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1 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 28.08.2017

Do fitness para o dia a dia (para o fitness de novo!)

Se já falamos do nosso orgulho de trabalhar com a Marcyn mostrando nossas lingeries ou biquinis, hoje vou falar de outro assunto que muitas de vocês nem devem saber ainda. A marca também tem uma linha “fitness”, mas não é pra carregar o lado pejorativo e excludente da palavra, muito pelo contrario. A linha de roupas de fazer exercícios da Marcyn é muito inclusiva e atende a variadas grades. Tem peças bacanas, de qualidade e repletas de tecnologia e conforto em vários estilos e tamanhos.

Eu, que muito pouco me senti representada em campanhas e ações publicitárias de marcas focadas em fitness, me vejo aqui mostrando pra vocês as peças que estou usando nos últimos meses.

A verdade é que já tem um tempo que me encontrei nas calças e tops que venho usando. Quem acompanha nosso insta tem me visto usar muita calça legging, tanto nos meus treinos, quanto na rotina ou nessa vida de viajante. Exatamente por isso aproveitei essa aventura no Atacama (onde boa parte da minha mala tinha uma pegada esportiva) pra mostrar pra vocês algumas das peças que tenho usado bastante, além de separar alguns produtos da loja virtual para vocês conhecerem mais essa opção da Marcyn.

Top estampado e legging estampada | Legging preta básica |
Blusa vermelha | Top preto básico

Eu levei as roupas crente que ia usá-las apenas em momentos específicos, só que eu me enganei. To usando muito todas as peças nos trekkings que estamos fazendo. Com destaque à legging preta básica ultra confortável que estou usando bastante por aqui, mas na verdade uso pra tudo quanto é ocasião. Já usei pra look de aeroporto, no fim de semana do retiro e agora pra curtir o deserto do Atacama, que é a realização de um grande um sonho pra mim. No entanto, como não podia trazer tudo que eu queria na mala, achei melhor separar algumas coisas do site da Marcyn pra vocês verem mais, como por exemplo, as novas peças lisas porém super coloridas, para aqueles dias que a gente quer dar uma encostada no preto.

top vinho, roxo ou preto | top plus size | legging vinho, roxa ou preta | legging plus size camiseta azul | camiseta laranja | regata roxa | regata rosa

Quando vi as camisetas com detalhes inspiradas na turma do yoga, itens com algum toque fashionista e modelagens pensadas para o plus size, entendi que a marca busca apresentar na linha fitness o mesmo posicionamento que faz tudo ter tanto sucesso no que diz respeito à moda praia e lingerie. Muita gente que vem falar sobre a Marcyn conosco não sabe muito sobre essa “aba fitness do site”, por isso, a gente aconselha que vocês se jogem por lá, existem belas surpresas. :)

relax and enjoy | mandala | hamsa | carpe diem | mandala

Eu sempre defendo que o #paposobreautoestima reforça a importância de cuidarmos do nosso corpo e saúde pelos motivos certos, lembrando que a OMS recomenda que se exercitar de forma equilibrada é de fato o melhor remédio para buscarmos longevidade e qualidade de vida, sendo assim, nada melhor do que fazer isso com muito conforto, com peças que te valorizam e te dão segurança e, de quebra, com um preço legal, né? :)

Quem quiser dar um pulo no site da Marcyn para olhar com carinho a linha fitness, com certeza vai curtir muita coisa! :)

4 em Autoestima/ Saúde no dia 20.04.2017

Vida Saudável: (des)construindo um conceito

Não é difícil ouvir, em qualquer lugar que eu frequente, sobre o assunto da moda: exercício físico, alimentação e estilo de vida saudável. Seja em uma academia ou em meio à outra rodada de chopp no bar, entreouvidos é possível perceber que há sempre o “personagem fitness” do grupo que vai puxar esse assunto. Está nos programas de televisão em horário nobre, nas redes sociais, na fila do mercado e até no almoço de domingo em família. Advogados, economistas, empresários e estilistas começaram a participar de grupos de pedal, se inscreveram – e começaram a ir – na academia e já até admitem diminuir o consumo de doces; ser saudável se tornou não só algo benéfico para a saúde, mas um estilo de vida. Até aí tudo ótimo, não é?! Quando essa busca se torna uma obsessão, a resposta é não. Definitivamente, precisamos conversar.

“A dieta desse mês é o corpo do mês que vem” – não, pensar assim não deveria ser considerado saudável.

Acompanho diariamente as redes sociais e, como não poderia ser diferente, sigo pessoas que possuem algum tipo de influência no mercado fitness, nutrição e qualidade de vida em geral, seja com dicas de treino ou ditando um lifestyle. Mas afinal de contas, já parou pra pensar o que é qualidade de vida? Dentre as diversas definições, a que eu acho mais completa diz assim: “Qualidade de vida indica o nível das condições básicas e suplementares do ser humano. Essas condições envolvem o bem estar físico, mental, psicológico e emocional, além dos relacionamentos sociais como família e amigos, a educação e outros parâmetros que afetam a vida humana.” Percebeu a complexidade? Hoje o que se prega na internet é o reducionismo dessa definição, nos induzindo a pensar que ser saudável é APENAS ter um baixo percentual de gordura e um bom punhado de músculos. Pelo menos é assim que muita gente propaga, de forma muito equivocada e perigosa, a imagem do saudável. E o pior é que muitas pessoas estão sendo influenciadas por esses “gurus” e estão construindo suas vidas e pensamentos em cima desse alicerce!

Primeiramente, é importante saber a diferença básica entre exercício físico e atividade física. Isso mesmo, eles não são a mesma coisa. Atividade física é toda e qualquer atividade que promova gasto energético, em eventos cotidianos e despretensiosos como carregar uma sacola de mercado, subir uma escada ou passear com o cachorro; exercício físico faz parte de uma rotina programada e planejada de atividades que promovam a melhora de diversas variáveis físicas. Enquanto uma se relaciona com hábitos cotidianos, a outra tem horário marcado e duração programada. Fazer exercícios físicos é muito importante, mas é só uma parte do quebra-cabeça. Enquanto a atividade física não for inserida na sua rotina diária, seu corpo e sua mente irão sempre te dizer que parar, seja lá o que você estiver fazendo, para ir à academia ou dar uma corrida é um mega sacrifício! E enquanto isso for um sacrifício, a chance de suas expectativas serem maiores do que os resultados são enormes. As consequências disso? Frustração, desânimo, depressão e distorção de autoimagem são as mais prováveis. A tendência é que o ciclo insatisfação – quebra de expectativa – culpa – insatisfação se perpetue.

Praticar exercícios físicos é extremamente benéfico pra todos e suas consequências positivas são incontestáveis. Para exemplificar, estudos demonstram que ele é capaz de regular a qualidade do sono através da maior duração da fase REM (sono profundo); prescrito de forma correta diminui os níveis de ansiedade e depressão, tanto por fatores fisiológicos (maior liberação de neurotransmissores como a endorfina e dopamina), quanto por fatores ambientais (socialização, contato com a natureza e mudança momentânea de foco); melhora a cognição e memória, através da capacidade de aumentar as sinapses neurais e ativar o hipocampo, entre outros. Quem não quer experimentar todos esses benefícios? O problema é que, em alguns casos, esses efeitos podem não existir ou até mesmo serem invertidos. Estar em privação de sono, em alto nível de stress ou em condições nutricionais desfavoráveis por um longo período interfere na forma como o seu corpo reage a esses estímulos.

Na outra ponta está o que chamamos de dependência ao exercício. É o desenvolvimento de um comportamento patológico na necessidade da prática excessiva de exercício físico. Existe uma corrente de estudiosos que indica que a necessidade de se exercitar em demasia seja um gatilho para o desenvolvimento de transtornos alimentares. É mais comum do que você imagina e tem gente se vangloriando por isso.

Percebe que é possível que você esteja praticando exercícios físicos regularmente, se alimentando melhor e mesmo assim não estar conseguindo adquirir qualidade de vida e saúde?

Mas como encontrar esse equilíbrio? Pode começar aceitando seu corpo do jeito que ele é hoje. Claro que todos nós temos o direito de buscar melhorias para nós mesmos, mas isso tem que ser uma busca interna, não para os outros. Dito isso, tente buscar alguma atividade que lhe dê alguma satisfação. Nós já somos bombardeados com obrigações, portanto as chances de você seguir com uma atividade que não é uma obrigação são maiores. Não precisa ser exatamente o que sua amiga magra gosta. Vale dança, luta, crossfit, esporte e tudo o que puder experimentar! Está mais do que comprovado que as pessoas que se exercitam para buscar uma melhora na saúde em geral (incluindo a estética) permanecem por mais tempo nessa prática do que os que visam simplesmente a aparência física – e no final das contas alcançam os objetivos estéticos mais frequentemente porque permanecem engajados por mais tempo. Esse é um ciclo que vale a pena seguir.

Você pode estar perseguindo um modelo de corpo que foi construído em cima de privações severas de alimento, treinamento intenso diário e toda uma equipe em volta dando o suporte para que se alcançasse aquele resultado. Agora me diz, isso parece ser saudável?

4 em Comportamento/ desafio de peso/ Saúde/ treinos no dia 06.02.2014

Já pensou em fazer Pole Dance?

Muita gente fala do “pole dance” como alternativa de apimentar relacionamento, se sentir mais sensual e por aí vai… O que muita gente esquece é que interagir com essa barra exige muito esforço de toda a musculatura do corpo e, por isso, essa prática se tornou o exercício físico queridinho de muitas mulheres. Uma dessas mulheres que se apaixonou pelo pole dancing foi nossa amiga e também blogueira Carol, do Toque de Neon.

Depois que vimos essa foto dela no instagram (pode seguir também: @carolheinrichs) resolvemos convidá-la para contar mais sobre esse assunto aqui no blog. Lembramos que o post da Ca sobre o Ballet Fitness foi um sucesso e quisemos trazer mais esse tipo de “exercício do momento” para o blog. Mas deixa a Carol falar!

“Meninas, eu comecei o pole há 6 meses, mas já andava de paquera com essa modalidade há algum tempo. Como o studio (chama-se Studio Manaus Pole Dance) fica dentro da academia que frequento, sempre passava pra dar uma olhadinha.

Morria de insegurança por pensar que não tinha coordenação motora ou força no braço suficientes, mas um dia criei coragem e fiz uma aula experimental, à convite da professora que na verdade é jornalista e apresentadora, mas se apaixonou pelo pole, se profissionalizou e hoje dá aulas. Foi amor à primeira vista!

carol-heinrichs

Nunca encarei o pole unicamente como uma arte sensual, mas principalmente como modalidade esportiva. E é de fato o que fazemos nas aulas!

Faço duas vezes por semana, mas por mim faria todos os dias da minha vida! É viciante demais.

Desde o início das aulas até hoje evoluí bastante. No início a dificuldade é maior, mas com duas aulas já conseguimos evoluir muito! Hoje em dia consigo fazer movimentos mais difíceis e “figuras” (é assim que chamamos as poses!) mais complicadas. Quando fiz inversão (fiquei de cabeça para baixo!) foi uma festa! E a cada aula aprendo uma coisa nova, por isso é estimulante. Mas ainda tenho muito pra aprender!

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O legal é que lá no studio todas se ajudam! Tem as menos flexíveis, tem gordinhas, magrinhas, as que não têm muita força… tem de tudo! E somos muito unidas.

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Quanto aos benefícios, senti que meu corpo ficou mais definido, principalmente braços, abdomen e parte interna da coxa. Mas uma das coisas que mais gostei foi que minha postura melhorou MUITO. Também existem aqueles outros benefícios, como concentração, determinação e superação de limites. É assim que eu encaro o pole!

E o lado ruim? Pra mim não tem nenhum. Há quem diga que os roxos são a parte ruim do pole, mas uma “pole dancer” de verdade vê seus roxos como troféus!”

Nós amamos saber de tudo isso, de verdade. Ficamos super interessadas! Nós acompanhamos “de pertinho” a mudança de corpo da Carol e de verdade é super notável, arrasou Carol. 

Não é diferente? E vocês, curtem a ideia? Alguém aqui mais faz?