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autoestima

1 em Looks/ Moda/ Patrocinador no dia 12.09.2017

Moda praia e o meu feriadão, vem verão!

Nesse 7 de setembro aproveitei a folga do feriadão e busquei um descanso com praia, piscina, sol e relaxamento. Quando me dei conta que meu destino para esses dias era o Rio Grande do Norte não tive dúvidas, me empolguei e escolhi várias peças da coleção de verão da Marcyn. Como a Carla mostrou aqui, a marca lançou a coleção de moda praia da estação mais quente do ano e eu não poderia estar mais animada para usar tudo.

Quem me conhece sabe que eu sempre fui entusiasta de usar produções bacanas na praia, sempre brinquei que eu tinha algum complexo quanto à moda praia, afinal, mesmo sendo pouco consumista, sempre amei comprar biquini, maiô e saídas de praia. Agora com o #paposobreautoestima, que tem me deixado cada vez mais à vontade e mais livre, essa vontade de ter várias opções de biquinis e maiôs só aumenta. O que já era uma inclinação antes agora é um prazer fashionista mesmo.

Assim sendo, aproveitei meus dias em Pipa para usar parte das peças que chegaram!

1º look: piscina, sombra e água de coco

O catálogo de moda praia da Marcyn tem mais de uma modelo, sendo uma delas uma mulher linda, com um corpo mais curvilíneo que me fez sentir representada. Foi assim que me deparei com esse modelo de sutiã com bojo removível. O conjunto vem pronto, a estampa é linda e o modelo é diferente do que vinha usando. Gostei muito, principalmente da estampa, achei chique e sofisticada!

biquini estampa indiana

2º look: maiô 2 em 1

Esse amor foi minha verdadeira paixão de tudo que usei até agora! Amei a estampa, a proposta das duas formas de uso, a maneira como ele me veste e o modelo. Se eu pudesse eleger o look mais rico da coleção, talvez fosse esse. Poderia escrever linhas e mais linhas do como me senti linda e elegante com essa peça que fez mais do que abraçar meu corpo.

A forma de uso para usar com short ou entrar na água é preso na cintura, mas quem quiser uma saída de praia embutida é fácil, só amarrar diferente. Minha preocupação principal com essa peça era ela ser linda mas zero funcional. Me enganei. É tão prática quanto bonita, afinal nadei, me molhei e o tecido da amarração é tão levinho que seca bem rápido, sem contar que é aquele detalhe que faz toda a diferença, dá um charme.

No insta subi algumas fotos nesse álbum e nele tem o vídeo que fiz mostrando as duas opções.

Maiô 2 em 1 estampa vitral (tem também na estampa pavão e estampa bamboo)

3º look: biquini de estampa pirâmides

Se você era daquelas que não vestia marrom, chega aqui e me abraça. To amando que cada dia que passa tenho mais frases negativas que me definam. Ou seja, vi essa estampa, achei linda e me desliguei do fato dela ser marrom, amei a mistura de turquesa e laranja, amei a padronagem, assim sendo pedi o modelo que tinha a parte de cima que mais amo na vida, mesmo com a parte de baixo maiorzinha – e adorei o resultado.

Esse e o primeiro biquini do post não são daquela lista de “mix & match”, em que você mistura a parte de cima e a parte de baixo que você quiser. O que eu fiz foi encomendar uma calcinha lisa na cor dos detalhes, pra poder usar essa parte de cima com duas opções. Qualquer dia desses eu uso e posto no instagram do @futilidades.

biquini estampa pirâmides

O site da Marcyn tem muitas opções. Se você levar em conta que a marca monta produções de biquini prontas, opções pra você montar o seu biquini perfeito, maiôs fashionistas e modelos mais clássicos, estampados ou lisos. O melhor? Tem vários modelos, com vários tamanhos, para todos os corpos e gostos.

Enquanto eu aposto em biquinis maiores com estampas mais clássicas, a Carla prefere umas opções mais fashion e a Aline, que faz os posts de viagem aqui do blog, sempre escolhe os modelos menores – e ainda sobra várias outras peças e estilos diferentes no site, vale a pena se perder por lá! 

Acho que o post de look do dia da Pool Party vai deixar isso muito claro pra vocês, vão ser vários corpos, estilos e modelos para jogo. A marca consegue unir versatilidade, bom gosto, qualidade e uma variedade de tamanho ímpar nos dias de hoje!

Então você que está na lista das 100 mulheres confirmadas no #paponapiscina, passe lá no site deles e se jogue. Se você está com alguma viagem de verão marcada, não tenha medo, as férias são pra gente se sentir bem e é isso que a gente deseja pra vocês, que vocês se sintam tão confiantes quanto a gente com peças que abracem seus corpos e não briguem com eles.

Beijos

4 em Autoestima no dia 06.09.2017

Imagina se eu tivesse um pai cirurgião plástico…

É engraçado, mas toda vez que eu menciono o fato do meu pai ser um cirurgião plástico para uma mulher, a maior parte das vezes a conversa segue ou com a pergunta “e aí? já fez muita coisa?” ou com a frase “nossa, se eu tivesse um pai cirurgião plástico…”. Eu sei que muita gente fala isso da boca pra fora, e nem quero ser a problematizadora de uma pergunta que claramente é para puxar papo, mas eu sempre acho engraçado.

Na verdade a palavra nem é “engraçado” e sim curioso, porque muita gente imagina que por eu ter um cirurgião plástico ao meu alcance eu poderia estar de 6 em 6 meses em uma mesa de cirurgia ou no consultório dele tirando uma gordura aqui, aplicando um botox ali, colocando um silicone acolá.

Quando essas perguntas acontecem, imediatamente me vem três coisas na cabeça:

  1. Será que falam isso para quem tem pais de outras áreas da medicina, tipo cardiologista, neurologista ou angiologista?
  2. Espero mesmo que essa pessoa esteja falando só da boca pra fora, porque não seria legal ver em si mesma tantos defeitos a ponto de achar um sonho ter alguém que possa modificar cada coisa que não gosta à sua disposição.
  3. Será que eu sou uma ET ou tenho uma “autoestima da porra” por não querer estar toda hora mudando algo em mim?

Já falei nesse post, inclusive, que a redução de seios com uma retirada de gordurinhas teimosas na cintura foram fatores decisivos para minha autoestima.

Eu com 19 anos (um ano antes de fazer a redução) entregando um prêmio pra ele <3

Eram questões que me incomodavam desde muito nova e que por algum tempo realmente prejudicaram a forma que eu lidava com o meu corpo (principalmente por causa dos seios grandes) e por mais que eu tivesse o incentivo do meu pai, eu tentei evitar ao máximo a cirurgia antes de perceber que ela poderia ser de grande ajuda. Eu não odiava meu corpo, mas eu sabia que eu tinha o potencial de amá-lo ainda mais se eu mudasse aquilo que me inibia e me deixava desconfortável.

10 anos se passaram e eu não vou mentir que talvez fizesse uma ou outra intervenção novamente. Adoraria dar um jeito na minha barriga, que não voltou ao que era depois que tive o Arthur. Com a gravidez também ganhei uns culotes que eu não lembro que existiam. Morar nos EUA pode ser complicado para a balança e a impressão que tenho (porque faz tempo que eu não me peso, minhas referências são as minhas roupas) é que acabei acumulando umas gordurinhas mais salientes nas costas que eu não curto muito. Estou com 31 anos e as rugas na testa começam a aparecer e dizem que é bom botar Botox nessa época para prevenir que elas fiquem mais profundas. Ou seja, eu vejo muitas coisas em mim que poderiam ser mudadas. Por quê, então, eu não vou imediatamente para a mesa de cirurgia e “aproveito que tenho um pai cirurgião”?

Primeiro porque eu tenho um pai que, por mais treinado que esteja para ver quais melhorias podem ser feitas em um corpo e tenha me incentivado quando eu mostrei interesse no assunto, nunca alimentou minhas inseguranças com o corpo.

Segundo porque esses detalhes que eu vejo em mim simplesmente não afetam tanto a minha autoestima. Com as roupas que eu uso, inclusive biquinis, a barriga, os culotes ou até mesmo as gordurinhas não me incomodam. As rugas realmente não me chamam tanta atenção (só quando to naqueles dias que eu olho no espelho e só vejo defeitos). Se um dia começarem a afetar e eu sentir que me sentirei mais confortável com esses procedimentos, quem sabe eu pense no assunto e até siga em frente, mas farei sabendo que os motivos vão além de me aproveitar da expertise do meu pai, simplesmente porque ela está à minha disposição.

Ah, e não, eu não estarei sendo contraditória ao #papososobreautoestima.

Como filha de um cirurgião, toda hora cruzo com pacientes e ex-pacientes que não economizam em elogios ao meu pai (#orgulho), dizendo como ele – literalmente – operou milagres em suas autoestimas. Ele operou milagre na minha também. Aliás, diria que plástica e autoestima andam de mãos dadas – quando feitas pelas razões certas. Facilidade, disponibilidade, preencher vazios ou condicionar felicidade para depois que fizer o procedimento não são os motivos mais adequados.

E o que mais importa nisso tudo é que o amor e orgulho que eu sinto por ele realmente independem da profissão que ele escolheu seguir.

3 em Autoestima/ Convidadas/ Destaque/ Make-up no dia 05.09.2017

Afinal, pra que serve a maquiagem?

Há um tempo venho notando como a maquiagem tem se transformado. Lembro que na minha adolescência a febre entre as meninas era um lápis no olho e um blush bem marcado. Naquela época minha correção no rosto era apenas um corretivo para as olheiras. Mas com o passar do tempo surgiram muitas técnicas, muitos produtos novos, e novas tendências de maquiagem. Os contornos que afinam, escondem ou ressaltam algumas partes do rosto têm tomado conta dos feeds da maioria das blogueiras e influenciadoras. Tudo isso têm me levado a refletir sobre o assunto. Afinal, qual a função da maquiagem?

 Com tantos contornos e técnicas por ai, as vezes tenho a sensação que estamos perdendo a essência da maquiagem, ou até mesmo a nossa própria essência. Ao abrir o meu feed, vejo muitos vídeos de tutoriais que praticamente transformam a pessoa em outra. Mas a questão é: até que ponto isso é saudável?

Me lembro de um curso de maquiagem que fiz, onde na parte dos contornos, a professora disse: “o rosto perfeito é o oval, então nós vamos escurecer essa parte, e ressaltar esta outra.” No dia fiquei decepcionada por não ter o tal rosto perfeito, e desde então fiquei com uma pulga atrás da orelha sobre esse assunto.

Não estaríamos caminhando para um “padrão” de beleza? Sinto falta de blogueiras ou influencers de maquiagem que não ensinem só a esconder as sardas, ou a afinar o nariz e arquear as sobrancelhas. Que não nos ensinem a sermos todas iguais, mas sim a exaltar aquilo que temos de mais bonito em nosso rosto e a sermos REAIS.

A maquiagem é um momento muito pessoal e creio que cada uma deve fazer como se sentir melhor. Mas sinto que não é nada saudável para a nossa autoestima quando não conseguimos mais sair sem afinar o nariz ou fazer um belo contorno nas bochechas. E principalmente, quando você se sente triste por ter o rosto redondo, ou não ter um nariz fino, assim como eu me senti. O saudável é não sermos obcecadas por um rosto perfeito como o da Kim Kardashian, mas amarmos nossas características únicas e pessoais, que só nós temos!

Existem milhares de mulheres com rostos e traços lindos por ai, nem sempre em formatos ovais ou com bochechas marcadas e sobrancelhas arqueadas. Incluindo eu e você! Seja seu próprio padrão! Encontre outras referências de beleza, não se importe tanto com suas sardas ou com o seu nariz! Bonito mesmo é se amar e se valorizar!