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0 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 04.04.2018

Os programas mais legais de Queenstown

Queenstown é uma cidade que entra no roteiro da grande maioria das pessoas que visita a Nova Zelândia. E não é à toa. Com uma infinidade de atividades ao seu redor, é um excelente ponto de partida para explorar muitos dos programas mais legais do país.   

Como contei aqui, ficamos em Queenstown por 4 dias e nos hospedamos no St Moritz, um hotel muito fofo que fica no centro da cidade, pertinho do lindo lago Wakatipu. E nesses 4 dias, fizemos um montão de coisas bacanas e bem diferentes entre si.

 

Kawarau Bridge

Se a Nova Zelândia é o país dos esportes radicais, eu não poderia começar falando de algo diferente de bungy jump! Existem muitos pontos de pulo em que é possível ver os corajosos se jogando de uma altura inacreditável, presos só pelos pés (SO-COR-RO!). Mas o mais legal que vimos foi da Kawarau Bridge, uma ponte suspensa que passa por cima de um rio com uma água mega azul rodeado de montanhas. Mesmo para os medrosos como eu (tenho PA-VOR de altura), ir até lá só para assistir já vale muito a pena.

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Vinícolas de Central Otago

Como não tive coragem de pular no bungy, partimos para aquele tipo de programa que vocês já sabem que eu amo: visitar vinícolas para fazer degustação. Bem pertinho da Kawarau Bridge já existem várias vinícolas fofas como a Gibbston Valley e a Chard Farm Winery, mas o destaque mesmo ficou com a Mt Difficulty, a 40 km dali.

Apesar de longe, li tantas recomendações da Mt Difficulty que escolhemos ir até para o almoço. E não nos arrependemos! O lugar é lindo, os vinhos uma delícia e o almoço estava DI-VI-NO! Acabamos passando boa parte da tarde ali mesmo, só relaxando.

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Skyline Gondola + Luge

Bem no centrinho de Queenstown existe um teleférico (chamado de Gondola) que leva até o topo de um morro bem alto, dando uma visão panorâmica da cidade para os visitantes. Só a vista já compensa o passeio, mas existem outras coisas para fazer lá em cima, a exemplo do restaurante e de shows de dança maori. Ainda, é possível fazer atividades como paragliding e mountain bike (as pessoas sobem de teleférico com suas bikes e descem o morro todo por uma trilha que pareceu bem radical). Como eu estou longe de ser super desenvolta no pedal, escolhi passar meu tempo de uma forma diferente: descendo na pista de carrinho de rolimã (chamado de Luge) que tem lá no topo do Skyline.

Não dá pra explicar o quanto é engraçado e divertido! A gente gostou tanto que fomos nos aventurar no Luge em 2 dias diferentes, sempre com o maior pacote de descidas disponível (e se tivéssemos mais tempo, acho que tínhamos ido mais e mais vezes).

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Pista do Luge

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Funyak e Jet Boat da Dart River

Um programa que vimos em toda Nova Zelândia foi o passeio de jet boat, uma lanchinha rápida que faz várias manobras radicais e cavalinhos de pau na água. Quando fui procurar qual seria o mais legal para fazermos, acabei descobrindo a Dart River, uma empresa que opera passeios pela região de Paradise, um lugar, que como o nome já diz, é tão lindo que parece o paraíso e onde foram gravadas várias cenas do filme O Senhor dos Anéis.

Como eu sempre quero “tudo no máximo”, optamos pelo passeio chamado Funyak (kayak super fun, entendeu?). Começamos com uma super volta de jet boat até o local onde trocamos para o caiaques e começamos nossa aventura pelo meio da floresta em um rio de água bem azulzinha. O ponto alto foi entrar no The Chasm, um caminho por dentro de umas pedras em que em que a água era muito muito turquesa. Absurdamente bonito.

Além disso, o caminho até Glenorchy (a cidade de onde partem os passeios até Paradise) é lindo, então vale a pena reservar um tempinho para ir parando no meio do caminho e apreciando os mirantes de frente para o lago Wakatipu.

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Onsen Hot Pools

Antes mesmo de saber que eu ia para a Nova Zelândia já tinha umas fotos das Onsen Hot Pools salvas no meu celular. As piscinas particulares de frente para o Shotover River não são as queridinhas do Instagram sem motivo: achei o maior luxo da vida ter aquela vista à nossa disposição por 1 horinha enquanto tomávamos um espumante dentro da água quentinha.

O lugar é mega concorrido e tem que ser reservado com muita antecedência, afinal são só 6 piscinas e todo mundo quer tirar uma casquinha.

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Passeio de balão

Eu já tinha voado de balão uma vez em Fontainebleau, na França, e sempre tive vontade de repetir a experiência. Quando descobri a Sunrise Balloons em Queenstown, corri para reservar nosso lugar num vôo para assistir o nascer do sol lá de cima do balão.

Apesar de ter medo de altura, foi super tranquilo porque o balão é bem estável e não sacudiu nem um pouquinho. A sensação de estar voando acima das montanhas de Queenstown foi impagável e o visual é pra ficar guardado na memória para o resto da vida.

O vôo durou aproximadamente 1:30, quando pousamos em um campo para tomar café da manhã, com direito a espumante e tudo! A vida podia ser só isso né?

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Realmente Queenstown ganhou meu coração <3

0 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 18.03.2018

O aconchegante hotel St Moritz, em Queenstown

Queenstown foi a nossa primeira parada na Nova Zelândia. Apesar de ser bem pequenininha (cerca de 15 mil habitantes), a cidade é super organizada e com toda a infraestrutura que o visitante precisa para ser feliz. Pois bem, após pousar no mini aeroporto de ZQN, alugamos um carro com a GoRentals (ali no aeroporto mesmo) e seguimos para o hotel St Moritz, onde ficamos hospedados na cidade.  

Ao entrar no hotel e dar de cara com a vista do lago Wakatipu e das montanhas, lembro que a primeira impressão foi a melhor possível: se a Nova Zelândia já estava nos recebendo com um visual daqueles, tive a certeza de que a viagem seria inesquecível.

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Estávamos realmente muito cansados, afinal tínhamos passado mais de 27 horas viajando desde o Rio até Queenstown, em 3 vôos com muita espera entre eles. Só pensávamos em descansar, antes mesmo de cair na cidade para explorar suas belezas.

Depois de esperar um pouquinho para o nosso quarto ficar pronto (chegamos antes do horário previsto para o checkin), tivemos o prazer de abrir a porta da nossa suíte e ver exatamente tudo que estávamos precisando: bastante espaço para fazer nossa bagunça, uma cama aconchegante e um banheiro lindo e limpo (e com banheira!) para a gente tomar aquele banho com o qual estava sonhando há várias horas.

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As suítes do St Moritz são bem completonas mesmo, com uma cozinha americana, uma sala grande com mesa, sofá, poltrona e TV, além do quarto escurinho separado e um banheiro. Eu diria que se resume a muito conforto e espaço, típico dos hotéis da rede M Gallery, da qual o St Moritz faz parte.

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Depois de tirar um cochilo revigorante, resolvemos sair a pé e ir explorar o que tinha ali pertinho do hotel. Descobrimos bem rápido que estávamos super bem localizados e a uma curta caminhada tanto do lago Wakatipu (aquele que vemos da varanda), quanto do centrinho de Queenstown, onde estão os principais restaurantes e cafés da cidade. Também estávamos bem próximo ao Skyline, um teleférico bem legal que leva ao topo da montanha (vou contar em mais detalhes no próximo post). Para quem gosta de caminhar, é bem tranquilo fazer tudo dos arredores do centro de Queenstown a pé.

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Mimos que encontramos uma das noites no nosso quarto <3

Mimos que encontramos uma das noites no nosso quarto <3

À noite, optamos por jantar no restaurante Lombardi, que fica no lobby do St Moritz. Dividido em 3 salões (biblioteca, bar e sala de jantar) que parecem cômodos de uma casa, o restaurante tem uma vista incrível para o lago e as montanhas. Como no verão anoitece bem tarde, pudemos assistir o por do sol dos janelões do Lombardi enquanto jantávamos. Foi uma primeira noite na Nova Zelândia muito especial.

É também no Lombardi onde é servido o café da manhã todos os dias, com uma variedade incrível de pratos quentes e frios e cafés feitos na hora.

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Não saberia dizer se a vista é mais bonita de dia ou no fim da tarde, mas a verdade é que aquele sol da manhã batendo nas montanhas lá atrás do lago era algo que eu queria ver todos os dias da minha vida. Realmente fiquei muito encantada e conectada com a paisagem.

Em uma das tardes que voltamos de um passeio, me deparei com uma placa “hot pool garden”. Já sabia que a maioria dos hotéis da região não tem piscina, uma vez que no inverno fica bem frio por ali. Resolvi ir conferir e me deparei com um jardim pequeno mas muito simpático, com duas jacuzzis de água quentinha à disposição dos hóspedes. Mas que ótima idéia! Subi, peguei o roupão e desci correndo para dar aquela relaxada no meio das plantas.

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DCIM102GOPROG0773915.JPGE foi assim que ficamos os 4 dias e 3 noites que estivemos no St Moritz e em Queenstown: dormindo bem, comendo bem, conhecendo muitos lugares e relaxando no fim do dia. Dá para a vida ser melhor que isso?

0 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 11.03.2018

Como montar um roteiro para a Nova Zelândia

A vontade de conhecer lugares remotos com natureza intocada já não vem de hoje. E no topo da lista de desejos, estava, há muito tempo, um país pequeno, distante, ainda não muito explorado por brasileiros, mas que prometia uma grande variedade de belíssimas paisagens naturais: a Nova Zelândia.

Se a vontade e a expectativa de conhecer a Nova Zelândia já eram altos, posso dizer que o país teve muito sucesso em nos surpreender com sua beleza, organização e seu povo simpático e educado. Para quem curte viagem de aventura e de estar em contato com a natureza, recomendo (muito) o destino, que está nas cabeças da lista de lugares queridinhos que eu já tive o prazer de conhecer.IMG_9579

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Quando ir

Li em muitos lugares que a Nova Zelândia pode ser visitada o ano todo. Até acredito que isso é verdade porque o país oferece muitas atividades diferentes (literalmente da praia à estação de esqui) que podem ser desfrutadas ao longo do ano todo. Mas a verdade é que cada estação tem uma peculiaridade e a definição do tipo de paisagem que você quer encontrar é muito importante para definir a época para ir até lá.

Nós queríamos ter o mínimo de chuva possível, temperaturas agradáveis (para cariocas como nós, leia-se calorzinho) e a possibilidade de ver a maior diversidade de cenários possível. Com isso, não restou dúvidas de que a melhor época para irmos era a primavera ou o verão, quando as temperaturas são mais amenas e as chuvas são mais escassas. Optamos, então, pelo carnaval (alto verão), quando conseguiríamos estender a viagem e aproveitar mais dias de aventura nesse país tão lindo e diferente.  

Como chegar

A forma mais rápida de chegar à Nova Zelândia saindo do Brasil é passando pelo Chile ou pela Argentina. As rotas mais frequentes são operadas pela LATAM, Air New Zealand e Qantas, muitas vezes em code share com a LATAM, com conexão em Santiago. Existe também a possibilidade de ir com a Aerolíneas Argentinas, fazendo conexão em Buenos Aires.

E como são os vôos? É longe? É caro? Sim, é longe e é caro, mas com planejamento a ida até a Nova Zelândia pode não ser tão traumática assim. Compramos nossos vôos com uma super antecedência (quase um ano antes) com pontos Multiplus: um trecho Rio – Santiago (4 horas), seguido de um trecho Santiago – Auckland (12 horas). Razoavelmente tranquilo.

 

Como se locomover

Não se engane por achar que, por o país ser pequeno, será fácil de se locomover: tudo em na Nova Zelândia é super longe! O país tem aeroportos nas principais cidades, mas se você quer realmente explorar as paisagens, eu diria que o melhor é cair na estrada.

Ficamos muito impressionados como um país com tão pouca gente é 100% conectado por estradas excelentes (muitaaaaaas curvas, mas ótima qualidade de asfalto), sem um pedágio e ainda assim, sem um buraco. Quase igual o Brasil, né?

 

ALERTA DE MÃO INGLESA:

A Nova Zelândia é uma ex-colônia inglesa. Logo, é de se esperar que lá as pessoas dirijam “ao contrário”. Apesar de já termos dirigido várias vezes do lado direito, é sempre um desconforto e requer uma atenção redobrada. Para facilitar a vida, alugamos carros automáticos. Para isso, escolhemos a GoRentals, uma locadora com ótimos preços com representação nas principais cidades do país.
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Como montar um roteiro

Montar o roteiro é, sem nenhuma dúvida, um super desafio. A Nova Zelândia é pequena mas é maior do que parece, e seus principais pontos de interesse são bem espalhados pelo país. Isso quer dizer que, para chegar nos lugares fora dos grandes centros, você vai gastar horas na estrada ou muitos dólares em vôos de teco-teco. Achei realmente muito difícil equacionar o tempo gasto no deslocamento e o tempo de fato aproveitando os lugares, e assumo que acabamos gastando mais tempo dirigindo do que eu gostaria.

Depois de pesquisar muito e ler trocentos posts de blogs de brasileiros e gringos, parti para montar o desenho final do nosso roteiro, que ficou assim:

 

DIA 1: Auckland – Queenstown

Chegamos em Auckland e pegamos um vôo direto para Queenstown, na ilha Sul, com a Air New Zealand.

Checkin no Hotel St Moritz em Queenstown.

Fomos dar uma volta na cidade e almoçar. No fim do dia, subimos na Skyline Gondola e ficamos brincando no Luge.

 

DIA 2: Queenstown

Fomos até a Kawarau Bridge ver as pessoas pulando no bungee (não tive coragem de pular).

Visitamos algumas vinícolas de Central Otago.

Almoçamos na Mt Difficulty.

No fim do dia, experimentamos as famosas ONSEN Hotpools.

 

DIA 3: Queenstown

Fomos até Glenorchy para o incrível passeio Funyak com a Dart River Adventures.

Voltamos para Queenstown parando pela estrada que passa ao lado do Lake Moke.

Subimos de novo na Skyline para brincar mais no Luge (adoramos!).

 

DIA 4: Queenstown – Milford Sound

Fizemos um vôo de balão de manhã cedo com a Sunrise Balloons.

Depois pegamos a estrada até Milford Sound, onde embarcamos para o cruzeiro de uma noite com a Real Journeys.

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DIA 5: Milford Sound – Doubtful Sound

Voltamos do cruzeiro de Milford e embarcamos no cruzeiro de uma noite no meio do fiorde Doubtful, também com a Real Journeys.

 

DIA 6: Doubtful Sound – Wanaka

Dirigimos de volta até Queenstown, onde devolvemos o carro e pegamos o nosso motorhome com a Britz.

Paramos em Arrowtown para jantar e dormimos em um motorcamp Wanaka.

 

DIA 7: Wanaka

Dirigimos até Blue Pools e Fantail Falls, na costa oeste. O dia estava chuvoso e acabamos decidindo voltar para descansar.

No fim do dia, fomos passear no Lake Wanaka e assistir o por do sol na Wanaka tree.

Dormimos novamente em Wanaka.

 

DIA 8: Wanaka – Mt Cook

Fomos conhecer a linda vinícola Rippon em Wanaka, antes de seguir viagem para o Mt Cook National Park.

Paramos em Clay Cliffs e no Lake Pukaki.

Fomos conhecer a NZ Alpine Lavender farm e tomar sorvete de lavanda.

Dormimos em um motorcamp em Mt Cook.

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DIA 9: Mt Cook National Park – Tekapo

Fizemos o HeliHike com a Alpine Guides, saindo do aeroporto de Mt Cook.

À tarde, fizemos a trilha de Hooker Valley.

Dirigimos até Lake Tekapo, onde, à noite, fizemos o tour astronômico com a Earth & Sky na universidade de Mt John.

Dormimos em Lake Tekapo.

 

DIA 10: Tekapo

Passeamos em volta de Lake Tekapo e conhecemos a simpática Church of Good Sheppard.

Fomos passar a tarde das piscinas quentinhas de Tekapo Springs.

À noite, fomos para o tour astronômico da Tekapo Springs.

 

DIA 11: Tekapo – Kaikoura

O dia foi de trânsito. Dirigimos até Christchurch para devolver o motorhome na Britz e pegar um carro na GoRentals, parando em Rakaia Gorge pelo caminho.

Depois, seguimos para Kaikoura, onde passamos a noite.

 

DIA 12: Kaikoura

Acordamos de madrugada para fazer o snorkel com golfinhos com a Dolphin Encounter.

À tarde, fizemos o passeio para ver baleias com a Whale Watch Kaikoura.

Dormimos novamente em Kaikoura.

 

DIA 13: Kaikoura – Marlborough – Wellington

Saímos de Kaikoura em direção à região vinícola de Marlborough, onde fizemos várias degustações ao longo do dia.

No fim da tarde, fomos para Picton, onde pegamos o Interislander ferry, que nos levou à Wellington, já na ilha Norte.

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DIA 14: Wellington – Martinborough – Turangi

Mais vinícolas! Fomos explorar a região de Martinborough e seus vinhos orgânicos.

No fim do dia, seguimos para Turangi, onde passamos a noite.

 

DIA 15: Tongariro Alpine Crossing

Fomos no aventurar na trilha para a travessia do parque de Tongariro, onde fica a montanha da perdição do Senhor dos Anéis.

Dormimos novamente em Turangi.

 

DIA 16: Turangi – Rotorua

Fomos em direção à Taupo. Paramos nos mirantes para ver as Huka Falls e visitamos Waireki Terraces.

Íamos fazer um cruzeiro com a Sail Barbary em Lake Taupo, mas como o tempo fechou, optamos por seguir viagem em direção à Rotorua.

Fomos visitar o parque geotermal de Hell’s Gate e tomar banho de enxofre e lama.

 

DIA 17: Rotorua

Começamos o dia no parque geotermal de Waiotapu.

À tarde, fomos relaxar nas piscinas do Polynesian Spa.

No fim do dia, partimos para a experiência Te-Ra + Te-Po do parque Te Puia.

 

DIA 18: Rotorua – Waitomo – Matamata – Hahei

O dia foi de muito deslocamento e atividades.

Acordamos e seguimos para Waitomo, onde fizemos o rafting dentro da caverna de vermes brilhantes com a Legendary Black Water Rafting.

Depois, seguimos para Matamata, onde visitamos Hobbiton, o local onde foram filmados os filmes do Hobbit e Senhor dos Anéis.

Seguimos em direção a Hahei, na península de Coromandel, onde passamos a noite.IMG_2432

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DIA 19: Hahei

Fomos caminhando até a Cathedral Cove, parando nas praias pelo caminho.

Conhecemos a praia de Hahei e, no fim do dia, fomos conhecer a curiosa Hot Water Pool.

 

DIA 20: Hahei – Auckland

Acordamos e seguimos em direção à Auckland.

Passamos o dia passeando pelo centro da cidade, viaduct harbour e Mt Eden.

 

DIA 21: Auckland – Waiheke Island

Acordamos e pegamos o ferry da Fullers para Waiheke Island.

Fizemos checkin no fantástico Te Whau Lodge e partimos para explorar as praias e vinícolas da ilha.

 

DIA 22: Waiheke Island

Dia de vinho e praia em Waiheke Island.

 

Dia 23: Waiheke Island – Auckland – Brasil

Acordamos tarde, ficamos de preguiça na pousada e na hora do almoço começamos a via crucis de voltar para casa.

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Ufa, quanta coisa! Isso porque ficou muita coisa legal de fora (já sabem que eu vou querer voltar, né?).

Nos próximos posts vou contar mais detalhes dos passeios e de cada um dos lugares que passamos.