendi a me amar.

via @j0ynunes: “Numa sociedade que lucra com a nossa insegurança, gostar de si mesma é um ato de rebeldia…” 🌊
Porque querem te convencer de que o que você é não é suficiente. E que se você fizesse isso ou aquilo, poderia ser muito melhor. O problema é que isso não tem fim, esta luta nunca estará ganha. Sempre haverá uma invenção a mais para se buscar. Não caia nessa!
Claro que não há nada errado em querer melhorar, contanto que o motivo seja genuinamente seu, não somente para agradar os outros. Pergunte-se: você realmente precisa disso? Faz sentido pra você?
E o mais importante: não deixe de se amar agora por causa de quem você almeja ser amanhã. Não se maltrate. Afinal, você acha que a “você do futuro” ficaria feliz em saber que não foi nada gentil com ela própria no passado?

0 em Autoestima/ Destaque no dia 28.03.2018

Lá no #paposobreautoestima

Nossa hashtag do #paposobreautoestima lá no instagram já conta com mais de 5.500 publicações. Como tem muita história legal sendo compartilhada por lá, resolvemos trazer de vez em quando algumas delas para o blog, que tal? :)

Captura de Tela 2018-03-28 às 12.38.14

“Um Corpo é um corpo, né?!” Isso aí, um corpo é só um corpo, independente do formato e do tamanho dele. Bora se amar mais do jeito que somos e parar de tentar entrar num padrão inatingível de beleza! ❤️ – via @cindereladementira

“Essa é minha cara quando escuto “Coitada, ela se largou, engordou muito né?”
“Por que você não emagrece? Tem um rosto tão bonito…”
“É muito fácil emagrecer, é só fechar a boca e fazer exercícios!”
“Ela é bonita, mas tá gordinha né?”
“O peito tá caído, não acha que deve colocar um silicone?”
“E essas ruguinhas? Não vai usar um creme pra melhorar isso não?”
“E essas manchas no rosto? Tem que fazer um clareamento…”
.
Ninguém tem o direito de opinar sobre sua aparência, assim como não tem o direito de opinar sobre sua vida. A não ser que você peça, mas mesmo assim, tome cuidado com as pessoas que dizem o que pensam sem se preocupar se vão te magoar. Isso não é sinceridade, é egoísmo. .
Sim, nós somos ensinadas desde pequenas a nos compararmos para dizer que estamos melhores do que a Fulana. Também nos ensinaram a nos odiar dizendo que isso era “se cuidar”. Mas nós podemos mudar isso, vamos fazer uma revolução e nos amar como somos? ❤”- via @rafamussi_

“Quando eu olho no espelho
Tô gostando do que eu vejo
Tô gostando mais, e mais, e mais
E mais, e mais de mim
Mais bonita, mais contente
Eu mudei completamente. {espelho do navio precisando de uma limpadinha rsrs }” – via @thaubarbosaa

“Olhar pra si de forma amorosa, curtir a caminhada e não esperar para ser feliz só quando chegar, isso é #paposobreautoestima ❤️” – via @cacheiaaqui

“[alerta textão] “Vê se te enxerga”, eles disseram, e eu levei a sério. Então resolvi me olhar com mais cuidado, com atenção. Sem pressa de me esconder, sabe?
Sem correr pra murchar a barriga, ou espichar a calça pra tapar os culotes. Sem subir os seios pra ficarem suficientemente atraentes em um decote.
Resolvi me olhar sem medo das olheiras, sem antes colocar corretivos nas marcas das espinhas que se foram. Resolvi respeitar as memórias da minha pele. E enxerguei beleza em todas elas! Deixaram de ser defeitos e se tornaram história. A minha história!
Não vou ser hipócrita e dizer que foi da noite pro dia que a perspectiva mudou. Mas precisei decidir me enxergar. Foi uma decisão de amor por mim, mas antes de tudo: compreensão.

Decisão de não apenas olhar pra mim, mas de me enxergar de verdade. De me demorar em mim, sabe? De contar as pintinhas do meu braço, ao invés das celulites da perna. De tirar uma hora do dia pra hidratar meu corpo inteiro ouvindo minha playlist favorita. Espalhar hidratante e ir dizendo a mim mesma que cada partezinha ali merece uma atenção especial.
Então, menina. Talvez você já tenha ouvido isso como um insulto, mas agora queria dizer como uma palavra de encorajamento: Vê se te enxerga!” – @suhemerick