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0 em Autoestima/ Saúde no dia 24.03.2017

Camilla Estima + Daiana Garbin batem um papo sobre dietas!

A nutricionista comportamental Camilla Estimacolunista do futilidades, bateu um papo com a Daiana Garbin, do canal no youtube Eu Vejo. Ela falou dos pontos abordados naquele texto que ela escreveu aqui, sobre a influência das blogueiras fitness.

Os vídeos tocam nos pontos que Camilla trouxe de maneira bem interessante e achamos que valia compartilhar com vocês aqui no blog:

 

Acho legal pararmos pra pensar sobre isso, todas nós!

O que vocês acharam?

Beijos

2 em Autoestima/ Moda no dia 23.03.2017

O que a sua insegurança já te impediu de vestir?

Estava dando uma olhada nos blogs das amigas e me deparei com esse post da Cony, que fala sobre a gente não ter medo de usar certas peças porque elas remetem a ícones da cultura pop. Aí lembrei de uma história que aconteceu comigo quando eu devia ter uns 20 anos.

Estava numa Zara e me apaixonei por um casaqueto preto com detalhes bordados dourados. Sabe quando você bota uma roupa e se sente muito poderosa? Era eu. Naquele segundo que eu botei e olhei no espelho, eu me senti incrível. Eu tinha dinheiro para comprar, eu estava me sentindo bem até que meu marido – na época, namorado – vira e fala brincando: “Michael Jackson, é você?”

Meu marido nunca foi de dar pitacos nas minhas roupas, nunca me disse o que usar ou não usar, mas é inegável que há 10 anos eu era extremamente insegura. Eu lembro muito bem que essa era uma época que eu queria achar meu estilo, minha personalidade fashion, então, ao ouvir que eu estava parecida com o Michael Jackson, eu não conseguia encarar como um elogio – já que ele é um ícone da moda até hoje, convenhamos – e sim como se eu estivesse me fantasiando, não mostrando minha personalidade. Que besteira.

Eu hoje: “Nossa, ce tá parecendo uma paquita com essa roupa” – “Sério? Peraí, deixa eu pegar meu chapéu pra complementar o look”.

Só sei que um tempo depois eu voltei na Zara sozinha e achei o tal casaqueto na liquidação, metade do que eu pagaria se tivesse levado anteriormente. Experimentei empolgada, mas foi só me olhar no espelho que a empolgação que eu tive daquela vez não aconteceu. Não me senti linda, não me senti poderosa, me senti uma cópia mal feita de alguém originalmente com estilo. E saí super chateada por vários motivos. Por ter sido influenciada a não comprar algo que tinha amado por causa de uma brincadeira, por estar me sentindo sem personalidade e, acima de tudo, por me sentir insegura.

Hoje eu vejo que ter o aval das pessoas próximas era essencial. Eu precisava ouvir que estava bonita, que a peça que eu vestia era linda para ter certeza que tinha feito uma boa escolha. Caso contrário, qualquer brincadeira já era o suficiente para desmoronar minha frágil segurança fashion, que mais parecia um castelinho de cartas.

Nessas horas nada mais reconfortante que uma boa dose de maturidade. Perceber que o mundo trabalha com referencias e que é maravilhoso se inspirar em quem você admira. Se alguém me disser que estou parecendo o Michael Jackson – ou uma paquita, ou os Beatles em Sgt. Pepper’s – quero mais é abrir um sorrisão e falar: “é isso aí, que bom que meu objetivo foi alcançado!”

Mas para quem acha que esse assunto de insegurança na hora de se vestir está muito bem resolvido para mim, que nada. Aprendi a não ligar para a opinião dos outros no que eu visto, mas ainda sou encanada com várias peças como cropped, decotões ou vestidos muito justos. Minha relação corpo-roupas ainda é uma questão em vários momentos, mas estou tentando superar certas limitações. Outro dia mesmo, ousei experimentar um vestido com decote gigante, logo eu, que evito a maioria por complexo de peitão. Quem sabe eu não aprendo a lidar com essas questões??

2 em Autoestima/ Camilla Estima/ Convidadas/ Saúde no dia 23.03.2017

Você está viciada em que?

Pare por um minuto e pense. Você está viciada em:

Você já parou pra pensar que pode estar viciada nesses pensamentos? E que se você passa a repetir todos os dias esses pensamentos para você mesmo isso pode se tornar um hábito e em seguida uma crença? Você passa a acreditar mesmo que está feia…..ou gorda……ou que precisa entrar na dieta toda segunda-feira. Agora me diga, você acredita MESMO nisso tudo ou só está se repetindo?

E qual o problema disso? Além de se sentir diminuída, com a autoestima completamente abalada, esses pensamentos te direcionam a comportamentos que nem sempre são saudáveis. Você passa a se colocar em dietas altamente restritivas (já falamos do problema das dietas aqui), tomar fórmulas super perigosas de emagrecimento, fazer treinos incessantes na academia e usar como inspiração para perda de peso os inúmeros prints na tela das imagens compartilhadas de corpos extremamente emagrecidos (muitas vezes com ajuda de Photoshop e Facetune). Essas práticas vão resolver esses pensamentos viciados? Por ora até podem resolver as questões físicas atreladas a eles, mas a essência não.

Como eu disse também em outro texto, a gente está ouvindo pouco a nossa voz interna e nossas intuições e dando importância demais ao externo. Ao que dizem pra gente, o que dizem da gente, o que postam como receitas milagrosas, dietas da moda, modelos de corpo, padrões de beleza.

Quanto tempo e energia você está gastando nisso? Quanta coisa você pode estar deixando de viver a aproveitar porque você obsessivamente pensa nisso?

Esses pensamentos viciados tendem a nos manter dentro de uma zona de conforto. E só depende de nós quebra-los. E a sugestão é que você quebre esses pensamentos com um novo olhar sobre si mesma. Honre o corpo que lhe foi dado e faça o melhor dele. Foque nas suas qualidades físicas e também nas subjetivas. Engaje-se em uma vida que te promova bem estar, alimentação saudável e prática de atividades físicas que lhe dão confiança, prazer e consciência corporal.

Te garanto que o dia que você começar a quebrar esse ciclo vicioso, um mundo de novos olhares e novas oportunidades se abrirá para você. Olhe para você mesma e veja que você é a sua melhor versão. Acredite nisso!