papo sobre Autoestima

produtos que Amamos

inspire-se nessas Viagens

11 em Looks/ Moda no dia 24.05.2017

Dê uma chancezinha pro xadrez vichy p&b, vai…

Apesar de eu assinar embaixo naquela frase de que peça com estampa de onça é praticamente neutra, quem vê meus looks por aqui ou no instagram consegue perceber que eu sou pouco estampada no meu dia a dia.

Tirando casos de amor à primeira vista por certos tipos de estampa, a verdade é que eu costumo implicar com muitas por motivos bem idiotas. Medo de enjoar, medo de ficar “marcada” e dar a impressão que eu só uso uma roupa (esse é o medo mais imbecil de todos, eu tenho plena consciência) e muitas vezes, por puro preconceito mesmo.

Preconceito? Pois é. O xadrez vichy, por exemplo, passou quase a minha vida inteira sem chance no meu armário porque eu associava imediatamente à toalha de piquenique ou de mesa de restaurante. Até começar a pipocar a versão dessaturada dos clássicos vichys azuis ou vermelhos com branco e eu me ver pagando a língua lindamente. Ah, a moda sendo irônica sempre, né?

Não resisti à uma blusa quando passei pela Zara de SP em fevereiro, e desde então ela tem sido minha queridinha, daquelas que eu uso com todo cuidado porque não quero estragar nem ficar sem (com criança vocês sabem que pra sujar qualquer roupa é uma piscadinha, né?). A blusa em questão é essa:

É impressionante como é só eu botar a bendita para me sentir muito fashionistinha, chega a ser até engraçado.

Aparentemente essa é a estampa da vez, o que quer dizer que praticamente todas as fast fashions providenciaram modelitos em vichy para enfeitarem suas araras. E sabem o que tem acontecido? Um fenômeno muito curioso onde meu olhar é direcionado imediatamente para tudo que é xadrez preto e branco que tem nas lojas, não importa quantas estampas, luzes e paetês estão pulando no local.

Outro dia, inclusive, tive que me controlar para não sair levando outra blusa parecida com a que eu tenho, mas a saia ainda está nos meus planos, confesso. :)

E o Pinterest, que depois que eu resolvi procurar por inspirações de looks para usar minha blusa, até hoje me sugere todo tipo de roupa em vichy? É uma tentação, pra não dizer um complô pra me deixar mais influenciada ainda.

Minha única dúvida é: vocês acham que vale ter mais de uma peça da mesma estampa no armário? Meu coração diz que sim, mas minha razão diz que é besteira.

Enfim, já que por enquanto estou me controlando por aqui, passo a vontade pra vocês aí. E quem também tem preconceito com essa estampa, pode pensar duas vezes, viu? Palavra de quem torcia o nariz e agora está com o bolso coçando para ter outras no estilo. 

0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Cabelo/ Destaque no dia 23.05.2017

O dia que eu parei de depender do secador

Eu sempre tive uma relação muito tranquila com o meu cabelo. Não tenho como vir aqui dizendo que o odiava ou que não gostava dele por algum motivo porque isso seria uma mentira deslavada. Ao contrário, tirando uma época que eu achava que podia ter uma franja certinha ou o corte chanel da Posh Spice naturalmente, eu sempre amei meu cabelo e tirando a cor, eu nunca pensei em fazer outro tipo de química. Nunca gostei de mim com escova ou chapinha, nem nunca cogitei um alisamento porque acho que não fico bem de cabelo lambido.

Dito isso, a verdade é que apesar de não alisar meu cabelo, eu sempre fui refém do secador. Tipo, muito. Apesar de amar o volume e já ter brigado com muitos cabeleireiros que teimavam em querer cortar de uma forma que o diminuísse como se fosse um problema (como assim? Volume, no meu caso, é VIDA), eu sempre tive um pouco de medo quando meu cabelo adquiria vida própria. Isso é, quando ele secava naturalmente e eu não sabia como iria ficar o resultado.

E o motivo disso? Porque eu queria que ele secasse como se eu tivesse acabado de fazer babyliss, mas isso acontece em 5% das secagens naturais. Ou seja, quando não secava dessa forma eu encarava como algo não muito bonito, uma secagem meio selvagem e descontrolada que não me agradava. Por isso, para evitar as surpresas que até então eu considerava desagradáveis, eu preferia secar os fios sempre com a mão, pelo menos assim eu conseguia “domá-los” sem tirar muito o volume.

Só que ultimamente comecei a ficar muito incomodada com o resultado dessas secagens, porque achava que ele estava ficando muito sem graça, principalmente agora, que está chegando perto da hora de cortar o cabelo de novo. Soma essa minha insatisfação com as minhas referências que têm mudado radicalmente, já que várias meninas estão assumindo seus cachos ou ondulados naturais, e pronto, lá estou eu sendo virtualmente inspirada. O maior exemplo para mim foi a Bruna Vieira, eu fiquei encantada com ela mostrando seus fios naturais e acabei me inspirando a tentar fazer isso com os meus também.

Outra coisa que me ajudou bastante a tentar mudar minha relação com a secagem natural foi a forma que eu usava meus finalizadores. Eu sempre usei o finalizador para selar as pontas e proteger do secador (já que a maioria dos finalizadores da Bio Extratus têm proteção térmica), mas descobri que podia fazer melhor se os usasse com o cabelo quase seco, amassando as pontas e modelando as ondas para deixá-las mais definidas.

Esse foi o passo de mágica para mim, porque me ajudou a ver que meu cabelo poderia ficar com um ondulado bonito e volumoso (só não está mais porque, como disse, estou precisando cortar). E tem me ajudado, inclusive, a parar de ficar tirando pontas duplas, uma mania que eu tenho há anos e que só ajuda a deixar as pontas, que já são secas por causa das luzes, ainda mais detonadas.

A prova de fogo que me mostrou que eu realmente quebrei a dependência foi no final de semana retrasado, quando fui para San Diego e o hotel que ficamos não tinha secador. Meu primeiro instinto foi desesperar, meu segundo foi aproveitar que eu estava em um fim de semana completamente relax e testar. Esqueci minha escova (aquela de madeira que eu amo, lembram?), não tinha secador, mas tinha meu finalizador, meus dedos e uma vontade de confiar no meu cabelo. E não é que deu certo? Acho que nunca curti tanto meu cabelo natural quanto nessa viagem.

Desde então eu já estou há um mês sem usar o secador, apenas com finalizador e com as mãos amassando os fios.. E o melhor? Não estou com medo de como meu cabelo vai secar e nunca imaginei que iria me sentir tão livre.

Claro que não aposentei o secador, ainda amo babyliss, mas gosto de lembrar que o motivo de eu sempre ter gostado tanto do meu cabelo – isso é, por causa de sua versatilidade – está mais firme e mais forte do que nunca.

0 em África/ Trip tips/ Viagem no dia 23.05.2017

Os programas mais legais de Cape Town

Cape Town é uma cidade fantástica. Como contei aqui, a Cidade do Cabo me conquistou logo de cara não só pela beleza, mas pela diversidade de programação disponível, com muitas opções de passeio incríveis.

Cape Point e Cape of Good Hope

Começando pelos programas clássicos, a visita ao Cabo da Boa Esperança e Cape Point não pode ficar fora do roteiro. Ambos fazem parte do Parque Nacional Montanha da Mesa (Table Mountain), que fica 60 km a sudoeste de Cape Town. O acesso se dá por uma estrada recheada de babuínos abusados à espreita para roubar a comida de algum turista desavisado andando com as janelas dos carros abertas.

Na entrada do parque você paga o ingresso que dá direito a passar o dia todo pelo complexo. Como eu contei aqui, nós optamos por alugar um carro para nos dar mais flexibilidade nesses passeios mais distantes do centro de Cape Town.

Nossa primeira parada foi no Cabo da Boa Esperança. A única certeza que eu tinha era que eu encontraria um lugar macabro, com navios naufragados e fantasmas pairando pelo ar (obrigada aos professores de história por essa imagem tenebrosa do Cabo das Tormentas enraizada na minha cabeça!).

E não é nada disso! O Cabo da Boa Esperança é lindo. São falésias banhadas pelo mar azul do Oceano Atlântico em uma paisagem de tirar o fôlego. Vale a pena perder um tempo subindo nas pedras para ver o visual de vários ângulos. É importante levar um casaco porque venta bastante.

Vimos muita gente indo a pé do Cabo da Boa Esperança para Cape Point, mas como ir a pé significaria voltar a pé para buscar o carro, resolvemos ir de carro mesmo.

Chegando em Cape Point, compramos o ticket do funicular e fomos até o farol, o ponto mais alto daquela porção do parque. Dali, é possível ver o Cabo da Boa Esperança e o encontro dos oceanos Atlântico e Índico. De novo, uma vista espetacular. Tinha na minha cabeça que Cape Point era o ponto mais ao sul da África, mas acabei descobrindo que esse título é oficialmente de Cape Agulhas, a 150 km dali, o que não invalidou o passeio.

Na descida, paramos para um lanche rápido no pé do funicular. Nós até tínhamos reservado o almoço no único restaurante do local que por sinal tem uma vista magnífica, o Two Oceans Restaurant, mas como não estávamos com muita fome, optamos por comer um pedaço de pizza e seguir para a próxima parada.

Cape Point

Cape of Good Hope

Boulders Beach – a praia dos pinguins

Seguindo a estrada dos babuínos pela qual fomos até Cape Point (M65), dirigimos até Boulders Beach, uma praia LOTADA de pinguins. São muitos, de vários tamanhos, tomando banho de sol, chocando seus ovos ou simplesmente nadando na água. É a coisa mais fofa que tem e pra mim é parada obrigatória!

Na entrada da praia, tem um posto de controle onde se compra o ingresso para o acesso. Não jogue esse ingresso fora, já explico porque!

Nessa entrada principal, tem uma estrutura de madeira (tipo um deck suspenso), por onde os turistas podem andar e tirar fotos sem importunar os pinguins. Nem precisa dizer que fica abarrotado de gente, né? Tem que ter um pouquinho de paciência para chegar na meiuca da passarela e ficar bem pertinho dos bichinhos.

Eu, como grande Felícia que sou, estava indignada de ter visto fotos de pessoas bem pertinho dos pinguins e eu não ter conseguido chegar perto. Foi aí que descobrimos que a tal praia tem uma outra entrada, a uns 300m para o lado direito da entrada principal, onde você pode descer na areia e ficar cara a cara com os pinguins! Não preciso nem descrever minha felicidade né?

Para entrar na areia tem que pagar, mas aceita-se o mesmo ticket da entrada principal (aquele que eu disse pra guardar!). Curiosamente, tinha muita gente na areia tomando banho de sol e de mar. Digo curiosamente porque você pode imaginar que em uma praia cheia de pinguins, a água era de congelar a alma! Amei esse passeio!

Trekking na Table Mountain

A Table Mountain é aquela montanha linda que é pano de fundo de quase toda foto tirada em Cape Town. Para acessá-la da maneira tradicional, existe um bondinho (a la Pão de Açúcar) que leva e traz os turistas.

O que muita gente não sabe é que você pode ir até lá em cima a pé! Sim, a pé! Óbvio que foi a forma que nós escolhemos (adoro um programinha de aventura!).

Garrafa d’água na mochila, tênis de trekking nos pés e muita coragem para enfrentar 2 horas e meia de subida bem íngreme. Foi assim que decidimos radicalizar e subir a montanha com nossas perninhas.

O acesso à trilha é pelo lado esquerdo da estação dos bondinhos e é bem sinalizada. Optamos pela trilha de Platteklip Gorge, que em tese é a mais curta e direta até o topo (e nem por isso a mais fácil).

Para descer, compramos o ticket do bondinho lá em cima mesmo.

Foi cansativo mas achei que valeu muito à pena. As vistas em grande parte do caminho eram lindas! Foi uma maneira diferente de explorar um ponto turístico tradicional e ter uma experiência ainda mais completa.

Mergulho com focas

Outro passeio tradicional em Cape Town é o passeio de barco em Hout Bay. A graça do passeio é chegar perto de uma ilha com centenas e centenas de focas em pleno oceano Atlântico.

De novo, procuramos uma forma de fazer um passeio tradicional de uma maneira diferente. Descobri que dá para visitar essa ilha mas ao invés de ver as focas do barco, é possível mergulhar com elas!

Ignorando a temperatura congelante da água, não pensamos duas vezes e decidimos nos aventurar num mergulho com esses bichos marinhos.

Contratamos a Seal Snorkeling e nos encontramos no Hout Bay Harbour, onde nos vestimos com roupas de neoprene de 5mm, luvas, capuz e botinhas. Pegamos nosso equipamento de snorkel e fomos para um barquinho. 5 min depois, chegamos à tal ilha e pulamos na água!

Gente, que frio! A primeira sensação foi: o que eu estou fazendo aqui? Até que eu vi a primeira foca nadando embaixo de mim e tive certeza que fizemos a escolha certa.

É muito divertido. São muitas focas nadando, fazendo piruetas e até “pegando jacaré”, ali do seu lado. Uma coisa engraçada é que debaixo d’água elas ficam com os olhos bem abertos, meio arregalados, totalmente diferente do que quando estão fora da água. Além disso, as focas são super curiosas e chegam muito pertinho da gente.

Dá uma olhada nas peripécias que elas fazem:

Foquinha com cara de mau!

Na volta, serviram um chocolate quente no barco e nos deram toalhas pra melhorar um pouco o frio.

O único porém desse passeio foi que o mar estava super batido, o que foi legal porque as focas estavam brincalhonas, mas fez algumas pessoas enjoarem.

 

Mergulhar na gaiola com tubarão branco

E já que estamos falando de mergulho e programas de aventura, o mergulho na gaiola com o tubarão branco não poderia ficar de fora!

Eu sei que muita gente acaba deixando essa experiência de fora por medo ou por falta de tempo, mas eu realmente acho que pra quem tem coragem é um programa imperdível.

A África do Sul é um dos locais com maior população de tubarões brancos do mundo e, portanto, é um dos lugares mais fáceis para você dar de cara com um desses monstros marinhos.

Bom, eu tinha a certeza de que queria ter essa experiência, mas também tive muito cuidado ao procurar um operador sério e que me passasse toda a confiança de que eu não teria problemas no passeio. Foi assim que achei a Marine Dynamics, uma empresa que já está no ramo há muito tempo e tem uma excelente reputação. Com base nos reviews que li e no próprio site da empresa, senti confiança e resolvi que seriam eles os responsáveis pelo meu momento Jaws.

O mergulho é feito de Gaansbai, uma cidade a 2 horas e meia de Cape Town, motivo pelo qual esse passeio ocupa um dia inteiro. A Marine Dynamics oferece transfer desde Cape Town a um custo adicional. Como estávamos de carro, optamos por dirigir até lá (as estradas são ótimas!).

Chegando na base da Marine Dynamics, fomos recebidos com um farto café da manhã enquanto aguardávamos o retorno do barco anterior que acabou sofrendo um atraso por estar com dificuldades de encontrar tubarões. Pelo segundo ano consecutivo nessa época (fomos em março), os tubarões resolveram “sair de férias” e sumir do mapa por quase 3 semanas, em um movimento que os biólogos ainda não entenderam bem.

Aliás, uma coisa muito legal da Marine é que tinha uma bióloga conosco explicando tudo sobre os tubarões e seus hábitos tanto na base quanto no barco. Ela ajudava também a identificar o sexo e o tamanho dos tutubas quando eles apareciam.

Foi muito interessante aprender tudo sobre essa espécie tão assustadora (mas que de assassina não tem nada, muito do mito vem de Hollywood) e ver como eles também são vítimas de mudanças climáticas e exploração predatória – não,  não é normal eles sairem de férias!

Sobre nosso passeio, foi explicado que a Marine é contra encostar nos tubarões e também jogar iscas dentro da jaula onde estão os turistas para “causar mais emoção”. Eles são muito cuidadosos e fazem o melhor que dá para o tubarão se aproximar da jaula sem colocar em risco a vida de quem está ali nem causar maiores incômodos aos animais. A essa altura, era tudo que eu precisava ouvir (até porque sou sempre muito cuidadosa com esse turismo que envolve animais, sempre pesquisando ao máximo as avaliações e certificações, e muitas vezes pagando bem mais caro para tentar garantir que não somos coniventes com bicho mal tratado).

Vestimos nossas roupinhas de neoprene, pegamos nossas máscaras e fomos para o barco. Demoramos um tempo até avistar o primeiro tutuba. A partir dali, a dinâmica foi a seguinte: fomos divididos em grupos que entraram juntos da jaula. A jaula fica sempre presa ao barco, parcialmente afundada, ou seja, você fica com a cabeça para fora da água. A água é muito muito fria, então para evitar o desconforto da temperatura, eles avisam quando está vindo um tubarão para você enfiar a cabeça debaixo d’água e ver. Para atraí-los, eles jogam uma isca com um cheiro que os atrai (mas que não é de comida, é só o cheiro mesmo que os atrai) e uma outra com formato de foca, todas a uma distância razoável do barco.

Gente, é muita emoção. Não senti nenhum medo e no fim queria era ter visto mais e mais de perto! Fato é que demos sorte e vimos 5 tubarões diferentes (pra mim só vi mesmo 2, mas a bióloga disse que no total foram 5 que passaram pelo barco, então acredito), bem pertinho da gente.

Olha esse vídeo que máximo!

Aí a pessoa acorda e pensa: uhuuu hj o dia está perfeito para se enfiar no mar e virar isca de tubarão Branco! 😂😂😂 Fomos até Gaansbai para fazer o shark cage diving. Não sabíamos, mas aqui na África do Sul é onde está a maior concentração de tubarões brancos do planeta, motivo pelo qual tem várias agências que oferecem esse passeio. Como não era uma coisa que da pra confiar em qualquer um (vc fica literalmente dentro de uma jaula enfiado na água esperando o tubarão vir perto de você), pesquisei muito e encontrei a @MarineDynamics, uma empresa antiga do ramo e super seria. De fato, eles foram impecáveis do início ao fim, muito profissionais e ainda disponibilizaram um biólogo que foi no barco com a gente explicando tudo sobre esses monstros do mar! Eu assumo que achei muito menos assustador do que imaginei, até porque o pessoal da Marine joga um "atrativo" pros tubarões mas joga bem longe da gaiola, pra não ter nenhum perigo pra quem está preso ali dentro! O único real problema foi a água: muito fria!!!!!! Super tranquilo e muitíssimo divertido! Adorei a experiência e recomendo demais a Marine Dynamics! Quem teria coragem? #futitrips #futinaafrica

A post shared by Aline Rajão (@alinerajao) on

Achei o tempo de jaula bom. Conseguimos ver bastante os tubarões antes de congelar nosso corpo completamente. Depois, serviram lanches e bebidas quentes para esquentar o corpo.

Amei a experiência e o tratamento recebido na Marine Dynamics. Recomendo muito eles como operadores para quem quiser se aventurar a mergulhar com os tubarões brancos.

 

Assistir o por do sol de cima de uma montanha

Cape Town é banhada pelo mar e tem um relevo incrível, logo, assistir o por do sol é programa obrigatório para quem passa pela cidade. Os lugares mais procurados para o fim da tarde são as montanhas Table Mountain, Lion’s Head e Signal Hill, de onde é possível ter a visão panorâmica da cidade e ver o sol se pondo no oceano. Optamos pela Signal Hill porque o acesso era fácil de carro, mas todas são lindas e com vistas espetaculares.

Chegue um pouco antes dos últimos lampejos de sol do dia: os mirantes ficam lotados de gente de todas as idades com suas cestinhas de picnic e garrafas de vinho. Uma delícia!

Por do Sol em Signal Hill

Tomar um clássico Chá da Tarde

Outro programa bacana em Cape Town é tomar um chá da tarde. A África do Sul foi colonizada pelos ingleses e além de terem herdado a direção do lado errado (desculpa mas dirigir do lado direito é muito esquisito para uma canhota), a cultura do chazinho no meio da tarde também ficou.

Muitos hotéis oferecem o chá. Nós fomos experimentar o High Tea do MannaBay, um hotel boutique lindinho aos pés da Table Mountain, que eu mencionei aqui.

Eram tanto bolos, canapés e sanduíches que dava pra ficar perdido. Apesar de não estarmos com fome naquele horário (geralmente o chá é servido às 15:30), aproveitamos para tomar um espumante e relaxar um pouco no jardim do hotel que era uma gracinha.

Para quem está hospedado no hotel, o chá está incluso na tarifa. Para quem não está (nosso caso), é possível pagar à parte. Um programa relax e bem gostoso para uma tarde na cidade. Pra falar a verdade, nem parece que você está na cidade, um refúgio perfeito!

Chá da Tarde no MannaBay Hotel

Passeio pela orla e Chapman’s Peak Drive

Cape Town tem praias lindas e de água congelante. Apesar de não ser um destino clássico de praia, o passeio pela orla é super legal. Vale a pena pegar o carro desde Green Point e ir passando pelas praias no caminho: Bantry Bay, Clifton Beach, Camps Bay, entre outras.

Depois, continuamos dirigindo pela orla até chegar a Chapman’s Peak Drive, uma estradinha cênica a la Highway 1 na Califórnia e Great Ocean Road na Austrália, que começa em Hout Bay. Visual incrível!

Vinícolas

Em volta de Cape Town tem várias regiões vinícolas. As mais conhecidas são Constantia, que fica a uns 20 minutos do centro, e Stellenbosh e Franschhoek, a 1 hora e meia.

Como boa amante do vinho, conhecemos todas elas!

Fugimos para Constantia por duas vezes após outros passeios que fizemos por Cape Town. Como fica pertinho do centro, rapidinho estávamos lá degustando um bom vinho sul africano. Visitamos a Groot Constantia, a vinícola mais tradicional da região, e a Constantia Glen. Pessoalmente, gostei mais dos vinhos da Groot Constantia, apesar de ter comido uma tábua de frios na Constantia Glen que estava dos deuses.

Já para Stellenbosh e Franschhoek, muita gente faz passeio de bate-e-volta de dia inteiro a partir de Cape Town. Nós optamos por dormir por lá algumas noites e aproveitar o máximo dessa vidinha de descansar, comer bem e beber vinho. Vou contar em mais detalhes no próximo post :)