Browsing Tag

dica de viagens

0 em África/ Destaque/ Trip tips/ Viagem no dia 04.04.2017

Trip Tips: St Regis Mauritius

Depois da introdução sobre as Ilhas Maurício, vou começar a contar em mais detalhes a experiência que tivemos em cada hotel.

Nossa primeira parada em Mauritius foi no St Regis, que fica localizado na península de Le Morne. Quando comecei a pesquisar sobre a ilha, sempre via a foto da montanha Le Morne e acabei descobrindo que essa montanha foi usada por escravos foragidos nos séculos XVIII e XIX. Depois, foi transformada em um símbolo de luta dos escravos pela liberdade, tornando-se patrimônio da UNESCO em 2008. Então dá para perceber a importância que Le Morne tem para os maurícios, né?

É ali também que fica a famosa “underwater waterfall“, que é a ilusão de uma cachoeira debaixo d’água por causa da diferença nos tons de azul do mar. Se você segue perfis de viagem no Instagram, com certeza já viu essa imagem:

Fonte desconhecida

Mas pra ver esse fenômeno lindo, só voando de helicóptero mesmo — com o drone não consegui chegar tão alto. :(

Le Morne é linda e completa o visual da praia de uma maneira magnífica, deixando a paisagem realmente espetacular. Me lembrou um pouco o Monte Otamanu de Bora Bora. A única certeza que eu tinha era de que eu precisava conhecer esse lugar e para isso decidimos nos hospedar no St Regis, uma rede que eu super admiro e que só tem hotéis incríveis no mundo todo (lembram do post da Jo sobre o St Regis Istambul?)

Essas fui eu que tirei :)

 

Estrutura

Além da vista maravilhosa de Le Morne, o St Regis tem uma praia linda e enorme: é 1km inteiro de areia exclusiva para o uso dos hóspedes do hotel. Ao longo de toda sua extensão, existem guarda-sóis de palha e espreguiçadeiras, para relaxar e curtir o visual azul de doer em frente ao hotel.

A piscina principal é imensa e fica na frente da Manoir House, a casa principal do hotel e onde ficam os restaurantes e o bar. São várias camas daquelas super charmosas disponíveis, para você chamar de sua e ficar jogado o dia todo.

Além da piscina principal, existe mais uma piscina menorzinha, a Garden Pool, que fica mais perto dos quartos e um pouco mais afastada da Manoir House. Segundo nos falaram, tem hóspedes que vão embora sem nem saber da existência dessa piscina, o que mostra que é bem mais reservada que a outra.

Se por acaso chover ou se você cansar de pegar sol, é possível aproveitar o salão de jogos, que tem mesa de ping pong, sinuca, totó, playstation, XBox, jogos de tabuleiro e até guitarra e violão.

Outra coisa fantástica é o cinema. A sala tem 30 lugares e o St Regis disponibiliza 3 sessões de filme por dia sem custo adicional. É possível também reservar a sala para uma sessão privada ao custo de 600 rúpias por pessoa (cerca de 60 reais), valor que inclui pipoca, bebidas e snacks. Já pensou em ter um cinema desses só pra você? É muito luxo!

O hotel ainda tem 3 salas de conferência, sendo a maior com capacidade para até 100 pessoas (não consigo imaginar alguém trancado numa sala num lugar tão lindo desses, mas vai lá). Essa sala maior também é utilizada para festas e eventos (aí sim, já pensou casar nesse paraíso?). Além disso, tem uma biblioteca gigante que pode ser usada para fazer reuniões ou somente para ler um bom livro.

Para a galera fitness, tem uma academia muito completa que fica aberta 24h, sendo que das 9 às 20h tem um professor disponível que pode ser consultado sem custo adicional. Tem também uma quadra de tênis que pode ser usada à vontade.

Já para os pimpolhos, tem um Kids Club muito legal. Para crianças de 4 a 12 anos, há atividades o dia inteiro com temas variados, piscina, brincadeiras e até relax room, com o acompanhamento de animadoras e sem custo adicional. Já para crianças com menos de 4 anos, é necessário contratar uma babá particular para acompanhá-las. Para facilitar a vida dos pais, o hotel fornece uma lista de babás locais para o hóspede escolher e contratar diretamente.

Existem jardins super bem cuidados e um gramado onde são realizadas cerimônias de casamento. Além disso, tem um lago em forma de piscina na entrada do hotel que serve para deixar você de queixo caído logo de cara.

O St Regis é lindo e tem uma decoração bem característica dos hotéis da rede, no estilo clássico/colonial. Um detalhe super interessante é a escada e o lustre da Manoir House que foram inspiradas no Titanic e construídas em homenagem ao fundador do hotel St Regis que morreu no navio.

Quartos

O hotel em si é bem grande: são 172 quartos e suítes, todos com vista pelo menos parcial para o mar. Os quartos são bem espalhados pela propriedade e todos contam com varanda, banheira oval e chuveiro separado, cama king size maravilhosa, sofá cama, closet e máquina de espresso (super importante!). Nós ficamos em uma Junior Suite e adoramos! Era super espaçosa e aconchegante, além de ter uma vista bem bacana para o mar.

Vista da nossa Junior Suite

Existem também quartos na Manoir House, que são maiores e mais luxuosos. Conhecemos uma Grand Manoir Suite que tinha mais de 200m² de área, um banheiro com 2 camas de massagem e uma sala e varanda gigantes. Essas Manoir Suites ficam de frente para a piscina principal e acho que se adequa melhor a quem quer ter a experiência de se sentir de férias em sua casa de praia. Como nós queríamos mais privacidade, achamos que a nossa suíte foi a melhor escolha!

A categoria mais alta de acomodação do St Regis é a Villa, uma casa gigante com 4 quartos, piscina privada, sala de jantar, sala de estar, cozinha, além de regalias como seu próprio chef de cozinha e checkin e checkout privados. É a maior villa de Mauritius.

 

Restaurantes e bar

O St Regis tem 5 restaurantes bem diferenciados e um bar:

  • The Boathouse Grill: de frente pro mar e onde foi servido o café da manhã enquanto estávamos hospedados. Fica aberto para almoço (é o único que fica aberto durante o dia) e jantar diariamente.

Jantamos lá um dia e a comida estava divina! Comemos uma carne (sirloin, equivalente a um bife ancho argentino), que dava para cortar com o garfo de tão macia, acompanhada de legumes. Depois, de sobremesa, um sorvete de queijo de cabra com calda de frutas vermelhas. De comer sonhando!

  • Le Manoir Dining Room: onde é servido o café da manhã quando o hotel está mais cheio. Fica aberto também para o jantar diariamente e serve pratos da culinária francesa e maurícia.
  • Floating Market: é um restaurante charmosíssimo com uma decoração bem oriental que serve pratos de culinária sul asiática. Fica aberto somente para jantar.
  • Atsuko: é um restaurante japonês que oferece pratos de peixes fresquíssimos, aberto somente para jantar. Jantamos lá um dia e os sushis estavam realmente muito incríveis (as peças são um pouco grandes pro que estamos acostumados, mas estavam todas deliciosas!).
  • Simply India: restaurante indiano que também só abre para o jantar.
  • 1904 Bar: é um bar ao lado da piscina em que são servidos drinks e petiscos. O nome remete o bar de madeira, presente até hoje no local, que é o original da propriedade e construído em 1904.

É ali onde fazem o ritual de sabrage, tradição da rede St Regis, que consiste em abrir uma garrafa de champanhe com o sabre.

Fui convidada por um funcionário do hotel a aprender o ritual e abrir, SOZINHA, a garrafa de champanhe no sabre. Quase morri de nervoso mas consegui! Depois fui consagrada com um certificado de sabreur, acreditam? Fiquei me achando!

Sendo consagrada após o ritual

 

Além dos restaurantes, é possível pedir comida e bebida no quarto, na piscina e na praia.

Nos hospedamos em half board, que inclui café da manhã e jantar, que pode ser em qualquer restaurante exceto o Atsuko. Mesmo não estando incluso, era possível jantar lá pagando a parte e, para quem estiver em half board, o hotel dá um desconto de 25% no valor da conta.

Um ponto que achei bem positivo foi que todos os restaurantes funcionam em estilo a la carte mesmo para quem está em half board.

Outra coisa muito interessante é a noite “adults only” dos restaurantes: todo dia, 1 ou 2 restaurantes ficam abertos somente para adultos, para dar maior privacidade a casais em lua-de-mel ou que viajam sem os filhos. Existe um rodízio entre os restaurantes com essa restrição, dando a oportunidade de todos os hóspedes experimentarem as diferentes culinárias da forma que mais interessar (com ou sem a presença de crianças).

Aliás, vale dizer que achei que o St Regis agrada a pessoas em todos os tipos de viagem (lua-de-mel, viagem com família, negócios), já que é possível ter privacidade com um altíssimo nível de serviços, além de atividades para todos os gostos e necessidades.

 

Iridium Spa

Como não poderia faltar, o St Regis tem um spa maravilhoso com 10 salas de tratamento individuais e 2 salas de casal. Visitamos algumas para conhecer e todas tem uma ou duas camas de tratamento, uma banheira, um banheiro super equipado com sauna e uma varanda com chuveiro externo, além da atmosfera relax que se espera de um spa.

O menu de tratamentos é extenso e era possível fazer uma massagem e depois ficar relaxando na sala, pedir algo para comer, essas coisas.

Além disso, há um salão de beleza e uma área comum do spa, que pode ser utilizada por qualquer hóspede sem custo adicional (mediante reserva). Lá tem sauna seca, a vapor, jacuzzi com hidromassagem e aqueles chuveiros que jogam jatos de pressão pra tudo quanto é lado.

Reservamos 1 hora dessa sala na parte da tarde e ficamos lá relaxando. Achei uma boa solução para quem gosta de spa mas não quer investir numa massagem, além de ser uma ótima alternativa para dias não tão bonitos. Realmente esse é um dos diferenciais do St Regis.

Atividades

E tem alguma coisa pra fazer no hotel? Tem sim senhor! O St Regis tem uma boathouse (como eles chamam a casa onde você pode pegar os equipamentos para atividades aquáticas) super completa. É possível sair num passeio em um glass bottom boat (aqueles barquinhos com piso de vidro, pra ficar olhando os peixinhos sem ter que se molhar), passeio de barco para fazer snorkel nos corais, pedalinho, standup paddle, caiaque, ski aquático, wind surf e kite surf, todos inclusos na tarifa. Ou seja, pode usar e abusar sem ter que desembolsar nem um tostão.

Aliás, Le Morne é o melhor lugar da ilha (e um dos mais reconhecidos do mundo) para fazer kite surf. Quando estávamos hospedados no St Regis, pudemos ver dezenas de pipas voando pelo mar que mais pareciam estar dançando ballet. Lindo de assistir!

Infelizmente para nós, que não sabemos fazer kite surf, o vento estava bem propício para essa atividade mas forte demais para todas as demais. Por isso, acabamos não aproveitando o que a boathouse do St Regis oferecia (tá vendo o problema de ficar pouco tempo?).

Ainda assim, como pegamos dias quentes e ensolarados, nos esbaldamos de ficar nas piscinas e na praia, sendo mimados o tempo todo.

 

Mordomias

Se tem uma coisa que o St Regis sabe fazer é te tratar como uma rainha. Eu nunca vi tanta mordomia em um só lugar.

Para começar, em cada guarda sol da praia tinha um botãozinho que servia para chamar um funcionário do hotel para te atender na sua espreguiçadeira. Isso mesmo, BO-TÃO-ZINHO! É pra evitar até de se cansar de levantar só o dedinho para chamar o garçom né?

Além disso, durante o dia ficava circulando outro funcionário com suquinhos e espetinhos de fruta na praia e na piscina, sem custo adicional.

E como se a sua experiência de não ter que fazer nada não estivesse completa, havia ainda outro funcionário que ficava circulando pela praia perguntando se você desejava que ele limpasse seus óculos. Estou zero acostumada a ser tão bem tratada então juro que nem entendi o que ele queria dizer com “posso limpar seus óculos?”. Mais VIP que isso, só se eu fosse a rainha da Inglaterra!

Como eu disse ali em cima, o hotel era bem grande e os quartos ficavam bem espalhados. Você acha que você tinha que andar pra chegar no seu quarto? Claro que não! Era só chamar um buggy (como eles chamam aqueles carrinhos de golf) pra te buscar.

O serviço de quarto e o mordomo (sim, tinha mordomo) estavam 24 horas a disposição e ofereciam serviços tão absurdos como “luggage unpacking“: isso mesmo, seu mordomo poderia ir até seu quarto desfazer suas malas e organizar tudo dentro do closet pra você. Inacreditável!

Por fim, cada hóspede tinha direito a passar 2 peças de roupa por dia sem custo adicional. Ninguém precisa andar com a roupa amassada né? Para lavar roupa, entretanto, havia uma taxa extra.

Não tem como não se apaixonar pelo St Regis Mauritius!


Nossa hospedagem no St Regis foi curta mas inesquecível, por muitos motivos: pelo nível de serviço, visual da praia, piscinas, restaurantes, spa e toda a estrutura do hotel que realmente é muito diferenciada.

Como achei 2 noites muito pouco, já sonho com o dia que vou voltar para Mauritius e ficar pelo menos 4 dias no St Regis aproveitando todas as mordomias que eles oferecem. E não são poucas!

Quer ver mais fotos do St Regis? Confira a galeria abaixo.

0 em Brasil/ Trip tips/ Viagem no dia 24.01.2017

O que Bonito tem de bonito

Como contei no último post, em maio de 2016 resolvi ir conhecer um pouquinho do Mato Grosso do Sul. Depois de passar 2 noites na Fazenda Baía Grande, continuamos a viagem para Bonito.

Chegar em Bonito não é das coisas mais simples do mundo se você não quiser pagar uma nota no vôo da Azul, o único que pousa na cidade. Na grande maioria das vezes, a opção mais em conta é voar até Campo Grande (CGR) e de lá ir de carro até Bonito, o que demora mais ou menos umas 4 horas. Como nossa primeira parada foi na Fazenda, seguimos de carro até Bonito, o que deu umas 3 horas de viagem.

Dilema #1: alugar ou não alugar carro. Pra mim não há dúvidas de que a melhor (se não a única) solução é sim alugar um carro. Os passeios são super longe do centro de Bonito e os transfers oferecidos são bem caros.

Ao contrário do que li na internet, achei bem tranquilo me localizar nas estradas. De fato, tem que ter bastante atenção porque muitas das estradas são ruinzinhas, de barro e com buracos, mas nada que nós brasileiros não estejamos acostumados. Principalmente para nós, que fomos primeiro para a Baía Grande que fica um pouco fora do circuito turístico no Pantanal, o carro foi fundamental para garantir que conseguiríamos nos locomover sem estresse.

Dilema #2: qual agência contratar. Em Bonito, 100% dos passeios são vendidos por meio de agências locais, de forma que você não consegue fazer nada sem contratar uma delas. Mas qual? A verdade é que a única diferença entre elas é o nível de serviço, já que o preço dos passeios é tabelado. Eu optei pela Bonitour, uma das maiores de Bonito, e fiquei bastante satisfeita com o atendimento deles. Foram os primeiros a me responder e sempre me atenderam de forma rápida e eficiente, recomendo muito.

Dilema #3: quais passeios fazer. Aqui o bicho pega. Se você achou que seria fácil, errou feio, errou rude. Existem milhares de atrações diferentes, de todos os tipos em diferentes locais, o que embaralha totalmente a sua cabeça na hora de escolher. Eu tentei selecionar uma atração de cada tipo (flutuação, cachoeira, rapel, mergulho, etc) e vou contar sobre cada uma delas pra vocês.

Mas antes disso, dica de ouro: reserve com MUITA antecedência. Os passeios são bem restritos, com número muito limitado de visitantes por dia (que é razoavelmente pequeno pra quantidade de gente que visita a região). Portanto, as atrações mais famosas lotam e você corre um sério risco de não conseguir fazer as coisas mais legais. Eu, como sou muito planejada (quase psicopata), reservei tudo com uns 4 meses de antecedência e consegui visitar tudo que eu queria!

Vamos à programação:

 

Dia 1 – tarde: Buraco das Araras

Chegamos a Bonito no início da tarde e fomos logo almoçar. Passamos na Bonitour para pegar nossos vouchers e eles nos recomendaram ir ao Buraco das Araras, atração que pode ser visitada durante todo o dia. Acabamos pegando o último grupo, que saía por volta das 15h.

O Buraco das Araras consiste numa dolina, uma formação geológica oriunda do desmoronamento do teto de uma caverna. E como o nome sugere, dezenas de araras moram por ali.

O lugar é super bacana, a caminhada é bem tranquila e o passeio é basicamente de “contemplação”(em Bonito, as pessoas amam essa palavra!), ou seja, você faz uma caminhadinha, para em dois mirantes e fica admirando as araras e o visu.

Dá pra ver as araras ali voando?

Não achei imperdível, mas foi legal incluir esse passeio na primeira tarde que tínhamos livre. Demos a sorte de ver várias araras voando de um lado pro outro (essa revoada nem sempre acontece), então saí satisfeita.

O Buraco fica bem próximo a fazenda do Rio da Prata, então você pode tentar conjugar esse passeio com uma flutuação por lá, por exemplo, pra reduzir o tempo de deslocamento.

 

Dia 2 – manhã: mergulho de cilindro na Lagoa Misteriosa

A Lagoa Misteriosa é uma lagoa de água azul turquesa extremamente cristalina que fica na fazenda Rio da Prata. É considerada a sétima caverna mais profunda do país, atingindo mais de 220 metros de coluna d’água.

Lá, você pode fazer a flutuação (que é um passeio com máscara e snorkel em que você fica flutuando na superfície) ou o mergulho de cilindro, que foi o que escolhemos fazer.

Não há peixes por ali, então a graça toda do mergulho é a sensação de estar entrando num buraco quase infinito: quando mais você desce, mais fundo ele parece. A sensação de ser engolido pelo azul é muito diferente e de certa forma até um pouco claustrofóbica, mas eu gostei bastante. Minha crítica a esse passeio é que não deixaram a gente ficar nem 30 segundos flutuando, ou seja, ou é uma coisa ou outra. Dado que pagamos bem mais caro pelo mergulho, acho que eles podiam ter liberado a flutuação pelo menos um pouco… mas não rolou.

Ainda assim, achei bem legal e bem bonito! Adorei e recomendo muito.

OBS: A Lagoa fecha de outubro a meados de abril por conta da proliferação de algas.

Vista de baixo pra cima, dentro da fenda da lagoa


Dia 2 – tarde: Flutuação Rio da Prata

Depois de fazer o mergulho na Lagoa, fomos almoçar no restaurante da fazenda Rio da Prata. Adorei a comida! Caseira, farta, bem feitinha, no melhor estilo comida de fazenda mesmo.

Depois do almoço, descansamos um pouquinho nas redes antes de sair para o passeio de flutuação no rio que dá o nome à propriedade.

Como a Fazenda Rio da Prata fica pertinho do buraco das araras, elas estão sempre por ali saracutiando

Vestimos nossas roupas de neoprene e saímos para uma trilhazinha com o guia. A flutuação no Rio da Prata é uma delícia e o melhor passeio pra preguiçoso. Depois de entrar no rio, é só apreciar a paisagem e relaxar, a correnteza faz o trabalho todo de levar você pro caminho certo. Peixinhos, peixões, plantas e tudo mais de bacana vai passando por você naquela água transparente enquanto você só fica lá, paradão, aproveitando. Imperdível!

Olha a cor da água!

 

Dia 3 – dia inteiro: Boca da Onça

No terceiro dia, fomos passar o dia no Boca da Onça Ecotour, uma propriedade enorme que inclui a cachoeira da Boca da Onça, a maior do estado com 156m de queda.

O passeio é basicamente uma trilha de 4km, passando por 8 cachoeiras e 4 paradas pra banho. Para os mais corajosos, há a opção de se fazer um rapel de 800m numa plataforma debruçada em cima da mata! Como nós já íamos fazer o rapel do Abismo Anhumas, acabamos não indo.

A trilha é bonita, bem tranquila mesmo pra quem não está lá na melhor forma (só ir devagarinho que você chega lá), e os mergulhos nas cachoeiras são excelentes pra lavar a alma.

Depois que termina a trilha, o almoço é servido na sede da fazenda. Achei a comida direitinha, mas bem menos gostosa que a do Rio da Prata.

Voltamos para Bonito e no fim do dia fizemos o treinamento para o rapel do Abismo Anhumas, obrigatório para todos que vão fazer o passeio.

 

Dia 4 – manhã: Gruta do Lago Azul

O dia começou com a visita à Gruta do Lago Azul, que é uma caverna que possui em seu interior um lago de um azul turquesa impressionante. É uma das maiores cavidades inundadas do planeta e, curiosamente, não se sabe ao certo de onde vem a água (acredita-se que venha de um rio subterrâneo). Esse passeio é basicamente de contemplação. O guia acompanha o grupo, explica um pouco da história e das formações rochosas e depois você tem um tempo para admirar e tirar fotos.

O lugar é lindo demais mas o passeio em si é meio sem graça, além de rápido. Ainda assim, como a Gruta do Lago Azul é o cartão postal de Bonito e de fato a paisagem é bem bacana, acho que deve entrar no roteiro de todo mundo.


Dia 4 – tarde: Lobo Guará Bike

Essa atividade foi uma surpresa muito boa! A idéia do Lobo Guará é explorar Bonito de bicicleta, aprender sobre o local, se divertir e preservar a natureza.  No meio do passeio, o guia (que no nosso caso foi o Márcio, idealizador desse projeto tão bacana) faz uma parada para todos plantarem uma árvore.

Muito legal ver que existem projetos de preservação bacanas por ali e que há a real preocupação com o ambiente. O incentivo para os turistas plantarem essa árvore serve para conscientização de que é preciso cuidar para que possamos continuar aproveitando Bonito no futuro.

Além da pedalada ser muito bacana, achei esse lance da árvore sensacional. Dizem que antes de morrer todo mundo deve fazer três coisas na vida: escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Comecei pela árvore!

 

Infelizmente no fim do passeio o tempo começou a mudar e caiu um dilúvio, o que prejudicou um pouco a pedalada de volta.

 

Dia 5 – dia inteiro: Abismo Anhumas

Chegamos ao local onde fica o Abismo de manhã cedo e quando eu vi a altura do buraco por onde teríamos que descer quase tive um AVC – morro de medo de altura e naquele momento só me perguntava o que eu tinha na cabeça pra ter comprado esse passeio.

A cada momento e a cada nova instrução que me davam, mais nervosa eu ia ficando. Só pensava que se eu apertasse forte demais o gancho eu poderia varar lá pra baixo da caverna e me esborrachar no chão (medo é um negócio engraçado, quando fizemos o treinamento eu tirei de letra e aprendi exatamente o que tinha que ser feito, mas na hora mesmo foi tudo diferente).

Beleza, tinha pago uma pequena fortuna pra descer naquele rapel, então engoli o choro e fui.

Foi maravilhoso! Foi só começar a descer que o pânico inicial foi passando e eu consegui aproveitar a emoção de estar entrando num abismo com um lago azul turquesa lá dentro.

O dia estava super nublado, mas segundo um dos guias, dias nublados deixam o interior da caverna ainda mais azul.

Depois da descida, fizemos um passeio de bote no lago, pra ver melhor as formações rochosas. É realmente muito impressionante!

Rapel no Abismo

Além disso, está inclusa uma flutuação, feita com roupa de neoprene e lanterna. Como eu decidi que queria tudo no máximo, não me contentei com a flutuação e resolvi fazer também o mergulho com cilindro lá dentro do abismo.

Assim como na Lagoa Misteriosa, não existem peixes por ali. O mergulho é, portanto, focado em passear pelas formações gigantes debaixo d’água e totalmente no escuro. Dá um nervoso danado só enxergar o que a lanterna ilumina, mas achei incrível. Uma sensação bem diferente dos outros mergulhos que já fiz!

Achei que valeu super a pena e indico muito pra quem curte mergulhar de cilindro. Só tenho um comentário: uiiii que água fria!!! Rsrsrsrs

O rapel no Abismo e o mergulho de cilindro são os passeios mais caros de Bonito, muito porque o acesso é bem limitado e pouquíssimas pessoas fazem essa atividade por dia. O mergulho, por exemplo, é limitado a 4 turistas por dia.

Depois de curtir muito lá embaixo, chegou nossa vez de subir. Que missão!!!! Se descer foi light e tranquilo, subir foi bem cansativo. Mas aos pouquinhos fomos minhocando (já viram como que se sobe na corda? Igual uma minhoquinha mesmo) até a parte de fora do Abismo. A subida toda demorou uns 40 minutos, incluindo o tempo de mini descanso entre uma minhocada e outra.

Foi o meu passeio preferido de Bonito e é dos que tem que ser reservados com maior antecedência.

 

Dia 6 – Flutuação Nascente Azul e Estância Mimosa (cancelados)

Infelizmente, toda a água existente no planeta Terra resolveu cair do céu no nosso último dia de viagem. Tínhamos reservado outro passeio de flutuação, dessa vez na Nascente Azul, e também outro passeio de cachoeira, na Estância Mimosa. Por conta do mau tempo, tivemos que cancelar os dois e antecipar nosso retorno à Campo Grande.

Fiquei bem triste (principalmente pelo azar de pegar mal tempo na melhor época, que teoricamente não chove) mas pelo menos nós já tínhamos feito atividades do mesmo tipo por ali. Em todo caso, fiquei com muita vontade de voltar para fazer esses e outros passeios que acabaram ficando de fora do nosso roteiro.

Nos hospedamos na pousada Girassol, uma pousadinha simples mas com ótimo custo benefício. Pelo que eu vi, não existem super hotéis por ali, e mesmo que existissem, achei que não era bem o clima da viagem ficar em nada luxuoso. Como o custo total dos passeios foi bem salgado ($$$$$ – preços atualizados no site da Bonitour), preferimos optar por uma hospedagem mais em conta.

Em relação à alimentação, me surpreendi positivamente. Comemos super bem na cidade e destaco 3 restaurantes: Pastel Bonito, que serve pastéis delícia de sabores tradicionais e também bastante inusitados (tipo Jacaré), restaurante Tapera, almoço super em conta e uma espetacular carne de vacio (corte da fraldinha à moda do sul, Uruguai e Argentina), e a Casa do João, um restaurante que tem opção para todos os gostos (e tudo maravilhosamente bem servido e bem feitinho). Me lembrou um pouco o Coco Bambu do coração <3. Não deixem de experimentar a Traíra do João, um peixe magnífico! Comemos umas 4 vezes nesse restaurante, de tão gostoso que era.

Amei conhecer Bonito e assumo que fiquei com gostinho de quero mais. Tem tanta coisa linda para visitar que tenho a intenção de voltar em breve.

Apesar de no final não sair barato, achei maravilhosa a experiência de conhecer um pedacinho do Brasil e, principalmente, de ver que apesar de ser um lugar muito explorado pelo turismo, há uma grande preocupação de todos na região em cuidar e preservar a natureza. Vibe boa demais!

1 em Polinésia Francesa/ Viagem no dia 20.12.2016

Destino Lua-de-Mel: Rangiroa e Tahiti

Vamos falar só mais pouco da Polinésia Francesa? Já contei como organizei meus dias por lá, como foi nossa estadia em Moorea e Bora Bora e um pouquinho dos passeios que fizemos.

Depois de aproveitar muito todos os segundos que passamos em Bora Bora, chegou a hora de partir para o próximo destino: Rangiroa. Pegamos um vôo de aproximadamente 1 hora até pousarmos nesse pedacinho de terra. Passaríamos 3 noites por lá e eu não tinha a menor expectativa. Como ia ser minha vida depois de Bora Bora?

Rangiroa na verdade é um atol, que nada mais é que uma ilha em formato de anel, com uma lagoa azul turquesa dentro. Além da beleza do mar visto de fora, o atol é rodeado por corais e tem fama de ter uma vida marinha incrível, por isso prometia ter um dos melhores mergulhos da Polinésia Francesa. E já adianto que a fama faz por onde!

Lá em Rangiroa só existem 3 resorts: Kia Ora, Kia Ora Le Sauvage e Le Maitai. Nós acabamos não tendo muitas dúvidas na hora de escolher o Kia Ora: era o único hotel 5 estrelas perto do aeroporto e foi muito bem recomendado por amigos e pela Tatiana do Easy Tahiti. O Kia Ora Le Sauvage oferecia uma atmosfera mais rústica, já que ficava isolado num pedacinho de terra a 30 km do aeroporto, acessível somente por barco (1 hora de viagem). Apesar de achar que deve ser uma delícia passar uns dias com seu amor numa ilha deserta, optamos por ficar no resort em que teríamos que nos locomover menos.

praia-rangiroa rangiroa

No pier do Kia Ora

No pier do Kia Ora

Ao chegarmos no aeroporto, um funcionário simpático do Kia Ora já nos esperava para nos levar ao hotel. 15 minutinhos de carro e chegamos à recepção, onde fomos recebidos com os colares de concha típicos polinésios e um drink de boas vindas. Após o check-in, nos convidaram a subir no carrinho de golfe para nos mostrar os arredores do hotel e para nos levar até o quarto (o hotel nem é tão grande assim para precisar do carrinho, mas foi legal da parte deles pensar no nosso conforto).

O Kia Ora é bem menor do que o Intercontinental que ficamos em Moorea e Bora Bora, com um restaurante, uma piscina de borda infinita do lado do mar, spa, um bar, fitness center, centro de mergulho da PADI e lojinhas. A vibe é mais rústica e o hotel é bem menos luxuoso que os anteriores, mas tem tudo que você precisa para passar dias típicos de um sonho.

Em relação aos quartos, existiam basicamente 3 tipos: vilas com piscina (super luxuosas mas que não ficavam diretamente de frente pra praia), bangalôs sobre as águas (somente 10) e bangalôs na praia.

O quarto que mais me atraiu foi o bangalô na praia, que além de ficar de frente pro mar ainda tinha uma jacuzzi na varanda! Além disso tinha também uma rede bastante atraente presa nos coqueiros e 2 espreguiçadeiras num pedacinho de praia só pra você. Pra completar, era a categoria de quarto mais em conta, quer coisa melhor? Por isso, acabamos optando por não ficar em cima das águas no Kia Ora (nesses bangalôs não tinha jacuzzi) e achei uma ótima pedida. 

bangaloragiroa

Beach bungalow do Kia Ora

jacuzzi-rangiroa

cerveja-kiaora

No fim do dia sempre abríamos um vinho ou uma cerveja e ficávamos dentro da nossa banheira aproveitando o por do sol, dá uma olhada.

jacuzzi-rangiroa1

Me achando modelo de um catálogo de spa

jacuzzi-rangiroa2

vinho-jacuzzi-rangiroa

pordosol-rangiroa

Por do sol de cair o queixo em Rangiroa

Além de passar os fins de tarde aproveitando nossa jacuzzi, nós passamos muito tempo na piscina do hotel, que era um espetáculo a parte.

50 tons de azul

fullsizerender-3

Ao contrário da lagoa de Bora Bora que tinha uma quantidade de peixes bem mixuruca, a praia do Kia Ora tinha muita vida. Todo dia nós pegávamos a máscara e o snorkel emprestado no hotel e íamos dar uma nadadinha. Chegamos a ver até tubarão passando bem na frente do nosso bangalô! Já pensou? Tomei um susto e saí voando da água!

piso-bar-rangiroa

Piso de vidro do bar do Kia Ora

 

Em Rangiroa também optamos pela meia pensão (café da manhã e jantar), que eram servidos no restaurante do hotel. A comida era bem gostosinha, apesar de mais simples que no Intercontinental.

praia-descanso-kiaora

Vida mansa no Kia Ora

rede-kiaora

Como atividades extras fizemos o seguinte:

Mergulho de correnteza

Fechamos direto com o concierge do Kia Ora. Era um passeio de barco até determinado ponto do atol, onde pulávamos dentro d’água e deixávamos a correnteza nos levar enquanto víamos vários bichos legais no mar.

Demos bastante sorte porque ao sair do atol para o alto mar, o guia observou um bando de golfinhos e conseguimos nos aproximar de snorkel. Uma experiência incrível nadar com vários golfinhos ao redor de você. Esses eram bem grandes e eram bem comportados, não faziam muitas traquinagens. Bem diferentes dos tradicionais de Noronha que não menorezinhos mas muito mais animados. Infelizmente foi tudo tão rápido e inesperado que não conseguimos tirar fotos!

Depois dessa diversão não planejada fomos ao ponto de início da correnteza e começamos a flutuação. É o típico passeio pra preguiçoso, nem nadar precisa. Você fica lá paradão enquanto passam peixes, tartarugas, arraias e mais um montão de animais por você. No fim do passeio, o barco estava lá nos esperando para levar de volta pro hotel!

nadando-rangiroa

Dançando de felicidade depois de ver os golfinhos

nadando-rangiroa2 nadando-rangiroa3

Muito legal e indicado para todas as idades!

Mergulhos de cilindro

Aí sim, a estrela da festa! Como estava dizendo lá no começo do post, Rangiroa tem a fama de ser um dos melhores lugares da Polinésia (e mais tarde descobri que do MUNDO) para o mergulho. Isso se deve ao fato de existir uma grande barreira de corais ao redor do atol, que abrigam uma quantidade inacreditável de animais marinhos de todos os tipos.

Assim como nos demais resorts que ficamos, dentro do Kia Ora tinha um centro de mergulho, o que facilitava muito a organização das saídas dos hóspedes. Nós tínhamos a certificação básica PADI e pouquíssimos mergulhos logados (no meu caso, só os do curso mesmo e o que tínhamos feito em Bora Bora).

Antes do primeiro mergulho em Rangiroa, fomos até o centro conversar com o Dive Master que sairia conosco no dia seguinte. Ele nos sugeriu utilizar o Nitrox ao invés do ar comprimido normal, uma vez que nosso tempo de mergulho seria maior e nós poderíamos ter essa experiência sem custo adicional (o que não é nada comum, normalmente se cobra um valor adicional pelo uso do Nitrox). Basicamente, o Nitrox é uma mistura de gases composta por nitrogênio e oxigênio puros, que permite mergulhos mais longos e diminui o tempo de superfície, que é o tempo necessário de descanso entre dois mergulhos consecutivos. Além disso, ao final do dia os mergulhadores ficam bem menos cansados. Então pensamos, porque não?

No dia seguinte saímos para o primeiro mergulho. Sério, não existem palavras para descrever aquele paredão de coral. Além de lindo, colorido e brilhante, vimos tudo quanto era tipo de bicho que você pode imaginar: bandos de golfinhos, tubarão cinza, tubarão da ponta preta, arraias chita, moréia, baiacus, além de peixes de todas as cores e tamanhos. Realmente foi algo que me marcou e agora entendo porque falam tanto de Rangiroa como um ponto marcante de mergulho. Dá uma espiada no vídeo:

A video posted by Aline Rajão (@alinerajao) on

Dá vontade de virar a pequena sereia e viver under the sea, não dá?

De fato o uso do Nitrox fez uma baita diferença na nossa recuperação. Amamos tanto a primeira experiência nas águas profundas de Rangiroa que voltamos para mergulhar pela segunda vez com a equipe do Kia Ora e com o tal do Nitrox. Depois do segundo mergulho, acabamos decidindo tirar a certificação Nitrox ali mesmo, aproveitando que já poderíamos utilizar os dois mergulhos feitos e só precisaríamos fazer a prova.

Se eu tenho um arrependimento em relação à Rangiroa foi o de não ter mergulhado mais. Ô paz que aquele mar trazia para a gente, dá vontade de ficar o dia inteiro enfiado dentro d’água vendo a vida dos peixes passar. E a temperatura da água gente? Perfeita! Quentinha! Ficamos 3 noites por lá e acho que poderia ter ficado mais 1 noite, justamente para aproveitar mais o fundo do mar.

mergulho-rangiroa

Selfie aquática

Mas como tudo que é bom dura pouco, nossa viagem estava chegando ao fim e teríamos apenas mais 1 noite no Tahiti antes de voltar para Los Angeles. A parada no Tahiti foi obrigatória por conta do horário do nosso vôo para os EUA, que saía de manhã cedo.

Uma das dicas que tinham me dado era não gastar nada de dinheiro com hospedagem no Tahiti e ficar no hotel em frente ao aeroporto, um B&B bem chumbrega com cara de hotel de porta de rodoviária.

Como contei aqui, acabamos ignorando essa dicas e optando por ficar a última noite no Intercontinental Tahiti e foi uma escolha bem acertada. O hotel era bem próximo ao aeroporto (2 km mais ou menos) e foi bem fácil de pegar um taxi tanto na ida quanto na volta.

Óbviamente que foi mais caro do que ficar no B&B do aeroporto, mas apesar de não ter nem 10% do charme dos outros hotéis que passamos, o Intercontinental tinha uma excelente infraestrutura e deu pra nos divertirmos bastante. Fui com a expectativa de ser um dia perdido, mas foi uma grata surpresa. Conseguimos aproveitar bem a piscina (tinha uma com areia e água salgada!), fizemos snorkel numa lagoazinha, demos uma volta de caiaque e, claro, nos fartamos de beber drinks naquele happy hour tradicional da rede Intercontinental na Polinésia Francesa!

piscina-tahiti

Piscina com areia e água salgada

piscina2-tahiti intercontinental-tahiti

De fato, eu não ficaria mais de 1 noite no Tahiti porque acho que tem outras ilhas bem mais legais para conhecer por ali, mas uma vez que é necessário dormir lá, porque não aproveitar?

A Polinésia Francesa foi um dos lugares que mais me marcaram na vida. Fui realmente muito feliz lá e indico muito pra quem gosta de sombra, água fresca e um belo pedacinho de paraíso!

banner-aline

Para seguir a Aline no instagram é só procurar por @alinerajao