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Moda

2 em Moda no dia 01.07.2018

Moda: TEM ALGUMA COISA ERRADA COM A MODA.

Alguma coisa? Tem várias coisas erradas com a moda, com o tamanho e com a crise. Na dúvida eu seguirei achando que há muito que deve ser feito, mas antes de mais nada vamos tomar consciência que alguns assuntos PRECISAM ser debatidos. Esse video é um deles.

Sei que nem sempre vocês são pessoas de vídeo, mas eu realmente acho que esse video vale a pena, precisamos discutir o limbo, a importância que damos aos números e o quanto todo esse processo cego da moda leva a crise econômica.

3 em Autoestima/ Convidadas/ Moda no dia 29.06.2018

Sua carreira influencia na minha autoestima? A minha influenciou

Existe um costume da gente relacionar autoestima à aparência, a se amar, se aceitar como é… mas e quando a autoestima está ligada à nossa carreira e às nossas escolhas profissionais? Sim, porque é fácil ver relação entre autoestima e como a gente se enxerga com relação à beleza, mas não é tão fácil assim perceber essa relação quando falamos de trabalho.

E como eu tenho plena certeza de que mudar de carreira me ajudou muito no fortalecimento da minha autoestima, quis compartilhar minha experiência com vocês.

Sou advogada de formação, trabalhei em escritórios de advocacia, departamentos jurídicos de empresas. Até gostava do que fazia – e era bem boa, pra falar a verdade. Eu escrevia (muito), estudava (muito muito) e viajava pra cima e pra baixo ganhando um salário bem razoável pro meu tempo de experiência.

A questão é: eu nunca sentia que era suficiente. Primeiro porque eu me sentia subutilizada. Mesmo trabalhando 14h por dia, eu sempre achava que poderia fazer mais. Segundo porque eu não me sentia fazendo alguma diferença positiva na vida das pessoas.

Claro que na época nada disso estava super claro pra mim. O tempo e o autoconhecimento são excelentes aliados e, agora, olhando pra trás, consigo enxergar isso muito bem. Mas o fato é que eu não sentia que estava fazendo o meu melhor e sabia que algo me incomodava, por isso, acabei “botando a culpa” no mundo corporativo e na fogueira de vaidades que ele representa. Por pior que esse mundo seja pra mim, com certeza a culpa não era “só” dele.

Quando eu conheci a profissão de consultora de estilo mais a fundo, estudando-a e aplicando-a às minhas clientes, comecei a ver a diferença que esse trabalho fazia na vida delas, e o fortalecimento da autoestima delas parecia que fortalecia a minha autoestima.

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Sabe aquela coisa de que a melhor forma de aprender é ensinar? Pois no meu dia a dia comprovo isso. Quando eu ensino uma cliente a se olhar com mais amor, quando elas começam a se enxergar de um jeito diferente e entendem o real benefício do trabalho – que, ao contrário do que muita gente pensa, não é só “ganhar” looks novos, mas sim ressignificar o que esses looks representam – EU passo a me enxergar com mais amor. Pois ver isso acontecendo em outras mulheres por causa do meu trabalho me fortalece. E muito.

Ao mesmo tempo em que fui conhecendo e vivenciando essa nova profissão, comecei a produzir conteúdo para parceiros como forma de divulgar meu trabalho. E aí, entregando conhecimento de um jeito leve e despretensioso, me encontrei e encontrei também um propósito e uma forma de trabalhar que me preenche por completo, que me dá uma euforia boa, uma vontade de não me desconectar do meu trabalho.

Claro que não descansar nunca é bom, mas sabe quando você fica tão empolgada que você não quer parar? Afinal, receber um e-mail de uma pessoa agradecendo uma dica dada num post ou um direct de uma seguidora nos parabenizando pelo nosso trabalho e dizendo o quanto isso foi importante para que ela passasse a se ver com outros e mais amorosos olhos é motivador demais.

E é por isso que eu acredito muito no trabalho como forma de exercício da autoestima, afinal, essa sensação de dever cumprido e de gás pra realizar muito mais só valida as minhas escolhas.

Hoje eu trabalho mais, afinal, respiro a minha empresa quase que 24 horas por dia. Ganho menos (ainda, hahaha!!!!), mas aquela sensação de nunca ser suficiente nunca mais apareceu. Me sinto produtiva, importante, parte de um quebra-cabeças mucho loko da vida e que meu trabalho – seja como consultora, seja como produtora de conteúdo – quando toca alguém e muda a forma como esse alguém se enxerga (pra melhor) só me ajuda. E de um jeito que contra-cheque nenhum faria!

Aí você me pergunta: “ah tá, e quem não trabalha diretamente com isso, como faz?”. Elogia (de verdade) as amigas e as não tão amigas, ajuda as pessoas a enxergarem o melhor delas, não chama a atenção (leia-se: não aponte o dedo) para o que estiver fora do padrão… você vai ver o efeito transformador que esse tipo de atitude vai ter sobre elas e, principalmente, sobre você e sua autoestima!

Coloca em prática e depois me conta se não é verdade!

Beijo grande,

1 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 28.06.2018

Marcyn por Janaína Crescente, a linha de sutiãs que respeita a individualidade de cada mulher


Se teve uma coisa que sempre me traumatizou na época que eu tinha os seios grandes era a hora de achar sutiã. E meu problema nem era só o sutiã 48/50. Eu também sempre tive as costas largas, o que fez com que minha adolescência e começo da vida adulta fosse uma longa jornada atrás de modelos que me coubessem. Se cabia nas costas perfeitamente, a parte da frente estava grande. Se apertava mais nas costas, meu peito volta e meia saltava e ficava metade para fora, metade para dentro. E as marcas que ficavam nos ombros e nas costas mais pareciam que eu tinha acabado de tirar um instrumento de tortura do que um sutiã (não é à toa que passei um bom tempo da minha adolescência preferindo usar top de academia).

Foi só quando eu estava prestes a fazer a redução que eu resolvi experimentar os sutiãs dos Estados Unidos, que são divididos por tamanhos da taça e das costas, o que garante um encaixe melhor, mais confortável e mais personalizado, se adequando à maioria das possibilidades que existem nos corpos das mulheres. Foi uma mudança e tanto na vida, tanto que mesmo depois de reduzir os seios e ter ficado bem mais fácil achar sutiãs, eu ainda dava preferência aos tamanhos que eram divididos entre números e letras. A postura fica melhor, os ombros não ficam com vincos por causa de uma alça que está fazendo trabalho extra, os peitos ficam no lugar, tudo com conforto. 

E quem dera que naquela época eu já tivesse o contato que eu tenho hoje com a Marcyn, afinal, mais ou menos no mesmo período, eles implementaram a tecnologia de sutiãs com cós e taças de tamanhos variados. Como eu não tinha, eu só estou sabendo disso agora, mas antes tarde do que nunca, porque eu achei muito bacana conhecer a linha que eles têm há 10 anos com a consultora e designer de moda íntima Janaína Crescente.

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Depois de algumas clientes descontentes com a dificuldade de achar um sutiã que valorizasse os seios com conforto e adequação, ela entrou de cabeça nesse mundo. Depois de anos de pesquisa, avaliações e coletas de medidas, há 10 anos, ela desenvolveu com a Marcyn uma técnica precursora e patenteada chamada Alinhamento Corporal, onde os modelos são desenvolvidos através de 4 medições diferentes: circunferência tóraxica, costas, tórax e volume de seio.

Existem opções de sutiãs com e sem bojo, várias estampas diferentes, alguns modelos com alças anatômicas que ajudam na sustenção com mais conforto e ainda existe um modelo exclusivo para quem tem mais costas do que seios. Separei alguns para vocês verem:

Em uma entrevista que vi com a consultora, ela falou algo muito interessante que vemos acontecer em vários setores da moda, não só os de lingerie: “Muitas vezes a mulher se sente culpada em não achar algo do seu tamanho, quando na verdade é o mercado que não se adequa à elas.” Cada mulher tem seu biotipo, e ele deve ser respeitado e valorizado. Segundo Janaína, as peças que levam seu nome têm total respeito à individualidade. Nada de mudar para se adequar, o importante é ter uma peça que entenda as suas necessidades e respeite a anatomia do corpo de cada uma.

Sei que esse discurso parece algo muito novo, afinal, é sobre isso que nós e tantas outras mulheres pela internet discutimos nas redes sociais. Só que essa preocupação já existia há um tempão com a Marcyn, e eu morro de orgulho de saber que não é de hoje que a marca vem se preocupando em combater os padrões em todas as frentes.