28
jul
2015

Dilema tecnológico: Apple Music ou Spotify?

Lifestyle, Variadas (f)utilidades

Eu não sei viver sem música. Eu era a criança que não largava do Meu Pequeno Gradiente. Eu era a pré adolescente que ligava na Jovem Pan no horário das 7 melhores para gravar na fita K7 as músicas novas que eu gostava. Eu era a adolescente que ia para as festinhas e parava de dançar quando escutava alguma canção que eu gostava, só para decorar algum trecho que me ajudasse a procurar no Yahoo depois (não existia Google nessa época rs). Sempre que eu passava numa Fnac ou Livraria da Travessa, eu tinha que parar na parte de Cds. Enfim, deu para entender que eu sempre amei caçar novidades, né?

Quando surgiu o Spotify, eu imediatamente curti o serviço, achei uma revolução e um facilitador de vida, tanto que eu cheguei a fazer post aqui no blog sobre como aproveitar o máximo do aplicativo. Daí, pouco tempo depois, surgiu o Apple Music e eu fiquei no maior dilema, porque além de eu ser louca por músicas, eu sou meio applemaníaca – para não dizer completamente. Sempre venerei tudo que Steve Jobs criou e mesmo depois de sua morte, eu continuo sendo fã da marca, mesmo achando que hoje em dia ela não é mais o que costumava ser (a atualização nova do meu computador que o diga).

Demorei muito para atualizar meu sistema para o novo, que inclui o Apple Music. Estava muito apegada ao Spotify e não queria substituí-lo – até porque tinha acabado de pagar a mensalidade – mas fui convencida por uma amiga a baixar e testar os 3 meses grátis que eles oferecem. Baixei, testei e até o momento estou meio decepcionada, confesso.

Para o texto não ficar mais gigante do que já está, vou listar as características que mais me chamaram atenção em ambos os serviços e depois dou a minha conclusão, ok?

spotifyPontos positivos – além dos que eu citei no post anterior!
– Interface fácil e intuitiva.
– Quando uso no celular, costuma funcionar perfeitamente o 3G mesmo se meu sinal não estiver dos melhores.
– É uma rede social, então dá para seguir amigos e pessoas legais e saber o que eles estão ouvindo.
– Facilidade de achar playlists de outros usuários – e a possibilidade de seguir apenas elas.
– Quem quiser pode ouvir de graça e criar listas com suas músicas preferidas, mas vai ter que lidar com os milhares de comerciais a cada 10 minutos e não vai poder escolher as canções.
– Já criei várias listas que eu amo e já to acostumada! hehe

Pontos negativos:
– Quem não quiser anúncio ou quiser liberdade de escolha, existe o serviço Premium, que custa R$14,90 por mês, e agora existe o plano familiar que, no meu caso, sai R$22,35 para duas pessoas. Minha maior reclamação até então era que o Spotify não dava para ser dividido, agora, minha reclamação é que é muito caro para o número de pessoas permitidas (5 pessoas sai por quase R$45/mês! Acho meio absurdo). Ah, e quem quiser testar o serviço Premium, eles estão oferecendo 3 meses por R$1,99/mês.
– Vários albuns recém lançados demoram muito para entrarem no sistema, como foi o caso do CD da Beyoncé e vários outros. E também tem o fato de alguns artistas, como Taylor Swift, terem proibido suas músicas nesse serviço de streaming.

apple-musicPontos positivos:
– Muita, muita música, inclusive de cantores que não toparam fazer parte da biblioteca do Spoti. Até Taylor Swift conseguiu renegociar e aceitou liberar seus CDs.
– Para quem gosta de programas de competição musical – inclusive os brasileiros como 0 Superstar, por exemplo – dá para baixar todas as músicas facilmente.
– Playlists interessantes – Vou falar em breve que não curti muito o time de especialistas da Apple responsáveis por criar as playlists, mas admito que algumas são aparentemente interessantes como: “músicas famosas da Sia” ou “Jay-Z produzido por Timbaland” ou “Introdução a artista X”. Mas depois explico por que, mesmo assim, continuei não gostando muito.
– Desde que o serviço foi liberado no Brasil eu compro música pelo Itunes, então teoricamente acaba sendo mais prático para mim.
– US$5 por pessoa (algo em torno de 16 reais atualmente) ou US$8 (mais ou menos 25 reais) por até 6 pessoas no compartilhamento familiar. E os 3 primeiros meses são de graça para quem quiser testar o serviço.

Pontos negativos:
– Funciona bem apenas no wi-fi, no 3G ou 4G o serviço ainda tem falhas – se o sinal não está dos melhores, a música demora para começar a tocar, isso quando para e não volta automaticamente.
– Interface é fácil, até a segunda página – Me senti com 90 anos quando tentei ouvir no 3G pela primeira vez e ele me fez ficar tendo que ir no Ajustes do telefone algumas vezes. E também apanhei quando tentei ouvir todas as músicas recentes que eu tinha baixado. Eu botava para começar em uma música e ela não ia para a próxima, ficava repetindo.
– Playlists impessoais – por não ser uma rede social, todas as listas são criadas pelo “time de especialistas” da Apple Music. Segundo o site da Apple, “cada mix é montado com cuidado, para que as músicas combinem entre si. O resultado é uma lista que conta uma história, captura um estado de espírito e até muda o seu humor”. Bem, eu gosto de umas playlists bagaceiras, confesso, então não me acostumei com essa coisa toda sofisticada e de acordo com o gosto dos editores de música deles.
– Playlists curtas – Uma das coisas mais sem noção dessas listas metidas à besta é a quantidade de músicas que o “time de especialistas” coloca. Já peguei playlist feita para tocar em festa com apenas 12 músicas (quem em sã consciência dá uma festa que dura 12 músicas, o equivalente a 48 minutos? Que festa horrível essa que não dura nem uma hora…), já peguei lista com 2 músicas…Enfim, para mim, playlist tem que ser que nem livro, se tiver menos de 100 páginas, eu nem compro porque tenho a impressão que não dá para contar uma boa história em tão pouco espaço. Não fui mesmo com a cara desse time de especialistas, deu para perceber, né?

Confesso que já me acostumei e tive menos queixas com o Spotify. Mesmo assim, ainda quero dar mais chances ao Apple Music antes de bater o martelo, por isso, vou esperar até acabar meu período gratuito para ver o que faço. Por enquanto eu ainda estou tendendo ao Spoti!

Enquanto isso, tem alguém aqui que migrou para o Apple Music e viu mais vantagens? Ou que preferiu ficar no Spoti? To bem confusa! Me ajudem!

Beijos

27
jul
2015

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1.  Nicki Minaj e Taylor Swift, o racismo que virou machismo!

babadoNicki – Se seu vídeo celebra mulheres com corpos bem magros, você será indicada a vídeo do ano.
Taylor – Nicki, eu sempre te amei e te dei apoiei. Não é do seu feitio jogar mulheres umas contra às outras.  Talvez um dos homens pegou o seu lugar..

O twitter pegou fogo na semana passada, E pegou fogo mesmo! O que era para ser um rebu sobre racismo virou uma confusão sobre machismo e duas estrelas do pop que começaram a se alfinetar publicamente na rede social – e a nosso ver, as duas poderiam ter feito tudo diferente.

Se Nicki Minaj acredita que seu clipe Anaconda não foi indicado ao VMA por questões de racismo, a gente realmente acha que ela tinha mesmo é que soltar o verbo. No entanto, sua estratégia de indiretas e ironias deixou a desejar para nós. Gostaríamos de ter visto uma crítica mais clara ao sistema racista e aos padrões de beleza que precisam mesmo cair. Quem sabe um vídeo, uma entrevista, algo que deixasse tudo MENOS na entrelinha e com menos margem para dúvida. 

Para completar, essa pegada mais abrangente da situação rendeu foi um belo de um mal entendido. Ao invés de se discutir o padrão de beleza que o showbiz impõe, começou-se a se discutir machismo x feminismo, sendo que esse não era o ponto.

Como isso aconteceu? Taylor Switft vestiu uma carapuça que não era dela e questionou Nicki de forma bem enfática, já que ela entendeu a crítica como sendo ao seu trabalho e desviou o foco para uma discussão de “colocar mulheres contra mulheres”, que é bem válida, mas não era dia e nem hora pra isso, o ponto ali era outro.

Para entender um pouco mais sobre esse babado você pode ler esse post do “lugar de mulher”. Concordamos com tudo que foi dito.

Só achamos que se a crítica da Nicki tivesse sido mais clara e séria, o foco da questão não teria sido perdido. E é um foco bem importante, vamos combinar, ainda mais em uma indústria que influencia tanto a sociedade.

desfechoTaylor – Eu achei que era comigo. Eu perdi o ponto, eu entendi errado, então falei errado. Me desculpe, Nicki.
Nicki – Isso significa muito, Taylor, obrigada.
Nicki – Eu sempre amei ela. Todo mundo erra. Ela ganhou muito mais o meu respeito. Vamos seguir em frente.

De qualquer forma, as duas fizeram as pazes publicamente, mas ainda achamos que essa carapuça da Taylor Swift não poderia vir numa hora mais errada!

 2. A não pasta de dente de Bela Gil

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Temos todo o respeito do mundo por comidas orgânicas e naturais, mas não é de hoje que carregamos certa preguiça dos babados de Bela Gil. Até admiramos sua forma comprometida de viver conforme acredita e achamos muito importante que ela tenha a coragem de criticar a indústria publicamente, mas volta e meia também achamos que ela perde um pouco a mão no modo de tentar trazer mais gente para o seu estilo de vida.

Enquanto ela só tinha feito o post acima, não vimos problema. Se ela usa cúrcuma no lugar da pasta de dente, que bom para ela. Mas achamos que ela botou uma lenha desnecessária na fogueira depois que rebateu às críticas:

 

 

Provavelmente sua alimentação seja maravilhosa e provavelmente cáries não são um problema grave. Respeitamos muito todas as suas escolhas como pessoa física e respeitamos quem resolve seguir as dicas dela, mas achamos que ela perdeu a mão quando resolveu responder às críticas dessa forma:

bela-gil

Muitos dentistas se sentiram desrespeitados com o desdobramento dessa história e a gente super entende. Inclusive achamos essa segunda declaração dela um pouco debochada.Se tem uma coisa que a gente tem visto nas redes sociais é: levante a bandeira que você quiser, mas com cautela, sem desrespeitar os profissionais envolvidos na questão. Isso tem dado confusão não é de hoje e dá para entender.

3. Taxi vs. Uber

“O Uber não quer acabar com os táxis. O Uber não quer tirar o sustento de pais de família. O Uber não quer ser fora da lei. Mas ele oferece um serviço mais profissional e, por conta do aplicativo e da publicidade, consegue maior escala do que motoristas autônomos que sempre prestaram este serviço sem ser incomodados.”

Esse é um trecho do texto muito bom, que a Ale Garattoni fez sobre o assunto que deu o que falar na semana passada. Para quem não sabe, os taxistas cariocas fizeram uma greve na sexta feira e, nesse dia, o Uber ofereceu corridas grátis para quem usasse o aplicativo. Resultado? Um aumento de 20% de cadastrados e um protesto que saiu pela culatra, já que ao invés de convencerem a população que os motoristas do Uber eram “os inimigos”, só deixaram com que mais gente conhecesse o serviço e comprovasse a sua superioridade.

Já usamos o aplicativo há um tempo – até já falamos aqui – e ficamos felizes quando ele surgiu por aqui, por isso, esperamos que ele continue. E que os taxistas usem essa história como lição para procurarem melhorias não só para os clientes, mas para eles também.

4. A festa sem aniversariante

ego

Das coisas que a gente lê no Ego e só sabemos sentir vergonha alheia! Como pode uma festa acontecer sem seu aniversariante? Bom, foi isso que aconteceu ontem em São Paulo. O já famoso por ser polêmico Joe Jackson, pai de Michael, teve um AVC e não pôde comparecer a seu aniversário que custou uma pequena fortuna.

Claro que o normal seria cancelar a festa, né? Pois bem, isso não aconteceu e os convidados – em sua maioria sub celebridades como Geisy Arruda, Pepê e Neném e afins – foram ao evento mesmo assim.

A gente sabe que provavelmente os organizadores deixaram a festa rolar porque o investimento foi grande, mas não é meio de mau gosto ir na festa de aniversário de uma pessoa que acabou de ter um AVC e está internada no hospital? Ou a busca pela fama e pela notinha no Ego é tão grande que vale a pena? rs

27
jul
2015

Cabelos: Absolut Repair Pós-Química

Beleza, Cabelo

Hoje eu vou falar do lançamento de uma das minhas marcas de cabelo preferidas do mundo, a L’Oréal Professionnel. O assunto deste post? A linha Absolut Repair Pós-Química. O primeiro fato mais importante sobre essa linha é o seguinte: ele foi desenvolvido no Brasil para a demanda da brasileira que faz química no cabelo e precisa cuidar dele. Para minha sorte, eu sou EXATAMENTE o público alvo desse tratamento que tem a versão de salão e a linha de manutenção em casa.

Mas vamos começar do começo? O que esse tratamento que vai ser exportado do Brasil para o mundo tem de especial? 

Vocês já ouviram falar em spirulina? Pois bem, ela será o primeiro ponto do nosso post. Essa microalga que fez toda a diferença na criação da atmosfera é considerada o alimento do futuro, pois bem…Devido ao seu alto poder nutritivo e ao tamanho microscópico, essa alga é pesquisada para ser usada em viagens espaciais. O poder nutritivo de 1kg de Spirulina é igual ao de 1 tonelada de legumes variados.

Esse superalimento moderno nada mais é do que um dos maiores diferenciais da fórmula do Absolut Repair Pós-Química, que conta com Complexo Pro-Spirulin – que nada mais é do que a spirulina otimizada para os cabelos – ácido lático (que tem propriedades preenchedoras), ácido glutâmico (compensa a perda de aminoácidos), vitamina E (antioxidante) e phyto-lipídios (que amacia os cabelos). Para coroar a fórmula, eles também usaram Intra-Cylane para preencher as fissuras, reforçando a estrutura até o córtex e Ceramida-R, cimento inter-celular-bio-mimético que preenche a perda de cimento inter-celular.

Apesar da aparente complexidade dos últimos dois parágrafos, o que isso realmente quer dizer em português claro é: essa nova fórmula devolve a matéria para o cabelo. A ideia é acabar com aquele velho visual de raiz cheia e ponta minguada que eventualmente acontece nos cabelos com algum tipo de alisamento ou química.

ampola

O pequeno milagre que eles usam no salão. :)

O tratamento de salão conta com o 1º preenchedor multi-reconstrutor, mas esse produto só deve ser aplicado por profissionais, ele não faz parte da linha de manutenção em casa. A ideia é reconstruir internamente o córtex e devolver a matéria que o cabelo perde durante o processo de química. Ele pode ser usado no dia da química ou em uma ida pós quimica no salão para tratar as madeixas, que aliás foi o meu caso quando fui experimentar esse tratamento. Também usei um shampoo especial antes de tudo, mas dele vou falar em outro post, afinal ele é indicado pra mim, mas não será necessariamente indicado pra todo mundo.

Nota importante da blogueira: Esse tratamento é super rápido, mesmo! A ampola fica apenas 5 minutos agindo, a máscara também…Ou seja? Super rápido e prático. O ideal é esperar dois dias para lavar.

Eu fiz a linha toda no salão e o resultado foi perceptível na hora, eu senti a diferença principalmente na ponta.

Conversando com a turma de profissionais que me atendeu nesse dia, concluímos que para o meu caso, é indicado usar a linha em casa 1 vez por semana, sendo a máscara de duas a quatro vezes por mês, no máximo. A ideia é que o cabelo não pese, que ele seja tratado com o que precisa.

produtos-cabeloA outra estrela desse tratamento é o selador multi-reconstrutor de cutículas e pontas. Ele é um finalizador de reconstrução profunda que sela as cutículas e mantém a matéria e a reconstrução nas pontas. Eu só uso ele do meio para baixo, justamente visando não pesar na parte de cima. Ele pode ser usado como finalizador diário (eu to usando uma ou duas vezes na semana) e como protetor térmico. Ele protege os fios de um calor até 230 graus.

No salão Crystal que fica no Leblon, com a super Renata que trata cabelos por lá e a Aline Graciano, educadora da marca.

No salão Crystal que fica no Leblon, com a super Renata que trata cabelos por lá e a Aline Graciano, educadora da marca.

Acho que nunca foi tão prático, rápido e eficiente injetar a matéria perdida durante a química e é mais uma forma legal de selar o fio, coisa que eu e a Jussara sempre buscamos fazer nos meus cabelos.

Nunca pensei que a L’Oréal Professionnel iria conseguir me surpreender tanto depois do Absolut Repair Cortéx Lipidium que postei aqui. Pois bem, conseguiu e conseguiu bonito. O único detalhe é que a linha não é MESMO para uso diário, cada profissional vai recomendar uma rotina de uso de acordo com a quantidade de lavagens do cabelo.

E ai, turma da química? Ficaram tão interessadas quanto eu? Como eu já vinha buscando uma ponta mais cheia e natural, só posso dizer que estou usando e curtindo. 

Beijos

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