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2 em Autoestima/ Moda/ Patrocinador no dia 27.07.2017

Vem chegando o verão na Marcyn!

Todo ano quando agosto se aproxima se aproximam também os lançamentos de inúmeras coleções de verão. Moda praia nunca foi nossa prioridade, apesar de sempre ter sido uma paixão. Pra gente era aquele universo em que a gente era “inadequada” demais pra querer perto da gente, pra querer vestir no nosso corpo e postar no blog.

Ainda bem que a gente estava errada. Ainda bem que esse sentimento de inadequação não passava de uma crença limitante que a gente carregava, era só um peso nas nossas costas, que abrimos mão quando abraçamos o projeto do “papo sobre autoestima”. Nessa hora a Marcyn procurou o futi e nos abraçou de corpo, alma, causa e propósito. 

Agora chegou a hora de começarmos a falar do verão 2018, a coleção que começa a chegar no mercado. A primeira entrada foi um preview onde os modelos são lisos e estampados, para todos os tipos de corpos e com direito a combinar da forma que quiser. Não pensei duas vezes, com uma viagem marcada para Fortaleza escolhi 3 modelos diferentes para usar e acabei vestindo dois, sendo que misturei parte de cima com parte de baixo e provei pra mim mesma uma possível análise combinatória com apenas algumas peças.

Pessoalmente eu sempre achei que iria postar aqui diferentes modelos de maiôs, biquini é coisa que apareceu pouco porque eu não me sentia tão confortável. Se era pra postar, que fosse maiô. Se vocês notarem vocês me viram muito mais com essa peça do que com conjuntos, mas a vida dá voltas, a gente vai abrindo mão do que nos aprisiona e quando vemos já estamos mais livres do que imaginávamos. Foi assim que quando vesti os modelos do preview de verão eu me senti incrível, tão incrível que me senti adequada desde a piscina com o boy até a postar nas redes sociais.

Domingo passado acordei em Fortaleza e a primeira coisa que fiz ao sair do banho foi vestir meu biquini rosa, o modelo no qual me senti MAIS CONFORTÁVEL na vida inteira, com a parte de cima que mais amei em mim até hoje (sim, nesses 30 anos). Me senti plena, tão plena que a camiseta ficou na bolsa e a chemise foi aberta mesmo.

Top vermelho com Aro e Calcinha lateral franzida | Tomara que caia preto | Top com bojo turquesa | Top cortininha vermelho | Calcinha com regulagem azul | Calcinha control vermelha | Calcinha de lacinho preta

Respirei fundo e postei o look com segurança no instagram do futi. Nessa hora, melhor do que a minha sensação de felicidade de estar me curtindo com esse corpo, com essas curvas, foi a sensação de liberdade somada a gratidão pela audiência elucidada, desconstruída e aberta ao novo do blog. Mais uma vez nenhuma gracinha foi dita, nenhum xingamento, ninguém fazendo comentários irônicos.

Eu só podia agradecer por essa primeira entrada de Marcyn não ter tido maiôs porque me fez querer ousar nos biquinis e isso me deixou tão feliz, mas tão feliz que nem sei o que dizer. Foi mais livre e gostoso do que eu achei que seria!

A verdade é que já olhamos TODO o catálogo do verão 2018 e estamos MUITO FELIZES. As peças estão chiques, as estampas lindas, os modelos vestem todos os tipos de corpos e as modelos representam várias mulheres diferentes. Deu uma sensação boa de que nosso verão vestindo Marcyn vai ser chique, estiloso e divertido.

Vai ter muito sol, muito corpo de praia e muita piscina (com protetor solar, claro)! A gente nunca se sentiu tão adequada pra vestir a camisa de uma marca – quem dirá de moda praia, lingerie e fitness – por isso dá muito gosto de compartilhar com vocês a primeira entrada desse verão da Marcyn, que vai ser assim, com a gente de mãos dadas.

Top com bojo estampa mexicana | Top com bojo push up estampa mexicana | Calcinha com lateral franzida estampa mexicana | tomara que caia estampa vitral | calcinha estampa vitral

E se você pensou que só me senti bem no biquini rosa, muito se enganou. Na segunda tive um dia 100% de folga em Fortaleza e curti a piscina do hotel usando uma mistura de dois modelos que eu também amei. A parte de cima estampada + a hot pant preta que achei mais chique de todas.

Top com bojo estampa mexicana | hot pant preto liso | Top turquesa com aro | calcinha estampa mexicana | tomara que caia preto | calcinha de lacinho estampa vitral

Também me senti ótima, confiante, bonita e segura do meu corpo, me deu vontade de falar mais um pouco dessa minha relação. Quem sabe semana que vem eu faço isso, por enquanto só vim contar que a Marcyn começou a lançar seu preview do verão de 2018 e nós temos muitos motivos pra ficar de olho. Porque nesse verão queremos apostar, investir, usar e abusar de uma marca que acredita em representatividade no seu DNA, que se orgulha de vestir mulheres de todos os perfis e acredita na verdade que prega, sem medo ou vergonha, sem ser um discurso de marketing que não reverbera nas araras. 

Estou muito feliz com tudo isso e é uma honra dividir essa etapa da minha vida e da minha liberdade com vocês. É mágico viver de forma tão plena esse olhar mais acolhedor e amoroso para comigo mesma. 

Beijo grande (com muita gratidão a vocês)

0 em Autoconhecimento/ Destaque/ Looks/ Moda no dia 18.07.2017

Look da Cá: cintura alta, um ombro só, mule e a “Carla pós Nova York”

Recebi esse look ainda das fotos “mãe perfeita do instagram“que eu fiz com a Adriana Carolina aqui em Nova York e senti muita vontade de postar. Não só porque as fotos estão lindas, mas esse é o típico look que eu chamaria de Carla pós NY.

Sim, porque nesse 1 ano que estou aqui, diria que existe uma Carla antes e depois de NY, e a Carla pós NY paga a língua quase todo santo dia.

Acho engraçado, já que a cidade não era desconhecida para mim, já vim tantas vezes que perdi as contas mas nunca, NUNCA, tinha experimentado a sensação da liberdade de poder vestir o que tiver afim. Acho que como turista a gente não presta tanta atenção nisso, né?

Mas morando a coisa muda de figura, para muito melhor nesse sentido. É difícil ficar indiferente quando você está lá, se limitando porque não quer usar cropped por ter gordurinhas pulando, mas cruza com várias meninas com todos os tipos de corpos usando a tal peça que você não ousava se permitir. Ou torcer o nariz para um sapato mas vê-lo sendo usado na prática com os mais diferentes tipos de looks e ver que o bichinho dá um samba bem bacana.

E nesse look, eu diria que a única coisa que eu já estava acostumada a usar no Brasil era um ombro só, e mesmo assim eu só tenho uma peça além dessa blusa, um vestido.

Blusa PS love Stripes | Calça Madewell | Mule J.Crew

O jeans cintura alta foi fácil de se acostumar, apesar do medo de destacar os peitos, a verdade é que depois do Arthur eu fiquei bem insegura com a minha barriga, que hoje é mais ou menos 85% do que era antes, e acabei adotando a cintura alta e os hot pants.

Mules, porém, me pegaram de surpresa. Saí do Brasil ano passado com a ideia de que era moda passageira, que eu ia deixar passar batido, que não fazia sentido gastar dinheiro nesse tipo de peça. Mas aí eu saí na rua e vi uma pessoa usando, entrava no prédio e cruzava com outro, entrava nas lojas e vários modelos e ideias de como usar pulavam em cima de mim. Bem, não resisti, né?

Comprei esse, um azul marinho que achei que combinaria com boa parte do meu armário, e desde então ele tem sido meu sapato do conforto. E para quem tem essa curiosidade (nunca ouvi tanto essa pergunta), pelo menos esse meu não sai do pé com toda essa facilidade.

Vendo essas fotos lindas eu vou além do momento gostoso. Eu fico morrendo de orgulho de me ver abrindo a cabeça para novidades e, por mais que eu ainda tenha um longo caminho a percorrer para chegar no grau de liberdade da galera que eu vejo aqui, não deixa de ser um incentivo para continuar tentando e não me limitando.

1 em Looks/ Moda no dia 12.07.2017

Look da Cá: uma calça jeans com barra desfiada, uma parka fashionista e a solução para a minha falta de looks

Eu não sei o que deu em mim na hora de fazer as malas, mas eu vi as temperaturas de Nice e das outras cidades que visitaríamos na Côte D’Azur e acabei esquecendo que meu roteiro incluía Londres, uma cidade cujo verão não dura muito tempo. Apesar de ter visto que estava fazendo 27 graus na semana anterior da minha viagem, eu não cogitei a possibilidade de esfriar enquanto eu estivesse lá.

Enchi a mala de vestidos, shorts, blusas fresquinhas – inclusive para o Arthur – e quando chegamos em Londres: chuva (zero surpreendente) e temperaturas entre os 15 a 19 graus. ME FERREI.

Primeiro dia na cidade botei o único casaquinho e calça jeans que levei para o Arthur e a única calça jeans (cropped, bem verão, nada a ver com aquela temperatura) e o cardigã que levei para usar no avião, super fininho. Nem preciso dizer que morri de frio, né?

Passamos na GAP para comprar pelo menos uns 2 casaquinhos para o Arthur e no meio do caminho tinha uma Zara. Eu to tentando seriamente fazer o exercício de comprar menos nessa loja porque acho um desperdício estar morando em uma cidade tão cheia de opções e terminar sempre lá, só que estava em promoção, eu estava precisando de algo mais apropriado para aquelas temperaturas, resolvi ver o que tinha.

Acabei me deparando com uma parka militar com rosas bordadas que eu tinha visto aqui em NY mas não comprei porque achei cara, em torno dos 150 dólares. Estava 30 libras, mais ou menos uns 38 dólares. Obviamente comprei. O problema? Ela brigava com a única calça que eu tinha levado.

Enquanto caminhava para o caixa, acabei caindo numa estante onde todas as calças jeans estavam remarcadas em 15 libras. Peguei a primeira do meu tamanho com lavagem legal e modelagem mais sequinha que eu vi e continuei meu caminho. Paguei, fui embora e só fui experimentar as duas peças juntas quando cheguei em casa.

Foi aí que eu me dei conta que a calça que eu tinha comprado tinha barra desfiada. Lembram, da barra desfiada, que eu falei aqui com todas as letras que achava um desperdício de dinheiro? Pois é, comprei. E o pior, curti! hahaha

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Só para constar, eu odeio esse tipo de compra por impulso e necessidade, é justamente nessas horas que eu não consigo pensar e acabo fazendo escolhas completamente erradas. Talvez por saber disso que eu tentei arranjar foco no caos que é uma Zara em liquidação e consegui comprar duas peças que depois acabaram combinando com outras peças e deu tudo certo no final.

Adorei ter achado peças que deram tão certo juntas nessa situação de adversidade, sem contar que foi um exercício para a minha criatividade tentar me virar com as poucas blusas com manga que eu tinha levado + algumas camisetas do marido que me salvaram. No fim das contas foram mais ou menos 4 dos 7 dias que fiquei em Londres usando a parka e a calça jeans, só variando a parte de baixo.

Continuo achando que não dá para comprar tudo por impulso ou sair se entupindo de tendências só porque “estão na moda”, como é o caso da barra franjada (a parka bordada eu acho que tem um tempo de vida bem mais longo – ou até durarem os paetês). Eu curti, paguei a língua porque a moda tem dessas coisas, mas a verdade é que em outra situação provavelmente eu nunca teria dado atenção para ela.

Óbvio que nunca mais na vida viajarei desprevenida assim, mas não deixou de ser uma experiência interessante que achei legal compartilhar com vocês! :)