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0 em Looks/ Moda no dia 18.09.2017

Look da Jô: estampa também é poesia!

Se eu analisar meu guarda-roupas irei concluir que a peça que eu gosto que menos tenho é vestido. Curioso, acho lindo, mas tenho muito poucos. O motivo? Não sei. Talvez o medo de não caber, de ser uma peça que marque e eu não consiga usar muito, talvez a dificuldade com modelagens pro meu corpo, mas independente dos motivos, essa é uma categoria de peça que eu queria ter mais, pra bolar mais looks práticos, fáceis e que eu curta.

Hoje vou mostrar pra vocês um dos poucos vestidos do meu armário. O mais novo item que pretendo usar muito durante todo o verão. Na verdade acho que vou usar esse modelo pra vida, afinal se meu corpo mudar, é só amarrar diferente, já que o vestido é transpassado.

Essa peça linda, com estampa mega exclusiva é da marca linda da Carol Burgo, ela se chama PROSA. Realmente as peças estão bem mais pra poesia do que pra “apenas roupa”. Carol já tinha me contado que a grade é HONESTA e que muitas vezes as mulheres G têm medo de comprar online e se frustrar, notoriamente ficou claro que o que ela dizia sobre os tamanhos era a mais pura verdade. Em tempos que ganhei certo peso estou super apreensiva com tamanhos e a verdade é que eu coube perfeitamente nos meus dois vestidos (sim, terei que mostrar o outro vestido pra vocês ainda, lindo demais, da coleção GLAM).

vestido Prosa | rasteira Galpão Boutique | bolsa Dolce & Gabbana

Eu aproveitei meu primeiro dia em Pipa pra curtir essa peça estampada, florida e alegre. Usei com jaqueta jeans e a rasteira linda que ganhei da Debora, uma leitora querida que foi de Caicó para Natal para o encontrinho do #paposobreautoestima em Natal, no Rio Grande do Norte.

Amei a produção que usei para chegar em Pipa, amei o look e só fiquei na dúvida se usarei sem sutiã na próxima ou se vou usar um modelo mais funcional pra decote, porque o que escolhi nesse dia brigou um pouco comigo, mas nada que fizesse por um segundo não curtir a produção. Eu definitivamente amei o jeitinho que esse look ficou. Quero usar muito mais desse vestido e de produções assim neste verão.

Vocês gostaram também?

Beijos

3 em Autoestima/ Destaque/ Relacionamento no dia 15.09.2017

Quem quer faz, no amor e na vida!

Essa frase pode até parecer apenas mais um clichê quando o assunto é relacionamento afetivo. Na verdade essa máxima funciona no trabalho, na família, nos estudos e na vida afetiva, em todos os âmbitos das relações interpessoais existe gente que vende dificuldade, que coloca empecilhos pelo caminho e que usa de desculpas para não se mexer, para não precisar tomar uma atitude.

Num mundo de possibilidades infinitas de paqueras, no tempo dos aplicativos e relacionamentos relâmpago, lutar por alguma situação ou alguém já não se torna uma escolha tão comum. Estamos tão acostumados a desistir antes mesmo de tentar que a zona de conforto nos consome com medos diversos, seja de se envolver, de não ser correspondido ou mesmo de ver o coração se espatifar. A verdade é que as razões pouco importam, elas não mudam o resultado da equação: pessoas desistem de pessoas, de si mesmas e de planos todos os dias, é preciso coragem pra dar a mão e se jogar com alguém, por alguém.

Infelizmente quanto mais eu viajo e converso com mulheres de todo Brasil, mais ouço quanto os jogos, os medos e o desinteresse tomam conta das relações que elas relatam. Parece que todo mundo aos poucos vai perdendo a fé que encontrará alguém também disposto a se entregar, a sentir e viver o que tiver pra viver. O instinto de autopreservação parece que se transformou num mecanismo de sabotagem, se eu não me entrego não corro riscos, se eu não corro riscos fico seguro. O que pouca gente vê é que nessa lógica a gente fica vivendo em looping relações superficiais, joguinhos de conquista e histórias fracassadas. É nessa hora, com esse tanto de gente com medo de SENTIR, que eu esbarro com uma ou outra pessoa que me faz lembrar que: QUEM QUER, FAZ.

As vezes aquela pessoa que cruzou nosso caminho não quer dar chances para aquela relação, outras vezes a gente mesma não consegue se entregar porque a pessoa ou situação até preenche o check list dos sonhos, mas não faz nosso coração bater – no fim não faz muita diferença. Quem estiver genuinamente aberto a viver aquela história, aquela fase na carreira ou mudança de vida, vai dar um jeito, vai dar conta de fazer acontecer.

Sejamos a pessoa do “quem quer faz”. Não devemos nos contentar com menos do que merecemos, mas como já disse antes, também não podemos esperar por muito entregando pouco. Sejamos a proatividade que queremos ver no mundo, busquemos encontros proativos em todos os âmbitos da nossa vida.

Pessoas seguras dão conta do “quem quer, faz”, pessoas seguras atraem pessoas seguras também e assim encontram aquilo que merecem. É preciso ter coragem pra fazer acontecer, é preciso ter coragem pra enxergar o melhor e o pior de si e se sentir segura assim. É preciso ter coragem pra ser feliz, e amor para botar abaixo barreiras para fazer acontecer.

Do mesmo jeito que vejo muita gente com medo, vejo gente com coragem fazendo acontecer. Sejamos essas pessoas, busquemos essas pessoas. 

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3 em Autoconhecimento/ crônicas no dia 14.09.2017

Eu estou fazendo algumas mudanças na minha vida

Tem épocas na nossa vida que dá vontade de pegar tudo que está atravancando nosso dia a dia e jogar tudo pela janela, sem olhar pra trás, sem pensar duas vezes. Eu estou nessa fase. Estou de mudança.

Desapeguei de metade do meu armário. Roupas que não viram a luz do dia nesse último ano? Pra fora, sem dó nem piedade. Apaguei incontáveis arquivos inúteis do meu computador. Quanta coisa inútil a gente guarda nele, né? Print de boleto do mês, de depósito que foi pago há 3 anos, pasta lotada de referências de moda que eu nem lembro quando foi tendência, músicas que, se bobear, foram baixadas quando ainda existia Napster. Joguei fora cartinhas da infância. Pode ser que eu me arrependa disso depois, mas elas estavam ocupando um espaço valioso no meu armário nesse apartamento que já não cabe tanta coisa.

Terminada a limpa material, veio a pessoal. Comecei pelo celular.

Saí do grupo de whatsapp da academia, que só sabia falar de receita low carb, whey protein e de exercícios. Nem sei porque eu entrei nele, em primeiro lugar. Saí do grupo da família, que só sabia compartilhar fotos de Bom Dia e áudios alertando sobre o novo golpe na praça. Saí também daquele grupo de amigos que virou competição sobre quem está melhor na vida. Resultado? Pelo menos umas 200 mensagens inúteis e não direcionadas à mim que eu não vou mais ler.

Saí de um aplicativo e fui para outro: Facebook. 547 amigos e constatei que só conhecia realmente umas 300 – o que já é muito. Desfiz a amizade com essas pessoas aleatórias e aproveitei para deixar de ser amiga de tantas outras. Aquele menino que estudou comigo na 3a. série do ensino fundamental e eu nunca mais falei? Rodou. O boy lixo que manda “oi, sumida” e depois some novamente? Tchau. A menina que era amiga na faculdade mas depois desapareceu e nunca mais deu notícias? Beijo, não me liga. Aproveitei também o recurso “deixar de seguir”. Vocês sabem, tem umas pessoas que não tem como desfazer amizade mesmo – mas não sou obrigada a receber o conteúdo na minha timeline. :)

No instagram, a limpa foi bem mais radical. Dei unfollow desde a menina que me fazia achar que eu não era determinada por odiar acordar de madrugada para malhar até aquela pessoa que eu só segui porque seria mal educado não segui-la de volta.

Chega. Agora que estou mais leve, estou definitivamente de mudança, indo para um lugar onde só fica quem (e o que) importa e acrescenta, quem eu quero genuinamente bem e que eu sei que é recíproco. Estou mudando, e se você não ouviu falar mais de mim, provavelmente é porque você faz parte da mudança que ficou pra trás. 

Esse texto pertence a tag de crônicas do blog | Carla Paredes

Conforme contamos aqui, a tag de crônicas não tem nenhuma obrigação de refletir histórias verdadeiras, nossas ou recentes. Ela é inspirada em sentimentos reais e muitas vezes floreada com a imaginação.