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0 em Destaque/ Nova Zelândia/ Trip tips/ Viagem no dia 18.05.2018

Os detaques da Ilha Norte da Nova Zelândia

Depois de explorar a Ilha Sul da Nova Zelândia por mais ou menos 2 semanas, foi a hora de se despedir e seguir viagem para a Ilha Norte. Como estávamos com nosso carrinho alugado na GoRentals, achamos que era mais fácil seguirmos viagem de carro mesmo, usando o ferry Interislander para atravessar de uma ilha para a outra.

Pegamos a última viagem de Picton, no sul, para Wellington, no Norte, por volta das 18:30 da tarde. Eu, que nunca tinha entrado em um barco a bordo de um carro, achei tudo super divertido: fizemos checkin, entramos na fila e aguardamos até liberarem a entrada dos veículos no ferry gigantão que ia nos levar até o outro lado do país. Depois de passar por esse processo (muito organizado, diga-se de passagem), largamos nosso carro estacionado e subimos para a área comum do barco.

Aproveitamos para jantar por ali mesmo, tomar uns drinks e apreciar a vista linda do Marlborough Sound, os “fiordes”que ficam na pontinha mais ao norte da ilha sul. Sim, o objetivo era só o transporte mesmo, mas acabou que a travessia se mostrou um lindo passeio. Tivemos ainda a oportunidade de ver o sol se por no meio do mar. Lindo demais!

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Chegando em Wellington, a única coisa que pensávamos em fazer era descansar. Por isso mesmo, escolhemos um hotel alto nível, o Grand Mercure Wellington, para termos aquela noite de princesa que estávamos precisando (lembram que estávamos vindo de noites dormidas no motorhome né?).

O hotel é excelente, muito bem localizado e com todo o conforto que buscávamos naquele momento. Sabe aquela cama que te abraça? Então, foi exatamente nela que eu fiz questão de me jogar assim que entrei no quarto! O banheiro também era bem espaçoso e com um chuveiro forte e água quente (de novo lembrando dos perrengues do motorhome, inevitavelmente).

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Como chegamos bem tarde, fizemos o checkin, tomamos um bom banho, comemos uns docinhos que deixaram de boas vindas para a gente no quarto e embalamos no soninho dos deuses com o qual eu vinha sonhando há vários dias. Na manhã seguinte, nem colocamos o despertador, tiramos o dia para descansar mesmo. Depois de levantar com calma, fomos comer tudo que tínhamos direito no café da manhã (excelente, por sinal) do hotel e dar um mergulho na piscina antes de fechar as malas e seguir para o nosso próximo destino.

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E foi com dó que deixamos o Grand Mercure Wellington para dar uma passeada na cidade. Em verdade, Wellington é uma cidade grande (a 2a maior da Nova Zelândia) e, apesar de ter muita coisa pra fazer, acabou ficando fora do nosso roteiro. Conhecemos o Mount Victoria Lookout, um mirante com um visual 360 graus da cidade e então caímos novamente na estrada.

Seguimos para a região vinícola de Martinborough, aproveitando para experimentar vários vinhos e queijos locais. Aliás, essa região é tão fofa que parece de mentira: todas as casinhas parecem de boneca e os vinhos são em sua maioria orgânicos. Muito bacana!

Mount Victoria Lookout

Mount Victoria Lookout

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Depois, dirigimos até Turangi, onde ficamos por 2 noites. Ali fizemos a base para o que seria nossa aventura extrema de trilha no país, a Tongariro Alpine Crossing. Com 20km de extensão, essa travessia tem como destaque lindos lagos de água turquesa, crateras de vulcão, vales feitos de lava e a Montanha da Perdição (sim, aquela do filme do Senhor dos Anéis!). Mas, infelizmente, nossa experiência foi bem frustrada. No primeiro pedaço da trilha, o tempo virou e começou a ventar, chover e a ficar cheio de neblina! Ficamos mortos de medo de sermos arremessados dentro do vulcão e demos meia volta. Uma super pena, porque realmente parece ser incrível com dias bonitos (tenho planos de voltar com tempo, o lugar é muito especial!).

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Continuando rumo Norte, passamos por Lake Taupo, onde faríamos um passeio de barco no lago com a Sail Barbary. Mas, devido ao mau tempo, cancelamos o passeio e seguimos em direção à Rotorua. Por sorte, tivemos uns raiozinhos de sol justo quando estávamos passando por Huka Falls, a cachoeira de água mais turquesa que já vi na vida! Paramos para apreciar o visual e dar umas voltinhas por ali, até que o tempo fechou de novo e começou a cair um toró. E continuamos dirigindo até Rotorua.

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PAUSA PARA INFORMAÇÃO: devido a grande quantidade de informações e programas bacanas, a parte de Rotorua vai ficar para o próximo post.

 

E após explorar Rotorua por 2 dias, continuamos até Waitomo, cidade famosa pela Waitomo Glowworm Caves, onde moram bilhões de vermes que brilham no escuro (isso mesmo, BRI-LHAM no escuro!). Não preciso nem dizer o nível de ansiedade que estava para conhecer essa caverna, né?

Para ter uma experiência mais diferente, optamos pelo rafting da The Legendary Black Water Rafting Co, que acontece no rio que passa dentro da caverna, por debaixo dessas larvas que brilham. E valeu a pena! Que sensação louca estar completamente no escuro, boiando numa água fria que dói e olhando para o teto todo iluminado de azul (abstraiam que são vermes e pensem em luzinhas), e ainda pensar que são zilhões de bichinhos pendurados bem ali, em cima da sua cabeça! Disney feelings total! E não, não parece real.

Minha única crítica foi que a parte que tinha muitoooooo verme foi mto rápida. Queria mais. Mas o rafting em si também é super divertido e o programa é bem completo! Mais que obrigatório na visita à Nova Zelândia.

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Foto: The Legendary Black Water Rafting

 

No mesmo dia que conhecemos Waitomo, seguimos para Matamata, para, por fim, visitar Hobbiton Movie Set. Não, eu não sou super fã nem de Hobbit nem de Senhor dos Anéis. Diria na verdade que não sou super fã de nada. Mas quando vi que existia a possibilidade de visitar o lugar real onde foram gravadas grande parte das duas trilogias, não pensei duas vezes e incluí no roteiro. Isso porque quando assisti os filmes sempre achei o condado do Frodo uma das coisas mais lindas do mundo, e de fato é.

Em Hobbiton é possível andar pela fazenda que foi cenário para os 6 filmes e onde foram mantidos os hobbit holes, as tão fofas casinhas de hobbit rodeadas por grama e flores bem cuidadas. Fiquei completamente encantada com a beleza do lugar e, de novo, com a organização e limpeza de tudo! Assumo que não tinha muita expectativa desse passeio e que estava pronta para ser uma baita furada, mas na verdade achei um programa super legal e divertido (mesmo cheio).

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Uma coisa é certa, o cenário e os programas da ilha Sul são completamente diferentes dos da ilha Norte. Qual delas é mais legal? Difícil dizer. Tem que visitar as duas para decidir!

0 em Autoestima/ Destaque no dia 17.05.2018

Um #paposobreautoestima em NY, com Fabi Saba & Nina Gabriella

Eu estou atrasada algumas semanas com esse post, eu sei. O tempo que levamos para organizar tudo é desproporcional ao tempo que demorou para fazer esse post. Só que o evento foi tão legal me deixou com sensações tão especiais que eu lembro como se tivesse acabado de sair de lá.

Na verdade, esse #paposobreautoestima não estava nos planos de eventos que pensamos para 2018, mas a Cris, que tem uma empresa de experiências personalizadas, quis aproveitar a estadia da nossa amiga Nina Gabriella na cidade (porque né, eu estava pensando na estadia dela só pra curtir mesmo haha) e me propôs fazer um evento do #paposobreautoestima junto com a Dig New York. Ela já tinha a ideia de lugar perfeito, parceiros e fotógrafa engatilhados. Como eu já estava combinando algo com a Fabi Saba há um tempão, por quê não aceitar? Em uma semana convidamos, organizamos e fizemos o evento, e eu nem acreditei!

Nina, eu, Fabi e Cris, a idealizadora do evento.

Nina, eu, Fabi e Cris, a idealizadora do evento.

Confesso que fiquei impressionada por termos conseguido juntar tanta gente – em torno de 25 mulheres – em tão pouco tempo! Algumas que eu já conhecia do último piquenique (que aliás, vai ter no começo de Julho, quem estiver aqui em NY já vai ficando de olho nas redes do Futi para mais informações!), uma que participa de vários eventos nossos no Brasil (Lhaylla, to falando contigo) outras que conhecia das redes sociais, algumas que conheci ali mesmo e amigas que foram prestigiar. <3

O lugar escolhido foi um ambiente na Galeria Melissa, que fica no Soho, e lembra muito uma casa. Com sofás, almofadas, poltronas, mesa de centro, parede de tijolos, estantes e livros, até mesmo uma bicicleta e parede de luzinhas (que eu levei porque sou dessas que acha que tudo com luzinhas fica mais bonito rs).

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Foram mais ou menos 2 horas de bate papo e a ideia era justamente ser uma conversa informal, um bate papo entre amigas que estão ali para discutirem vários assuntos que englobam a palavra autoestima.  Não sei se vocês sabem, mas eu e a Jô amamos experimentar os mais variados formatos quando o assunto é nosso projeto, mulheres e suas histórias relacionadas a autoestima. Piqueniques e festas na piscina são só alguns dos que se repetiram, esse bate papo de sofá foi inspirador e me lembrou do quanto amamos fazer o bloco de carnaval com a Preta Gil e a BOA em 2o17. A verdade é que a gente ama investir em eventos diferentes e desafiadores, que toquem e acrescentem, e é isso que estamos tentando fazer em 2018. Aguardem as novidades.

Especificamente esse encontro foi bem diferente dos piqueniques e que eu também achei bem interessante de fazer. Pessoalmente, eu achei muito confortável. Não só por causa dos sofás, mas por causa da situação. rs Eu, que morro de vergonha de ser o centro das atenções em conversas e bate papos, foi uma delícia dividir o holofote com outras mulheres tão incríveis e que apoiam com tato amor o PAPO SOBRE AUTOESTIMA. Gosto de trazer todo mundo para conversar e, definitivamente, adoro situações onde posso ouvir e aprender, mais do que falar.

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Estar com a Fabi, que é uma mulher que quanto mais eu conheço, eu aprendo, eu admiro e me inspiro, sempre é maravilhoso. Já falei aqui que quando a convidei para o piquenique no ano passado, fiz o convite ja tendo certeza que ela ia recusar? Imagina que a musa da minha adolescência (sim, eu via Interligado) iria aceitar meu convite? Pois ela aceitou, foi e acabei ganhando uma amiga. Há alguns meses que nós pensávamos em fazer algo juntas, e quando a Cris propôs o #dignyconvida papo sobre autoestima, nem pensei duas vezes em chamá-la.

Mas amei mesmo que a Nina estava com a gente, pois ela é uma pessoa que tem muito para somar. Quem a segue nas redes sociais vê quantas questões de corpo, cabelo, maquiagem e até mesmo moda que estão totalmente relacionadas com autoestima ela aborda. E nessa conversa, ela se abriu bastante sobre como ela é cobrada nas redes sociais, seja para emagrecer, seja para só postar fotos super maquiadas. Só que se tem uma palavra que define ela é autenticidade, e ela também conseguiu mostrar como conseguiu fazer com que as pessoas recebessem sua mensagem. Ah, e no final estavam todas fazendo a cabeça da Nina para ela se mudar logo para cá, eu to nesse time. haha

Mas nós só éramos influenciadoras que chamaram outras mulheres para discutirem suas experiências. E depois que todo mundo ficou mais à vontade, a conversa fluiu mais naturalmente como se fosse na casa da gente. Alguns dos muitos assuntos abordados precisavam aparecer aqui no Futi, e eu vou tentar entrar em contato com algumas das meninas presentes justamente para trazer o bate papo para cá. Falamos sobre corpo, sim, mas também abordamos TPM, sobre endometriose, sobre saúde mental (e o medo de dizer que toma algum remédio), maternidade e a pressão da perfeição em tempos de internet.

Confesso que saí de lá muito realizada. Quando cheguei aqui em NY há quase 2 anos eu estava bem perdida, muitas vezes meio desmotivada porque não conseguia dar conta do trabalho com a maternidade em tempo integral e acabava me sentindo de fora por ter tanta coisa acontecendo no Brasil e eu não conseguir participar.  Ter feito esse movimento de aceitar o evento no impulso e ver que dá para ter muito #paposobreautoestima aqui em Nova York também me inspirou, me motivou e me fez achar parte da Carla que estava adormecida.

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Como divido tanta coisa pessoal, não tinha como não dividir esse dia que foi uma verdadeira realização profissional, mas também pessoal. Muito obrigada para todas que foram, participaram e fizeram aquela noite de sexta feira ser tão sensacional.

Agradecimentos muito, muito especiais à Cris, que além das experiências personalizados e super fora da caixinha que ela faz com a Dig NY, também é uma organizadora de eventos maravilhosa (que não deixa de ser uma experiência bem personalizada, né? rs). À Melissa, que ofereceu o espaço mais delicioso e especial de NY (já quero fazer mais coisas lá!), ao Café Patoro, que ofereceu sanduíches de pão de queijo de comer rezando (pão de queijo com goiabada e queijo, como errar nessa combinação??) e à Vanessa Carvalho, fotógrafa responsável por essas fotos que ilustram o post!

Esse evento só me deixou mais ansiosa e animada para o piquenique que farei aqui em NY!

0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Looks/ Moda/ Patrocinador no dia 16.05.2018

Look da Jô: Academia, moda fitness e como me sinto um mês depois!

Ano passado fiz meu primeiro post de moda fitness com escolhas da Marcyn com as peças que levei para o Atacama. Algumas das peças escolhi pra levar na viagem, outras eu já estava usando em looks de aeroporto e momentos em que o conforto fosse uma pedida importante. Sendo super transparente com vocês, acredito que de todas as linhas da marca, a fitness tenha sido a que mais demorou para entrar de vez na minha rotina.

O motivo? 2017 foi um dos anos mais difíceis para conciliar minha agenda com a do meu personal e eu tinha uma enorme dificuldade com a ideia de entrar na academia.
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tradicional: top + legging
Plus: top + legging

O medo de vestir o look da inadequação e de me sentir oprimida nesse tipo de ambiente acabava me afastando da importante missão de movimentar meu corpo, sem planos de emagrecimento, metas ousadas e dietas malucas. Como contei aqui no blog, resolvi enfrentar essas questões do medo do julgamento e da inércia de frente e, no último mês, tudo está bem diferente. O assunto que foi sementinha plantada aqui virou inclusive minha matéria da Glamour Brasil desse mês, cuja chamada foi até pra Globo.com.

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Top vinho e legging vinho – top vinho plus – legging vinho plus

Depois de 30 dias indo regularmente na academia e enfrentando fantasmas antigos, abri mão desse lugar de oprimida e vesti meus looks sem medo. Fui de top pra aula de dança e pra musculação, corri na esteira e encarei a bike com ou sem camiseta, sem medo, pra cuidar de mim da forma mais livre que uma pessoa que já teve pavor desse ambiente pudesse conseguir.

O clima intimidador pode até continuar lá, quem está olhando pra isso de outra maneira sou eu. Busco uma audição seletiva, preferindo não dar voz a certos assuntos e comentários. Tento entender que cada um vive dentro das prisões que conhece, não é porque o outro acredita nela que eu também preciso acreditar. A culpa da alimentação ou da quantidade de sacrifícios de outras pessoas não precisam ser minhas e assim estou levando de maneira mais leve a cada dia o ambiente da academia.

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Top estampado e calça básica

Justamente por gostar de mim, desse corpo e dessa vida que eu tenho optei por buscar exercícios que me façam sentir prazer. Acredito que só assim vou conseguir mantê-los na minha vida num longo prazo. Fazer atividade física e fortalecer meus músculos são atitudes que vão me ajudar na longevidade, independente do tipo de corpo que eu venha a ter. Sempre falei que a OMS recomenda exercício como algo muito importante em termos de saúde para todos, então podemos e devemos cuidar dos nossos corpos, mantê-los em movimento por gostarmos deles, não por odiar, não por culpa.

Minha meta não era perder peso ou compensar nada. Minha meta era encontrar atividades de cuidados com o corpo que me dessem outros ganhos como: alegria, diversão, aliviar o estresse, consciência corporal, condicionamento cardiovascular, melhoria do sono e outros benefícios que atingem a saúde física e mental, juntas. Não uma em detrimento da outra como estamos habituadas.

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Top roxo  – calça roxacamiseta roxa – top roxo pluslegging roxa plus 

Cada dia me sinto menos peixe fora d’água, me colocando menos no lugar da inadequação, como vim trabalhando na terapia! Me sinto mais segura a cada treino, não importando de ser a única de top em várias ocasiões. Estou à vontade com meu corpo e minha imagem, isso pra mim é uma delícia e uma libertação.

Aprendi nesse último mês que precisamos mudar a perspectiva e entender que todo corpo é digno de se exercitar e que a representatividade importa até nisso, para que nos sintamos acolhidas nos mais variados ambientes. Aprendi com a atriz Mariana Xavier que dançar era para todos, inclusive pra mim, ter essa referência me ajudou a ver que eu também podia ir pra aula, que hoje em dia, é uma das minhas preferidas.

 

Cuidar dos músculos e articulações faz parte desse meu processo de amor próprio e autoestima. Parece que não mudou muita coisa, mas na verdade mudou tudo. Ajustar as reais intenções de estar cuidando de mim e do meu corpo transformou os benefícios que eu tenho como expectativa hoje. Ao se tornar um processo de empoderamento meu abri mão da ideia de que precisava me transformar para ser aprovada naquele ambiente e de que eu precisava mudar para pertencer. Ficar segura de mim me deu forças pra olhar pra tudo de uma forma diferente, até mesmo para não me comparar com outras pessoas, sem fazer juízo de valor do meu corpo ou do corpo dos outros.

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Top preto e calça básica

Meu corpo não viveu ainda consequências estéticas, mas a saúde mental já está fazendo bom uso da nova rotina, assim como a força física já está diferente. Eu me sinto mais leve, mais feliz e menos estressada, mais livre pra me vestir e agir como sentir vontade.

O autoconhecimento me permitiu tanta coisa nesse processo de praticar atividade física, me expressar através da moda foi apenas um dos ganhos que eu tive durante esses últimos dias e por isso trouxe todos os meus looks e combinações pra vocês, porque finalmente consegui aproveitar um pouco de tudo isso que a Marcyn tem pra oferecer para variados tipos de corpos na sua linha fitness. 

Entrem no site, naveguem por lá e considerem experimentar essas peças. Separei todos os links da modelagem tradicional e da plus para abranger mais de nós. A linha básica  de suplex tem a melhor leeging e tops que eu já usei, a ponto de eu ter querido uma de cada cor. As demais peças são muito legais, além de ter qualidade elas tem estilo e podem ser usadas em momentos fora da academia como a Carla já falou aqui.

Quem estiver vivendo esse novo momento de se exercitar praticando um olhar mais amoroso e acolhedor me conta? Estou amando ler as histórias que estão nos mandando por DM sobre o assunto.

Beijos