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4 em afiliado/ Autoestima/ Beleza no dia 07.03.2017

Os perfumes mais levantadores de autoestima da minha vida

Enquanto eu estava no Rio, abri meu armário do banheiro e percebi que tinha uma parte que ainda estava intacta desde quando eu me mudei para SP, há 7 anos atrás. Todos os perfumes que marcaram minha adolescência e começo da fase adulta estavam ali – todos com a validade vencida, claro.

Enquanto eu arrumava aquilo tudo e jogava fora os vidros, a nostalgia me incentivou a fazer esse post, porque eu me dei conta que perfumes sempre estiveram associados à minha autoestima. E ainda estão! Queria muito ser aquela pessoa que é reconhecida e lembrada por uma fragrância específica, mas já aceitei que isso não vai acontecer comigo porque cada fase da minha vida teve um cheiro diferente, e de certa forma acho isso bem legal.

contei por aqui sobre os perfumes que eu escolhi para chamarem de meus (e nada mudou de lá pra cá), agora vou contar para vocês os principais perfumes que alavancaram minha autoestima e minha segurança em diversos momentos! Depois quero saber de vocês…

1 – Cool Water, da Davidoff – Acho que esse é um dos primeiros perfumes que eu tenho a lembrança de usar por um motivo específico. Tinha lá pelos meus 13, 14 anos e na época era muito legal e “prafrentex” usar perfume masculino. Me achava muito segura e descolada encharcando meu moletom da GAP com ele.

2 – CK One, da Calvin Klein – Ele foi um pouco depois do Davidoff, na época que eu me sentia segura se estivesse fazendo o que todo mundo estava fazendo. E todo mundo usava esse perfume (ou o CK Be, da embalagem preta), então passei a usá-lo também.

3 – Tommy Girl, da Tommy Hilfiger – O primeiro perfume que eu ganhei de um namorado, como não considerar icônico? Claramente eu achava ele especial e por causa disso acabava me sentindo especial também toda vez que eu usava (que era sempre, por alguns anos).

4 – Coco Mademoiselle, da Chanel – Aí cheguei naquela fase 18/19 anos, I’m not a girl, not yet a woman como já dizia minha amada Britney Spears. Tinha cansado de todos os perfumes da minha adolescência e não queria usar os perfumes da minha mãe. Queria me sentir confiante, sofisticada mas ainda assim ~novinha sensacional, e foi aí que eu encontrei o Coco Mademoiselle, que é feito justamente para esse nicho de mercado. Acho que foi o perfume que eu  mais usei na vida, o último vidro que eu comprei acabou no ano passado e estou ensaiando comprar um novo, por mais que hoje eu use outros perfumes. Ele é o que eu mais me identifiquei e o que mais representa quem eu sou, ele vai além de fases (e é engraçado isso, né? Muito subjetivo). Se me mandassem escolher um perfume para resumir a minha vida, seria ele.

5 – Infusion d’Iris, da Prada – De todos os que eu tenho é o que eu menos me identifico, confesso. Mas ele é icônico por um único e simples motivo: ele foi um dos primeiros que eu comprei para tentar celebrar minha fase sou mulher e não mais adolescente. Queria algo ousado, sofisticado, poderoso, marcante e ele é tudo isso mesmo. A diferença é que ele é de fases pra mim, as vezes enjoo, as vezes amo. Mas como eu comprei querendo me sentir daquela forma, até quando eu to na fase de odiar, é inegável que ele me faz sentir tudo aquilo que eu queria quando trouxe ele pra casa.

6 – Hiris, da Hermès – Comprei há quase 3 anos em uma época que eu precisava me sentir única, diferente e interessante. Acho que estava insegura e quando o encontrei, sabia que tinha achado uma fragrância muito especial. Toda vez que quero me sentir a dona da p%$a toda eu uso o Hiris. Junto com o Coco Mademoiselle, é meu perfume pra vida, pena que é tão difícil de achar.

Quais são os seus perfumes levantadores de autoestima? Me contem!

 

1 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ pele no dia 09.01.2017

De fora para dentro: o que mudo fora que reverbera dentro!

Engraçado como quando eu ficava presa na briga com a balança eu mal parava para ver o resto. O cabelo estava quase sempre igual, a pele era bem cuidada na medida do possível, a cara de cansada me desanimava a ousar na maquiagem e a sobrancelha não parecia ornar tanto, não era a moldura do meu rosto que eu queria ter, mas nada mais importava: a beleza viria quando baixasse o ponteiro da balança! Aham, senta lá Cláudia!

Os anos foram passando e eu fui relaxando e ganhando confiança. Aos poucos fui deixando aquele sentimento de inadequação com o peso de lado e olhando para todo o resto que eu tinha e passei a buscar mudanças que me faziam sentir mais bonita. Fui largando aquela ideia de atingir uma perfeição, de atender a um padrão de beleza do outro e fui vendo o que genuinamente combinava comigo, o que eu queria mudar em mim mesma.

As primeiras respostas? A olheira, a cara de cansada me dava um desanimo que eu não gostava. Depois descobri que eu queria fazer a sobrancelha de um jeito que ela combinasse mais com meu rosto, me desse um olhar diferente, que retratasse mais a minha personalidade e por fim resolvi mudar o cabelo, passar a fazer uma química mais light, cuidar bem com produtos de muita qualidade para enfim poder mexer na cor e iluminar os fios.

Acredito que a gente se enfeitar e se cuidar para se sentir mais bonita é bem legal, é o máximo na verdade. Eu proponho antes de mais nada a busca por um senso crítico pessoal para entender a real motivação que te leva a querer mudar, para entender se aquilo de fato vai te colocar pra cima por que se for? Tá tudo bem. Você é dona do seu corpo e pode fazer o que quiser com ele. 

Eu quero mudar apenas onde o MEU calo aperta. Alterando apenas o que ME INCOMODA, enquanto me incomoda. Cada mulher vai saber de si, mas nesse post eu resolvi compartilhar as 3 coisas que fazem muita diferença para mim. Para você pode ser fazer crossfit, correr a maratona, comer alimentos específicos ou até mesmo fazer ou não química nos cabelos. Desde que seja o que você quer e não uma correção para atender a expectativa de uma mãe que marca em cima, de um namorado fit ou qualquer coisa do tipo.

PREENCHIMENTO DA OLHEIRA

antes em 2014 | antes em dezembro de 2016 | depois do mesmo dia

 

A primeira coisa que eu amei mudar na minha vida foi o preenchimento. Eu me senti tão mais confortável com o olhar descansado. Foi talvez a coisa mais marcante que eu já fiz. A primeira vez foi em 2014, o produto durou muito em mim e como eu engordei, acabei precisando menos. O ácido hialurônico ganhou meu respeito nessa hora.

O primeiro resultado está nesse post aqui, de agosto de 2014.  O segundo resultado é esse do post de hoje:
Dessa vez não aplicamos exatamente no mesmo lugar, mas o resultado ficou ótimo, bem como eu queria. Anos depois e eu continuo adorando.

Alias, eu gosto muito de todos as aplicações de toxina botulínica e ácido hialurônico que já fiz. Podem falar o que for, mas eu me sinto muito melhor, me faz bem, é eficaz e sutil (graças a competência da Dra Vanessa Metz obviamente).

MICROPIGMENTAÇÃO DA SOBRANCELHA

Como já contei aqui, a micropigmentação da minha sobrancelha é algo que mudou minha vida, tanto a micro quanto fazer a sobrancelha com a pessoa que melhor externou minha personalidade através dela.

Não importava o quanto me dissessem que homens gostavam de sobrancelhas finas, eu sempre tive PAVOR. Sempre gostei de limpar de deixar ela no formato natural, até que Monica Pias começou a cuidar dela e fez ajustes finos no formato. Meu Deus, como eu adorei, mais de ano depois eu fiz a micropigmentação (já confiava na Monica pra isso) e não me arrependi. Tanto que já fiz mais uma no ano seguinte e esse ano farei de novo quando a hora chegar.

Tem post só sobre a micro aqui, mas muitas das minhas amigas só fazem a sobrancelha com a Monica e amam. Outras fazem a micro e eu e minha mãe fazemos as duas coisas.

MUDAR A COR DO CABELO

A mais simples das mudanças e a mais incrível ao mesmo tempo. Desde que mudei minha química para uma escova chamada Definity Selant (to numa fase fazendo só a raiz), meu cabelo ficou mais forte, mais cheio, movimentado e por sua vez mais preparado para mudanças. Por isso tomei coragem e pedi para a Victoria, que corta meu cabelo há mais de 10 anos, fazer minhas luzes. Desde então já fiz 3 vezes e acho que assim como os acontecimentos citados acima, mudou minha vida.

Eu AMEI meu cabelo iluminado, acho que nasci assim e acredito que vou ficar um bom tempo sem usar ele todo preto, se bobear vai ser assim pra sempre. Prezo muito pela saúde da Victoria <3, porque além de todo amor, sem ela eu acho que não mexo na cor, não, assim como sem Jussara não faço química! #vidalonga pra elas

A primeira vez que eu fiz virou post aqui, hoje to muito mais iluminada! rs

—–

Não gosto da ideia de mudanças corretivas para atender ao padrão. A vida inteira me disseram que meu nariz era muito bruto, que ele era feio, pouco feminino (?), hoje eu só penso: que sorte a minha que não tive coragem de operar. Eu genuinamente acho que ele faz parte de quem eu sou agora, gosto dele, acho cheio de personalidade e o que mais tem é surra de foto de perfil, coisa que seria impossível nos meus 15 anos.

No entanto também não quero me tornar contra mudanças fora que inspiram felicidade, bem estar e autoestima dentro. Acredito que hoje sou a favor de algo que você muda fora e te dá muita força dentro. No meu caso, não atendo aos padrões da balança, mas adoro ajustar a forma de me vestir, fazer uma super maquiagem, um cabelo arrumado (mesmo que pra parecer bagunçado) ou mesmo ver minhas olheiras preenchidas. Só eu sei a felicidade que foi ver que eu sorria e já não parecia tão cansada. Foi fora, mas reverberou dentro. 

A meu ver o sinal de alerta tem que ser acendido quando você opera o nariz e sua relação com ele não muda, quando você mudou o sorriso e agora quer mudar a bochecha, quando você mal mudou uma coisa e tá querendo mudar outra. Porque nessa você pode estar procurando não fazer pequenas mudanças pra te levantar e sim mudanças para te deixar perfeita. Aí a busca pela beleza pode custar caro e você mergulhar num poço sem fundo. 

Hoje antes de qualquer procedimento ou pensamento que envolva uma mudança eu penso:
 para quem? por que? qual o objetivo? é necessário? vai fazer diferença?

Eu só opto por mudar algo em mim se a resposta começar com: é para mim, para eu me sentir melhor comigo.  Não contando com a expectativa de um cara me achar mais bonita, de um cliente querer me contratar depois ou mesmo de uma amiga achar que eu fiquei mais gata. Tem que ser por mim, pra mim, para minha relação com meu reflexo no espelho. Jamais colocando em risco minha saúde mental e física. 

No meu caso, como Joana, essas são as 3 mudanças físicas que fazem sentir mais bonita, mais segura e ajudam a segurar a minha autoestima e autoimagem do jeitinho que eu quero.

Beijos

< Todos os profissionais citados nesse post são parceiros do blog, no entanto se não fossem eu estaria indo neles da mesma forma, a maior prova disso é que minha mãe vai também vai nas 3 pessoas e paga por seus serviços, assim como boa parte das minhas melhores amigas. Eu jamais deixaria minha imagem e parte relevante da minha autoestima nas mãos de profissionais que eu não confiasse. >
11 em Beleza/ Make-up no dia 12.12.2016

A saga do batom vermelho escuro!

Quando eu me mudei eu precisei me desfazer de muitas coisas, incluindo aí maquiagens. Na época eu nem me importei, estava muito mais preocupada e empolgada com todos os preparativos do que com cores que eu nem usava muito. Quando cheguei aqui, as mudanças foram tantas que eu não sabia fazer outra make além da básica. Eu passei a sair mais de dia e, além do calor que me bloqueava no quesito make, eu também não conseguia  usar nada mais pesado que um gloss transparente ou batom cor de boca (isso quando eu usava).

Agora chegou o frio e eu comecei a sentir falta das minhas maquiagens. Agora escurece as 4:30 da tarde, minhas roupas de inverno são basicamente pretas e eu passei a procurar meus batons. Usei e abusei dos batons líquidos da Vult (as cores 11 e 12 principalmente) mas comecei a querer outros. Na verdade, comecei uma saga à procura de um batom vermelho escuro.

Comecei pelas poucas cores que eu tinha trazido e percebi que a maioria dos meus batons são mais rosados estilo Rebel. Então, fui à procura, alguns que entraram para a minha lista foram:

vermelho

Cruella da NARS – Esse foi o primeiro que eu procurei quando comecei a saga, foi uma vendedora que me apresentou e de cara eu amei, ela acertou de primeira o que eu estava procurando e desde então ele virou meu vício. É em lápis, super fácil de passar, super pigmentado e uma cobertura muito boa. Só não passa no teste comes e bebes.

Mistletoe Amuse Bouche da Bite Beauty – Esse está na minha lista desde que eu vi no Temptalia há pouco tempo atrás. Apesar de ser batom (eu prefiro líquido ou lápis porque são mais fáceis de passar! rs) e não ter uma textura matte, ele é um vermelho escuro, sóbrio, chic e poderoso. Só tem 2 problemas: 1) Acho que não vende no Brasil 2) É edição limitada de Natal!

Batom Pandora da Pausa para Feminices – A Bruna sempre lança cores desejo com a Tracta, e enquanto eu passava o ano amando os tons nude que ela inventou deixei o Pandora passar, mas agora que eu vi é impossível desver. Vermelho fechado, poderoso e super democrático. O tipo de batom que é fácil comprar sem experimentar antes!

Wanted Red da Sephora – Eu já falei do batom da Sephora aqui no blog, tenho uma cor mais clara cuja durabilidade é incrível mas não tenho ideia como é seu desempenho em cores mais escuras. Esse Wanted Red é um daqueles batons vermelhos escuros que funcionam com todo mundo e definitivamente é meu próximo da lista!

Wicked da Lime Crime – Passei a prestar atenção nos batons líquidos da marca quando a Giuli disse que era um dos melhores no quesito durabilidade. Ainda não experimentei nenhum, mas já sei que essa é a cor que eu vou testar assim que tiver uma oportunidade.

Ruby Woo da MAC – Obvio que eu não podia terminar essa minha seleção sem citar o queridinho dos batons vermelhos. Por incrível que pareça eu nunca tive um, pulei do nude Hue diretamente pro escurão Diva e o meu meio termo da MAC foi o Craving e o Rebel. Pois bem, demorou mas chegou e só digo uma coisa: PRECISO.

Quais outros batons vermelhos poderosos vocês indicam?

Beijos!

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