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0 em Brasil/ Destaque/ Trip tips/ Viagem no dia 31.01.2018

Belmond Hotel das Cataratas: luxo com uma localização mais que privilegiada

Que eu fiquei encantada com Cataratas, eu já contei pra vocês. O que eu não contei foi que o hotel em que nos hospedamos foi um dos grandes responsáveis por tornar nossa primeira visita a Foz do Iguaçu inesquecível.

Pesquisando sobre hospedagem em Foz, logo descobri que o único hotel que fica dentro do Parque das Cataratas é o Belmond Hotel das Cataratas. Num surto daqueles “mas afinal de contas, a vida não tem replay”, decidimos investir na experiência de passar uns dias dormindo e acordando com o som das maiores quedas d’água do mundo.

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Chegamos na porta do Parque no meio da tarde e fomos recepcionados na guarita por um funcionário do hotel, que nos levou para um lounge, onde aguardamos pela van que iria nos levar até o Belmond. Como eu contei no outro post, somente ônibus e carros autorizados podem entrar no Parque das Cataratas. Táxis e carros de passeio só podem ir até essa guarita (para hóspedes do Belmond), onde se pega uma van que passa a cada 20 minutos, ou até a bilheteria (visitantes), onde se pega o ônibus circular do Parque.

Ao descer da van, foi impossível segurar o “uaaaaau” que cismou em escapar da boca: o hotel fica literalmente de frente para um mirante lindo, onde as majestosas cataratas já mostram de cara porque são uma das 7 maravilhas da natureza. Que privilégio poder assistir aquele espetáculo de camarote!

E já que estamos falando da localização, aproveito para contar que os hóspedes do Belmond são VIP mesmo: só quem fica no hotel tem a oportunidade de passear pela Trilha das Cataratas antes do parque abrir e após fechar, o que significa uma trilha vazia, praticamente só pra você. Além disso, como o parque fecha antes do sol se por, a oportunidade de assistir um por do sol dos sonhos fica mesmo só para quem dorme no hotel.IMG_0039

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Reparem que não tem ninguém em volta!

Reparem que não tem ninguém em volta!

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Além da observação das Cataratas, programa óbvio para quem vai a Foz, e dos demais passeios dentro do Parque, o Belmond fica em localização estratégica para várias outras atividades da cidade, como o Parque das Aves e o vôo panorâmico, que ficam pertinho da guarita de entrada do parque. Ainda, fica perto do Museu de Cera, do Vale dos Dinossauros e do aeroporto.

Eu diria que o Belmond Hotel das Cataratas é o hotel mais tradicional de Foz. Foi aberto há mais de 60 anos e, acredite, continua super moderno. Isso porque, após a rede Belmond ter comprado o hotel, passou por reformas e modernizações, a exemplo da piscina, que agora tem bordas molhadas e novo mobiliário, e os quartos, que receberam novos móveis e itens de decoração.

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O Belmond Hotel das Cataratas é o queridinho dos gringos e também é palco para muitos eventos badalados da cidade, como festas e casamentos (já pensou casar sendo abençoado pelas águas das cataratas?).

A construção do hotel é toda no estilo colonial e decorada com muita madeira, o que deixa tudo mais aconchegante. Aliás, o mix de rosa clarinho das paredes contrastando com o verde das muitas árvores que rodeiam o hotel faz com que a vontade de sair dali seja zero. E foi exatamente isso que aconteceu com a gente.

Depois de ficar uns momentos em estado de choque olhando o mirante na frente do hotel, voltamos para a Terra e fomos fazer checkin. Ao chegar no quarto, a primeira coisa que veio na cabeça foi “gente, posso morar aqui?”.

O hotel tem um total de 193 quartos bem espalhados pelo complexo de prediozinhos de 2 andares, divididos em 4 categorias. Nos hospedamos em uma Suíte Júnior no 2o andar do prédio principal. Nossa suíte era muito espaçosa: tinha um hall, uma salinha com sofá, poltronas e mesa, um banheiro com pia dupla, banheira e chuveiro separados e os azulejos coloniais mais lindos que já vi, uma cama king size super confortável e uma sacadinha com vista para a floresta. As amenities são todas da Granado, aquelas mega clássicas, o que combina total com a vibe da decoração do quarto e do banheiro. Ah, e importantíssimo: Nespresso liberado! Uhuuu

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Sabe aquela sensação de chegar na fazenda ou sítio que você visitava quando era criança? Foi bem isso que senti. Ainda fomos agraciados com presentinhos na chegada ao quarto: docinhos, uma garrafinha com água das cataratas e um bilhetinho assinado pelo gerente do hotel nos dando boas vindas (me julguem, mas eu adoro ser mimada).

Aproveitamos para descansar um pouquinho e, mais pro fim do dia, fomos fazer a Trilha das Cataratas e assistir o por do sol. Aliás, acho que fizemos essa trilha no mínimo umas cinco vezes durante a nossa estadia: qualquer 1 hora que eu ficava sem fazer nada, ou eu ia pra piscina ficar de pernas pro ar ou eu ia pras cataratas – vida difícil né?

À noite, resolvemos experimentar o restaurante Ipê Grill, um buffet de alto nível que fica ao lado da piscina e também onde é servido o café da manhã todos os dias (FAN-TÁS-TI-CO) e almoço a la carte. A verdade é que dá uma baita preguiça de sair do hotel para ir comer em outro lugar (tem que pegar van até a entrada do Parque, lembra?), então acabamos jantando todos os dias nos restaurantes do Belmond mesmo.

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Além do Ipê Grill, existe ainda o restaurante Itaipú, em esquema a la carte para o almoço e jantar, e o Tarobá, um piano bar que serve refeições mais estilo lanche e petiscos e drinks. Tanto o Itaipú quanto o Tarobá ficam na parte frontal do prédio e possuem sacadinhas com vista para as cataratas. Para quem quer só uns snacks durante do dia, uma boa opção é o bar da piscina.

Para quem está em busca de relaxamento, o Belmond tem um SPA com padrões internacionais e uma gama bem extensa de tratamentos. Também existe uma academia bem completa, sala de jogos com vídeo game e computadores Mac espalhados pelo hotel para quem quiser usar. Entretenimento para todos os gostos.

Como eu contei no outro post, enquanto nós estávamos na cidade, nós pegamos um pouco de tempo muito ruim com muita chuva e um pouco de tempo muito bom, com céu azul e muito sol. Entre um passeio e outro, se estivesse sol ou mormaço, nós aproveitávamos para ficar de pernas pro ar na piscina, nas redes que tem no jardim ou ir passear na trilha. Se estivesse chovendo, ficávamos de preguiça no quarto ou em algum canto comum do hotel, vendo a vida passar, lendo um livro ou descansando. Nessas horas, estar em um hotel com uma boa infraestrutura faz toda diferença.

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A experiência de se hospedar de frente para uma das grandes maravilhas da natureza foi, sem dúvida, inesquecível. O Belmond Hotel das Cataratas tem instalações maravilhosas e tudo que é preciso para uma estadia muito especial, seja para viagens em casal ou em família. A facilidade de acesso às Cataratas realmente é um diferencial enorme, algo que não é possível encontrar em nenhum outro lugar.

Tenho certeza que voltaremos em outras oportunidades para aproveitar mais um pouquinho da energia boa que as Cataratas tem, e com certeza, vamos querer ficar de camarote novamente!

2 em Brasil/ Destaque/ Sem categoria/ Trip tips/ Viagem no dia 17.01.2018

Conhecendo o Brasil: Foz do Iguaçu

A curiosidade de conhecer Foz do Iguaçu veio durante a nossa viagem para a África do Sul no ano passado. Conhecemos muitos (mas muitos mesmo) europeus ao longo da viagem que ao descobrir que nós éramos brasileiros sempre falavam “estivemos no Brasil e fomos para Amazônia e Foz do Iguaçu, são lugares magníficos”. E nós dois sempre ficávamos com cara de pateta porque moramos aqui, viajamos pra caramba pelo mundo todo, amamos a natureza e não conhecíamos nem um nem outro. Que vergonha né?

Resultado, voltei da África já catando uma passagem para Foz para corrigir esse erro gravíssimo. E lá fomos nós explorar um pedacinho do nosso Brasil.

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Quando ir

A notícia boa é que Foz pode ser visitada o ano todo. Na primavera e verão, meses mais chuvosos, as Cataratas ficam mais volumosas e mais imponentes. No outono e inverno, meses mais secos, as quedas ficam mais definidas. Acho que vale visitar mais de uma vez para tirar as próprias conclusões do que é mais bonito.

Em relação à chuva, a verdade é que o tempo em Foz é muito louco e muda de uma hora pra outra. Segundo as pessoas locais que conversamos, essa incerteza acontece o ano todo, mas nos meses mais quentes é sem dúvida pior. Nós fomos em Novembro e pegamos dias lindos de sol e dias de tempestade pesada. Na média, o tempo foi bom e conseguimos aproveitar bastante (ainda bem que tínhamos bastante tempo).

 

O que fazer

Cataratas do Iguaçu

Óbvio que a primeira coisa que vem na nossa cabeça são as Cataratas do Iguaçú, certo? E não é pra menos. Com o título de uma das 7 maravilhas da natureza, as Cataratas apresentam quedas de até 80 metros de altura, mostrando aos espectadores como somos minúsculos perto da sua força.

O acesso ao Parque das Cataratas é pago e muito organizado. Com o passe diário, os visitantes tem acesso a vários atrativos e restaurantes, além do ônibus circular que passa de 5 em 5 minutos por todas as estações (o acesso a carros de passeio é proibido). Ficamos muito bem impressionados de como tudo é bem cuidado e funciona perfeitamente!

A atração mais tradicional dentro do Parque é a trilha das Cataratas. Toda pavimentada e com corrimãos, a trilha tem extensão de 1,5km, passando ao lado das muitas quedas do rio Iguaçu, com vários mirantes para observação. A caminhada é bem tranquila e pode ser feita por adultos e crianças sem estresse. Para quem tem dificuldade de locomoção, o ideal é saltar na última parada do ônibus, que dá acesso às maiores quedas com rampas e elevadores. É lá que fica também o Porto Canoas, um restaurante estilo buffet bem gostosinho que tem uma vista bem legal do rio Iguaçu (e do vaporzinho das quedas). 

É muito difícil explicar a energia que tem esse lugar! Realmente é algo de outro mundo, uma sensação boa de lavar a alma que nos faz pensar no quanto nós somos pequenininhos na Terra. Mexe mesmo com a gente!

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Varanda do Restaurante Porto Canoas

Macuco Safari

Se ver as cataratas dos mirantes não foi o suficiente para você, recomendo fortemente ir de cabeça nas águas das Cataratas no Macuco Safari. É um passeio de barco que te leva pertinho de algumas quedas para você tomar um banho e sentir a pressão da queda da água. Recomendo fortemente entrar no barquinho descalça e de biquíni mesmo (molha MESMO). Extremamente divertido e imperdível!

 

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Trilha do Poço Preto

Existem algumas trilhas dentro do Parque, que devem ser feitas com guia. Nós optamos pela Trilha do Poço Preto, que começa com 10 km dentro da mata, que podem ser feitos a pé, de jipe ou de bicicleta (fomos de bike!). Depois, andamos mais um pouco pela mata até chegar a um barquinho, que nos levou para fazer um passeio no rio Iguaçu, na divisa com a Argentina. Pudemos andar de caiaque no rio, que estava com a água bem turva por conta das chuvas (mas ainda assim lindo!). No fim, ainda ganhamos um lanchinho.

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Depois da trilha, fomos tomar banho de cataratas de novo!

Depois da trilha, fomos tomar banho de cataratas de novo!

Parque das Aves

Quase na entrada do Parque das Cataratas, fica o Parque das Aves, um centro de recuperação e conservação de aves. A visita é muito interessante e muito rica em informações sobre os animais, além de dar a oportunidade de estarmos bem pertinho das aves que ficam em grandes viveiros. Sim, é um zoológico, mas achei o papel deles na conscientização sobre tráfico e maus tratos muito importante. Além disso, como eles nos explicaram e ao contrário do que as pessoas pensam, soltar esses animais de cativeiro na natureza selvagem é condená-los à morte.

É um passeio ótimo para os pequenos. Eles adoram e já podem ir aprendendo o que é certo e o que é errado quando se trata de animais silvestres. Muito bacana!P1100892 (1)

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Vôo panorâmico

Se dos mirantes e debaixo das quedas não foi o suficiente para você ter uma experiência completa das Cataratas, é possível voar de helicóptero e ver aquele espetáculo também de cima. O vôo dura 10 minutos é operado pela Helisul, que fica exatamente em frente ao Parque das Aves. Ah, custou R$ 430 por pessoa (novembro/17).

O visual é um escândalo! Antes de chegar às quedas, dá para ver como a floresta do Parque é densa e bem cuidada. Depois, é só se deliciar com aquele espetáculo que é lindo de todos os ângulos.

OBS: o piloto do helicóptero faz 2 ou 3 manobras bem radicais para deixar os passageiros de cara para as quedas. Se você tem medo de voar, não recomendo o passeio, mas se não tem, vai com tudo que é lindo demais!

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Itaipu Binacional

A visita a maior usina hidrelétrica do mundo entra sempre no roteiro de quem passa por Foz. Fizemos o Circuito Especial, que mostra a usina pelo lado de fora e também inclui uma visita interna, com muitas explicações sobre a construção e o funcionamento de Itaipu. É bem impressionante a obra de engenharia feita por brasileiros e paraguaios para que fosse possível gerar aquele tanto de energia com a força das águas do rio Paraná.

No fim, paramos no lago da represa da usina, onde fizemos um passeio de catamarã no por do sol. O lago é imenso e o passeio parece muito legal, mas como eu disse ali em cima, o tempo é doido e logo depois que entramos no catamarã caiu um DILÚVIO! Resumo, ficamos passeando no lago com chuva e nada de por do sol. Uma pena!

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Nuvens já querendo anunciar a chuva e o catamarã esperando os passageiros

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O imenso lago de Itaipu

Compras no Paraguai

Sim, a veia muambeira sobressaltou e lá fomos nós para Ciudad Del Este comprar eletrônicos. CHO-CA-DA como tudo lá é mais barato do que o Brasil, com preços próximos aos praticados nos EUA. Para quem quer comprar equipamentos fotográficos, drones, celulares e até laptops, recomendo demais a ida ao Paraguai. É economia na certa!

Antes de ir, eu pesquisei bem as lojas confiáveis (sim, mesmo nos dias de hoje é possível cair em furada) e acabamos comprando na Cellshop e Casa NisseiNossa experiência foi ótima!

 

Outros passeios

Por falta de tempo, acabamos não conhecendo outros atrativos de Foz como o Marco das Três Fronteiras, onde parece ser bacana de assistir o por do sol. Para os pequenos, existe ainda o Museu de Cera e o Vale dos Dinossauros, que devem ser divertidos.

Também ficou de fora a visita ao lado argentino das Cataratas. Mas nós gostamos TANTO do lado brasileiro que já até compramos a passagem para voltar e conhecer o lado dos hermanos em 2018.

 

Onde ficar

A cidade oferece muitas boas opções de acomodação para todos os gostos (e bolsos), desde hotéis mais em conta estilo business, localizados no centro, a grandes resorts, que ficam na estrada que leva até o Parque das Cataratas.

O hotel mais luxuoso da região é o Belmond Hotel das Cataratas, o único que fica dentro do Parque das Cataratas e de frente para as quedas. Não precisa nem dizer como é fantástico, né? Para ver o review do Belmond, clique aqui (em breve).

Em outras categorias, indicamos duas opções que ficam no centro: o Nadai Confort, um hotel simples mas bem confortável, e o Concept Design Hostel & Suites, um albergue modernoso muito simpático que oferece quartos compartilhados e privados com excelente custo benefício.

A escolha do lugar vai muito do estilo e budget de cada um: ficar nos resorts vai te dar uma gama de atividades extras para fazer dentro do próprio hotel, o que pode ser especialmente importante se você estiver viajando com crianças, enquanto que ficar no centro facilita a locomoção para os atrativos e restaurantes.

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Belmond Hotel das Cataratas

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Por do sol na frente do Belmond

Como se locomover

Tudo em Foz é longe, os taxis são caros e os aplicativos tipo Easy Taxi e 99 só funcionam na região do centro. Resumindo, se você estiver sem carro (como foi o nosso caso), prepare-se para gastar uma pequena fortuna com corridas. Para dar uma noção, gastamos cerca de R$ 200 para ir e voltar do Parque das Cataratas até Itaipu, socorro!

A solução é alugar um carro ou contratar um receptivo, que foi o que acabamos fazendo no final. Depois da dinheirama gasta para ir até Itaipu, contratamos a Loumar Turismo, uma das maiores da região, para nos levar para as atrações mais distantes.

Dica importante: não é permitido usar o carro alugado para ir ao Paraguai. As opções são atravessar a Ponte da Amizade a pé, ir de taxi (o que dá mais ou menos 50 reais para ir e 50 reais para voltar do centro de Foz) ou ir com um receptivo (que sai na média uns 50 reais por pessoa). Fomos e voltamos com a Loumar e adoramos o serviço!  

Foz tem mesmo que entrar na listinha de destinos de todo brasileiro. O lugar realmente é especial e nos surpreendeu em termos de infraestrutura e oferta de atrações. Não vemos a hora de voltar!

 

0 em Brasil/ Destaque/ São Paulo/ Trip tips/ Viagem no dia 18.12.2017

Tivoli Mofarrej: luxo no meio do burburinho de Sampa

Como vocês sabem, sou carioca e moro no Rio. Viajo para São Paulo com relativa frequência no estilo bate-e-volta ou até para ficar por alguns dias, sempre em hotéis de business e com a agenda super tumultuada.

Há algum tempo, vinha pensando em aproveitar umas dessas idas à capital paulista para passar o fim de semana e aproveitar um pouquinho do que a cidade tem a oferecer, sem pressa e sem correria. E foi numa dessas que resolvemos conhecer o Tivoli Mofarrej, um hotel super badalado no coração de Sampa. O Tivoli Mofarrej faz parte da rede Tivoli, dona também do famoso Tivoli Ecoresort Praia do Forte, hotel que está na lista para conhecermos em 2018 (se Deus quiser).

Falando de localização, o Tivoli fica nos Jardins e está a apenas um quarteirão da Av. Paulista, no meio do burburinho de São Paulo. Fica próximo a muitos restaurantes excelentes e de várias atrações da cidade, o que facilita muito a vida de quem se hospeda ali seja para turismo ou para trabalho.

Ao todo, o Tivoli tem 217 quartos, classificados em várias categorias de acordo seu tamanho. Nosso quarto era da categoria Deluxe Plus, no 18º andar.

O quarto era bem grande e com tudo que a gente precisava: uma cama king size super confortável, uma salinha com sofá, um banheiro grandinho com amenities super bacanas (que cheiro maravilhoso!), além de uma TV com acesso ao Netflix (já me ganhou né?). A decoração é clássica e clean, com linhas retas e muita madeira, bem no estilo que a gente gosta. Destaque para a iluminação dimerizável de parte do teto do quarto, o que dava um climinha gostoso para ficar de preguiça.

Quando chegamos no quarto, demos de cara com um buquê de rosas vermelhas e morangos com chocolate que estavam uma delícia. Adoro ser bem recebida!

Apesar de por fora parecer só mais um grande bloco de concreto, o Tivoli nos surpreendeu e se mostrou ser um refúgio gostoso no meio da selva de pedra que é SP. Digo isso principalmente pelo andar térreo do hotel, que conta com uma área comum cheia de poltronas e sofázinhos espalhados num estilo jardim de inverno com teto e paredes de vidro e muito verde na parte de fora.

Decoração natalina do lobby

 

Nossa idéia inicial era aproveitar para bater perna pela cidade e conhecer alguns pontos turísticos, mas como o sol resolveu aparecer, foi ali na piscina que passamos as manhãs e as tarde que estivemos no hotel. Nossa estadia se resumiu a pedir espumante e petiscos no MUST ao lado da piscina enquanto aproveitamos para ler um bom livro e atualizar o bronze. Dá pra ser melhor que isso?

Olha eu sentadinha ali na beira da piscina!

O café da manhã (maravilhoso!) é servido no restaurante SEEN, o mais novo queridinho de São Paulo, no último andar do hotel. Além de ter uma vista linda, o SEEN é super aconchegante. As mesas são todas dispostas na frente dos janelões, que são rodeados com sofás de couro. No meio, um bar bem grande com tudo quanto é tipo de bebida e banquinhos que deixam a atmosfera mais descontraída.

Para o café, são oferecidas muitas opções de comidas gostosas entre pães, doces, frutas, sucos, omeletes e tapiocas feitas na hora, tudo da melhor qualidade. A gente ficava horas ali jogado no sofazinho e só pensando qual seria o próximo quitute a ser devorado (nessas horas eu simplesmente ignoro a dieta e me jogo nas gostosuras).

Todo domingo, o SEEN serve também um brunch, que pode ser aproveitado tanto por hóspedes como por não hóspedes. Como tínhamos comido MUITO no café, não conseguimos experimentar, mas com certeza estará na listinha de TO-DO para uma próxima visita a SP.

À noite, subimos de novo para o SEEN para tomar uns drinks antes de sair para jantar. Por ali era só gente bonita, música boa e uma infinidade de opções de drinks. Nossa idéia era ir a um restaurante espanhol próximo ao hotel, mas gostamos tanto da animação do SEEN que acabamos ficando por lá mesmo. O cardápio é bem variado, com opções de comidas quentes e de sushi, além de uma carta de bebidas super extensa. Acabamos escolhendo um combinado japonês fresquíssimo e uma garrafa de sake premium ma-ra-vi-lho-so, que combinou perfeitamente com a comida.

SEEN bombando à noite

Além do SEEN e do MUST, no Tivoli existe ainda o restaurante Bistrô Tivoli, localizado no subsolo e aberto de segunda a sexta para o almoço. O hotel também conta com uma academia e um spa com selo Anantara, uma rede de hotéis de luxo bem famosa na Ásia.

A experiência de passar um fim de semana na capital paulista de mostrou uma ótima oportunidade para descansar, comer e beber bem. O Tivoli Mofarrej tem um nível de conforto diferenciado, com restaurantes de gastronomia de alto nível e uma atmosfera relaxada, além de estar bem pertinho de muitas das grandes atrações da cidade. Então porque não aproveitar?

E falando em aproveitar, agora no final do ano o Tivoli está com uma programação que promete ser imperdível. Para o Natal, o SEEN está oferecendo brunch e ceia na noite de Natal com cardápio bem interessante. Já para o Ano Novo, as opções são uma festa super exclusiva também no SEEN, com ou sem jantar, ou a festa que será realizada na área da piscina, a Tivoli Celebre 2018, com open bar e jantar em estilo buffet que será servido no Bistrô Tivoli. Ainda, para o período de 15 de dezembro a 7 de janeiro, o hotel está dando 20% de desconto nas diárias. Demais né?