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1 em Brasil/ Publieditorial/ Viagem no dia 22.05.2017

Rio Hotel by Bourbon e o quarto “ela é carioca” em Curitiba no Paraná!

Semana passada eu fui pra Curitiba e acredito que essa viagem vai render dois posts. Esse, sobre o hotel, e um outro falando o que fiz na cidade, incluindo mais um encontro do #paposobreautoestima que me deixou com o coração quentinho de felicidade. Mas hoje vamos falar do Rio Hotel?

Quando o hotel nos procurou, eu fui pesquisar um pouco sobre a localização e sobre o conceito da marca “Rio Hotel by Bourbon”. Primeiro descobri que tudo que eu queria fazer em Curitiba ficava no Batel, bairro do hotel, então de cara já fiquei animada. Não sei como é com vocês, mas quando vou conhecer uma cidade, vou à um evento ou tenho mil compromissos na cidade o que mais importa pra mim é localização, somada a um conforto gostoso, como o da casa da gente.

Se eu quase não vou ficar no hotel, o mais importante pra mim se torna o custo benefício com qualidade e localização. Em cidade grande isso faz muita diferença e o Rio Hotel by Bourbon Curitiba Batel é EXATAMENTE isso.

Passada a questão da localização eu quis entender essa nova marca da Rede Bourbon, afinal, ela é inspirada na minha cidade e eu como boa carioca que sou, sou um pouco bairrista. Queria entender os motivos pelos quais o Rio foi inspiração para esse lançamento.

O hotel é prático, objetivo e versátil, como bem foi definido “descomplicado e despretensioso como o Rio de Janeiro”, e realmente dá para sentir esse clima da decoração – colorida, alegre, descontraída e cheia de fotos do Rio (o que me deu mais a sensação de estar em casa, confesso) – ao tratamento que recebemos. Ele é perfeito para quem está na cidade à trabalho, para um casamento, um evento ou mesmo quer turistar no fim de semana e precisa estar bem localizada. Ideal tanto pra negócios quanto para turismo. Eu, no caso, fui fazer os dois e me senti totalmente bem atendida.

A ideia é entregar o máximo de conveniência e a experiência da Rede Bourbon buscando ter um serviço bem personalizado só que com melhor preço. O room service é 24 horas, o café da manhã básico começa às 04:00 para quem tem voo cedo, o banheiro tem chuveiro potente, a cama é gostosa, além da ótima localização, como eu já falei. Ter muitos benefícios com uma tarifa competitiva não é tão comum e eu acho que esse é um diferencial muito bacana da rede. Custo benefício pra nós hóspedes é a prioridade nesse caso.

O café da manhã completo é uma delícia, pão de queijo nível Minas Gerais, bolo, pães, iogurte, grãos e opções para todo tipo de alimentação. Simples, prático, objetivo e, acima de tudo, gostoso.

Ah, mas a gente sabe que você adora um hotel de luxo, Joana. Sim, mas pra quando eu vou comemorar algo curtindo o hotel ou quando estou na praia ou em um lugar onde quero curtir o hotel. Quando estou numa cidade grande para uma estadia rápida e cheia de compromissos, muitas vezes eu só quero um hotel simples, bem limpo, com banheiro e quarto aconchegantes, numa boa localização. Me sinto em casa quando tenho tudo isso e o quarto que eu fiquei, chamado “Ela é Carioca” (como não amar esse nome?) me entregou tudo que eu esperava e mais um pouco. E por quê?

É um quarto para mulheres!

O Rio Hotel by Bourbon me convidou pra ir a Curitiba para falar deste quarto, que é pensado exclusivamente para mulheres que estão viajando sozinhas, quase sempre meu caso. A intenção é oferecer maior conforto e comodidade durante a estadia. Mas como assim, Joana? Bom, são pequenos detalhes que na prática fizeram muita diferença pra mim.

Pensa que à noite, já de pijama eu pedi um chocolate quente quase de madrugada e quem veio trazer para mim foi uma mulher. Achei confortável poder recebe-la de pijama/roupão, sem nenhuma sensação de desconforto. Além disso, o quarto conta com secador de alta potência e chapinha, que são poderosos e tão bons quanto os que tenho em casa. Isso fez muita diferença, já que eu sempre levo os meus porque não costumo confiar nos secadores super fracos da maior parte dos hotéis. Como eu sabia do conceito não levei os meus, mas fui apreensiva, afinal, se não fossem bons eu estava ferrada. No fim foi perfeito.

Durante toda a hospedagem todo room service foi feito exclusivamente por mulheres e eu fiquei mais à vontade por isso, não tenho como negar. Os amenities são da linha Nativa Spa Monoil e Argan de O Boticario, marca que eu adoro.

Os detalhes da decoração eram fofos, cheios de cor, com direito à flor e um toque feminino bem aconchegante. Mas realmente adorei a ideia de se preocuparem com quem está viajando sozinha, a lazer ou trabalho. Eu, que estou um pouco acostumada com essa vida (até porque eu amo viajar sozinha), fiquei muito mais relaxada do que de costume. Tudo me deu uma sensação de serviço personalizado, sabe? Não sei explicar, mas me senti tão em casa que na última noite apertei o meu andar de casa no elevador e não o do meu quarto no hotel. Sim, isso é sério. Claro que a estafa contribuiu para o ato falho, mas eu realmente me senti muito à vontade ali.

Confesso que adoraria a marca Rio Hotel by Bourbon em muitos lugares do Brasil, achei realmente muito prático e achei os preços muito honestos. Para vocês terem uma ideia, em maio o quarto estava custando uma faixa de R$171 durante o fim de semana e R$151 durante a semana. Ficar no Batel é como ficar no eixo Leblon e Ipanema, então vale muito a pena. Achei o custo benefício incrível, sem falar que a Tatiane – a gerente – é maravilhosa. Pensa numa pessoa fofa e prestativa, então é ela.

Claro que em parte ver tanto da minha cidade nos detalhes me deixou mais feliz, mas sem dúvida eu recomendo a experiência. Ousaria dizer que me senti tão bem no #paposobreautoestima em Curitiba que já estou pensando em voltar logo pro hotel. Vou dar aquela indireta e pedir pra separarem o 105 pra mim para quando eu voltar, porque eu vou voltar. É um fato, o Paraná é sempre incrível comigo.

Beijos

2 em Autoestima/ Destaque/ Looks/ Moda no dia 22.05.2017

Looks da Cá: minha nova relação com a cintura alta

Já contei aqui várias vezes sobre a minha relação com meus seios. Eu queria muito que ela fosse melhor e mais bem resolvida, mas a verdade é que eu odiava ter peitos tão grandes na adolescência. Além deles não me deixarem tão livres quanto outras amigas minhas mais despeitadas, que podiam sair de blusas sem sutiã ou biquinis tomara que caia sem se preocupar que eles realmente poderiam cair, eu acabava sendo vista como o “mulherão” que eu nunca fiz questão de ser, e isso me deixava desconfortável.

Tanto que mesmo depois que fiz a cirurgia de redução e comecei a me permitir decotes e saídas sem sutiã, eu ainda guardava esses sentimentos todos na cabeço e até hoje (que ganhei uns quilos desde meus 20 anos e os peitos aumentaram de novo) ainda acho muito dificil desassociar.

O resultado disso foi uma postura errada de encaixar os ombros pra frente para tentar escondê-los, uma certa aversão por decotes e outros tipos de modelagens que poderiam evidenciar os peitos grandes. Não que eu não tentasse, só que ao contrário de tantas mulheres que se olham no espelho com decotes gigantes ou com peitos em evidências e se acham maravilhosas, eu não conseguia me achar bonita ou sexy, só via mesmo peitos pulando.

Uma dessas roupas que eu evitava ter no armário era justamente qualquer coisa de cintura alta e mais colada ao corpo. Eu até tentava arriscar  e descobri nas saias de cintura alta – lápis, sino ou evasê – boas aliadas, pois elas acabavam equilibrando meu quadril e não deixando os peitos ficarem em destaque.

Até que cheguei aqui e comecei a ver muitas mulheres com calças e shorts de cintura alta. Calça skinny, coladinha, com corpos parecidos com o meu e peitos de todos os tamanhos, inclusive maiores do que os que estão aqui comigo.

Não demorou muito para eu descobrir um modelo que eu amasse: 9″ high rise skinny jeans, da Madewell. Comprei primeiro uma calça jeans e tive a “coragem” de botar a blusa pra dentro, um medo que sempre tive porque tinha certeza que aumentaria a comissão de frente.

Olha, me senti sexy. Como nunca tinha me sentido antes em uma calça jeans.

E aí depois comprei outra, preta com rasgos no joelho, também da Madewell e com a mesma modelagem. E tive outra “coragem”: usar com uma blusa bem justa, pra dentro. Ou seja, tudo coladinho, coladinho, sem medo de peitões ou qualquer outra neura que a gente pode ter quando resolve vestir um look mais justo.

De novo, me senti poderosa. Não tanto pelo look em si, mais pela minha ousadia de quebrar minhas próprias barreiras.

E eu vi que realmente tinha tirado meu preconceito total com cintura alta e peitos avantajados quando adquiri recentemente um jeans bem diferente: uma pantacourt cintura altíssima. Também da Madewell, porque eu viro cliente fiel quando eu curto muito alguma coisa. E apesar dos jeans de lá não serem baratos (variam de 100 a 130 dólares), a qualidade e o atendimento ao cliente me fazem sempre experimentar as novidades de lá.

Eu não me senti tão sexy nesse modelo quanto nos outros, mas acho que a proposta desse tipo de calça nem é essa e eu nem esperava isso dela. Eu queria algo mais fashion/ousado e, novamente, eu só me interessei por esse tipo de modelo porque cruzei com muitas meninas lindas e estilosas – com todos os tipos de corpos – que me convenceram a tentar. Tentei, gostei, achei que tinha a ver comigo, levei. E o peito ficou mais em destaque, sim, e sabem o que aconteceu? Milagrosamente, EU NEM LIGUEI.

Eu ainda estou na dúvida se o fato de eu não ter ligado está mais relacionado à minha autoaceitação ou se é porque eu tenho visto tantas referências inspiradoras e reais nas ruas que estão me fazendo ter vontade de testar coisas diferentes, mas a verdade é que eu estou mais feliz do que nunca de ver meu corpo em outras modelagens, tomando diferentes formas e proporções independente das minhas neuras. <3

Vocês têm alguma história de bloqueio com peças que foi superado? Me contem!

 

0 em Looks/ Moda no dia 21.05.2017

Look da Jô: parka nova!

Eu só tive uma parka na minha vida adulta, uma meio fashionista com as mangas de paetês da Primark. Diria que é uma das minhas peças preferidas do armário, já usei em todas as semanas de moda, viagens e experiências que eu queria usar um item diferenciado. No entanto, esse ano eu estava com desejo de usar uma parka mais clássica e acabei achando um modelo que ficou legal e eu achei boa por ser versátil: ela pode ser usada no frio com o colete quentinho (que sai) e o detalhe de pêlo fake no capuz também sai.

Usei indo pra Cuiabá, usei à beça na viagem do Pantanal (sem o colete), usei também esses dias em Curitiba, num dia bem frio e oficialmente ela já entrou para o time das peças mais usadas do meu armário.

Tricô Topshop (2013) | bolsa Soho Gucci
calça e parka Zara (atual) | bota Cavage (2016)

Essa foi a produção que usei em Curitiba num look bem confortável. To achando que vai ser uma peça que vou usar bastante em viagem e se a temperatura do Rio ajudar, vou usar no Outono e Inverno aqui também, assim espero! <3

Outros looks com a Parka:

Esses foram os looks de Cuiabá e Pantanal, a bota amarela é a Lola da Cavage, a mesma que uso loucamente desde 2013. Acho que essa foi a bota que mais usei na vida. <3 <3 <3

Quanto à parka, estou achando bem acabada, gostando da coisa do colete (forro interno) sair e por poder tirar o detalhe do capuz. Estou usando bastante então confesso que estou animada. Acho que ela vai valer cada centavo, infelizmente ela não foi barata, mas eu não me arrependi. Já tem um tempo que eu procuro consumir pensando numa alta performance de uso e tem sido incrível nunca mais comprar algo que fica encalhado. Cada dia compro de forma mais inteligente e consciente das minhas finanças.

Eu gostei, vocês gostaram? Acho que ela ainda vai aparecer muito por aqui.

Beijos