17
mai
2016

Saúde, treinos, novas expectativas e o tênis Mizuno Synchro MX

Jabá que nós amamos:, Lifestyle, Saúde, treinos

Malhar, ir à academia, correr, fazer crossfit, pedalar ou nadar têm se tornado cada vez mais um hábito comum entre os brasileiros. Seja nas grandes cidades ou no interior, nos balneários ou na serra. Fazer exercícios é hoje a melhor profilaxia que existe. É a forma mais garantida, se feita de forma correta, de se manter com saúde, longe de doenças.

Por isso é normal ver as pessoas buscando um esporte que gostem, uma aula animada ou um grupo de treinos para pertencer. Uns amam, outros fazem por obrigação, eu diria que estou mais na segunda opção querendo muito pertencer à primeira.

Joana-CannabravaNos últimos meses eu parei tudo que fazia, até que fiquei 100% sedentária e meus exames ficaram péssimos. Resolvi dar um basta, recomeçar sem metas, sem projetos, sem platéia ou uma busca de um corpo perfeito (em relação ao que, né?). Sem criar expectativa em vocês, porque isso criava uma pressão ruim pra mim. Se eu malhar e ficar exatamente como estou, tudo bem. Só quero buscar ter saúde, disposição e ânimo. Não andei lidando bem com a demanda de ser uma “blogueira” magra, com barriga de gominhos e fazendo fotos de biquini como parece que parte do mundo quer ver. Meu foco é apenas um: me cuidar sendo eu mesma, aceitando meu corpo. Se tiver algum resultado visível, ótimo! Se não tiver, já estarei muito feliz se estiver saudável.

Para isso resolvi voltar a me mexer e decidi que vou testar várias coisas. Crossfit com a amiga, pedalar com o boy, luta com qualquer um que me convidar ou corrida sozinha. Declaro oficialmente aberta a fase de descobertas.

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Foto: Paulo Herédia na pedalada da Glamour Brasil com o Rio Design Leblon

Quando decidi tudo isso, chegou aqui em casa um tênis novo da Mizuno e eu acabei encarando como o sinal que faltava para eu começar a deixar o sedentarismo pra lá. Ok, ainda tenho que comprar umas roupas de ginástica, mas vou resolver isso aos poucos.

De cara provei o tênis, ele pareceu muito confortável. Usei pela primeira vez no mutirão de trabalho voluntário que fiz há um tempo e adorei. Depois já fiz esteira com inclinação, caminhei, dei pequenos trotes de corrida e pedalei (na rua e na academia). Entre um exercício e outro me peguei gostando muito do modelo e por isso resolvi escrever sobre esse jabá. Não fazia isso há um tempo, já que usei por anos o último tênis que resenhei aqui no blog.

O Synchro MX tem uma tecnologia inovadora para os corredores, sua proposta é combinar perfeitamente o amortecimento e a estabilidade. 

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Ele é muito leve – segundo o release, 280 gramas! –  confortável e bonito. A cor que eu e a Carla estamos usando é linda. De fato me senti amortecida em todos os testes que fiz com o tênis, não entendo muito sobre a estabilidade, nunca parei para prestar atenção nisso, mas estou gostando muito da experiência. Sempre busquei usar tênis bom para proteger meu joelho e nunca achei que dava para economizar nisso. Brinco que a gente paga caro pra evitar cirurgias caras no futuro, o mesmo vale para bons profissionais de saúde que ajudam a corrigir nossa postura e afins.

“Indicado para corredores com pisada neutra, o Synchro MX foi idealizado após um intenso e longo estudo de mapeamento do pé, que nos permitiu posicionar com precisão materiais de diferentes densidades na entressola que garantem maciez e segurança para o corredor. Esse é o primeiro lançamento da ‘família Synchro’ da Mizuno, que se inicia a partir do MX (máximo Amortecimento) ”, afirma Rodrigo Barreiros, gerente de calçados da Mizuno.

Pouco entendo de densidade de materiais, mas eu estou adorando o tênis. A Ca, que malha muito mais sério do que eu e também ganhou um, disse que ela prefere não usar muito para correr porque sua pisada não é neutra, mas que ele é ótimo para todos os outros exercícios que ela faz na academia. Estamos aproveitando bem a novidade e ele está servindo bem para meus experimentos e para a malhação dela.

Quanto ao Mizuno, nós adoramos ver marcas comprando essa ideia de apresentar novidades como essas a meninas normais, gente como eu, como a Cá e como você.

Adorei o presente, to sempre mostrando o quanto estou usando no snap e se você está naquela fase de trocar de tênis, pode ser uma alternativa experimentar o Mizuno Synchro MX! Não só de musas fit são feitas as consumidoras de material de esportes não é mesmo?

Beijos

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17
mai
2016

Je ne regrette rien

Lifestyle, Reflexões

Outro dia acordei com Je Ne Regrette Rien na cabeça sei lá por que. Édith Piaf que me desculpe, mas apesar de achar a música linda, esse dia foi um verdadeiro inferno. Era só eu ter um momento de descanso para que a música começasse a tocar em algum lugar dentro da minha caixola. Aí, de repente, ela foi embora e me deixou pensando sobre arrependimentos.

Eu sempre tive na minha cabeça que se eu pudesse voltar alguns anos na minha vida, eu faria muitas coisas de forma diferente, principalmente naquele período de colégio que a gente costuma ser muito insegura. Eu não teria participado de um bullying coletivo contra uma menina nova na sala. Eu teria aceitado as investidas do carinha com quem tive meu primeiro beijo antes, de forma que esse momento tão esperado aconteceria em Búzios e não em um cinema qualquer no Rio. Teria sido menos trouxa e cairia menos em intrigas de “amigas”. Aliás, manteria algumas amizades e nem começaria outras. Eu não teria tanto medo de ser “mal falada” na escola a ponto de não ter vivido certas aventuras. Eu começaria a beber mais cedo para acompanhar as minhas amigas (não estou falando em meninas menores de idade bêbadas, eu só comecei a beber com 24 anos!). Teria mentido mais para os meus pais e participado de coisas que eu não pude porque fui pedir e eles não deixaram. Perdoaria menos pisadas na bola. Sei lá, mil coisas.

Só que depois pensei de novo e vi que por mais que essa vontade de ter feito diferente tenha surgido em alguns momentos, eu nunca me arrependi de ter vivido exatamente tudo o que eu vivi pois foram as minhas escolhas que me fizeram ser quem eu sou hoje, e eu amo a pessoa que me tornei e a história que eu construí.

regretteTalvez se eu não tivesse participado do bullying, eu nunca teria ficado com pena da menina, me aproximado, visto como ela era legal e, por isso tudo, ficamos amigas. Talvez se eu tivesse aceitado logo de cara a investida do carinha, meu primeiro beijo até seria em Búzios, mas escondida em algum canto e eu ficaria super nervosa de ser pega pelos meus pais (até hoje eu não consigo fazer nada escondido). Talvez, se eu não tivesse feito escolhas equivocadas no campo da amizade, eu continuaria cercada de pessoas tóxicas e não saberia que as amigas que virariam minhas companheiras de vida iriam voltar – e continuar até hoje. Talvez, se eu não tivesse tanto medo de “”””sujar”””” a minha reputação, eu teria ficado com várias pessoas aleatórias e não seria tão feliz assim, porque o pouco do signo de câncer que reside em mim me fez uma adolescente que acreditava em príncipe encantado e não curtia pegações desvairadas. Ah, e mesmo sendo mais na minha, eu sempre consegui ficar com todos os poucos meninos que eu quis. Talvez se eu tivesse mentido mais para os meus pais eu não teria uma relação tão boa com eles. Enfim, posso seguir eternamente com isso.

E não me arrependo justamente porque sei que certas características da minha personalidade nunca mudaram, por mais insegura, imatura e dependente que eu fosse na época dos meus 14, 15 anos. Eu continuo sendo meio trouxa, mais boazinha do que deveria (só que hoje eu percebo mais cedo quando tem gente querendo se aproveitar disso), péssima mentirosa e que odeia fazer coisas erradas ou escondidas porque tem certeza que alguém vai ver.

Hoje, que eu sou mais independente e segura das minhas decisões, vivo fazendo escolhas conscientes justamente para que daqui a 20 anos, quando eu for fazer outra análise da minha vida, eu tenha o mínimo de arrependimentos possíveis.

Posso até olhar para trás e perceber que não construí aquela história interessante que rechearia uma biografia best seller, mas se eu recapitular e perceber que fiz tudo o que queria – e o que não foi feito não aconteceu por algum bom motivo – eu já estarei feliz. :)

Como vocês lidam com o passado de vocês?

Beijos!

Carla

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17
mai
2016

Trip tips: Rio de Janeiro e alguns dos restaurantes que recomendo em 2016

Brasil, rio de janeiro, Viagem

Não faço um post com os restaurantes legais que tenho ido no Rio de Janeiro há um bom tempo. Hoje vou acabar com esse jejum e vamos falar de lugares que abrem meu apetite na Cidade Maravilhosa.

Antes de eu trazer os clássicos, vou falar de algumas experiências que tive recentemente e contarei sobre 5 lugares que eu amei conhecer.

1. Para amantes de carne: Corrientes 348 na Marina da Glória

Quem me conhece sabe que restaurantes com vistas, onde posso caminhar depois e curtir um pouco o Rio de Janeiro são meu ponto fraco. Então, para mim, o Corrientes 348 da Marina da Glória é um presente para os cariocas que amam uma boa carne e uma boa pedida para turistas que queiram unir o útil (leia-se gostoso) ao agradável (leia-se local maravilhoso).

maria-da-gloriaO lugar é lindo, o clima do restaurante é ímpar e a comida é uma delicia. Só diria para prestar atenção nas filas, elas costumam ser bem grandes aos domingos, então, antes de mais nada eu recomendo chegar cedo.

Por que eu gosto de lá? Porque tudo é possível de ser partilhado, se você não exagerar no pedido, o custo benefício pode ser bem legal e a qualidade da carne é ótima.

Do que provei até hoje eu diria que os destaques são: as morcillas de entrada, o assado de tira é uma maravilha, o papatasso provençal é bem gostoso e a panqueca de doce de leite é maravilhosa. Eu amei tudo, vou voltar com certeza.

corrientes-348-marina-da-gloria-rio corrientes-348-marina-da-gloriaSó não me vejo mais indo à Barra comer na filial do shopping porque a experiência na Marina é bem mais carioca.

2. Para os que gostam de um brunch novaiorquino: Meza Bar

Eu conheço o Meza há muitos anos, pra mim, é de lá o melhor bolinho de risoto da cidade, drinks que prefiro nem comentar, sem falar no risoto de limão siciliano. Só que eu não conhecia o brunch que rola de 11 às 18:00 durante os sábados e domingos.

meza-1 meza-2Se você procura um super café da manhã não adianta ir lá. O Meza propõe um brunch no formato original, daqueles que a gente vai quando vai à Nova York. Com direito a várias comidinhas delicias, com um quê de sofisticação e por fim drinks, ou seja, pode beber sem medo.

brunch-no-mezaEu não sei nem por onde começar, provei o menu quase todo e gostei de tantas coisas que preciso voltar pra levar quem ainda não conhece. A proposta é boa pra encontros, amigas que querem matar a saudade e todo tipo de grupo que gosta de ficar bastante tempo num lugar comendo delícias com os mais variados toques.

meza-bar-brunchDestaque: você pode customizar de forma personalizada seu bloody mary ou seu espumante. Eu e a Amanda passamos umas 4 horas por lá durante uma tarde de sábado e a gente amou.

3. Para os entusiastas de hambúrguer: Comuna 

Todo mundo me mandava ir tomar uns drinks e encontrar pessoas descoladas na Comuna. Mas nas duas vezes que fui, o propósito era o mesmo: provar o hambúrguer que minhas amigas Nina e Liv haviam recomendado.

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Da primeira vez levei um grupo de meninas francesas que adoraram comer por lá. Recentemente queria apresentar o sanduíche pra um novo morador da cidade e fui novamente. Pedi dadinhos de tapioca de entrada e amei, só acho que como ela é bem servida e o hambúrguer é grande, vale mais a pena pedir quando for beber ou tiver mais gente pra dividir.

Tudo que comi lá foi muito gostoso, quero ir mais vezes e experimentar todo o cardápio, mas até o presente momento a Comuna tem pra mim o melhor hambúrguer do Rio. Eu não consigo provar outro, sou louca pelo que tem o pão de cerveja. A rua Sorocaba ganhou muitos pontos com esse bar, aliás, Botafogo está dando um show de lugares que valem a pena conhecer.

4. Para os amantes de uma experiência gastronômica: Formidable

O Formidable é mais um dos restaurantes do Artagão, eu que já fui apaixonada pelo Irajá, mas hoje só sou louca pelo bolo não estava esperando tanto, o que deixou tudo ainda mais surpreendente. O Leblon estava precisando mesmo de algo novo e tão bom.

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Fui jantar com uma amiga e um amigo, cada um de nós pediu um prato e acabamos comendo um do prato do outro e dando pro outro provar de novo e de novo o que escolhemos. Amamos o gnocchi, o pato e o boeuf bourguignon.

formidable formidable-2A experiência foi toda uma delicia e ao fazer esse post lembrei que tenho que repetir.

5. Para a turma dos vegetarianos e orgânicos: Verdin

Preciso fazer um post só pra falar quanto amo o .Org (restaurante da Barra), o Prana (que fica no Cosme Velho) e o Verdin (que fica no Leblon). Não sou fit, mas amo comer uma comida leve, de qualidade e com direito à toques de sofisticação com ingredientes da natureza. Nessa pegada eu amo quando tenho que almoçar meio rápido no Leblon, não há margem pra dúvida, eu vou feliz e sorridente no Verdin. 

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Amo a comida, o conceito e a pegada que é inspirada no que a gente vê rolando em NYC, mas de um jeito bem carioca. Não tem muito como explicar, só acho que tem que seguir no insta pra ficar de olho no menu e ir lá experimentar quando der.

Esses são lugares que eu definitivamente adoro. Fui, repeti e vou de novo, por isso achei que valia recomendar pra vocês. Quero ver se faço mais posts desse tipo de lugares aqui no Brasil!

Beijos

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