29
nov
2016

“Eu queria ser branca”

Autoestima, Convidadas

Há alguns meses estava falando com a Marina e ela me pediu um favor: se ela podia comprar uma boneca para a irmã e mandar entregar aqui em casa. Falei que sim e enquanto a gente conversava, ela me contou uma história que eu achei que precisava vir para cá. Pedi para ela escrever e aqui está a história da Ma e da Julia.

Essa frase do título foi a que mais mexeu comigo nos últimos tempos. Saiu da boca da Julia, minha irmã de 4 anos. Logo ela que sempre teve o maior orgulho da cor e de ter o cabelo “tonhonhoim”, como ela mesma fala. E por quê? Porque ela disse que só existe uma princesa da Disney que é negra.

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Mas a história não acabou aí. Ela queria muito uma boneca Baby Alive igual a que minha filha ganhou de aniversário. Catarina ganhou a versão morena, mas ela queria a negra. Na caixa da boneca você vê as 3  versões, a branca, a morena e a negra. Eu procurei em tudo quanto é loja e nada da boneca negra. “Não recebemos” – é o que eu sempre ouvia. 

Foi aí que numa conversa com a Carla, ela comentou que a mãe dela iria visita-la em NY. Então eu, com a cara de pau de uma irmã desesperada, perguntei se a mãe dela poderia trazer a boneca. Ufa! Ela disse sim! Eu não consigo criar uma princesa negra, mas a boneca ela vai ter. <3

Tudo isso me fez pensar muito em como ainda vivemos num pais tão atrasado culturalmente. Na verdade num mundo, mas falemos de Brasil. Julia é só um exemplo de como uma criança negra se sente hoje. E isso afeta diretamente a autoestima da criança, que em breve será um jovem e logo depois um adulto. Deu pra entender a gravidade?

Julia é uma criança doce, linda, cheia de charme. Ama a Frida Khalo e tem um sinal grande de nascença no rosto e, ao contrário de muitas crianças que morrem de vergonha de aspectos que as diferenciem das outras, ela adora ele. Se tirarmos uma foto em que ele não apareça, ela briga. “Quero que apareça meu sinal. É minha marca”. É uma criança com alma grande. Justamente por isso me incomodou tanto vê-la falar que queria ser branca. Fiquei chocada, triste, pensativa. Se a Julia está se sentindo assim, imagina as outras crianças que não têm todo esse orgulho da sua cor?

Quando ela era menor, ela estava andando na rua com a mãe e um homem (não lembro por que razão) comentou que o cabelo dela era ruim. Imediatamente, ela respondeu: “não é ruim nada, meu cabelo é lindo”. E em seguida, gravou um video pra mãe dela postar no Facebook de como ela tinha orgulho do cabelo dela. Ela é uma mistura de doçura e firmeza.

Só que recentemente ela veio me contar que uma amiguinha da escola falou pra ela que o cabelo dela era feio. Eu perguntei: “e o que você disse?”. Ela não respondeu…. Eu completei que ela devia falar pra essa amiga que o cabelo dela não era nada feio, era lindo. E pronto.

Mas o que mais me incomodou desse episodio foi o silêncio dela quando eu perguntei o que havia respondido pra menina. Julia está se calando… E pra mim, isso é muito serio.

Quero muito que minha irmã volte a encher a boca pra falar que é “pretinha”, como ela mesma se define. E que o cabelo dela é incrível. Para isso, todo esse padrão de beleza, de esterótipo tem que mudar. O Brasil precisa se abrir para uma multiplicidade que já existe. Ser branca, negra, amarela, gordinha, magra ter olhos castanhos ou claros, tudo é legal. Quem disse o contrário? Como podem ter dito o contrário?

Precisamos lutar para quebrar esse paradigma da moda, do estereótipo imposto à gente. Ele é falso, já que o Brasil é feito de uma mistura incrível. É preciso ser mais solidários, mais democráticos. A indústria da moda, as empresas de consumo, a midia são responsáveis pela formação de nossas crianças. Mesmo que indiretamente. Por isso, precisam ter responsabilidade social com cada uma delas.

Juju, existem milhares de crianças sendo “abafadas” por aí. Se sentindo menos porque não veem uma princesa num filme ou uma boneca da sua cor na prateleira. Mas você não está sozinha. A gente vai lutar para que o brilho da mistura não se perca no país onde a mistura é o brilho

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28
nov
2016

E quando você não conseguir?

Autoconhecimento, Autoestima

Ontem voltei do retiro e foram 3 dias sem conexão de internet, sem contato com o mundo exterior e muita coisa pra pensar.  Por mais estranho que possa parecer minhas fichas não caíram ainda. Dessa vez tudo foi muito diferente, diferente do tipo difícil. Tudo que eu costumo fazer super bem foi mais complicado dessa vez.

A trilha que eu tiro de letra? Subi respirando mal e com dor no joelho. A noite que eu durmo super bem? Foi cheia de pesadelos. A conexão com a natureza que eu sempre fiz naturalmente? Dessa vez não aconteceu. O processo de gratidão sempre tão genuíno? Não rolou. Minha conexão espiritual? Pegou, mas com interferência.

Como escrever uma linda legenda ou um textão inspirador? Impossível. Quando me peguei lidando com tantas frustrações eu tive que parar, respirar fundo e acolher com amorosidade o que estava acontecendo. 

Esse foi minha sexta viagem com a escola e foi a mais complexa delas, talvez a mais profunda também. A menos leve e mais densa para ser digerida. Várias coisas boas aconteceram, mas dessa vez as frustrações falaram mais alto.

matutuInicialmente me deu uma certa angústia tudo estar saindo de forma tão diferente do previsto por mim, das minhas habituais expectativas. Ainda mais nesse fim de semana, que tinham muitas coisas das quais eu precisava me libertar. Pessoas que não estavam mais me fazendo bem, histórias das quais eu precisava me desligar e crenças que me limitam, que cortam minhas asas e eventualmente me impedem de chegar onde eu quero ir.

Não me arrependi de ter ido, de forma alguma. Durante o banho de cachoeira que tomei sexta-feira eu me senti liberta de muitas das coisas que eu precisava me desprender. Só por esse momento toda a viagem e suas dificuldades já valeriam a pena. Eu chorei, eu ri e agradeci aquele momentinho mágico, no meio de tanta tensão interna.

Na estrada, no caminho de volta, me peguei pensando e entendendo que boa parte do que foi difícil também foi uma oportunidade para eu mudar e crescer. As vezes são as coisas duras que nos ajudam a modificar aquilo que não está mais legal. Foi nessa hora que me peguei praticando o acolhimento de qual tanto falo. Acolhi que dessa vez não voltei zen, acolhi que não vou ser sempre boa ou perfeita, não vou agradar a todos e muito menos vou atender sempre as minhas expectativas, que dirá as dos outros.

E tá tudo bem. 

Entendi que pra viver o que eu desejo hoje eu preciso me sentir mais segura e esse processo de construir minha autoestima e meu amor próprio tem me ajudado a encontrar essa segurança dentro de mim.

Não adianta bancar a boazinha espiritualizada, porque isso é alimentar uma persona que não condiz com a realidade. A verdade é que sou de carne osso como todo mundo, tentando sempre tirar o melhor dos aprendizados e situações. Acredito que o processo, mesmo mais dolorido está resultando em crescimento, em passos importantes com destino a eterna busca do autoconhecimento.

É frustrante ver a mente dominar o meu processo de sentir? Com certeza, mas faz parte. A vida é feita se fases, de ciclos e frustrações fazem parte do meio do caminho. Travar uma briga comigo mesma por conta disso não estava ajudando, então resolvi mudar de estratégia.

É curioso como criamos expectativa até para nossa espiritualidade e imersão de autoconhecimento. Esperamos que vamos sempre nos comportar de um jeito e na verdade não existe esse controle, nem essa estabilidade. Existe a falsa sensação de que tudo é perene, até coisas tão intangíveis.

As vezes a gente nem consegue ver o que está acontecendo, mas nada como uma palavra amiga para nos ajudar a enxergar aquela verdade que a gente não tá conseguindo ver naquele momento. Uma amiga que te coloca pra cima, um familiar que te faz sentir segura, um mantra que você fale pra você ou qualquer coisa que faça você se conectar com sua essência pode ajudar. Pra mim, essas coisas me ajudam a me sentir forte. São ferramentas que me ajudam, por mais que não solucionem a questão.

Ontem me peguei agradecendo a um grande amigo por ser minha tecla SAP. Por me ajudar frente as minhas inseguranças a ver o que estava acontecendo a minha volta. A tranquilidade que senti ali me fez bem. Me fez sentir que todo aquele processo de dificuldade foi importante, por mais que eu ainda não entenda tudo que eu vivi. 

Assim, por caminhos tortos comecei a achar que mesmo esse processo difícil foi engrandecedor de alguma forma. Inclusive ao aceitar e acolher minhas falhas.

O incomodo também pode ser transformador, as vezes a gente só precisa de uma mão amiga para enxergar o lado bom da situação. À medida que a gente vai se desconstruindo e desconstruindo as nossas crenças a vida vai se transformando a nossa volta, no meu caso acho que pra melhor.

Seria hipócrita eu negar que prefiro fazer todo esse processo de aprofundamento de forma mais pacifica e leve, mas entender que isso acontece e não me culpar por isso é parte importante do processo ao qual me submeti nesse final de semana.

Sempre volto de retiros cheia de posts, planos, pensamentos, dessa vez não foi assim. Pelo visto eu precisava trabalhar outras coisas nesse momento.

Não foi leve, não foi fácil, mas está tudo do lado certo.

Faz parte do processo de ampliação de consciência passar por isso. Como diz minha terapeuta: é importante acolhermos nossa sombra com amorosidade, nos conhecer é enxergar todos os nossos lados. Nossa arrogância, nossa inveja, nossa raiva ou qualquer coisa que desperte um lado que nem sempre a gente gosta de ver.

Ampliar a consciência é enxergar o que a gente não via antes. 

Para mim é entendendo nosso lado escuro que aprendemos a vibrar nosso lado de luz. E talvez sejam as tarefas mais complexas que nos levam ao maior crescimento.

Então respondendo as perguntas mais comuns desde que cheguei: não, não foi tão gostoso dessa vez, mas está tudo certo. Faz parte do aprendizado que eu estou buscando e o meu processo não poderia ser diferente agora.

Acredito que na minha vida tudo acontece exatamente como tem que ser. 

Beijos

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28
nov
2016

Destino Lua-de-Mel: Bora Bora, um sonho de ilha!

Polinésia Francesa, Viagem

Para quem está acompanhando os posts sobre a Polinésia Francesa, chegamos ao auge: Bora Bora, a pérola do Pacífico!

Pegamos um vôo entre os horários de checkout de Moorea e checkin de Bora Bora (para não desperdiçar nem um minuto em nenhum dos destinos) e em 50 minutos já estávamos no cenário mais aguardado de toda a viagem!

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As especificidades da ilha começam já no aeroporto: ele fica num micro pedacinho de terra no meio do mar e é acessível somente por barco.

Todos os hotéis têm suas próprias lanchas que buscam e levam os hóspedes no aeroporto. No nosso caso, assim que pousamos já tinha um funcionário do hotel nos esperando com colares polinésios cheios de flores e conchinhas para entrar no clima!

Deck do aeroporto com as lanchas dos hotéis

Deck do aeroporto com as lanchas dos hotéis

Os principais resorts de Bora Bora se localizam nos motus, pequenas faixas de terra que rodeiam o centro da ilha, criando uma grande lagoa! No interior existem dois montes, sendo o Monte Otemanu o mais alto e conhecido, tendo nascido de resquícios de um vulcão adormecido.

Você deve estar se perguntando qual a relevância desse tal monte. Total! Toda vez que eu pensava em Bora Bora, me vinha na cabeça aquela foto de uma água azul-tão-turquesa-que-dói-os-olhos, com uma mata verde densa e o Monte Otemanu lá atrás, super lindo e fotogênico.

Na minha opinião, a viagem não estaria completa sem o Otemanu no pano de fundo e isso foi fundamental na hora de escolher em qual resort ficar. Ali, exatamente em frente ao Monte e com aquela vista clássica, existem quatro hotéis: Le Meridien, St Regis, Four Seasons e Intercontinental Thalasso. Eu tinha algumas dicas de pessoas que tinham ficado tanto no Le Meridien quanto no Four Seasons e tinham gostado muito, mas depois de muita indecisão, optamos novamente pelo Intercontinental, nesse caso o Thalasso (cuidado, existem dois hotéis da rede Intercontinental na ilha e suas instalações são bem diferentes).

Precisa escrever alguma coisa?

Intercontinental Thalasso – Precisa escrever alguma coisa?

O Thalasso saía um pouco mais barato que o St Regis e o Four Seasons e um pouco mais caro que o Le Meridien, porém com uma infra bem mais legal que esse último. Além disso, eu ainda teria um upgrade na categoria do quarto (falei mais sobre isso aqui), então foi pra lá que nós fomos!

O Hotel

No Intercontinental Thalasso todos os quartos são bangalôs sobre a água. Esses bangalôs estão posicionados em formato de ferradura, sendo a diferença entre as categorias a sua localização: quanto mais longe da praia e mais perto do Monte, mais privativo, mais indevassado e, obviamente, mais caro.

Além disso, existe um deck nas duas pontas da ferradura acessível a todos os hóspedes, onde você fica de cara para o Monte (dá uma olhada na foto aí embaixo!). Então não fique se remoendo porque o quarto mais top é muito mais caro, dá para você ter a mesma vista só andando um pouquinho (ou pegando um carrinho de golfe, se você for preguiçoso :P).

Vista aérea do Intercontinental Thalasso | Fonte: Site Intercontinental

Vista aérea do Intercontinental Thalasso | Fonte: Site Intercontinental

Visu de cair o queixo do deck

Visu de cair o queixo do deck do Intercontinental Thalasso

Otemanu sendo lindo ao fundo <3

Otemanu sendo lindo ao fundo <3

Nós fomos de lancha do aeroporto até o hotel onde fomos recepcionados com um drink de boas vindas. A recepção do Thalasso tinha um deck com coqueiros e pufes enormes de frente pro mar pra você já começar a babar logo na chegada ao hotel. Acho que a primeira reação ao ver com meus próprios olhos aquele pedaço de paraíso foi dizer: “Para, nada na vida pode ser tão azul. Será que eu estou na Disney e na verdade isso tudo é de mentirinha?”

Papéis preenchidos e check in feito, fomos convidados a subir em um carrinho de golfe com um funcionário simpaticíssimo que nos mostrou os arredores do hotel todo antes de nos levar ao nosso bangalô.

Descansando no pufe enquanto esperava o checkin

Descansando no pufe enquanto fazia o checkin no Intercontinental Thalasso

Um comentário rápido: as malas se movimentam magicamente! Desde que pousamos em Bora Bora não interagimos mais com elas e, como um passe de mágica, elas chegaram ao nosso quarto antes de nós (e olha que elas nem foram no carrinho com a gente!). A vida podia ser fácil assim sempre, não é?

Voltando ao hotel: o Intercontinental Thalasso tem uma piscina linda de borda infinita de frente pro mar e uma praia que dá acesso à lagoa com água cristalina e absurdamente azul (onde ficam os bangalôs). Ficam disponíveis à vontade caiaques, pedalinhos, equipamentos de snorkel  e standup boards (você pode remar até seu bangalô, que tal?). De resto o hotel conta com toda estrutura de um resort de ponta: academia (de novo, aqui não né?), lojinhas, quartos de transição (para os hóspedes que chegam antes do horário do checkin), bicicletas para você passear pelo resort, uma quadra de tênis, uma capelinha para casamentos, um SPA além de um dive center da PADI.

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Lagoa do Thalasso

Lagoa do Intercontinental Thalasso

É permitido, ainda, o acesso à parte de fora dos motus, onde você pode ver o oceano e onde está um grande recife. Mas a estrela do lugar é sem dúvida a vista da lagoa!

Parte externa dos motus: bem mais rústica!

Parte externa dos motus do Intercontinental Thalasso: bem mais rústica!

O hotel tem ainda três bares e três restaurantes. Além disso, é possível solicitar um jantar romântico no deck de frente pro Monte Otemanu e um café da manhã polinésio que é servido numa canoa diretamente no seu bangalô, dá pra acreditar?

Em Bora Bora também optamos por fechar a reserva com meia pensão (café da manhã e jantar), e achei o ideal! O café era servido no estilo buffet no restaurante Bubbles e era comida que não acabava mais! Tinha opção para todos os gostos e você já saía bem alimentado para aproveitar o dia.

O jantar era em esquema menu (entrada, prato principal e sobremesa), também bem servido e muito variado. Para os hóspedes em regime de meia pensão, era possível escolher entre 2 restaurantes: Sands, que ficava de frente pra praia e tinha mesas inclusive pé-na-areia; e o Reef, que ficava na parte interna do resort num terraço super simpático e que tinha noites temáticas e show de dança polinésia às segundas e sextas. O terceiro restaurante era o Le Corail, o mais exclusivo, que contava com a maior adega da Polinésia Francesa e um menu mais requintado. Disponível com custo adicional para quem estava na meia pensão. Acabamos não experimentando o Le Corail porque achamos besteira pagar o adicional já que os outros dois restaurantes ofereciam diversas opções em seus cardápios. Vale lembrar que para jantar em qualquer um dos restaurantes era necessária reserva prévia no concierge do hotel, que ficava ao lado do Bubbles.

No Thalasso também tinha Happy Hour 2×1, que acontecia todo dia no bar do restaurante Sands durante o pôr do sol. Não preciso nem dizer quão incrível era o sol se pôr atrás do Monte, né? Praticamente um sonho.

Esperando o por do sol no Bubbles Bar

Esperando o por do sol no Bubbles Bar

Happy Hour

Happy Hour no Intercontinental Thalasso

Ahhhh o por do sol

Ahhhh o por do sol de Bora Bora

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Outra coisa bacana da rede Intercontinental em Bora Bora é que existem lanchas que fazem o trajeto Thalasso – Le Moana (o outro hotel da rede na ilha) algumas vezes por dia. Então, caso você queira ou precise ir até o outro hotel, pode fazê-lo sem custo algum.

O Bagalô

Nós optamos pelo bangalô Sapphire, que ficava no meio da ferradura (pagamos na verdade pelo Emerald, a categoria mais barata que ficava virada para praia mas tivemos upgrade).

Amei o nosso bangalô! Ele era bem mais reservado que os Emeralds por ficar virado para a parte de fora da lagoa e tinha uma vista lateral do Monte. Apesar de ser um pouco longe das áreas comuns do hotel, era possível chamar o carrinho de golfe, pegar uma bicicleta ou ir caminhando e apreciando a paisagem!  

Vale dizer que todos os bangalôs têm exatamente a mesma planta e mimos, exceto o Pool Overwater Villa que tem uma piscina no deck externo e o Two Bedroom Overwater Villa With Pool, que além da piscina tem dois quartos ao invés de um.

Os bangalôs contam com a seguinte estrutura: um deck com acesso direto para a água, uma sala com piso de vidro no chão, varanda com chuveiro, quarto com janelão do chão ao teto, banheiro com chuveiro e banheira de imersão separados (também com direito a janelão para você não perder nem um minuto de admiração àquela vista espetacular), pia dupla, closet, máquina de Nespresso, entre outros frufrus que te fazem sentir tratado com carinho. Só amor por esse quarto!!!

Vista da cama

Vista do bangalô do Intercontinental Thalasso

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Banheira top!

Banheira top!

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Quer ver com mais detalhes como era o bangalô? Só não repara o tremelique do vídeo mas a emoção era tanta que estava difícil de segurar.

A video posted by Aline Rajão (@alinerajao) on

Não perca o próximo post, vou contar tudo que fizemos nesse pequeno pedaço de céu! 

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Para seguir a Aline no instagram é só procurar por @alinerajao

 

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