26
abr
2016

#babynofuti: choro em público

#babynofuti

Eu sempre venho aqui contar minhas experiências, dizer o que aprendi com elas e trocar com vocês. Hoje, eu quero contar a experiência e pedir ajuda, porque essa é uma situação que até o presente momento eu não sei como lidar!

Acho que encontrei a solução. E se eu vestir o Arthur de alguma coisa fofa quando ele estiver chorando? Ninguém resistirá! rsrs

Acho que encontrei a solução. E se eu vestir o Arthur de alguma coisa fofa quando ele estiver chorando? Ninguém resistirá! rsrs

Foram dois casos. O primeiro foi no restaurante. Estávamos com o Arthur e tudo estava lindo e maravilhoso até o momento que ele inexplicavelmente abriu o berreiro. Tentamos brincar com ele, chupeta, fome não era porque ele tinha acabado de mamar. Cólica também não, porque não era o choro típico da dor. Na hora, foi instintivo, quis me enfiar embaixo da mesa. O restaurante estava cheio e barulhento, mas mesmo assim fiquei com a impressão que todo mundo estava olhando para a gente. Ah, e o choro no final não era nada, durou 5 minutos e logo depois conseguimos fazer ele se distrair com um brinquedinho.

A segunda situação foi super recente e, para mim, muito pior. Avião. Aquele meio de transporte que TODO MUNDO reclama quando vem com uma criança chorona e que TODO MUNDO tem alguma “história de terror” para contar. Nesse sábado estava me mudando para o Rio e tudo estava maravilhoso, Arthur dormiu no carro e até então estava entre dormir e acordar, tudo em silêncio.

Nos sentamos, Arthur deu uma acordada mas estava tudo bem. Até o momento que pareceu sincronizado. Portas em automático, silêncio e…cólica. Sério, de todos os choros que existem, cólica eu não desejo pra ninguém. É um choro alto, nervoso, impaciente, agudo e eu só conseguia pensar que o avião inteiro, do piloto à pessoa na última fileira estavam encarando a poltrona 4A. A situação toda não deve ter durado nem 2 minutos, mas para mim, pareceu que durou uns 45 até eu conseguir gerenciar a crise.

Eu tenho consciência que estava “escondida” no meu assento e que no máximo a pessoa da fileira do lado devia estar olhando mas fazer o quê, eu odeio incomodar. Já disse antes, mas repito. Sou daquelas que prefere não falar com um conhecido se eu vejo que ele está ocupado ou conversando com alguém que eu não conheço. Sempre que eu preciso ligar para alguém eu pergunto antes de iniciar a conversa se a pessoa pode falar (seja meu pai ou algum cliente). Enfim, vocês entenderam.

Só que o Arthur é um bebê, e bebês de 4 meses não têm a mínima consciência do que significa incomodar. Independe de mim e sei que preciso aprender a não me importar com os outros. Muita gente já me disse para não ligar para a opinião alheia, e de fato esse é o melhor conselho que me deram, mas e quando na sua cabeça até quem não foi incomodado foi atingido?? Rs E já ouvi bastante que bebê pequeno não costuma incomodar tanto quanto crianças maiores (que geralmente o choro e o grito é porque não está afim de obedecer os pais), mas vai tentar me convencer disso?

Felizmente eu tenho um filho muito calminho que só chora mesmo quando tá com fome, sono ou cólica, e esses momentos até agora têm sido raros – e espero que continue assim! Mesmo assim quis abrir a discussão. Mães que já passaram por essa situação, como vocês lidaram com isso? E meninas que já presenciaram a cena de uma mãe desesperada e uma criança inconsolável? Fizeram alguma coisa para ajudar? Ou fingiram que não estavam notando o que estava acontecendo?

Beijos!

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25
abr
2016

Deu o que falar…

Deu o Que Falar

1 – A política da cusparada

No dia da comissão do impeachment, algumas cenas chamaram bastante a atenção, inclusive uma onde o deputado Jean Wyllys tenta dar uma cusparada em Bolsonaro depois de ter sido ofendido por ele. Esse fim de semana, outra cena envolvendo cuspes chamou a atenção e deu o que falar.

O ator José de Abreu estava em um restaurante com sua mulher quando começou a ser ofendido por um cliente da mesa ao lado. A ofensa cresceu a ponto do ator ter sido chamado de ladrão e safado, e a forma que ele encontrou de revidar foi cuspindo no casal. José de Abreu estava se achando super certo e resolveu contar o caso nas redes sociais.

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 nem em desenho infantil uma cusparada é engraçada, gente.

Quando foi que as pessoas pararam de respeitar as outras só porque não compartilham das mesmas opiniões? E quando foi que começaram a achar que cuspir na cara dos outros é normal? A tolerância parece que está virando um artigo raro e é claro que as vezes é difícil engolir calada certas coisas, mas sempre ouvimos dizer que se reagirmos à ofensas com violência, perdemos a razão. E continuamos achando isso. Independente da discussão do merecimento do cuspe ou não, só sabemos que em ambos os casos tá todo mundo errado. Pior, tá tudo errado mesmo.

2 – Beyoncé surpresa

E não é que ela fez de novo? Depois de ‘Beyoncé’, em 2013, álbum que foi lançado de surpresa junto com uma série de clipes, a cantora fez novamente. Na noite do último sábado Queen Bey lançou ‘Lemonade’ em um especial de uma hora de duração na HBO e, ao mesmo tempo, o álbum completo no Tidal.

Ainda não conseguimos ouvir as músicas novas, mas pelo o que ficamos sabendo – pelo artigo maravilhoso e super completo que a Liv Brandão escreveu - esse trabalho é super pessoal. Tanto que Lemonade mal foi lançado e os fãs já estão em polvorosa querendo saber quem é a “Becky do cabelo bom”, personagem que aparece na música “Sorry” onde Beyoncé reclama sobre não receber tanta atenção do homem que está com ela e sugere que ele ligue para a tal Becky. Segundo os detetives de plantão, se trata da designer Rachel Roy, que por sua vez vestiu a carapuça e acabou postando uma foto com uma indireta ao “cabelo bom”.

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Fofocas à parte, provavelmente a coisa mais importante de Lemonade é que ele parece uma evolução do discurso de 2013, onde Beyoncé resolveu reforçar seu feminismo. Agora ela quis englobar o movimento negro, a começar pelo nome do álbum, uma referência à época da escravidão, onde negros tomavam suco de limão acreditando que teriam suas peles clareadas. Achamos importante esse posicionamento, ainda mais depois daquele vídeo do Saturday Night Live chamado “The day Beyoncé turned black”, onde os comediantes tiram sarro do dia que Beyoncé lança o vídeo de Formation (que exalta a cultura negra e mostra todo o racismo sofrido por negros) e os brancos surtam ao descobrir que a cantora é negra.

Alguém aqui já ouviu o novo álbum?

3 – Iluminada com arco íris

Desde que as marcas de maquiagem nos convenceram que iluminadores são ítens indispensáveis, muitos se tornaram queridinhos mas nunca imaginamos que um iluminador nas cores do arco íris ia chamar tanto a atenção!

Semana passada o Buzzfeed fez uma matéria contando sobre o produto lançado por uma marca de maquiagem artesanal chamada Beauty Bitter Lace, que virou febre em um forum no Reddit e não demorou muito para invadir outras redes sociais. Inclusive vimos tanta gente compartilhando que resolvemos dar uma olhada para ver do que se tratava.

enhanced-6020-1461041009-6 Na verdade as cores ficam prateadas quando misturadas, mas quem quiser sair com um arco iris também pode. A questão que fica é: quem segura um arco iris metalizado nas bochechas?

PS: A Beauty Bitter Lace deve estar se dando bem com a viralização do seu iluminador (ou será que foi a dona da loja que tentou viralizar de propósito e deu certo? #teoriasdaconspiração)

25
abr
2016

Trip tips: São Paulo e a experiência com o Mobi, lançamento da Fiat!

Brasil, convite, Experiência, Lifestyle, Variadas (f)utilidades

Semana retrasada fui convidada para ir à São Paulo fazer uma viagem diferente e cheia de programações que eu nunca havia feito na cidade. Impossível essa aventura diferente não render um post.

O convite foi feito pela FIAT, eles bolaram uma agenda sensacional para apresentar o carro MOBI de um jeito muito especial.  Teve festa, hotel com uma vista linda, passeios turísticos pela cidade e test drive pelas ruas de São Paulo. Sim, eu dirigi um carro manual muitos anos depois, no trânsito paulista (pausa para aquela respiração de alegria de quem venceu na vida).

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foto da festa do Mobi em SP

Eu achei super interessante o conceito do Mobi, que é um carro que chega no mercado com muitas novidades que, acredito eu, logo serão parte do que todo motorista vai precisar quando estiver dirigindo. Ele é um veículo pequeno, confortável, prático, leve, gostoso de dirigir, econômico (por ser 1.0) e perfeito para a cidade. As novidades estão nas formas de conexão, mídia e espaços de quem vive correndo e tem no carro uma extensão da rotina.

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Foi uma experiência bem única que tive com o blog, diferente das semanas de moda e viagens de press trip, uma aventura que nunca vou esquecer por tratar de algo tão fora da minha zona de conforto e ainda pude conhecer uma São Paulo nova pra mim, mesmo eu já tendo ido pra lá milhares de vezes.  Fiquei toda feliz por estar entre os influenciadores de todo o Brasil (dos mais diferentes nichos e lugares) nessa ação de apresentação desse lançamento que é muito relevante para pessoas conectadas.

1. Hilton Morumbi

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Para começar, fiquei encantada pelo meu quarto com a vista para a ponte. Achei tão icônico ficar lá, deu pra sacar de imediato que a Fiat estava propondo um olhar especial sobre São Paulo. Adorei quando entrei no meu quarto e dei de cara com essa vista!

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Eu realmente gostei da experiência e da vista – para quem não sabe, eu tenho um fraco por quartos e camas com vistas.

2. Terraço do Edifício Martinelli

Depois do festão que rolou na noite anterior, todos os influenciadores tiveram uma programação bem gostosa por São Paulo. Começamos caminhando pelo Centro e subimos o Edifício Martinelli. Com 105 metros de altura, o terraço conta com uma vista mágica. Quem for para São Paulo à passeio tem que programar essa visita.

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Eu amei as fotos, amei a vista e ver a cidade que eu tanto conheço em uma nova perspectiva. Podia ter ficado um bom tempo por lá ouvindo musica!

3. Pinacoteca

Não tivemos muito tempo para curtir tudo o que a Pinacoteca oferece, mas consegui ver uma exposição, apreciar a arquitetura do prédio e ainda tirar umas fotos bonitas da Estação da Luz. Foi um aperitivo para me deixar com mais vontade de conhecer os pontos turísticos de São Paulo.

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E o dia lindo ajudou, né? :)

4. Test drive com Mobi nas ruas de SP

Tudo isso aconteceu para que a gente pudesse experimentar o Mobi. Eu não imaginei que o test drive ia ser nas ruas da cidade mais movimentada do país, foi minha primeira vez dirigindo em São Paulo e ainda por cima em um carro manual. Achei que ia ser um perrengue, por isso levamos reforço caso eu não desse conta. Mas acabei me virando super bem! Dirigi naturalmente, com os mesmos reflexos de sempre. Morri pouco, ri muito, sincronizei meu Spotify no rádio do carro (que em um futuro bem próximo vai usar o celular como display) e fui cantando feliz e contente.  fiat-mobi- As portas do carro abrem bem, a mala tem um compartimento secreto, o espelho é uma fofura e o espaço interno é ótimo.  fiat-mobi-2   Ai está a cara de quem venceu na vida e conseguiu fazer a peripécia de dirigir com os dois pés anos depois.

5. Yacht Club Paulista e a natureza no meio da cidade

Nosso passeio com o carro foi do hotel ao YCP. Que vista, que lugar e que natureza no meio da cidade! Acho que esse lugar e esse passeio foram a cereja do sundae.

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Achei todo esse roteiro uma surpresa boa, que eu realmente não conhecia em SP. :)

Quanto ao Mobi, eu gostei muito dele, fiquei interessada porque acredito que faço parte do público alvo do carro. Me deu uma saudade do meu carro que era pequeno, prático e econômico também, apesar de ser menos moderno internamente. Me fez lembrar que um carro assim pra cidade funciona muito bem.

Voltei para o Rio super empolgada, mostrando tudo do snap pros meus pais, que nem acreditavam que eu conseguiria me virar num carro sem ser automático. Ou seja, se eu dirigi bem o Mobi e adorei, acho que qualquer um vai curtir! Ou pelo menos acho que é um modelo para ficar de olho.

Aliás, qualquer um que tem uma rotina de correria em cidade grande pode curtir. Achei esse vídeo no youtube que passa um pouco do que eu achei:

Beijos

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A Fiat levou o Futi pra São Paulo e nos proporcionou todas essas experiências super legais. 
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