Browsing Tag

lingerie

0 em Moda no dia 13.07.2018

Quer comprar na Marcyn com o melhor preço?

Chegou uma época do ano muito, muito boa. O mês de Julho sempre é especial por causa do meu aniversário, mas a verdade tem outra coisa bem bacana que pode ser resumida em duas palavrinhas: SALDÃO MARCYN.

Explicando melhor, para quem não é ansiosa e tem como lema de vida “quem espera sempre alcança”, essa é hora para conseguir comprar muitas das peças que estamos postando aqui no blog e pelas mídias sociais por todos esses meses. As calcinhas, por exemplo, estão a partir de R$7,99 e dá para achar sutiã a partir de R$19,99. Algumas das linhas que mais gostamos, como a Capricho, a Riviera e até mesmo a Celebration estão com descontos que vão até 80%.

Ou seja, nossas leitoras que não puderam comprar antes, terão agora a chance de comprar tudo de legal que ainda tem nos estoques com preço bem melhor. Começou o Saldão da Marcyn e com ele muitas das peças passam a valer ainda mais a pena.

Separei para vocês algumas coisas que eu tenho, amo e uso muito que estão com preços muito legais na remarcação. Desde lingerie à moda fitness, mas claro que eu não poderia deixar a moda praia de fora.

Gosto de falar da linha fitness porque foi uma das que eu experimentei por último e desde que estamos com a Marcyn, foi a que mais me surpreendeu. Mais até do que moda praia (lingerie não conta porque eu sempre soube que a marca era muito boa nessa categoria). As calças – principalmente as pretas, minhas preferidas – têm tecido encorpado, não marcam e nem ficam transparentes. Os tops têm uma sustentação super boa e confortável, não é à toa que eu to fazendo coleção. Vale a pena dar uma passeada pelo link, porque dá para achar top por R$30 e calça por R$60. Separei algumas das coisas que eu mais gosto para mostrar para vocês.

Talvez moda praia tenha me surpreendido menos porque acabo usando menos biquíni do que gostaria nos Estados Unidos, mas amo ver todas aquelas opções incríveis que a Jô veio postando por toda essa coleção. Ela fez tantas viagens de praia que eu já ficava curiosa pra saber qual seria o próximo modelo da coleção que ela iria usar. E aproveitando que estamos em um país tropical, abençoado por Deus, bonito por natureza e que, em muitos lugares é possível ter verão o ano todo, vale a pena dar uma passeada na moda praia também. 

Sem contar nosso próximo #paponapiscina que está chegando e por isso não poderia deixar de falar das peças de moda praia. Dependendo do frete ainda dá tempo de chegar, então talvez seja uma opção muito bacana aproveitar o saldão!

Muitos modelos de biquinis e maiôs que usamos o ano todo (e continuamos usando) estão entre R$70 e R$80 e com a grade de numeração bem completinha na maior parte dos modelos que vimos. Como está chegando um fim de semana bem especial por aí, acho que essa categoria pode ser bem interessante para muita gente! :D

Dá uma alegria postar o Saldão da Marcyn por aqui, é tanta coisa legal que vale a pena! Se você está precisando ou querendo algo de lingerie, moda fitness e moda praia, não deixe de navegar pelo site. O frete é grátis acima de R$99 e as compras podem ser parceladas em até 6 vezes sem juros. E lembre-se que você pode trocar tamanhos ou devolver os produtos caso não goste, está previsto no código do consumidor que compras remotas podem ser devolvidas em até 7 dias. Não tenha medo de errar o tamanho, vale a pena tentar – e na dúvida vocês sempre podem nos perguntar os nossos manequins! :D

1 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 28.06.2018

Marcyn por Janaína Crescente, a linha de sutiãs que respeita a individualidade de cada mulher


Se teve uma coisa que sempre me traumatizou na época que eu tinha os seios grandes era a hora de achar sutiã. E meu problema nem era só o sutiã 48/50. Eu também sempre tive as costas largas, o que fez com que minha adolescência e começo da vida adulta fosse uma longa jornada atrás de modelos que me coubessem. Se cabia nas costas perfeitamente, a parte da frente estava grande. Se apertava mais nas costas, meu peito volta e meia saltava e ficava metade para fora, metade para dentro. E as marcas que ficavam nos ombros e nas costas mais pareciam que eu tinha acabado de tirar um instrumento de tortura do que um sutiã (não é à toa que passei um bom tempo da minha adolescência preferindo usar top de academia).

Foi só quando eu estava prestes a fazer a redução que eu resolvi experimentar os sutiãs dos Estados Unidos, que são divididos por tamanhos da taça e das costas, o que garante um encaixe melhor, mais confortável e mais personalizado, se adequando à maioria das possibilidades que existem nos corpos das mulheres. Foi uma mudança e tanto na vida, tanto que mesmo depois de reduzir os seios e ter ficado bem mais fácil achar sutiãs, eu ainda dava preferência aos tamanhos que eram divididos entre números e letras. A postura fica melhor, os ombros não ficam com vincos por causa de uma alça que está fazendo trabalho extra, os peitos ficam no lugar, tudo com conforto. 

E quem dera que naquela época eu já tivesse o contato que eu tenho hoje com a Marcyn, afinal, mais ou menos no mesmo período, eles implementaram a tecnologia de sutiãs com cós e taças de tamanhos variados. Como eu não tinha, eu só estou sabendo disso agora, mas antes tarde do que nunca, porque eu achei muito bacana conhecer a linha que eles têm há 10 anos com a consultora e designer de moda íntima Janaína Crescente.

marcyn-janaina-crescente-sutia-medidas

Depois de algumas clientes descontentes com a dificuldade de achar um sutiã que valorizasse os seios com conforto e adequação, ela entrou de cabeça nesse mundo. Depois de anos de pesquisa, avaliações e coletas de medidas, há 10 anos, ela desenvolveu com a Marcyn uma técnica precursora e patenteada chamada Alinhamento Corporal, onde os modelos são desenvolvidos através de 4 medições diferentes: circunferência tóraxica, costas, tórax e volume de seio.

Existem opções de sutiãs com e sem bojo, várias estampas diferentes, alguns modelos com alças anatômicas que ajudam na sustenção com mais conforto e ainda existe um modelo exclusivo para quem tem mais costas do que seios. Separei alguns para vocês verem:

Em uma entrevista que vi com a consultora, ela falou algo muito interessante que vemos acontecer em vários setores da moda, não só os de lingerie: “Muitas vezes a mulher se sente culpada em não achar algo do seu tamanho, quando na verdade é o mercado que não se adequa à elas.” Cada mulher tem seu biotipo, e ele deve ser respeitado e valorizado. Segundo Janaína, as peças que levam seu nome têm total respeito à individualidade. Nada de mudar para se adequar, o importante é ter uma peça que entenda as suas necessidades e respeite a anatomia do corpo de cada uma.

Sei que esse discurso parece algo muito novo, afinal, é sobre isso que nós e tantas outras mulheres pela internet discutimos nas redes sociais. Só que essa preocupação já existia há um tempão com a Marcyn, e eu morro de orgulho de saber que não é de hoje que a marca vem se preocupando em combater os padrões em todas as frentes.

0 em Autoestima/ Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 20.06.2018

#ameseucorpo, a campanha da Marcyn que eu queria que estivesse na Capricho quando eu era adolescente

O ano é 99 e a Carla de 13 anos já era uma pré adolescente que assinava Capricho e guardava uma montanha de revistas no cantinho do seu quarto, para toda vez que surgisse uma dúvida sobre o misterioso universo dos meninos e da adolescência, eu pudesse dar minha pesquisada. E toda vez que recebia a revista em casa, lá estava ela, geralmente na última página da revista: a linha de lingerie Marcyn com Capricho.

Para quem acha que minha relação com a Marcyn começou em 2016, que nada. Na verdade, quando a marca nos vestiu lá na primeira pool party, a Carla de 13 anos que ainda existe em mim deu pulos de alegria. Imagina, eu estava vestindo aquela marca que eu achava que só meninas descoladas e incríveis usavam!

Só esqueci de mencionar que naquela época eu também achava que para ser digna de uma lingerie Marcyn com Capricho eu precisava ser que nem aquela modelo. Magra, cabelos lisos, olhos claros, o típico padrão de beleza que as pré adolescentes da minha geração tinham como exemplo do que era o ideal. Hoje eu vejo que fiz bem de não ter tentado entrar no mundo das dietas malucas e da loucura para chegar em um corpo perfeito. Mas só depois de ter percebido e analisado a minha satisfação em estar usando a marca, que me caiu a ficha que eu passei anos da minha vida me convencendo que eu não era suficiente para uma peça de vestuário, que eu não tinha como ser descolada porque eu não tinha corpo para isso.

A culpa não é da Marcyn, que fique claro. Naquela época não existia a conversa de auto aceitação ou até mesmo de adequação. O padrão da mulher magra e com traços europeus como exemplo de beleza estava em todos os lugares, do comercial de shampoo à propaganda de lingerie, de Malhação à boneca Barbie. E era um fato inquestionável.

19 anos se passaram de lá para cá, a revista Capricho não está mais nas bancas, mas a linha com a Marcyn ainda existe. E quando vi as fotos da campanha passando pela timeline, meu coração se encheu de alegria ao ver que as meninas de 13, 14, 15 anos de hoje em dia estão muito mais bem representadas do que a minha geração jamais esteve.

marcyn-capricho-5 marcyn-capricho-2 marcyn-capricho-4 marcyn-capricho-6

Calcinhas Marcyn Capricho | Sutiãs Marcyn Capricho 

Sim, o padrão eurocêntrico ainda existe, mas não precisa ser o único padrão de beleza, e é se deparando com campanhas como essa pelas redes sociais que a gente mostra para as adolescentes que elas podem ter cabelo colorido, trançado ou liso, peito grande ou pequeno, e até mesmo gordurinhas, estrias e celulites independente do seu peso na balança ou número do manequim.

E agora, falando nas peças, muitas ainda são bem parecidas com as que eu via na revista lá em 99, até porque a modelagem da linha adolescente sempre respeitou muito o conforto e o corpo de seu público alvo. Existem modelos divertidos (que eu tinha aos montes quando tinha meus 14 anos, inclusive), estampados – e até segunda feira elas estão a partir de 40% de desconto!

Quem tem filhas nessa faixa de idade em casa ou quem convive com adolescentes, vem comigo e mostra essa campanha para elas. Abra o debate sobre representatividade e sobre individualidade, sobre não precisar se adequar a nenhum padrão para ser feliz, se amar e se sentir incrível em sua própria pele. A gente sabe bem como essa fase não é fácil e é cheia de inseguranças, mas talvez, com exemplos assim, as adolescentes de hoje cresçam com mais facilidade de achar seu amor próprio.