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11 em Deu o Que Falar/ maternidade no dia 02.02.2017

Quebrando padrões no ensaio gestante (ou obrigada, Beyoncé)

A essa altura do campeonato todo mundo já sabe que Beyoncé está grávida de gêmeos. Ela anunciou no instagram inesperadamente em uma foto cheia de referências artísticas e simbolismos, desde Pierre et Gilles, como o Modices bem apontou, até mesmo à carta de tarô da Imperatriz, que representa sensualidade, intuição materna, criatividade e realização. Em pouco tempo a foto passou a ser a mais curtida da história do instagram – e também recebeu uma chuva de críticas.

 

 

 

Gosto é gosto, eu sei, e cada um tem o seu. Eu, particularmente, achei uma foto poderosa, até mesmo icônica para o mundo pop, mas minha opinião não vem ao caso. É porque toda essa discussão que gerou me lembrou um assunto que me deixou de certa forma desconfortável na gravidez: ensaio gestante.

Eu não fiz. Ouvi de muita gente que eu iria me arrepender, que depois eu iria querer ter os registros disso para lembrar, mas nunca fiz questão. Quando eu me interessei a ponto de procurar o trabalho de fotógrafos especializados no assunto, nenhum encheu meus olhos. Por um certo momento até pensei em procurar fotógrafos com outros estilos mas quando fui pesquisar referências de ensaios, me deparei com temas muito parecidos – e nenhum me inspirou. O tempo foi passando e a vontade – que já não era muita – sumiu completamente.

Por causa disso, e por não curtir postar fotos segurando a barriga, fiquei sabendo que teve gente que se questionou se eu estava curtindo estar grávida – ou pior – se eu queria o bebê (nunca vou entender quem insinua uma coisa dessas, mesmo que não diretamente para a futura mãe). Juro que eu me senti mal quando fiquei sabendo disso. Eu gostei de estar grávida, não me senti plena mas também não me senti mal, curti ver a barriga crescer, amei elaborar looks com meu estilo para esse período (por mais que a barriga só tenha começado a aparecer lá com 7 meses e eu sempre tenha gostado de modelagens larguinhas, ou seja, a barriga quase não aparecia MESMO) mas eu simplesmente não curtia ficar exibindo o barrigão só por exibir. Porque não era eu, não tinha a ver comigo.

O mesmo aconteceu com o ensaio gestante. Acho lindo quem faz mas simplesmente não me via fazendo aquelas fotos de lingerie, ou então aquelas de top no quarto do bebê esperando placidamente a sua chegada, segurando sapatinhos em cima da barriga ou fazendo coramão com o umbigo no centro. Infelizmente só vi ensaios que realmente me inspiraram quando o Arthur já tinha nascido, mas por que eu faria essas fotos só porque as pessoas esperavam isso de mim? E por que eu não ter agido como esperavam gerou dúvidas quanto à minha felicidade na gravidez? 

Muitas mulheres que se descobrem grávidas não viram necessariamente pessoas românticas que gostam de lacinhos e querem postar fotos felizes e maternais segurando a barriga. Que precisam demonstrar todo dia por meio de fotos, frases ou textos como estão se sentindo preenchidas de amor. Muitas mulheres querem apenas ser elas mesmas nesse período já tão cheio de mudanças e ansiedade. E tá tudo bem com todas, pode ter certeza. O amor pelo bebê será o mesmo no final (salvo raras exceções, claro).

E aí voltamos à Beyoncé. Ela quis fazer uma foto super conceitual para postar nas suas redes sociais, fez e postou. Aliás, continua postando várias fotos artísticas. Claro que vai causar estranhamento e acho até natural que tanto questionamento e nariz virado para algo que está fugindo completamente dos padrões e propondo novos pensamentos, mas por favor, vamos procurar não julgar as escolhas dela nesse momento (ou de qualquer outra mãe)? Ainda mais de algo tão inofensivo e pessoal quanto um ensaio gestante?

Beijos!

PS: Obrigada pela inspiração nesse post, Lyanna. <3

15 em Comportamento/ Destaque/ maternidade no dia 23.01.2017

Sobre bebês, aviões e empatia

Essa semana eu vou encarar um belo de um desafio: vou sozinha para o Brasil com o Arthur. 10 horas de voo com uma criança que já tem vontade própria, mas também consegue ser hipnotizado com facilidade pela Galinha Pintadinha (obrigada por existir, amiga). Ainda tenho a vantagem que será voo noturno, mas não deixo de ficar ansiosa – muito, do tipo que só melatonina tá salvando – pensando no que pode acontecer. Será que ele vai dormir? Será que eu vou dar conta? Será que ele vai dar ataque? Será que vou encontrar pessoas impacientes pelo caminho?

Quem viu meu post sobre choro em público, láááá atrás, sabe que já aconteceu do Arthur abrir o berreiro em uma ponte aérea e eu fiquei super sem graça porque tenho pavor de incomodar. Mas de lá pra cá, eu diria que ganhei algum jogo de cintura e também aprendi a lidar com certas situações e ignorar pessoas e comentários. Imaginem, quando cheguei aqui achava desesperador ir de metrô, vocês lembram? Hoje é algo que eu consigo me virar numa boa e acho até graça do meu medo inicial. Só que como pegar um avião sozinha não é tarefa das mais rotineiras, é mais do que normal eu ficar com certo receio dessa “novidade”.

Aí que ontem eu estava conversando sobre isso com duas amigas e uma delas contou a história de uma blogueira que recentemente foi convidada pela chefe de cabine a se retirar da 1a. classe de uma companhia aérea porque sua bebê de 10 meses estava chorando muito (para as curiosas, a blogueira é a Arielle do Something Navy – que inclusive já apareceu como minha musa de estilo aqui no blog!). Seria meu pesadelo? Mesmo sabendo que não irei de 1a. classe? haha

Pois bem, fiquei sabendo que ela fez um desabafo no instagram e fui dar olhada na história que aconteceu há 2 semanas atrás. Pra quê eu fui ler os comentários, gente? Juro, pra quê?

On our way to LA a few days ago it was my first time flying with Ruby, I had a screaming crying sleepy baby who was so overwhelmed that she couldn’t fall asleep. My husband and I paid for first class so that we’d have the extra space and could lay down with her – once we were boarded I was getting tons of eye rolls and head shakes from fellow passengers on @delta because my baby was crying (as if I could just look at Ruby and say okay now it’s time to stop 😂). I tried to ignore the people until 10 minutes passed and a flight attendant came over to me and asked me and my baby to move to the back of the plane (as if the people in the back didn’t matter). Give up our seats that we paid for and move. Apparently I was upsetting and getting a lot of complaints from the first class passengers. I started crying because I was so stressed and anxious and instead of the stewardess being helpful and compassionate she instead made the situation worse. I don’t know what’s right and wrong when it comes to flying with a baby but after telling a few people the story they were in shock. Thoughts? We’re headed back to NYC today and we’re hoping for a much better experience. ✈️

Uma foto publicada por Arielle Noa Charnas (@somethingnavy) em

Pessoas dizendo que ela tinha que ter ido lá pra trás mesmo porque se elas estivessem na 1a. classe e tivesse um bebê chorando elas ficariam muito revoltadas porque pagaram mais para estar ali (e pera, a mãe da criança também não pagou mais para estar ali? Não entendi a lógica). Gente dizendo que quem tem filhos não pode sair de casa e pegar um avião até a criança ter idade de saber se comportar. Indivíduos dizendo que odeiam crianças e não têm que aturar filho dos outros – em um transporte público, vai entender também. E por aí foi até meu estômago embrulhar e eu desistir de acompanhar o resto dos 2.250 comentários.

Concordo que não é fácil aturar criança cujos pais não dão limites, que fica batendo e/ou puxando a cadeira da pessoa da frente ou que quer correr pelos corredores sem que um responsável venha conter a situação. Mas um bebê que está chorando porque provavelmente o ouvido está doendo ou assustado com o barulho? { um dos comentários: não exponha sua filha a esse tipo de situação. oi???? } Ou que está muito curiosa com o ambiente novo e não sabe se expressar de outra forma além do choro ou dos gritos? Será possível que essas pessoas que fizeram esse tipo de comentário não conseguem ter empatia (acho que nem preciso responder essa pergunta, infelizmente) e não conseguem perceber que os mais interessados para que a criança pare de chorar são os pais? Isso porque nem estou comentando a atitude da chefe de cabine, que eu achei absurda já que não existe nenhuma política dizendo que menores de X anos não podem voar na 1a. classe.

Resolvi contar essa história que eu fiquei sabendo só para vocês entenderem que esses comentários horríveis provavelmente são o maior medo de todas as mães. E se elas estão sozinhas, então, esse medo não só triplica como junta com o fato de que ir com um bebê no avião (ainda mais se ele for bem pequeno) dificulta a vida para fazer tarefas simples, como comer ou ir ao banheiro.

Sei que esse blog é lido majoritariamente por mulheres lindas por dentro e por fora, mas acho que vale a pena eu propor um pequeno exercício que antes de ter filho eu nunca teria imaginado:

Caso um dia você pegue o avião e se depare com uma mãe sozinha que esteja passando dificuldades (e espero não ser eu nessa situação haha), por favor, não julgue, não reclame que o bebê está incomodando, tente não olhar de cara feia. Se achar que dá e você estiver com paciência para tal, tentem ajudá-la. Ofereça para ficar com a criança enquanto ela vai no banheiro ou come alguma coisa, faça uma gracinha (dica: brincando de esconder com a mão funciona com todo bebê!). E caso você não queira fazer nada disso mas choro de criança te incomode mais do que tudo na vida, entre no voo equipada com um tampão de ouvido ou um fone que corta ruídos externos (sim eles existem – e funcionam muito bem!).

Sei que nem sempre é fácil se botar no lugar dos outros e acho que é mais difícil ainda quando se trata de crianças (prova maior disso é que quase todos os assuntos relacionados à crianças convivendo em lugares com adultos geram alguma polêmica) mas acho que essas são pequenas atitudes que provavelmente farão com que mães se sintam menos mal, menos receosas, menos isoladas e mais acolhidas.

 

 

 

 

0 em Destaque/ Estados Unidos/ maternidade/ Viagem no dia 10.01.2017

Universal Studios e Islands of Adventure com bebês

Depois do post que eu falei melhor sobre Orlando e Disney com bebês, não podia deixar de terminar minha saga falando sobre os parques do complexo Universal.

Quando eu conversei com as minhas amigas que foram para Orlando com seus filhos de mais ou menos 1 ano todas tinham feito a mesma escolha: deixaram de fora o Universal Studios e o Islands of Adventure. O motivo? Ah, é muito voltado para crianças maiores e adultos, não valia a pena.

O único problema é que eu e meu marido somos loucos por montanhas russas e eu particularmente estava doida para conhecer o Beco Diagonal, a parte nova do Harry Potter que inaugurou na Universal. Nem precisamos pensar muito para bater o martelo. Vamos? Vamos!

Nós pegamos 1 parque por dia porque queríamos fazer tudo com calma. Mas não seria de todo o ruim fazer 1 dia/2 parques, pois o parque da Universal é realmente rápido de fazer, principalmente se você está indo nas principais atrações como single rider. Aliás, eles têm a opção do baby swap (aquele esquema de uma pessoa pegar a fila enquanto a outra fica com a criança e depois quem esperou pega a fila expressa) mas estava valendo muito mais a pena entrar como SR, na maioria dos casos nós não pegamos nenhuma fila, inclusive em atrações cuja fila normal estava 40 minutos.

Começamos pela Universal e de cara já vimos que realmente não dá para curtir os brinquedos com bebês: quase nenhum aceitava menores de 86 cm! Quando constatamos isso, resolvemos ver as atrações que mais queríamos ir: Revenge of the Mummy e Rip Ride Rockit. Fomos, trocamos e fomos de novo porque estava muito rápido. rs

Deixei de lado várias atrações que eu já conhecia e não tinha muita vontade de ir de novo sozinha, como os simuladores de Despicable Me, Shrek 4D, Simpsons, Terminator, ET, etc. Acho que eu fui em apenas 3 atrações do parque e conforme eu ia recusando os brinquedos, eu comecei a achar que realmente tinha sido uma furada ter escolhido a Universal. Até que chegamos no Beco Diagonal.

Sério, é incrível essa área do Harry Potter, você se sente teletransportada para os filmes e livros da JK Rowling. É tudo muito bem feito, todos os detalhes são absurdamente bem pensados, as lojas são cheias de produtos temáticos incríveis e eu achei encantador ver de perto como funcionam os pontos de mágica – isso é, pontos que você faz o feitiço com a varinha e mágicas acontecem. Eu já conhecia Hogsmeade, que fica no Island of Adventure, mas achei a experiência de visitar o Beco Diagonal muito mais imersiva.

Já na entrada do metrô para o Beco Diagonal, você se depara com o Knight Bus e com uma cabine telefônica londrina. Dentro do Knight Bus tem uma cabeça encolhida que conversa com quem está passando e faz piadas, eu adorei o senso de humor usado para brincar com o Arthur, morri de rir. Quem quiser entrar na cabine telefônica para tirar foto, preste atenção em um número que tem no telefone, você pode ligar para o Ministério da Magia! Lá dentro do Beco tem shows da Celestina Warbeck em vários horários e o Gringotts Money Exchange te permite trocar dólar por notas de Gringotes e você ainda pode bater um papo com o gnomo que está lá.

Ah, tanto em Hogsmeade quanto no Beco Diagonal você pode entrar na loja do Olivander para participar do ritual de escolha da varinha. Não sei se dei sorte mas no Beco Diagonal eu entrei direto, já em Hogsmeade a fila tava grande! Outra coisa que achei o máximo foi a Travessa do Tranco, você vira uma esquina e entra no beco voltado para as Artes das Trevas, inclusive pode visitar a Borgin & Burkes, loja só de artefatos sinistros. É um lugar escuro e pode ser que crianças menores e bebês fiquem com medo, mas vale a pena tentar! :) Ah, e tem um trem que leva os visitantes de uma área para outra, para quem quiser permanecer no mundo de HP.

O único brinquedo de lá é o Escape from Gringotts, um simulador/montanha russa 4-D muito bem feito e maravilhoso. O cenário da fila é todo em Gringotes e é de tirar o fôlego, e olha que eu nem consegui ver tudo porque a fila de single rider é diferente!

Me empolguei aqui e nem falei o que interessa: e o Arthur nesse meio todo? Pois bem, ele realmente ficou no carrinho mais tempo do que nos parques da Disney, mas chegamos em uma área do parque que valeu muito a pena e compensou: o Fievel’s Playland! Ele é um playground todo inspirado no Fievel, o ratinho, e além de ter o chão macio, existem vários espaços ótimos para bebês além de gangorras, brinquedos com água, etc. Ficamos um tempão lá brincando com ele e foi muito divertido. Engraçado pensar que antigamente essa era uma área que eu nem passava perto porque não me interessava, né? 

Existe também uma área do Curious George bem legal. Do lado existe um picadeiro com escorregas e uns botões que fazem barulhos de bichos que deixou ele entretido por horas! rs

Terminamos o dia vendo a parada de balões da Macy’s. Ela só acontece fim do ano, mas valeu a pena esperar até porque eu não tive coragem de levar o Arthur na que aconteceu aqui em Nova York porque estava super frio!

No dia seguinte, voltamos ao complexo Universal para irmos ao Island of Adventure! Assim como na Universal, bebês não podem ir na maioria das atrações – nem em várias da área do Dr. Seuss, o que me deixou bem impressionada já que é uma área para crianças. Por causa disso, fomos passeando com calma por todas as áreas e escolhendo a dedo as atrações que queríamos ir.

Toon Lagoon é uma área super divertida de passear com as crianças, tem muita informação visual, tudo muito colorido, ótimo para estimular o olhar! Ela também tem dois brinquedos super divertidos, o Dudley Do Right’s Ripsaw Falls e o Popeye & Blutos. Os dois são com água e molham MUITO. Eu só fui no primeiro (e de capa! rs) mas o Bernardo foi no segundo enquanto eu trocava a fralda do Arthur. É um dos preferidos dele!

Na área de Jurassic Park, além do River Adventure agora também tem o novíssimo Skull Island: Reign of Kong. Foi o único que não tinha single rider e estava com a fila grande, mas valeu esperar e fazer o baby swap, é o máximo!

Também passeamos em Hogsmeade porque pottermaníaca que sou, não poderia deixar de ir. O Harry Potter and the Forbidden Journey (que é a mesma tecnologia usada em Escape from Gringotts) estava fechado para reformas e acabei nem indo na montanha russa (ex Dueling Dragons) porque fiquei com preguiça, mas deixei o Arthur dar umas passeadas por lá rs.

 

Como eu falei, deixamos a área do Dr. Seuss para o final porque estávamos crente que íamos gastar muito tempo indo em todos os brinquedos lá com o Arthur, mas foi um balde de água fria: ele só podia ir no Caro-Seuss-El e no One Fish, Two Fish, Red Fish, Blue Fish (aquele brinquedo que roda e você pode subir e descer).

Ao mesmo tempo, lá existe uma área chamada If I Ran The Zoo que tem escorregas, esconderijos, botões interativos e brincadeiras com água que o Arthur se acabou! Não esperávamos por essa! Só não esqueçam de incluir na mochila uma toalha porque tivemos que comprar uma de tão molhado que ele ficou depois (sorte que a gente sempre tinha levado uma segunda muda de roupas rs).

Mas Carla, valeu a pena??

Eu e meu marido realmente queríamos ir nas atrações mais radicais – que não são tão presentes na Disney – então isso fez valer muito a pena. E o fato da maioria dos brinquedos terem single rider também foi ótimo para que a gente pudesse se divertir sem esperar muito. Não vou dizer que eu não fiquei um pouco frustrada com o fato de não poder levá-lo em quase nada, mas eu já estava esperando isso então não foi nenhuma surpresa. Em contrapartida, fui surpreendida com essas áreas recreativas que eu nunca tinha reparado nas minhas outras visitas. O Arthur conseguiu brincar muito!

Ah, outra coisa que eu notei é que os personagens são mais disponíveis e fáceis de tietar nos parques da Universal e não tivemos que enfrentar filas enormes para tirar foto com nenhum. Conseguimos com Bob Esponja, Cat in the Hat, Scooby Doo (clássico, amo! rs), Dora, etc.

Fora isso, o parque tem toda estrutura para receber bebês e poder deixar o carro em um estacionamento que dá para ir e voltar andando fez toda a diferença na volta, quando o Arthur já estava praticamente dormindo e não precisamos acordá-lo para fechar o carrinho.

Se você está indo pela primeira vez e não conhece nenhum dos parques, é melhor fazer 1 por dia, com calma, aproveitando tudo. Como eu já conhecia ambos, o 1 dia/2 parques funcionaria perfeitamente para nós, mas vivendo e aprendendo, né?

Se alguém tiver alguma dica para complementar meu post, é só comentar! :)

Beijos!