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autoestima

0 em Autoestima no dia 05.10.2018

Papos sobre autoestima lá #paposobreautoestima

papo-sobre-autoestima

uma imagem que tem tudo a ver com nosso papo sobre autoestima por – @adrianachagassilva2015


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Uma publicação compartilhada por Sereia Thay 🧜🏼‍♀️ (@thayaneparis) em

Autoestima na hora de se vestir:

Nem sei dizer a última vez que usei short na vida, assim como meus braços eu nunca amei a estética das minhas pernas, mas hoje eu tentei esse algo diferente pra mim e foi muuuuito difícil, eu andava na rua me sentindo meio pelada 😂😂😂 pensando que meu joelho torto que é meio fundo e sem definição, tava demais, peles, celulites, hematomas (são muitos) veias, cicatrizes estavam muito expostos, eu andava devagar e em passos pequenos, quase como uma gueixa. Extremamente insegura, mas ainda assim com esse sentimento bem locão, até que vi meu reflexo em algum lugar e realmente gostei do que vi, do styling, da paleta de cor do caimento… por um momento me olhei meio que de fora e quase bati palma, pq só eu sei quantas coisas envolvem usar essa peça de roupa hoje.
maaaaas nem tudo é perfeito e algo interno me fez mudar de roupa no carro (pq eu levei um muda caso não me sentisse confortável).
Foi uma tentativa e eu fiz questão de registrar, ia deixar a foto guardada, mas quero mesmo olhar mais pra ela. Não sei explicar, mas me permiti usar essa belezinha cor de rosa, com minha blusa preferida que com duas palavras me lembrava da minha coragem de ser o mais eu mesma que eu puder ser nessa vida. 💓❤️💓❤️💓❤️ Quem sabe daqui um tempo eu posto uma história onde não troco de roupa no carro. 😂😂😂- por @thayaneparis


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Uma publicação compartilhada por ASAPP Beleza (@asappbeleza) em

Cabelos e autoestima:

Marcella, 24 anos, 10 anos de progressiva e 5 meses de liberdade.
“Eu comecei a fazer progressiva com 14 anos, me achava feia e achava que alisando o cabelo tudo se resolveria, me sentia assim muito por pressão social, as meninas consideradas bonitas eram as que tinham cabelo liso, eu acreditava naquilo. Minha irmã, que também alisava o cabelo, resolveu parar e 1 ano depois, o cabelo dela já estava praticamente sem química e estava muito bonito. Comecei a pensar: será que o meu cabelo não é mais daquele jeito? Eu não sei como é o meu cabelo de verdade. Comecei a ver minhas fotos e nesse momento pensei em parar de alisar, achava que aquela pessoa da foto não era bem eu. Resolvi parar mesmo quando vi uma menina no metrô de uns 15, com um cabelo cacheado lindo e falei para ela nunca alisar, ela respondeu: “amo meus cachos, jamais alisaria”. Cheguei em casa nesse dia e decidi parar. Comecei a seguir cabeleireiros especializados em cachos e muitas meninas em transição. No perfil deles comecei a ver como seria ter cabelo cacheado de novo e como é possível sim ter cachos bonitos e bem cuidados! Foram 7 meses de transição, foi bem difícil. Nesse período tentei fazer o mínimo de chapinha possível, para não danificar os fios, só fazia em ocasiões extremamente especiais. Então comecei a sair “descabelada” mesmo. Passei a ouvir muitos comentários: “arruma o cabelo”, “por que não volta com a progressiva?”, “é muito mais bonito liso”. E sempre achava que não conseguiria, mas pensava: “vai valer a pena”. Quando resolvi marcar meu corte, achava que cortaria apenas uma parte do liso que estava muito grande para disfarçar as diferenças de textura, mas quanto mais me envolvia com experiências de outras mulheres na transição, mais tinha certeza de que cortaria para deixar 100% natural. Marquei o corte e quando cheguei no salão tinham várias mulheres cacheadas com seus cabelos maravilhosos e me inspiraram mais ainda. Nem pensei e resolvi cortar tudo. Quando me olhei no espelho não sabia o que fazer, quase chorei, me achei diferente, mas senti que essa era eu de verdade. Hoje estou na melhor fase com o meu cabelo, acho ele lindo e me sinto muito mais bonita. Amo meus cachos! ❤” – @mlabaa para @asappbeleza


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Uma publicação compartilhada por Thais A. (@thaischeiadevicios) em

Autoimagem e autoestima:

Com tanta foto cheia de efeito e Facetune no Instagram, a gente olha nossa pele com poros, pelos, cicatrizes e inflamações como se fôssemos monstros. Só que não é assim, sabe? Toda pele tem poros da mesma forma que todo olho tem lágrima. E da mesma forma que nosso nariz entope ou nossa garganta dói, a pele – que é o maior órgão do nosso corpo, by the way – também pode inflamar e ficar meio sofrida. Até a pessoa mais saudável do mundo está sujeita a um resfriado. E quem gasta milhões com skincare também está sujeita a reações na pele! Cês lembram da Kendall Jenner falando sobre a acne dela? Pois é! Estamos tão cegas pelo “perfeito” que esquecemos como é o “real”. Então, vamo se cuidar, tratar da nossa saúde, beber água e etc MAS SEM NOIAR! Belezura?  – por @thaischeiadevicios


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Uma publicação compartilhada por @hinerasky em

Corpo e autoestima:

QUAIS AS SUAS CICATRIZES? No post de segunda, contei um pouco sobre ter nascido com deficiência nos ossos das pernas. Até pouco tempo, não tinha formulado sobre os significados e reflexos disso na minha vida. Poucas pessoas sabem desse episódio porque ele nunca foi uma grande questão pra mim. E como comentei, isso é resultado da forma como minha família lidou bem com a questão: eu me sentia diferente-especial, não diferente-aleijada.
Internalizei que a gente pode tratar e reparar um problema físico. Que as cicatrizes não me impediriam de ser quem eu quisesse ser. Por isso, minha deficiência não me define.
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Acho válido também dizer que pernas e pés tortos ou arqueados são um problema bem comum em crianças – um tipo de deformidade fisiológica temporária, que se corrige até os 6 anos. Mas em casos como o meu, não existem palmilhas ou botas ortopédicas capazes de corrigir irregularidades dos ossos tíbia-perônio-e-fêmur.
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Nesta foto, dá pra ver algumas das minhas cicatrizes: são seis cicatrizes pequenas (7 cm) ao todo, sendo duas na parte interna da coxa e quatro nos tornozelos. Elas são visíveis, mas só assim, em zoom, a gente repara nelas. Nunca quis ou tentei disfarçá-las. Meus pais chamavam atenção pro lado bom, pro fato de eu ter pernas e pés sãos, que me levavam pra onde eu queria.
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Após a 2• cirurgia (eu tinha 5 anos), passei a caminhar normalmente, porém, a minha pisada ficou com o peso maior na parte lateral externa dos pés. Significa dizer que gasto bastante as solas de sapato nas extremidades laterais, principalmente no calcanhar. Solados leves de borracha ou muito macios não funcionam pra mim. Nem salto alto. Foi essa necessidade que fez nascer em mim a paixão por belos sapatos e rasteiras, e meu apreço por calçados de qualidade.
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Hoje estou aqui, mais grata ainda por minhas cicatrizes, as de pele e as da alma. Além delas, tenho várias outras visíveis nos joelhos (quelóide, inclusive, affe), fruto de tombos de bicicleta. E tenho há 3 anos, a cicatriz mais especial de todas, a da cesárea da Ceci, no meu ventre.
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ME CONTEM QUAIS SÃO AS SUAS CICATRIZES! Elas estão na pele ou na alma? Alguma vocês querem apagar ou disfarçar? 🙌🏻- por @hinerasky

 

4 em Autoconhecimento/ Autoestima no dia 04.10.2018

Você não é especial. Mas você também não falhou.

Estava vendo umas fotos antigas e lembrei que eu achava que era fashionista até uns anos atrás. Aí o tempo passou e eu descobri que eu sou mais “básica” porque não tenho nem dinheiro e nem coragem de pagar por essas coisas que depois vão matar a gente de vergonha tipo sneaker com salto.
E eu acho muito massa quando mais gente diz que não investe nessas coisas passageiras tipo “dad sneaker” (kkk) porque não tem grana ou prioridade em gastar com supérfluos ainda mais supérfluos mesmo gostando de um supérfulo (sacou?). Até porque é muito legal entender que por trás dessa vida maquiada de Instagram, ainda existem pessoas que ralam muito muito muito pra pagar os boletos antes de pensar em comprar qualquer roupa ou sapato – e o melhor, não têm vergonha disso.
Cadê as manas que curtem moda, se acham estilosas e não conseguem mais ceder a esses “desejos” fashionistas? Que até queriam, mas simplesmente não conseguem.
Esses dias na terapia comentei sobre uma crise que tive esse ano, quando a minha vida deu um 180° muito maluco e eu me vi completamente distante do que eu tinha imaginado pra mim aos 20 e muitos anos. Na sessão, depois de muito pensar e digerir muita coisa, cheguei a 2 conclusões que salvaram meu emocional:

1. A vida não mantém um placar.

Não importa o quanto a gente se esforce, trabalhe… Tudo está bem, até que não está mais, e é desse ciclo que a vida se alimenta. Acontece com pessoas, com dinheiro, trabalho e, na real, com tudo. A diferença é o que a gente faz com o que nos é apresentado;

2. Você não é especial, mas vc também não falhou.

Em Hebraico existe uma expressão (em transliteração e tradução livre) chamada “Chaim be seret”, ou “vida de filme”, que a gente usa pra caracterizar pessoas que acham que estão sempre vivendo em uma película mágica, seja pela personalidade excêntrica e/ou pela ingenuidade e desconexão com a realidade com que levam a vida. E o que eu sinto quando vejo todo mundo tendo tudo e querendo tudo e valorizando mil “tendências must have”, é que o Instagram deixou todo mundo rico e despreocupado. Mas bastam 5 minutinhos conversando com qualquer amiguinho de 25+ anos que tem que batalhar pra pagar as contas, pra entender que tá todo mundo em dívida consigo mesmo, seja financeira ou emocionalmente. E não, não tô achando que tá tudo bem porque nivelei a juventude atual por baixo e vi que não estou na pior das piores, mas porque entendi que a chave da felicidade mora no “tá tudo bem não ter”, “tá tudo bem não ser”. No fim, se a gente tem saúde, comida e um teto… Tá tudo bem no geral. Clichê, mas o resto a gente corre atrás mesmo.

autoconhecimento

Eu fui crescendo em uma geração que acha que merece as coisas, que valoriza exageraamente a imagem – e não me excluo dessa, vai lá no meu Instagram pra ver que eu também flerto com a vida de filme – e que parece que perdeu um certo controle financeiro e emocional das suas vidas, que só pensa e mede tudo em posses e poses. Mas é que a gente escuta coisas como “trabalhe com o que ama e nunca mais terá que trabalhar um dia na sua vida”, ou cresce com esse mito de que empreender e criar startup é a saída para a vida moderna. Até os “sabáticos” que a minha geração tira têm que parecer muito irados e exóticos. Sei lá, vai que “se descobrir” não envolve uma viagem pra Tailândia? Vai que “se descobrir” envolve você trabalhar com uma coisa que nem fede nem cheira só pra pagar as contas enquanto você reflete, pensa e muda de dentro pra fora?
A gente tende a querer ser o nosso trabalho, e os títulos de hoje são bem mais irados que os dos nossos pais: “creative hero”, “customer success genius”  ou coisas do tipo que eu achei em apenas dois minutos de scroll mas vagas do LinkedIn. Nem todo trabalho salva vidas, mas que legal seria se a gente entendesse que dá pra fazer muito mais pelos outros quando ninguém está vendo ou quando as pessoas não ficam maravilhadas pelo seu título profissional. Que legal seria se a gente não tivesse que mostrar ser bem sucedidx e cool, e só buscasse fazer coisas iradas e transformadoras porque elas são iradas e transformadoras. Sei lá, somos filhos do capitalismo, mas isso significa que temos que ser, além de seus prisioneiros, seus capatazes?
Esses dias vi um vídeo com um catador de lixo explicando de forma muito simples pra comunidade que tipo de plástico não valia a pena consumir por ser muito difícil de reciclar, e qual era a melhor forma de fazer a reciclagem em casa. Com erros de português, com a roupa toda suja e claramente encabulado por estar sendo filmado, aquele cara me ensinou MUITO. Sem títulos, sem edição, sem imagem cool. E provavelmente eu jamais teria valorizado o tanto que ele sabe se cruzasse com ele na rua… Mas o moleque de 22 anos que estuda na PUC e fez a monografia sobre isso mas nunca teve que carregar um fardo de lixo nas costas a gente respeita. Eu sei que existe uma diferença aí, mas será que o gap no respeito também tem que ser tão grande?
Tem muita gente se sentindo mal. Tem muita gente perdida. Tem muita gente na luta. Mas tem muita gente se sentindo menos do que os outros fingem ser. Não vamos camuflar ou pintar de cor de rosa a luta diária da gente. Não precisa sair compartilhando print do e-mail do SPC Serasa, mas vamos falar e mostrar mais das nossas vidas reais. Vamos ser menos deslumbrados e mais sinceros. Vamos dividir a carga pra encarar as dificuldades e alegrias juntos. Vamos aceitar que muitos temos privilégios enquanto outros seguem com pouco ou quase nada e que NÃO existe meritocracia sem igualdade. Vamos começar olhando pra dentro e pro lado sem tantas distrações materiais.
Vamos?
É, eu já achei que fosse fashionista, mas hoje prefiro e preciso ser gente comum.
0 em Autoestima/ Destaque/ Relacionamento no dia 27.09.2018

Autoestima e casamento, ou “nós precisamos ser inteiras quando nos dividimos”

A gente fala muito sobre autoestima nos relacionamentos, sobre se amar antes de amar outra pessoa, mas ainda não levantamos a bola da autoestima dentro de um casamento! Uma circunstância como qualquer outra, em que ela é tão importante quanto em outros relacionamentos. O ser humano acostuma, e isso inclui o fato da gente acostumar a ter alguém ali que sabemos que nos admira de alguma forma e vê valor na gente – afinal, a outra pessoa “nos escolheu” (e nós à ela).

Por mais gostosos que possam ser os pontos positivos de ter alguém que você ama consigo, o costume pode levar à acomodação e isso pode não ajudar muito. Como nos manter com um olhar interessante sobre nós mesmas em meio a rotina? Pra começar, é preciso deixar muito claro que esse post não é sobre estratégias pra fazer seu parceiro ou parceira te notar. É como continuar vendo valor em si mesma e se aceitar como você é, independente da opinião do outro.

Quando começamos a pensar que tudo o que fazemos é, antes de mais nada, pra nós mesmos, estamos falando de uma reação de dentro pra fora. Que faz com que a gente se sinta bem com quem nós somos. Por isso é importante achar, em meio a todas as nossas tarefas da vida, momentos onde você se conecta com você mesma. Pode ser uma atividade física, uma atividade que você curta fazer ou até mesmo fazer algo sozinha, como ir ao cinema, ter um dia na semana para estar com as amigas e se divertir…algo que te lembre da sua identidade além do casal, além do básico de todo dia. Isso te lembra quem você é, onde está indo em direção aos seus objetivos (ou onde gostaria de ir) e te mantém nos trilhos do rumo da sua própria vida, mesmo que agora, ela esteja dividida com outra pessoa.

UfDV

Também acho que é importante, sim, que você cuide de si. Que busque aceitar seu corpo como ele é, ou lidar com ele da forma mais pacífica que você conseguir. Que use as roupas que gosta, que faça com seu cabelo o que bem entender, desde que, no fim, você se sinta bem consigo mesma. Não em busca da aprovação do outro, mas de si mesma, de externar a sua identidade. Talvez seja esse um dos maiores problemas que vemos por aí, quando reclamamos que nosso parceiro ou parceira não nos elogia, não repara, não nos nota…quando quem tem que fazer tudo isso somos nós mesmas, nos dar também a atenção que queremos do outro! Autoconfiança é fundamental e isso que faz com que os outros nos percebam como realmente queremos. Inclusive – e especialmente – quem escolhemos dividir a vida.

Só pra não dizer que o olhar do nosso parceiro ou parceira não conta nessa equação, você pode, sim, usar isso a eu favor: lembre-se, todos os dias, de coisas que a outra pessoa gosta em você, partes do corpo que elogia, qualidades que ressalta, e lembre-se de valores que você tem em dias mais difíceis. 

Toda ferramenta que te faz se sentir bem consigo mesma, forte, empoderado e dona de si é importante para sua autoestima em geral e especialmente em uma relação. Para haver amor, precisa, antes de tudo, ter admiração e isso é MUITO além da aparência física, apesar de passar por ela. Para que essa admiração se mantenha, é importante que a gente lembre a todo instante quem somos e o que queremos, porque isso nos fortalece e essa confiança pode, enfim, aparecer. E gente autoconfiante muda tudo.

O amor pelo outro é maravilhoso, mas o melhor de todos é o amor próprio, não deixe a rotina de uma relação longa te desconectar de você. ;)